História Linger. - Capítulo 2


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Categorias David Luiz, Eden Hazard, John Terry
Personagens Personagens Originais
Tags Chelsea, David Luiz, Eden Hazard, Futebol!
Exibições 68
Palavras 1.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Sensação.


O dia havia começado cedo pra mim. Logo de manhãzinha fui ao estúdio pra fazer um photoshoot, e isso demorou mais tempo do que previsto. Não estava de bom humor, uma sensação ruim tomava conta de mim, como uma intuição, mas eu não sabia de que. Não estava conseguindo me concentrar bem nas fotos, por isso, muitas tiveram que ser refeitas. O que fez com que eu me atrasasse para a reunião que eu tinha marcada na sede do Chelsea. Era uma reunião rotineira, para analisar como estava os perfis do Chelsea nas redes sociais, a divulgação da marca do Clube pelo mundo e o Chelsea TV. 

Depois de me desculpar pelo atraso, a reunião correu bem e decidimos aperfeiçoar algumas coisas. As redes sociais teriam que ser mais presentes e mais objetivas, e perfis em outros idiomas deveriam ser criados. Novos produtos com a marca do clube deveriam ser criados e eu pessoalmente trataria de divulgar nas diversas viagens que eu fazia. Quanto ao canal de TV do Chelsea, programas que aproximavam mais o torcedor do time foram propostos. Após a reunião se encerrar com sucesso e aproveitamento, corri para o CT do time ansiosa para ver meus meninos.

Meus meninos eram popularmente conhecidos como jogadores do Chelsea. Por conviver muito aqui, a grande maioria se tornou amigos pessoais meus. Grande parte dos que já nem estavam mais aqui, também. Ramires, Torres, Drogba, entre outros. Já Frank Lampard era meu padrinho e a figura mais próxima de pai que eu considerei a minha vida toda, e só Deus sabia o quanto eu sentia falta dele todos os dias.

- Posso entrar? - bati na porta do vestiário.

- Oi, amor. - Um Eden Hazard sorridente abriu a porta e me deu um selinho inesperado.

- Eden!!! - me afastei o repreendendo mas sem conseguir disfarçar o sorriso bobo. - Aqui não é lugar pra isso.

Eu sempre ia visitá-los no CT, e eu e Eden tínhamos um combinado de não ter demonstrações de carinho nessas ocasiões. O motivo era que as outras namoradas/esposas dos jogadores não tinha permissão para fazer tais visitas, então não agiríamos como um casal nessas situações, pois aquelas eram visitas não pessoais. Mas volta e meia Eden descumpria nosso combinado.

- Relaxa, Liz. - ele não deixou o sorriso morrer.

Entrei na sala e a grande maioria dos jogadores estavam lá, esparramados pelo espaço. Oscar foi o primeiro a vir até mim, com um animado "Oi Bety" de sempre. Esse era um apelido que só os brasileiros do time me chamavam, segundo eles, era esse o apelido que eu teria no Brasil devido ao meu nome. Depois de Oscar, Willian e Diego vieram me abraçar, e assim por diante. Quando eu já tinha cumprimentado todo mundo e estava quase respirando aliviada por John não estar ali, eu escutei a voz dele.

- Oi, filha.

Me virei e encontrei-o parado na porta que há minutos atrás eu tinha entrado. Seu rosto tinha a típica feição alegre e receosa de quando me via.

- Oi, John. - dei um meio sorriso.

Esse era mais um fato sobre mim e John Terry. Eu não o chamava de pai. Não me lembro bem de exatamente quando isso aconteceu, mas minha mãe diz que é quando eles se divorciaram. Minha mãe fez de tudo para que eu voltasse a chamá-lo de pai, mas eu nunca mais repeti essa palavra desde que ele foi embora de casa. Toda vez que eu o chamava de John eu via a dor nos seus olhos, a tristeza na sua expressão. Mas não pensem que eu gostava disso. Eu não gostava de fazê-lo sofrer, mas também não iria chamá-lo de pai se eu não sentia isso.

- Reunião hoje? - ele perguntou tentando puxar assunto.

- Aham. - desviei o olhar. - Só passei pra dar um oi. Tchau, meninos. - completei me despedindo.

Eu não gostava de ficar muito tempo no mesmo espaço que John, porque nenhum de nós dois se sentia confortável. Era estranho, não sabíamos como agir na frente do outro. Quando Eden estava, ele tentava ajudar de todo jeito, mas nós simplesmente não nos sentíamos à vontade na presença do outro.

- Vou com você até o seu carro. - Eden falou me acompanhando até a porta.

- Hmmm... - Diego estava pronto pra soltar uma piadinha maliciosa quando um olhar fulminante de John o deteve.

Saí da sala acompanhada de Eden e revirando os olhos.

Meu carro estava no canto afastado do estacionamento reservado para funcionários do Clube. Eu caminhava um pouco na frente de Eden, e me assustei quando senti minha cintura sendo puxada para trás e ser girada de modo que eu ficasse encostada no meu próprio carro. Eden se posicionou na minha frente, com um sorriso sacana no rosto.

- Wow. - foi só o que eu consegui dizer.

- Tô morrendo de saudade. - ele disse sério, antes de me beijar.

O beijo era intenso e rápido como se Eden quisesse demostrar toda a saudade que sentia através dele. A coisa foi ficando mais quente quando ele usou uma das mãos para agarrar e levantar minha coxa, enquanto a outra me descabelava. Eu não ficava pra trás, puxando sua nuca e arranhando suas costas, e deixando mordidas pela sua boca. 

- Eden... - falei separando o beijo. - Se a gente não parar agora, acho que não vou ser capaz de parar mais.

- Proposta tentadora. - ele disse me beijando de novo.

- Não, é sério - me afastei depois de alguns segundos. - Tenho que ir.

- Ok, ok. - ele fez cara de vencido. - Só um beijinho de despedida então.

Nos beijamos novamente, mas dessa vez de uma forma calma e romântica. Fiquei alguns segundos o abraçando e sorrindo, pensando que ele foi o maior presente que eu já ganhei.

- Eu amo você. - ele disse baixinho no meu ouvido.

- Eu amo você também. - respondi enquanto sentia o aperto no meu peito aumentar.



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