História Lines Of the Destiny - Capítulo 2


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Categorias The 100
Personagens Anya, Bellamy Blake, Clarke Griffin, Lexa, Lincoln, Octavia Blake, Raven Reyes
Tags Clarke, Clexa, Lexa, The 100
Visualizações 51
Palavras 1.963
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Helo, eu vou tentar postar toda quarta, mas as ideias ja estão acabando, seria legal se comentassem algumas.

Boa leitura.

Capítulo 2 - A Ilha


Fanfic / Fanfiction Lines Of the Destiny - Capítulo 2 - A Ilha

- Muito bem, todos sabem o que eu passei para me tornar o que sou hoje, então eu digo que se tem alguém que não acredite que sou capaz de conduzir esse navio diga e providenciaremos a volta para polis.

O silêncio pairou no cais do navio.

 - Muito bem, que assim seja, todos a seus postos!

 - Ouviram a comandante, ao trabalho!

Essa foi Anya se pronunciando, todos acham que ela é apenas uma maquina de luta e estratégia, mas eu não a vejo como nada mais que uma irmã mais velha totalmente irritante.

- Lexi tem seu primeiro navio, não é mais um bebê.

Ela disse assim que entramos na cabine da comandante.

- Anya, eu nunca vou ser respeitada com você aqui, é uma espécie de difamação em forma de pessoa.

- Calma irmãzinha, eles já te respeitam, agora eu preciso ser a outra parte, a que não respeita.

Eu viro os olhos para ela que faz uma careta.

- Comandante!

Escuto gritos e euforia acima de nos, então eu e Anya nos prontificamos e subimos ao cais imediatamente era um monstro o motivo de tal euforia, uma espécie que eu nunca tinha visto.

- Já viu algum desses?

- Claro Anya, eu viajo por aqui a 20 anos.

Nos olhamos e ela entende a ironia carregada nas palavras e quando estava prestes a responder um dos tentáculos (ou a calda, não consegui ver com muita precisão) atingiu nos separando me fazendo arrancar a espada que estava no cinto nas costas de minha armadura.

- Eu nem consegui conhecer o navio e ele já vai ser destruído por esse animal. Gritei contra o tentáculo (ou calda) como se fosse capaz de entender e corri em direção ao que eu imaginei que fosse a parte superior do monstro. Foi quando escutei um estrondo, o disparo de alguns canhões que acertaram o mostro que estava despreparado olhando para mim, eu freie meus movimentos e assim avistei um navio se aproximando e se acoplando ao meu.

- Precisam de ajuda novatos?

Todos pararam, o monstro, a tripulação, eu... Parados olhando a mulher de cabelos loiros em pé nas bordas do meu navio.

- Quem disse que somos novatos?

- Eu disse. Ela falou descendo das bordas do navio e caminhando em minha direção – Só um idiota navegaria em cima da toca do Ragnacok.

- Ragna o que?

 Anya perguntou enquanto os tripulantes atacavam o monstro.

- E você seria quem?

Mais uma vez a parte a qual eu não sei do monstro se chocou ao nosso meio o que pareceu irritar ainda mais a loira a minha frente.

- Ora Ragnacok, você nunca foi reconhecido como um monstro de muito educação não é mesmo? Ela disse sendo seguida pelo grito estridente do monstro como se ele a entendesse. – E lá vamos nos mais uma vez... Homens! Ela gritou.

- Nem só de homens se faz uma tripulação... Um homem alto e viril disse enquanto levantava das bordas do outro navio e caia no cais do meu.

- Ora me desculpe se te ofendi Bellamy... Meninas preparem os canhões. Ela disse e todos riram

- Sinto que já disse isso umas cinco vezes só hoje, mas eu não estou entendendo nada.

- Não precisa entender princesa, nos vamos resolver para você... dessa vez.  A loira disse me apontando a espada em minha direção.

- Vamos lá Ragnacok!

