História Lionheart - Capítulo 16


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Categorias Demi Lovato, Kéfera Buchmann
Personagens Demi Lovato, Kéfera Buchmann, Personagens Originais
Tags Kemi, Lesbicas, Lésbico, Orange, Romance, Yuri
Visualizações 86
Palavras 2.045
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eai gente! tudo bacana?
como vocês estão?
espero que bem.
bora cap? bora.
desculpem-me dos erros e cuidado com o ataque cardíaco!!!

Capítulo 16 - 3 anos depois...


3 anos depois...


Kéfera's Pov


Haviam se passando três anos desde que Demi havia ido embora para o México, como eu sei disso? simples...sinto a falta dela todos os dias, lembro-me daquele último abraço ainda com dor, pois eu queria que ela estivesse aqui...

Muitas coisas mudaram desde que ela foi embora, eu ainda frequento o grupo de ajuda, pois ainda não me sinto 100% confiante, mas a minha depressão esta mais controlada do que nunca, nem quando eu não a tinha era tao feliz e bem comigo mesma. Mas os dias mudaram, antes eu o frequentava todas as noites de segunda a sexta-feira e agora eu p frequento na segunda e na sexta. Eu não tenho palavras para descrever o quanto cada dia foi importante para mim, como me ajudou e ainda me ajuda, realmente me tirou da lama e me deu um banho.

Ainda lembro do dia que fui convidada a contar a minha história, faziam três meses da viagem de Demetria, mas ainda mantinhamos contato, pois depois de seis meses ela simplesmente mudou seu número e não deixou Bruna ou Maicon me passar o novo, aquilo me feriu e me machucou, mas entendi que ela precisava daquilo.


- Lembranças -


Eu estava sentada em meu lugar, do meu lado esquerdo sentava uma menina de apenas 13 anos que havia perdido seu melhor amigo em um acidente de moto, e ao meu lado direito havia uma cadeira vazia na maioria das vezes, que era onde Demetria sentava, e um menino de 18 anos que havia perdido a namorada, quando uma mulher mais velha esposa do Professor, como eu o chamava, me pediu para contar sobre mim.

- Acha que esta pronta para dividir conosco sua historia? _ disse com um sorriso acolhedor e eu apenas assenti, esfreguei minhas mãos em minhas coxas.

- Bom! sou Kéfera Buchmann, e tenho 28 anos, e eu soi chefe de cozinha no restaurante da minha mãe, que fica na Times Square, ha quase cinco anos atrás eu perdi a minha namorada, seu nome era Shayena...

- Como a mulher gavião do desenho Liga da Justiça?! _ sorri e assenti para a menina ao meu lado.

- Ela tinha serios peoblemas com depressão, e eu não sabia disso... _ senti minhas lagrimas escorrerem e as limpei olhando para baixo. - Ela foi internada após uma tentativa de suicidio...Eu fiquei muito surpresa e chateada com aquilo, mas eu não consegui ser forte...eu fogia...eu nao queria acreditar que ela estava internada e sendo observada 24h...eu tentava negar para mim mesma...e...e...e eu passei a visitar ela menos no hospital, me doia ver ela daquela forma e de certo modo isso a desgastou...ela via que eu não acreditava nela...mas eu juro...juro mesmp que acreditava...mas eu não era tao forte quanto ela...eu nao era forte para vê-la daquela maneira.

- Hey quer uma água meu amor? _ aceitei a agua que ela havia me oferecido para me acalmar e conseguir prosseguir. - Pronto? 

- Sim, me desculpem, como eu estava contando, eu não ficava tanto no hospital, mas eu ia todos os dias, eu estava no trabalho de cozinheira mesmo, mas não no restaurante da minha mãe, o meu celular tocou e eu atendi, naquele dia eu morri por dentro, a minha vida deixou de fazer sentido, eu vi... _ olhei para a minha mao e a passei em frente ao meu rosto. - Eu vi um filme passando pela minha frente, em frente aos meus olhos, eram tantos os planos que tinhamos, eram tantas promessas e sonhos, sonhos que jamais apartir dali, nunca mais iriam se realizar... eu não fui ao velório, não fui ao funeral, eu simplesmente me tranquei no meu quarto por uma semana, terminado os sete dias eu comprei uma passagem para a Europa e fui embora para lá, fui estudar gastronomia, fique dois anos e depois fui lara o Brasil e fiquei três anos, agora estou de volta, e pude notar que todoa esses anos fora não adiantaram nada, foo como se eu tivesse recebido a noticia da morte dela ontem, com a minha depressão me afundando cada vez mais minha irma me inscreveu nesse grupo, e Demetria... _ abaixei minha cabeça e solucei... estava sendo mais dificil do que pensei sem ela ao meu lado. - Demi me insentivou a vir, e veio comigo o quanto deu já que ela estava em um momento dificil também.

- Ela e você namoravam? _ um menino do grupo perguntou.

- Não, nós pareciamos eu sei, é meio louco de explicar sabe, nós nos tornamos tão amigas e gridadas em três meses, ela era minha confidente e eu a dela, com ela ao meu lado a luta contra esses problemas era tão facil, eu me sentia tão feliz, e eu fico comparando com esaes três meses sem ela, me sinto sem vida de novo, é por isso que estou vindo sempre, porque eu sei que se eu sair daqui o meu fim vai ser próximo e eu não quero isso.

