História Lion Heart - Interativa - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~Jaydeen_Baumler

Postado
Categorias Fairy Tail
Tags Interativa
Exibições 28
Palavras 3.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E ai pessoal, sentiram minha falta?
Pois é, acho que dessa vez eu demorei menos que da última, mas esse cap ficou ainda maior!!

Capítulo 6 - Pelo sangue da floresta


 A noite caiu em Hargeon, e trouxe consigo um estranho sentimento para Sophie, uma estranha sensação de que algo daria errado, de que algo ruim estava prestes a acontecer, algo muito ruim.

Tentando não dar muita atenção a tais pensamentos, Sophie deslisava por entre as mesas, entregando copos de cerveja para seus companheiros, rindo das piadas que os amigos faziam. Voltando para o balcão, deparou-se com uma cena estranha aos olhos de qualquer um, mas que para ela parecia normal. Sentado, em uma das cadeiras altas em frente ao bar, estava Teufel, o lobo falante, apoiado com as quatro patas no assento.

-Boa noite, Teufel – Cumprimentou, como se falasse com um humano normal.

-Boa noite, Sophie-chan – O lobo respondeu, com um cigarro pendurado na boca, dando-o uma aparência ainda mais estranha. – Aquele tal de Lawrence, ele estava falando com você, não estava?

A menção do nome de Lawrence fez Sophie reaver a insegurança com a qual ele a deixara, o medo e o questionamento que permeavam sua mente. Sophie abaixou a cabeça, tristonha.

-Sim, ele estava – Respondeu, com a voz fraca. Em resposta, Teufel soltou a fumaça do cigarro pelas narinas.

-Não confio naquele cara, e se quiser uma dica, não confie nele também.

-Por que não confia nele? – Sophie estranhava o fato de Teufel não confiar em Lawrence, pois acima de todas as diferenças entre eles, Lawrence também era um membro da Lion Heart, e se Richard o aceitara, possuía um bom motivo para fazê-lo. Mas assim como percebera há um bom tempo, Lawrence possuía uma retórica incrível, sendo praticamente um diplomata, porém, não era um diplomata confiável. – O que ele fez de errado?

-Parece que ele não está nem aí para a guilda, só se importa com si mesmo e com seu harém – O argumento de Teufel era incontestável, e Sophie sabia disso, Lawrence realmente não parecia se importar com a guilda, não havia como defendê-lo.

Não havia motivo para defendê-lo, mas então, por que o fazia?

O questionamento permeou sua mente, por que tentava defender Lawrence? Teria ela caído em seu charme? E quanto a Eren? E quanto a todos os seus sonhos de algum dia se entregar completamente, de corpo e alma ao velho amigo, aquele que ela em silêncio amava. Teriam tais sentimentos diminuído de intensidade?

Sentiu um aperto no peito e balançou a cabeça, para afastar os pensamentos que a acossavam.

-Devo concordar com você – Anuiu, tentando fazer parecer que tudo estava bem.

Teufel deu mais uma tragada no cigarro, sabia que algo atormentava a amiga, mas não sabia o que, tinha apenas a pequena impressão de que, fosse o que fosse, estava relacionado a Lawrence. Pensou em falar algo, mas foi interrompido por Eduardo, que sentou-se ao seu lado.

-E aí, pessoal – O garoto falou, cumprimentando os dois, com um sorrisinho no rosto. Trazia Fishi – seu estranho gato de duas caudas – deitado sobre sua cabeça. O felino olhava fixamente para Teufel, as caudas rígidas. O lobo ergueu as orelhas e a cauda, devolvendo o mesmo olhar para o gato.

-Oi, Ed-kun – Sophie falou, retribuindo o sorriso. Só depois de alguns instantes notou a presença de Fishi. – Que gatinho lindo – Falou enquanto fazia carinho na cabeça de Fishi.

Fishi ronronou e relaxou as caudas, aproveitando o afago que recebia.

