História Limite || [Namjin] - Capítulo 32


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Fanfic, Hoseok, Jhope, Jungkook, Lemon, Namjin, Namjoon, Park Jimin, Seokjin, Suga, Taehyung, Vizinhos, Yaoi
Exibições 332
Palavras 1.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 32 - Beijos em um quarto


Kim Namjoon.


Subi para meu quarto junto á ele, que tinha as bochechas avermelhadas, e coçava os olhos momentâneamente.

— Você está bem? — Pergunto ao me sentar na beira da cama, e nossos olhos se encontram. Ele tira a mochila dos ombros, se jogando em meu colo, aos prantos. Solto um suspiro longo, envolvendo meus braços á volta de seu corpo em um abraço quente, apoiando sua cabeça contra meu peito.

— Eu pensava que ela gostaria de mim do jeito que eu sou, sem tirar nem por. — Ele diz com a voz abafada, fechando as mãos á volta do tecido de minha camisa. — M-Mas ela é uma pessoa ruim, não gosta que eu esteje com você. Ela disse, ela disse que se eu não aparecesse com uma garota em casa, não seria mais bem vindo.

— Hum, e oque disse? — Seus olhos me fitam.

— Eu estou aqui com você, oque acha que eu falei?

— Jin...

— Não Joonie, não diga que eu poderia ter ficado em casa, eu não estaria feliz, não teria você comigo. — Ele apoia o rosto em meu ombro, com a respiração batendo em meu pescoço. — Não sei oque vou fazer.

— Você tem a mim. — Disse, o ajeitando sobre meu colo em quanto deitava sobre o colchão, ficando com seu corpo sob o meu. — E pode contar comigo para qualquer coisa, pode ficar aqui em casa.

— Nam, eu vou atrapalhar tudo, vou desorganizar sua vida, não vou ficar aqui. Talvez eu encontre algum lugar a aluguel. — Jin se encolhe, deixando uma das mãos espalmada sobre meu peito, fazendo uma carícia com a ponta dos dedos.

— Jin, eu te amo e não vou deixar você viver em um lugar qualquer. Quero você aqui, comigo, vamos ficar juntos.

— Joonie...

— Não, Shh. Durma, descanse. — Coloco uma de minhas mãos sobre seus fios de cabelo rosado-desbotado, fazendo uma carícia. — Vamos ficar bem, tudo vai ficar bem.

Ele não diz mais nada, apenas se aconchega em meu peito, fungando algumas vezes, até eu sentir seu peso totalmente sobre meu corpo. Não sabia oque faria, se ficaríamos bem, mas juntos eu teria certeza que sim. Com cuidado, o tiro de cima de mim para o colchão, subindo o cobertor sobre seu corpo, e apoiando sua cabeça ao travesseiro. Ele parecia cansado, a conversa com sua mãe deveria tê-lo desgastado. Seus lábios quando adormecidos formavam um beicinho, no qual eu sempre admirei, as noites em que dormimos juntos, abraçados. Meses atrás, nunca passaria por minha cabeca que eu estaria aqui com Jin, Jin sem casa, contando somente comigo. Eu não iria decepciona-lo, não iria deixar isso acontecer.


Kim Seokjin.


Medo. Oque seria de minha vida daqui pra frente, minha mãe que eu sempre achei que estaria ao lado até o fim da vida, agora havia me expulsado de casa. Joonie, era minha única esperança, nosso amor era meu refúgio.

Ao abrir meus olhos, o escuro do quarto de Namjoon me reconforta. Me sento sobre a cama, coçando um dos olhos com uma leve pressão.

— Dormiu bem? — A voz de Namjoon se faz presente ao meu lado na cama, colocando uma das mãos sobre minha cintura.

— Sim. — O respondo com a voz rouca do sono. Me viro para seu corpo, encolhendo-me á sua frente, e abraçando seu tronco. 

— Se quiser, pode ir tomar um banho. Eu posso te emprestar alguma roupa por agora. — O abraço é retribuído quando sinto uma de suas mãos acariciarem minha costas. — E depois posso ir ver alguma coisa pra comer.

— Que horas são? — Ele me olha confuso, mas responde.

— São uma e meia, porque? 

— Quero sair, andar. — Dou um sorriso sonolento. — Com você, na madrugada, é perfeito.

— Se minha princesa assim quer. 

Nos levantamos da cama, saindo do quarto em seguida. A casa estava silenciosa, e segundo Joonie; sua mãe estava dormindo no quarto com seu sono pesado. Saímos da casa em pouco tempo. Por instinto, saio correndo para o fim da rua, ouvindo Namjoon me chamar, mas apenas o ignoro. Pode parecer ignorante de minha parte, mas um desejo da morte me consome por dentro, mesmo que significasse deixar minha mãe, deixar Joonie.

— Oque está fazendo? — Disse Namjoon com um tom bem humorado ao me alcançar.

— Não sei. — Dou um sorriso, levantando os ombros. 

Ele ri, segurando uma de minhas mãos, a colocando junto á sua no bolso de seu casaco.

— Acho que podemos viajar. — Joguei no ar.

— Oque?

— Viajar, como você disse hoje mais cedo.

— Está maluco. — Ele sorri olhando para a frente em quanto andávamos.

— Não estou, quero fazer isso. — Dou um aperto em sua mão, oque o faz me olhar.

— Vamos ficar bem, e aí viajamos.

Faço um biquinho, e ele ri, me dando um beijinho em seguida. Andamos por algumas ruas, trocando alguns olhares e sorrisos repentinos.

— Eu te amo. — Proferi derrepente, parando-o num abraço.

Ele pareceu sem reação, mas logo seus braços me rodearam, fazendo-me novamente na sensação gostosa que ele me providenciava, uma sensação de casa, de conforto.

— Eu te amo, Jin. — Um beijo é depositado no topo de minha cabeça, e sorrio com satisfação. — Vamos passar por isso, juntos.

— Confio no que você diz. — Levanto o rosto, tendo em instantes suas mãos em minhas bochechas.

— Eu sou tão errado, e você saiu de casa por minha culpa.

— Você é perfeito, e eu saí de casa porque quero você junto comigo.

Sorrimos, tendo os lábios juntos em pouco tempo. Aos poucos, nossos lábios se movimentam em sincronia, um sobre o outro, o macio sobre o cheínho. Minhas mãos continuam em sua cintura, cedendo a passagem quando sinto sua lingua quente tocando meus lábios pedindo para adentrar em minha boca. Sua língua é empurrada para dentro, junto á suas mãos revezando para minha cintura. Elevo meus braços á volta de seu pescoço, ficando de certa forma abraçado á ele. Inclino meu rosto para o lado, sentindo em seguida uma mordida fraca sob meu lábio inferior, tendo-o puxado entre seus dentes, encerrando o meu toque preferido com Joonie.

— Acho melhor irmos nos beijar em um quarto. — Rimos.




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