História Linhas Vermelhas - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~c4rlsousa

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Suga
Tags Namjin, Vkook, Yoonmin
Visualizações 56
Palavras 1.955
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amores.
O que eu tenho inicialmente para falar é que: Essa é minha primeira fanfic completamente Yaoi.
Eu estou insegura? Sim, mas eu espero realmente que gostem da estória. Tanto eu, quanto a @Danones ficaremos muito felizes se aprovarem.
Obs: Meu ponto de vista é unicamente de Yoongi, eu vou trabalhar apenas com ele. Mas o Jimin, será narrado pela outra autora e ela trabalhará apenas com ele.
Enfim, Boa leitura <3

Capítulo 1 - Capítulo Um


Fanfic / Fanfiction Linhas Vermelhas - Capítulo 1 - Capítulo Um

-Min Yoongi... – A voz era terna, soava com ternura que trazia calmaria a qualquer um que tivesse o prazer de ouvir. Senti o peso dos meus ombros de esvaziando, a cada passo que eu dava para encontrar a dona daquela voz melodiosa – Min Yoongi... – Sorri involuntariamente. O cenário em que me encontrava tratava-se de uma floresta antrópica e mesmo com dificuldade de localizar a possuidora da voz, eu continuava a procura-la.

-Onde você está? – Formei abas com as mãos e as coloquei em frente à boca, falando o mais alto que conseguia. Tomei folego e chamei mais duas vezes, recebendo o silencio que resposta – Droga... – Resmunguei alto, bufando em seguida. Parecia que a dona da voz se distanciava a cada vez que eu me aproximava. Enchi meus pulmões de ar, pronto para gritar novamente – MÃE! – Foi à vez de a minha voz ecoar entre as árvores.

-Estou aqui – Respirei aliviado e corri. Forcei minhas pernas a ir o mais rápido que eu conseguia até onde a voz tinha sido proferida. Sentia minha garganta secar, mas a vontade de vê-la era maior que isso. Alguns galhos retorcidos arranhavam meu braço por conta da velocidade em que eu corria – Min Yoongi... – Eu sentia em meu peito cada batida acelerada do meu coração – Você sabe a verdade – Apertei meus calcanhares, parando de correr bruscamente. Meus olhos se arregalaram e começaram a vasculhar o local.

-O que está falando? – Minha respiração se acelerou e o suor descia em minha testa, apertei minha mão em punho.

-Você sabe a verdade...SABE A VERDADE – Tampei meus ouvidos para evitar escutar aquilo, recuei para trás como se pudesse fugir daquilo – VOCÊ SABE MIN YOONGI, VOCÊ SABE A VERDADE – A voz da minha mãe repetia a mesma coisa várias vezes. Apertei as mãos nas minhas orelhas querendo a todo custo impedir a entrada de som, fechei meus olhos com força. Assim como havia começado, a voz cessou como se nunca tivesse existido.

-Mas que porra... – Abri meus olhos, hesitante. O cenário que se segui era apenas o branco. Tudo absolutamente em branco, e apenas eu estava alí. Um cheiro insuportável e desagradável. O cheiro era tão ruim, que eu não conseguia igualá-lo a nada que eu já tenha sentido. Retirei as mãos de minhas orelhas e as levei até meu nariz e boca, Tentando diminuir o mau cheiro que eu sentia. Andei, ou pelo menos tentei, mas parecia que meus pés afundavam em todos os passos que eu dava, como se uma força magnética me puxasse para baixo, isso me deixava fraco.

Como se minha situação já não estivesse ruim, senti uma presença negativa surgir por trás do meu corpo. Engoli em seco. Senti algo deslizar por minhas costas, indo até meus ombros. Um bafo quente bateu em minha nunca, e eu senti meu corpo se contorcer.

-Você sabe... – Sua voz agora não era mais doce e melodiosa, agora soava como algo pavoroso.

....................

-EU NÃO SEI – Levantei meu corpo brutalmente sobre a cama, sentindo uma breve tontura pelo movimento repentino. Meu coração batia forte em meu peito, e o suor pelo meu corpo fazia a camisa grudar em meu corpo, junto a isso minha respiração era desregular. Esperei que meu corpo se acalmasse e deitei novamente, encarando o teto branco acima de mim.

De novo aquilo.

De novo aquele maldito pesadelo.