Os quatro ficaram algum tempo conversando, Eduardo pedia ajuda para Sophie sobre várias questões que envolviam a guilda. Enquanto isso, Teufel e Fishi provocavam um ao outro, por causa da típica rivalidade entre caninos e felinos.

De repente, depois de uns quinze minutos de conversa, Teufel estacou. Farejou o ar, havia algo de errado ali, um forte cheiro invadiu suas narinas caninas. Notou com facilidade que o aroma provinha do lado de fora da guilda, entrando pela porte e pelas janelas. O cheiro era uma mistura do aroma das árvores das florestas, das flores de um jardim, da grama molhada pela manhã, era como se o vento carregasse consigo o perfume da própria natureza. Era um cheiro delicioso, não haviam dúvidas, delicioso, porém mortal.

-Estão sentido esse cheiro? – Perguntou, no mesmo instante em que um forte arrepio percorreu as espinhas de Sophie e Eduardo, quando sentiram uma enorme presença de magia – muito maior que a de Eren, quase tão esmagadora quanto a de Richard – se aproximar da guilda.

-Que diabos é isso? – Eduardo perguntou, um pouco assustado. Estava acostumado a sentir fortes presenças de magia, desde sua infância. Sentira a esmagadora presença de Richard, quando o encontrou no conselho mágico, mas a presença que sentia agora, era diferente de todas as outras, era maligna, assustadora.

-Vamos ver – Teufel falou, antes de pular da cadeira, e sair correndo em direção à porta, que estava aberta, dando passagem para o jardim. Sophie e Eduardo o seguiram, apressados.

O trio passou rapidamente pelo umbral da porta e chegaram aos jardins, agora iluminados pela luz da lua. Nos cantos do muro, onde as paredes de pedra se encontravam, uma torre de cinco metros se erguia, as torres eram ocas por dentro, possuindo apenas uma escada em caracol que levava até o topo, com seteiras dentadas, onde um atirador poderia ficar, em uma tentativa de invasão, era para lá que o trio ia.

 

 

Do outro lado do muro, a uns cem metros da guilda, o falso monge observava os portões da guilda, banhados pela luz prateada da lua. Sob o capuz, deu um sorriso.

Desamarrou um pequeno nó em sua roupa, na altura do pescoço, fazendo o manto ficar mais folgado, podendo ser retirado facilmente. Com um puxão, removeu o manto de cima de si, revelando sua identidade. Possuía traços feéricos, o rosto fino, belíssimo. A pele era clara de mais, quase albina, sendo possível ver as veias em seu pescoço e rosto, porém, em nada parecia doentia. Suas melenas douradas caíam por suas costas, seus olhos possuíam uma coloração estranha, incomum, suas íris eram púrpuras, claríssimas, quase translúcidas. Seu rosto, seus olhos, seus cabelos e sua pele já lhe garantiam uma aparência assaz exótica, mas sua maior peculiaridade não era vista em seu rosto, e sim nos dois lados de sua cabeça, suas orelhas eram alongadas e pontudas, identificando-o como um elfo – um Álfar, na língua do povo da floresta.

Vestia um tipo estranho de armadura, que cobria apenas o tórax e os braços. As placas finíssimas de metal eram verdes, e imitavam um aglomerado de folhas, com detalhes em dourado. Por baixo da proteção, usava uma camiseta verde. As calças eram de um marrom claro, enquanto as botas, eram de um marrom mais escuro, com detalhes em dourado. Trazia uma aljava branca nas costas, com por volta de vinte flechas dentro. O arco era dourado, com detalhes prateados, e vinha atravessado na diagonal em suas costas.

Retirou a arma e observou o lugar novamente. A distância entre ele e seu alvo era relativamente grande, e um arqueiro comum teria certa dificuldade para acertar uma flecha, mas ele não era um arqueiro comum, era um Álfar, um representante do povo da floresta, um elfo. Versado em arquearia, possuía uma mira perfeita, acertando alvos que se encontravam a distâncias inimagináveis, sem contar que possuía sua magia, o que o ajudava ainda mais.

