História Linhas Cruzadas - Capítulo 49


Escrita por: ~

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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Tags Jogos Vorazes
Visualizações 84
Palavras 1.540
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hi peoples!
Como vocês estão? Eu espero que bem. Vocês nem imaginam minha felicidade por chegarmos as 54 favoritações. Sério, eu amei! Obrigada por cada um que lê minha fanfic e comenta, vocês são foda.
Sem mais delongas, vamos ao capítulo!
Ps: Tenham paciência com a Kat.

Capítulo 49 - CRAZY BITCH!

Capítulo 49 - Capítulo 49


O lugar estava exatamente como eu imaginei. Muita gente dançando, se divertindo, bebendo... Fui até o bar e pedi uma bebida. Eu me sentei olhando em volta e, pela primeira vez eu me perguntei se mais alguém ali, assim como eu, estava ali porque queria esquecer alguma coisa. Espantei aqueles pensamentos da minha cabeça e virei a minha bebida, pedindo outra em seguida e logo depois outra. 

- Não acha melhor ir com calma, gatinha? - o baman disse ao me entregar a terceira dose.

- Não acha melhor cuidar da sua vida?

- Ok, eu mereci. - ele sorriu. - Eu estava tentando puxar assunto, já te vi aqui outras vezes.

- Ah sim. Foi bom conhecer você, boa noite. - eu disse antes de ir pra pista de dança.

Eu não lembro ao certo como aconteceu, mas por volta das 3h00h eu estava aos beijos com o barman na pista de dança. O máximo que eu me lembrava sobre ele é que ele se chamava João. Não sei como consegui chegar em casa pela manhã, paguei o táxi e me arrastei até o meu quarto, tirei o salto e liguei o ar-condicionado antes de entrar em baixo das cobertas. 

Acordei 12h00 com o meu celular tocando. Peeta. Ignorei a chamada e voltei a dormir, e só acordei 13h00. A dor de cabeça estava insuportável e eu tomei quase dois litros de água de uma vez e depois um remédio. Arrumei a casa e almocei. Peguei o meu celular e vi que havia mais uma ligação do Peeta, eu realmente não estava afim de conversar naquele momento, então apaguei as ligações. 
De tarde preparei o jantar e deitei no sofá para assistir TV, minha mãe chegou e jantamos juntas, conversamos por um tempo e eu arrumei a cozinha, pois ela iria sair com o Max. Quando subi pro quarto percebi que realmente não conseguiria dormir, então tomei um banho e liguei pro Diego.

- Katniss! - sabia que ele estava sorrindo apenas pela sua voz. - Tá melhor, linda?

- Tentando. - suspirei. Na semana anterior ele e os meninos haviam ido me ver e passaram o dia tentando me animar. - But you pode me ajudar a melhorar.

- Te pego que horas? - ele riu. 

- Em meia hora. 

- Ok.

Me arrumei rapidamente, pus um short de cintura alta e uma blusa branca leve, pus uma sandália simples e deixei o cabelo solto, fiz uma maquiagem leve e estava pronta. Botei dinheiro, celular e a identidade falsa no bolso e estava pronta. Meu celular vibrou com um sms dele avisando que já estava chegando e eu desci. 

Eu cheguei em casa por volta das 3h00, mas só entrei às 4h00 pois fiquei um tempo no carro com o Diego. Saí da cama me arrastando no dia seguinte, tomei um banho gelado e me arrumei rapidamente para não me atrasair ainda mais. Comprei duas latinhas de energático e bebi no caminho. Quando cheguei ao colégio o Kauã estava no portão. 

- Atender o celular de vez em quando faz um bem enorme. - ele resmungou. - Fiquei preocupado.

- Sorry, eu saí e perdi a hora, depois estava com uma ressaca muito grande.

- Dá próxima vez avisa que está bem pelo menos.

- Sim senhor, dad. 

Eu não consegui me concentrar em absolutamente nada durante as aulas e dei graças a Deus quando o sinal da saída tocou. Dormi quase a tarde toda e quando acordei arrumei a casa, estava preparando o jantar quando meu celular vibrou com um sms do Rafael. 

"Balada hoje? Preciso de uns drinks."

"Of course!"

"Te pego às 21h00h, o lugar é meio longe."

"Pode deixar."

Terminei o jantar e corri pro quarto procurando por uma roupa. Optei por uma vestido roxo leve e um salto preto, deixei separado em cima da cama com alguns acessórios e tomei um banho demorado. Pus uma roupa qualquer e esperei minha mãe para jantarmos juntas. 

- Eu vou sair mais tarde, tá?

- Você já não saiu ontem?

- O quê que tem?

- Tem que você precisa descansar, daqui a pouco está perdendo aula.

- Eu sempre fiz isso. - revirei os olhos.

- Mas agora é diferente, eu sei que você está triste por causa da Annie e...

Não, eu definitivamente não pretendia ouvir aquele discurso. Não mesmo. Eu estava procurando sair justamente para não pensar naquilo.