Dizem que quando sonhamos algo diversas vezes, algo ou alguém está querendo nos passar uma mensagem. Eu prefiro dizer que isso é um encheção de saco do meu subconsciente para me atormentar.

Segui meu olhar até a pequena cômoda ao lado da minha cama, onde repousava um relógio digital. O qual mostrava ser 2:17 da manhã, ou seja, eu passaria a madrugada acordado, pois consequentemente eu perdia o sono com facilidade assim que acordava. Bufei irritado, puxando minha coberta e a jogando de todo jeito ao meu lado, passei minhas pernas para fora da cama e senti o piso gelado entrar em choque com meu corpo que se encontrava quente devido ao suor. Estiquei meus braços e percorri os olhos pelo quarto, que estava escuro.

 Pensei em ignorar minha vontade de levantar da cama para fazer alguma coisa e voltar a deitar tentando recuperar o sono para esquecer o mau pressentimento que sentia, mas vi algo acender ao lado do meu relógio digital. Senti um desfoque por conta da claridade e quando recuperei a visão, vi meu celular mostrar está recebendo uma chamada enquanto o toque ecoava pelo cômodo.

-Aish, quem será a essa hora? – Estiquei meu braço e alcancei o aparelho, olhei o nome de contato e revirei os olhos ao reconhecer o nome “Hoseok”, Provavelmente estaria me ligando para dizer que ganhou mais um nível do seu jogo inútil ou que seu gato fugiu mais uma vez _Da ultima vez a bola de pelos apenas tinha dormido atrás do sofá_ , Bufei de novo e atendi a chamada, levando o celular até meu ouvido – O que você quer?

-Vou ignorar seu mau humor por ser algo importante – Sua voz soava seria e arrumei minha postura, sentido algo ruim estava por vir.

-O que aconteceu? – Tentei não soar apavorado e muito menos desesperado, mas aquela angustia parecia estar em combustão dentro de mim.

-Ocorreu um caso na avenida principal do centro da cidade, preciso que venha aqui com urgência – Ele falou com a voz grave, aquilo soava como uma ordem, mesmo que eu fosse seu superior – Temo que não vá gostar do que reside aqui – O escutei suspirar alto e engoli em seco.

-Chego em dois minutos –O que era uma tremenda mentira já que minha casa era bem distante da avenida principal. Não esperei que se despedisse, o encontraria logo mesmo. Levantei rápido e caminhei até o interruptor, o ligando assim que encontrei. Assim que pude enxergar o quarto com nitidez, caminhei até o guarda roupa, pegando as primeiras roupas que via pela frente e as joguei sobre a cama, uma camiseta de mangas compridas, um casaco preto e uma calça também na mesma cor. Troquei de roupas com rapidez e corri até o banheiro, escovei os dentes e lavei o rosto.

Depois de pronto voltei ao quarto, cacei meu celular e assim que o encontrei, pus o mesmo dentro do bolso. Peguei também minha carteira e o mais importante, minha arma. Eu não saia de casa sem ela. Ponho ela na cintura, peguei o controle do ar-condicionado e o desliguei, saindo finalmente do quarto e correndo até a garagem. Entrei pela porta de dentro da garagem e destravei meu carro, entrando no mesmo e ligando a chave na engrenagem. Apertei um pequeno controle e a abertura grande se abriu, podendo fazer com que eu retirasse o carro. Depois disso apertei novamente o controle para fechar o portão e pisei no acelerador. 

As ruas de Seul encontravam-se quase fazias algumas lojas ainda permaneciam abertas e outras já haviam fechado há pouco tempo. Aumentei um pouco a velocidade do carro, precisava chegar lá logo. Finalmente, após alguns minutos, virei uma ultima curva e avistei carros da policia parados. Estacionei o carro, desci e travei o mesmo, avistei Hoseok conversando com um homem fardado e assim que me viu, acenou para que eu fosse até eles. Respirei fundo e caminhei até eles, parando em frente aos dois.

-Desculpe-me pela demora – Me curvei em frente a eles como comprimento. Os dois repetiram a ação.

-Que bom que chegou, Hyung – O Jung parecia tenso, esfregava as mãos uma na outra, já que estas suavam – Eu estava conversado com Sun hee, e ele me enformou que o corpo estava entrando em estado de decomposição. Ou seja, faziam cerca de duas a quatro semanas que estava alí, considerando que ele estava em um lugar aberto – Concordei com a cabeça, e encarei o pequeno beco de onde alguns caras que faziam a pericia saiam.