Preparou uma flecha e retesou a corda. Cravou os olhos nos portões da guilda e fez sua mira, ajustou a força com a qual puxava a corda, e respirou.

Sentiu seus batimentos cardíacos diminuírem de intensidade, e por fim, deixou a magia fluir por seu corpo.

Com a magia élfica queimando dentro de si, sentiu algo que um humano comum nunca experimentaria, sentiu aquilo que apenas um Álfar pode sentir, o toque de sua mãe, da mãe de seu povo, o toque da natureza.

Os elfos possuem uma ligação especial com tudo aquilo que é natural, com praticamente tudo o que os cerca, seja o ar, os animais, as plantas, as águas, e todas as outras coisas que, assim como os Álfar, foram criadas pela “mãe natureza”. Conforme respirava e a magia transbordava de seu corpo, sentiu-se um com o mundo, sua visão vagou muito além do que os olhos poderiam enxergar; sentiu o ar acariciar-lhe o rosto, afagar seus cabelos, tocando-o da mesma forma que um amante acaricia o corpo da pessoa amada; farejou o perfume das flores, das árvores, sentiu o cheiro das águas do mar; pôde ouvir tudo, a grama crescendo sob seus pés, as batidas das asas de uma borboleta que voava ao seu redor. A experiência era tão boa, ponderou, que chegava a sentir pena dos homens que não poderiam senti-la, que não possuíam o sangue da floresta, alheios às belezas naturais, de consciência e sentidos tão finitos quanto sua existência. Tal sentimento, é tão puro, tão natural, que é reservado apenas àqueles que são filhos da natureza, algo tão transcendental que não poderia ser explicado em palavras, que jamais poderia ser descrito com perfeição, de forma digna.

O Álfar aproveitou cada instante do momento de êxtase que vivia, que o dominava sempre que fazia uso de sua herança élfica, a chamada Magia Álfar. Usar sua magia na verdade não era o catalisador de tal sentimento, mas sim o momento de calmaria, o momento em que um elfo, concentrado em algo, calmo, usava sua magia – que não necessariamente seria usada para fins ofensivos – e se deixava inundar no seio de sua mãe.

O engraçado, pensava ele, era que muitos de seus compatriotas nunca entenderiam como uma sensação tão pacífica poderia tocá-lo, com todas as coisas ruins que fizera, aos olhos dos homens e dos elfos, dom todas as atrocidades que ainda cometeria, mas o que muitos se esqueciam, era que para a natureza, não existia bem e mal, apenas existia a ordem natural das coisas, os fortes, vivem, já os fracos, devem morrer, ou, pelo menos, era assim que pensava.

A sensação que parecia durar uma eternidade, na verdade durou apenas poucos segundos, e de subitamente, com seu termino, trouxe o Álfar de volta à realidade.

Com os olhos fixos no portão da guilda, colou o rosto à flecha, e fez sua prece.

-Skoven af blod, brænde (pelo sangue da floresta, queime) – Falou, quase que sussurrando para a flecha, como se a instruísse.

Respirou novamente, mas desta vez, prendeu a respiração. E então, soltou a corda, fazendo a flecha praticamente pular para fora do arco, sem fazer nenhum som.

A seta zuniu em direção ao pórtico de madeira, voando em direção ao seu alvo em uma velocidade inacreditável. No meio do caminho, de repente, outra coisa fantástica, até mesmo aos magos se sucedeu. Da ponta da seta, surgiram inúmeras runas delicadas, que se alastraram pelo corpo do projétil, encobrindo-o. Quando os caracteres alcançaram as penas da flecha, o projétil chispou, como uma língua de fogo, e de repente, se tornou uma chama viva, que numa velocidade ainda maior, chocou-se com os portões de madeira, produzindo uma grande bola incandescente de fogo, luz, lascas de madeira, e pedras.

 

 

Enquanto isso, já longe dali, o pequeno grupo se aproximava de Magnólia.

