História Lion Heart - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Adolescente, Amor, Animal, Drama, Emoção, Floresta, Proteção, Selvagem
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Palavras 884
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo pra vocês + novos personagens.

Capítulo 2 - Tribos e Caçadores


Fanfic / Fanfiction Lion Heart - Capítulo 2 - Tribos e Caçadores

Cinco anos se passaram e eu já tinha me acostumado com a rotina da escola. Até que um dia, nós tivemos um passeio em que eu passei perto da floresta, e quando eu fui chegar perto, em minha direção vejo um grande leão me olhando com um pequeno menino ao lado que se parecia muito com meu irmão. No mesmo momento, saio sem que a turma perceba e abraço o leão que certamente era o Guarda, eu podia ver em seus olhos que era ele.

- Ei! Porque você está abraçando o meu leão?

- Meu Deus, não pode ser! É você mesmo irmão?! Graças a Deus! - abraço o menino fortemente e o mesmo nada entendia.

- Espere um momento, você é a minha irmã que me falaram?

- Eu pensei que você tinha morrido meu pequeno. - enxugo minhas lágrimas de alegria.

- Minha mãe cuidou de mim. - ele sorri.

- Sua mãe?

- É! A Ama! Foi ela que me resgatou da floresta porque sabia que os caçadores iam te levar, mas ela não podia resgatar você também porque não ia dar certo.

- Me leve até ela. - ele segura minha mão e Guarda vai do nosso lado.

- Mãe, essa é a minha irmã de quem você tanto me falava.

Chegando lá me deparo com uma tribo africana e várias casas e outras coisas,vejo uma mulher que sorria para mim em uma pequena casa que entramos.

- Quanto tempo esperei para ver você, como você cresceu! - sorri e me dá um beijo na testa.

- Como você me conhece? - digo confusa.

- Bom, eu já observava vocês desde seus primeiros dias aqui mas não os resgatei pois queria testar a força e coragem de vocês e para os ajudar, dei á vocês um pequeno leão, o qual você nomeou de Guarda, para os proteger.

- Entendi! Eu pensei que Guarda estivesse morto. - digo acariciando o grande e forte leão.

- Guarda é muito forte. Ele conseguiu chegar em nossa tribo, e nós cuidamos dele, esses últimos anos Taynara cuidou muito bem dele.

- Quem é Taynara?

- Taynara, venha, não tenha medo, ela é a amiga de quem falava.

Se aproxima uma pequena garotinha muito fofa com os cabelos grandes e lisos e uma franjinha.

- Guarda foi uma benção na vida de Taynara. Ela chegou aqui com 2 anos de idade assim como seu irmão, ela era de uma tribo indígena perto daqui, por nascer com deficiência em uma das pernas ela não devia permanecer lá, sua mãe não quis a sacrificar e como ela é uma grande amiga minha, pediu para eu cuidasse dela. Guarda todos os dias ajudava ela a caminhar, ela engatinhava devagar atrás dele, sendo assim, desenvolveu maior força em sua perna assim conseguindo andar, ela se superou, nós pensamos que ela não iria resistir por sentir muitas dores mas olhe ela hoje.

- Taynara tão pequena e tão forte, assim como Guarda foi. Creio eu também que você será uma grande mulher brevemente. - toco nos cabelos da

pequena menina.

- Não leve o Guarda embora, por favor. - a menina me olha com os olhos cheios de lágrimas.

- Jamais o levarei embora, ele pertence a todos nós. Guarda é nosso tesouro.

Estava tudo ótimo até que nós ouvimos alguns gritos como os de guerra:

- Que barulhos são esses? - eu pergunto a Ama que se levanta rapidamente, fecha a casa em que estamos e nos leva à um pequeno quarto.

- O que está havendo Ama? - pergunto assustada.

- São eles. - Ama parece se preocupar.

- Eles quem? - pergunta aflita abraçando as crianças.

- Os Takari, a tribo de onde Taynara veio, alguém os contou que ela está viva, malditos espiões! Há muito tempo nosso povo vive em guerra com essa tribo, eles são um povo violento e cruel. - responde Ama.

- Acho que não há mais tempo para conversarmos, precisamos nos esconder! - grito.

Então cada um de nós se esconde em um lugar, exceto o leão que decide proteger Taynara.

- Vasculhem essa casa, se for necessário quebrem algo mas temos que achar a menina! - um índio grita enquanto os outros procuram loucamente por Taynara.

Até que infelizmente conseguem pegar Taynara à força, tranquilizando Guarda, mas nada podíamos fazer naquele momento pois poderíamos ser mortos assim não tendo chance de resgatar Taynara.

Assim que anoiteceu, deixei Ama com meu irmão e fui cuidadosamente até à tribo de Taynara, Guarda ficou me vigiando caso acontecesse algo comigo. Vi uma casa que emitia vários sons altos de voz e decidi olhar pelos buracos e vi a seguinte cena:

- Yara, como você ousou em quebrar as regras dessa tribo? - o mesmo índio que sequestrou Taynara, puxou a índia Yara fortemente pelos seus longos cabelos negros.

- Solte-me Abaeté! Eu não sei do que você está falando! - chora Yara.

- Não se faça de boba! Eis aqui Taynara viva! A mim você não engana mais! Em pensar que escolhi logo você no meio de tantas outras! - solta Yara e segura Taynara.

- O que você quer de mim Abaeté? - grita Yara com uma voz rouca e fanha.

- Mate - a.

- Não, ela é apenas uma menina! Tenha piedade dessa criança cheia de inocência e coração tão puro e branco como um algodão.


Notas Finais


Obs: foi um capítulo bem curto, mas o próximo promete ser longo.


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