-Pode me levar até o corpo? – Perguntei e o mais novo assentiu, começando a caminhar até o local e eu o segui. Hoseok pediu permissão a alguns homens, informando quem eu era e queria ver o corpo. A cena que seguiu assim que eu entrei naquele beco foi um das piores que já tive o desprazer de ver. O corpo tratava-se de uma garota, que aproximadamente teria em torno de 8 a 10 anos. Seu rosto ainda “intacto”, mostrava uma expressão assustada. Seu corpo, completamente despido, mostravam marcas de agressões roxeadas, além da marca em torno do seu pescoço. Mas o que chamou minha atenção, foi uma simbologia feita em meio a sua barriga. Era um fato que o que ocorreu ali foi um homicídio.

-Moradores de rua sentiram o mau cheiro e conseguiram avisar a policia – Hoseok pós a mão sobre meu ombro e suspirou – Pelo que informaram, Ela é a provável garota que desapareceu a um mês.

-É...é ela... – Eu me concentrava em entender aquelas marcas na sua barriga, pareciam linhas vermelhas. Lidar com assassinatos em que envolvem crianças era algo que me fazia embrulhar o estomago, são serem inóspitos da impureza, e alguém acabar com um coisa tão pura a ponto de fazer tamanha atrocidade. Chegava a tornar o ser humano ainda mais grotesco.

-Olha, se quiser, posso passar esse caso para outro detetive – O jung informou apertando sua mão em meu ombro. Eu respirei fundo e o encarei.

-Eu fico com caso, quero ter o prazer de passar esse imundo da sarjeta para trás das grades – Apertei os punhos com força. Hoseok deu um sorriso simplista e compreensivo.

-Tenho certeza que vai – Ele afirmou levemente e passou o braço em torno dos meus ombros, me tirando do local do crime – Acho bom a gente... – Ele parou bruscamente, o que me fez franzir o cenho e encara-lo. O moreno demonstrava uma expressão confusa – O que ele está fazendo aqui? – Segui o olhar dele, encontrando um carro sendo estacionado e dois homens descendo e caminhando ao nosso encontro. Deixei uma expressão ainda mais confusa, ao notar que um deles possuía o cabelo rosa.

-Olá Hyung, como vai? – O que possuía a cabelo anormal cumprimentou Hoseok com um pequeno sorriso simples. Ao seu lado, um moreno fez uma referencia, permanecendo calado.

-Park? O que faz aqui? – O jung estreou os olhos e encarou o de cabelo anormal. Ela apontou com a cabeça para o local onde acabamos de sair.

-Vim dar uma olhada e provavelmente pegar o  caso – Ele comunicou com desdém, e pós as mãos dentro dos bolsos de seu casaco.

-Isso não é um espetáculo para você “vir dar uma olhada” – Me pronunciei pela primeira vez naquele dialogo, o comunicando – Este caso já é meu, estão pode se retirar.

- Creio que não saiba quem eu sou – Ele pendeu a cabeça para o lado, tentando parecer simpático e mostrando certa calma – Me chamo Park Jimin e...

-Não preciso de detalhes e já está informado – O cortei, o deixando um tanto surpreso. Retirei o braço de Hoseok de meus ombros e fiz uma reverencia rápida – Agora com licença, preciso me retirar, o ar está intoxicado e não pelo cheiro do corpo – Os três homens arregalaram os olhos.

-Como ousa! – O de cabelo anormal soltou extasiado. Dei um sorriso de canto e caminhei até meu carro – Volte aqui seu...Seu ridículo.

Eu achava, naquela época, que era mais um caso onde pais tentavam livrar-se de uma filha ou algo do tipo. Mas hoje, eu percebo que não se trata apenas disso. Hoje tenho certeza, depois de mais de 10 casos, que estamos lidando com um psicopata. A forma grotesca de acabar com as vitimas era uma forma que ele arrumou de anunciar que estava por perto.

Os corpos eras deixados da mesma forma, marcas vermelhas eram deixadas na barriga da vitimas, como linhas vermelhas,

E daí vem o nome desse caso.

Linhas vermelhas.

 

 

 


Notas Finais


O próximo está a cabo da outra autora, mas espero que tenha gostado :D
Comentem o que acharam e as suas opiniões do que vão se seguir para frente <3


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