Quando deixaram a guilda, Cateline, Yoki, Lilith e Eren, decidiram certas questões referentes ao andamento da missão. Por conta de suas grandes habilidades estratégicas, Lilith fora selecionada como líder da missão, e decidiria, portanto, todos os passos que o grupo tomaria.

Os quatro deixaram a cidade de Hargeon às quatro horas a tarde, perdendo uma hora no mercado a céu aberto da cidade, comprando mantimentos para a missão. Andaram em meio à floresta até que o sol se pôs, quando decidiram parar na cidade mais próxima, que no caso, fora Magnólia.

Chegaram na cidade por volta das oito horas, e o choque de realidade foi iminente. No ano de X650 a forma com a qual as cidades de Fiore eram organizadas se diferenciava em muito dos outros países. Não haviam ducados no País das Flores, estando toda a família real assentada na capital do país, a maravilhosa cidade de Crocus. Sem um duque para cuidar das terras, a decisão tomada pelo Rei junto do conselho mágico foi simples e inusitada, as guildas seriam responsáveis pelo comando das cidades, ou seja, se em uma cidade houvesse uma guilda, esta seria responsável por controlar a cidade, sendo ao mesmo tempo o poder executivo, legislativo e judiciário. Tanto Hargeon quanto Magnólia eram controladas por guildas, sendo estas: Lion Heart e Blue Skull, respectivamente.

Hargeon, a cidade portuária, entregue aos cuidados da Lion Heart, era praticamente a segunda maior cidade de Fiore, sendo apenas menor que a capital do reino. Possuía o título de Estrela do Oeste, por sua grandeza, sua influência sobre as outras e cidades, e claro, a alta economia que gerava para o país. Todo esse crescimento, não se dava apenas por causa da Lion Heart, datava de muito antes da fundação da guilda, mas a presença dos Leões – como eram conhecidos os magos da Lion Heart – garantiu a ordem no porto, um fluxo ainda maior de embarcações que chegavam à costa de Fiore, em suma, melhor algo que já era bom.

Por sua vez, Magnólia não possuía nada de grandiosa, ou de desenvolvida, seja tanto econômica quanto humanamente. A cidade, que anos mais tarde se tornaria muito famosa por conta da guilda que ali surgiria, superando Hargeon em fama, naqueles dias mais parecia uma vila crescida, com apenas alguns prédios, a maioria tendo apenas três andares, e os que mais se destacavam não passavam dos seis.

O único prédio realmente grande, era a sede da Blue Skull, que se erguia no meio da cidade, imitando a arquitetura de um castelo, assim como o prédio da Lion Heart, porém sem um muro a protegê-lo. Os prédios estavam todos concentrados ao redor da guilda, e quanto mais distante se estava do centro, mais pobres as construções se tornavam, os prédios davam lugar a casas – um tanto quanto suntuosas – de alvenaria, estas davam lugar a casas menores, também de alvenaria, mas feitas sem tanto esmero, e assim por diante, até que na região mais distante se encontrassem grandes bairros com casas feitas de pau a pique. Haviam também os mendigos, que naquela cidade eram muitos, estes se alastravam por toda a cidade, escondendo-se em becos escuros, dormindo nas calçadas, perdidos, buscando todos os dias por um lugar para esconder-se do frio, das chuvas, e principalmente, dos magos da Blue Skull, que de tempos em tempos os acossavam, expulsando-os para fora da cidade, com a desculpa de que os mesmos davam uma aparência suja à cidade.

Uma rua alargada ligava a estrada onde Lilith e seus amigos estavam à parte central da cidade, onde haviam tavernas, estalagens, e claro, o imponente prédio da guilda, erguendo-se como um monstro de pedra perto dos humildes prédios da cidade. O pequeno grupo caminhou pela via, observando com estranheza a desigualdade da cidade, coisa com a qual eles não estavam acostumados a ver nos outros lugares que visitavam.

-Já vim aqui tantas vezes, e mesmo assim ainda não me acostumei com isso – Eren observava um grupo de mendigos, todos encolhidos dentro de um beco, ao redor de uma fogueira. Era final do outono, e a aproximação do inverno trazia consigo ventos gélidos, e em alguns casos, quando o inverno era mais rigoroso, até nevava.