Ela se aproximou do monstro sem pudor e golpeou um de seus... braços? O monstro gritou e girou a cabeça para olhar de onde vinha o golpe, ela desviava de cada ataque e fazia com que ele ficasse mais irritado com toda aquela dança, correu de encontro com ele e enfiou a ponta de sua espada prendendo um de seus membros fazendo com que ele não pudesse mais se mexer se posicionando em cima do tal membro.

- Agora!

Ela gritou e de alguma forma alguém entendeu atirando os canhões acertando em cheio a parte superior do monstro fazendo com que ele ficasse totalmente desorientado, ela desceu e retirou a espada do membro do monstro deixando com que ele se afundasse nas profundezas de onde tinha surgido.

- Você matou ele? Anya disse olhando incrédula para a loira que não tinha nenhum arranhão ou aparência de cansaço

- Claro que não, todos sabem que não se mata um Ragnacok, aliás ele é uma espécie de guardião, vocês quem passaram por cima de onde ele repousa.

Eu ainda segurava minha espada com a postura totalmente errada e com os olhos direcionado para onde o monstro estava a segundos atrás.

- Anotei isso na minha memória, mas como sei quando estou em cima de um... o que mesmo?

- Isso terão que aprender sozinhas... Enfim, parece que ele fez um estrago bem grande no seu navio, se quiserem podem passar em nossa ilha para consertarem, mas não podem ficar por muito tempo.

 Balbuciei algo que nem eu mesma estendi

- Ela disse que muito obrigado, iremos passar em sua ilha.

- Ótimo, então siga meu navio. Ela disse pulando para o navio acoplado ao lado do meu e seguindo o curso a nossa frente.

- Lexa, pare de babar.

- Não estou babando é que... Ora não te devo satisfações nenhuma, siga o curso para a tal ilha.

- Tudo bem, não culpo, é seu estresse, estamos navegando a um dia inteiro, quase dois.

- Cale a boca.

Seguimos viagem por mais uns 30 min e chegamos na tal ilha, era muito bem guardada, muitos homens e mulheres em volta com suas espadas e canhões com os olhares atentos em nosso navio, não sei se seria uma boa idéia adentrar nessa ilha, mas por outro lado a tal fulana poderia ter nos deixado ser esmagados pelo Ragna não sei o que e nos ajudou, isso certamente me deixou em dúvida.

- Abaixem as armas, eles estão comigo. Todos obedecem, além de muito experiente deve ser algum tipo de líder por aqui

- Pessoal, esses são os novatos que disse que encontrei navegando em cima da toca do Ragnacok. Todos riem e nos olham cochichando uns com os outros.

- Vai com calma. Eu disse já me irritando com toda aquela falação e risadas.

- Desculpe, mas precisava contar a eles... Me acompanhem, vou mandar preparar um banquete para que todos se sirvam e logo de manhã poderão arrumar seu navio e partirem.

Seguimos a Loira que ainda não sei o nome em direção a uma caverna e assim que adentramos, era enorme, uma espécie de salão de festas com varias mesas gigantes de madeira.

-Anya, eu não confio nessa gente, eles são bons de mais, não quero que a tripulação coma esse banquete, ninguém sabe o que tem ai.

- Lexa você está sendo um pouco paranóica, eles já tiveram pelo menos três chances de nos matar só hoje.

- Como ela sabia que eu sou uma princesa? Estou te falando Anya, não está me cheirando a coisa boa.

- Realmente isso é um pouco suspeito... Bom eu estou com fome e tenho certeza que os homens estão também, você sabe como eles ficaram se não puderem comer o banquete, mas você é a comandante e faremos o que desejar.

- Droga! Você é boa, diga para a tripulação minhas suspeitas e depois o que eles faram será consequência deles.  

- Muito bem.

Assim que o baquete ficou pronto foi servido, era uma fartura imensa e estava totalmente disponível para minha tripulação e o pessoal da ilha, eu não relei em nada, junto com alguns de meus homens, mas já Anya comeu pelo menos umas quatro vezes, a loira também comia e me observava com muita atenção e os olhos vidrados em cada movimento que eu fazia e eu discretamente disfarcei estar aérea a toda aquela situação, esse era meu dom, fingir.