- Não viaja mom, I'm fine. Vou me arrumar.

Eu subi sem esperar uma resposta, embora soubesse que depois ela tentaria conversar comigo sobre o assunto. 

Em meia hora eu estava pronta. Acessei minhas redes sociais enquanto o Rafa não chegava e vi algumas postagens de alguns dias atrás sobre a Annie, pessoas que ela não suportava dizendo o quanto ela era incrível... aquilo tudo me dava naúseas. Desliguei o notebook e desci para esperar o Rafa no portão.

Fomos à um barzinho onde havíamos ido antes. Por ter aula no dia seguinte eu procurei não beber muito, mas dancei a noite toda. O Rafa me deixou em casa por volta das 5h00, eu levantava às 6h00 para ir à aula e sabia que se eu deitasse com certeza não conseguiria levantar, então tomei um banho e me arrumei para a escola, depois desci e preparei o café da manhã, estava terminando quando minha mãe desceu.

- Chegou que horas?

- Por volta das 3h00. - menti, enquanto pegava um copo de suco e uma fatia de bolo. Mudei de assunto rapidamente e ela se distraiu.

No caminho pro colégio eu comprei outro energético, quando cheguei à escola ainda estava bebendo. 

- Sabe que não pode entrar com isso, não é? - ouvi a voz do Kauã se aproximando.

- Ah, na verdade não.

- Bebe aqui fora. 

- Aqui está sol. - reclamei. 

Olhei em volta e vi que a sorveteria já estava aberta, fui até lá e comprei uma latinha de coca-cola, e virei todo o líquido no meio de umas plantas.

- Você está drogada?

- Fica quieto, Kauã. - eu ri, enquanto virava o energético na latinha de coca.

- Você me assusta as vezes. 

Fiz sinal pra ele calar a boca enquanto entravámos na escola. 

No segundo tempo nós tivemos um teste surpresa de matemática, e apesar de conhecer a matéria ao ponto de tê-la explicado pro Kauã, eu simplesmente não consegui fazer nada. Tudo parecia estar em outra língua e a única coisa que eu consegui preencher foi meu nome e a data. Vinte minutos depois a professora devolveu as provas e eu não me surpreendi ao ver um zero. O Kauã pegou a folha da minha mão.

- Você sabe a matéria melhor que eu. - ele exclamou, incrédulo com a minha nota.

- Não consegui me concentrar.

- Eu sei tudo que aconteceu... - ele começou a falar calmamente, como se eu fosse uma criança. - Mas você precisa dar um jeito de prestar atenção nas aulas e conseguir fazer as provas, se não as suas notas vão decair totalmente.

- I know, eu darei um jeito nisso.

Dormi a tarde inteira e à noite fui à uma boate, procurei não beber muito, eu tinha um teste no dia seguinte. Cheguei em casa por volta das 3h00, dormi um pouco e quase pulei da cama pra ir à aula, eu não podia perder o teste de história. O Kauã me passou cola, então eu tirei uma nota boa.

À noite eu fui à outra boate, fui até o bar e pedi uma bebida. 

- Deixa que eu atendo. 

Um garoto falou e eu vi o João, o barman com quem eu havia ficado.

- Oi! - ele sorriu. 

- Hi!

Eu pedi uma bebida e ele me deu.

- Eu te vejo na hora do meu intervalo?

- Você me procura e aí a gente vê. 

- Você quem manda.

Eu já havia perdido a conta de quantas músicas eu havia dançado e quantas doses de Vodka, manhattan e whiskey eu já havia tomado quando o João se aproximou de mim. Dançamos algumas músicas juntos e conversamos um pouco, até que eu o beijei. Depois de um tempo as bebidas do bar pareciam não fazer mais efeito em mim. 

- Não tem nada mais forte aqui? - perguntei ao João.

- Ter até tem, só não sei se você aguenta. - ele riu. 

Eu sabia do que ele estava falando. Drogas. Se ele soubesse que eu já tinha usado quase todos os tipos... 

- Tenho certeza que sim. - pisquei pra ele. 

- Você manda. 

Ele sorriu e colocou uma balinha dentro do meu copo. Ecstasy.

- Põe outra. - pedi e ele riu, antes de colocar. 

Eu sabia que o álcool pode reduzir um pouco o efeito da droga, mas não me importei. 
Acordei com o sol queimando meu rosto e senti minha cabeça latejar, abri os olhos aos poucos para me acostumar com a claridade. Tateei com a mão procurando pelo meu celular e não o encontrei. Me sentei rapidamente, eu não podia perder aula, eu tinha prova, um trabalho pra entregar e... ops! Aquele definitivamente não era o meu quarto. E não era nenhum dos meus ursos de pelúcia que estava ao meu lado.


Notas Finais


Vou tentar responder aos comentários logo, e voltar rápido também, sei que ando bem ausente. Enfim, espero que curtam o capítulo. E como eu disse lá em cima: Tenham paciência com a Kat.


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