-É difícil se acostumar que tudo isso é culpa de uma guilda – Lilith comentou, ao seu lado. Ela não estava errada, e sabia disso, uma guilda é responsável por tudo de bom e ruim que acontece em uma cidade, e se Magnólia estava daquele jeito, toda a culpa caía sobre os ombros dos magos da Blue Skull.

Os quatro continuaram caminhando, sendo inevitável tecer comentários sobre os problemas da cidade. Rapidamente chegaram no centro da cidade, e sem pensar duas vezes, se dirigiram a uma estalagem, chamada Estalagem do Touro Vermelho.

O prédio possuía apenas dois andares e um piso térreo, sendo que o piso inferior fora transformado em uma taverna, e os andares superiores eram reservados aos quartos. A taverna estava quase vazia, com apenas algumas mesas ocupadas. Grande parte da clientela naquela noite era formada por mercadores, que estavam ali apenas para descansar um pouco, e pela manhã seguirem seus rumos.

Ocupando uma mesa mais afastada, em um dos cantos do salão, os quatro finalmente puderam parar e sentar um pouco, depois de um bom tempo andando.

-E então, Lili, qual o planejamento para amanhã? – Yoki perguntou, se espreguiçando na cadeira.

-Acho que a melhor coisa seria alugar cavalos – Cateline falou, massageando as pernas – andar tanto é ruim, sabia?

Eren soltou uma breve risada, ante a situação da amiga.

-Ela está certa, Lili, nós precisamos de cavalos – Eren concordou – sem contar que depois que completarmos a missão, o preço dos cavalos não será nada.

-Certo – Lilith anuiu. – Ainda falta mais ou menos um dia a cavalo para chegarmos no nosso destino – Falou folheando um mapa, que trouxera consigo. – Infelizmente, Magnólia é nosso último contato com uma cidade até lá, então teremos que dormir ao ar livre.

-Por mim tudo bem – Ceteline falou, dando de ombros, os outros concordaram com ela.

-Ótimo – Lilith sorriu. – É só esse meu planejamento para amanhã, agora precisamos pensar o que faremos quando chegarmos no templo? Nós ainda precisamos descobrir pra onde os magos foram.

-Os caras que estavam lá na hora do ataque, eles podem nos dizer algo – Cateline respondeu o óbvio.

-Talvez, nunca se sabe – Lilith comentou, era estranho uma missão com tão poucos detalhes, tão obscura.

Ficou pensando nisso. E se aquela missão fosse falsa? Era algo provável, levando em conta a falta de informações, mas ao mesmo tempo, a alta recompensa a fazia acreditar que poderia ser real, já que a missão dizia que era uma importantíssima para Fiore.

De repente, uma sensação estranha, porém familiar a tirou de seus devaneios. Sentiu aquela pressão mágica de novo, uma magia de tempos longínquos, que a tempos não sentia, a presença vinha do lado de fora da estalagem, e sem pensar, apenas se levantou e saiu correndo, sem dar explicações a seus amigos, disparou pelo salão e passou correndo pela porta, que estava aberta. Ganhou as ruas de Magnólia, olhou de um lado para o outro, mas não viu nada, tudo o que pode ver foi um mendigo bêbado, que caminhava aos tropeços pela rua.

Era a segunda vez que isso acontecia, a mesma sensação de quando se juntara à guilda, de sentir aquela mesma presença, que surgia e desaparecia subitamente. A tal pressão mágica que sentira lhe era familiar, ela sabia a quem essa presença pertencia, mas também sabia que esta pessoa não deveria estar ali, sabia que o dono da tal presença estava morto, morrera bem em frente a seus olhos, ela o matara.

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado povo, infelizmente, na próxima semana será minha semana de provas na faculdade, então vocês já sabem né? Vai ser bem difícil que saia um capítulo nessa semana, mas juro que em Dezembro eu vou tentar postar vários caps pra vocês!
Até os comentários!


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