A noite chegou e a loira disponibilizou quartos para todos, mas eu ainda estava desconfiada então disse que dormiríamos no meu navio e assim foi, revezei com os homens os turnos para vigiar até que o dia raiou, nos todos acordamos bem cedo e começamos a busca por materiais para concertar as partes quebradas do navio, que não eram muitas, mas ainda sim precisavam ser reparadas, eu caminhei floresta a dentro para conseguir um pouco de seiva enquanto os outros estavam a procura de madeira para concertar os mastros.

- Sozinha por aqui? É meio perigoso novata...

Ela disse surgindo ao alto de uma enorme pedra com um balde em mãos.

- Você poderia parar de me chamar de novata?

- E como eu deveria te chamar então?

- Acho que vai ter que descobrir, até porque não sei nada de você além da cor de seus cabelos e todo o seu ego gigante.

- Ai, doeu. A loira fez menção de ser atingida por algo com as mãos no peito – Mas vou te acompanhar mesmo assim, é bom saber por onde andar por aqui...

Continuei andando até o meio de uma colina enorme, onde eu avistei uma árvore gigantesca, a loira estava extraindo ceiva de alguma árvore menor e continuou falando enquanto eu caminhava em direção a enorme árvore.

-... Até porque não é toda árvore que se pode apunhalar por aqui algumas nem árvores são...

Sua fala foi cortada ao ouvir o golpear de minha espada na enorme árvore fazendo com que o chão tremesse

- Pelo amor dos deuses, VOCÊ PELOS MENOS ESTAVA TENTANDO ME ESCUTAR?

- O que está acontecendo?

- Está acontecendo o que eu queria evitar, por isso vim até você, meus parabéns, você golpeou a barbatana de Zequels.

- O que? Barbatana? Isso estava mais para uma árvore

- Acontece princesa, que essa ilha não é nada mais do que as costas de um enorme peixe, por isso é preciso cuidado com o que se corta.  

- Podia ter avisado antes não é mesmo...

- Agora é tarde, você já acordou ele.

 Assim que foram ditas tais palavras o chão a baixo de nos se abriu e revelou ser enormes pálpebras de um enorme olho.

- Corre!

Ela disse apontando a direção contraria a que estávamos indo e eu claro, corri.

- Bellamy, ele acordou! Ela gritava em direção as montanhas do que eu achava que era uma ilha.

- Droga, vocês só fazem merda.

- Ei, vá com calma, você que mora aqui, devia ter nos avisado. Eu disse em meio a respirações enquanto corria acompanhando a loira. - Mas e agora o que faremos? Eu disse.

- Você o acordou fora de hora, geralmente ele acorda só quando precisamos mudar nossa posição e...

Sua fala foi cortada por um escorregão de outra pálpebra se abrindo fazendo com que ela caísse sobre o olho se encobrindo com uma substância gosmenta.

- Nossa, eu já estou com raiva de vocês e olha que já te salvei duas vezes.

- Você me ajudou apenas uma vez.

- Eu já estou contando com essa que vou salvar agora. Ela levantou e se limpou da gosma em cima dela.

- Pretenciosa.

Continuamos correndo em direção as montanhas em meio a tropeços da terra que se movia e balançava fazendo com que caíssemos a cada quatro passos.

- Bellamy, alimenta ele!

- Já foi providenciado! Ele grita lá do alto da montanha.

Então uma barbatana do tal peixe se movimenta fazendo com que eu que estava em cima dela caísse me pendurando sobre uma mão em uma de suas escamas

- E lá vou eu mais uma vez. A loira disse se debruçando sobre a fenda e mostrando sua mão para que eu agarrasse.

Sim, mais uma vez ela me salvou e eu já estava me cansando de todo aquele jogo e de como eu estava totalmente despreparada para navegar aonde eu não conhecia.



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