- Estou muito orgulhosa de você Kéfera. _ e todos concordaram e bateram palmas como sempre faziamos quando mais uma reunião acabava e confesso, Demi tinha razão me sinto mais leve.

- Lembranças - 


Aquelw foi um dia muito importante, a partir daquele dia, me sentia mais leve, me sentia cada vez mais viva, Gustavo começou a frequentar o grupo, mas logo desistiu, poos trabalhava de mais de manhã e como passava a tarde toda fazendo não sei o que, ele estava exausto às 17h horario das reuniões. E eu não me importei eu preferia ir sozinha mesmo, gostava de ficar com meus pensamentos e reflexões depoia se cada seção.

Eu e Gustavo começamos a ficar depois de um mês de amizade, ficadas que deram inico a um namoro, e confesso que ele me fazia bem, me fazia rir, me fazia companhia quando eu me sentia sozinha, e acho que por essa aproximação de nós dois Demi resolveu se afastar de vez de mim.

Aquele foi um dia horrível para mim, ler aquelas coisas doeu, me feriu, me machucou e me fez chorar...


- Lembranças -


- Oii meu amor! _ a chamei no whatsapp.

- Oii Keh! a gente precisa conversar sobre algo um pouco ruim.

- O que aconteceu? _ para a minha sorte ela estava visualizando w responde depressa.

- Por que não me contou que estava namorando?

- Eu não estou namorando...estou ficando com Gustavo, mas o que isso tem haver com nossa amizade pequena?

- Eu vou começar a trabalhar dobrado agora, estamos com advogados novos e eu peguei um caso bem complicado para defender, e a gente vai se falar menos bem menos do que ja estamos.

- Aonde quer chegar com isso? _ meus olhos se enxeram de lagrimas.

- É melhor cada uma ficar no seu quadrado, cada uma seguir sua vida, você é minha melhor amiga e nunca vai deixar de ser, me apeguei de mais em você nesses meses e estar longe me machuca, bem mais do que pensei que machucaria, é melhor não nos falarmos mais... para o bem das duas.

- Para o seu bem, não fale por mim, se quer assim tudo bem, estarei sempre aqui se precisar de mim, já que é assim, adeus...

- Estarei aqui se precisar de mim... adeus...


- Lembranças -


Não demorou nem uma semana e eu já estava louca sem ela, mas ela parou de entrar no app, achei estranho e perguntei a Bruna que me disse para esquecer se Demetria e que ela havia mudado o numero, que tentei por bastante tempo conseguir, mas em vão, e entao compreendi qie ela não queria mais minha amizade e qie eu deveria a deixar em paz.

Como eu disse o grupo vinha me ajudando muito e que minha depressao estava controlada, por incrível que pareça eu sorria ao lembrar de Shayena, ria com algumas coisas que aconteceram, coisas que por causa da minha tristeza em não lembrava mais, não me recordava, momentos felizes e de planos que eu agora gostava de lembrar, mesmo com aquela dor no peito, que era a dor da perda, uma dor qie eu jamais esqueceria, mas não era mais algo ruim, era algo bom? que eu vivi, que Deus me permitiu viver, e eu estava muito grata a ele por ter me permitido conhecer alguém como Shayena a minha Shayena.

Dois anos após a ida de Demi, sim eu sempre falo dos anos e dos acontecimentos a partir da ida dela, pois era algo que eu havia sentido bastante desde que voltei para Nova York. Após dois anos também de tratamento eu visitei a mãe de Shayena.


- Lembranças -


Eu estava caminhando por um enorme corredor, de um lado era a parede, feita de blocos e na coloração cinza, so outro era uma parede se vidro que dava em um enorme e lindo jardim, com uma grama verdinha e cortada, com rosas vermelhas, brancas e amarelas, havia também em um canto varios girassóis, e pelo meio do jardim alguns bancos brancos davam uma graça a mais ao ambiente.

A passos lentos eu fui me aproximando se um dos bancos, havia uma senhora ali, branca, dos cabelos castanhos, aparentava ter uns 65 anos, estava com uma aparencia cansada, estava mais magra e mais acanhada do que eu me lembrava também.

- Pensei que tivesse perdido você para sempre também, mas nunca perdi as esperanças de aue viria me ver, mesmo que para o meu funeral.

- Não diga isso dona Sandra, eu tentei vir, mas eu não conseguia, fiquei com medo de que a senhora me julgasse e me culpasse pelo que aconteceu.

- Kefera meu amor, o que aconteceu foi uma fatalidade, ninguém podia ter evitado, minha filha foi forte o tempo em que lutou contra sua vontade de ie embora, mas não deu, e ela partiu, foi uma escolha dela, apenas dela.

- Sinti muito a sua falta... _ não aguentei e comecei a chorar, eu estava sensivel pela data que estava chegando, dali uma semana faria sete anos da morte de Shayena e eu estava mal.

- Venha me de um abraço bem forte. _ e foi isso que eu fiz, me ajoelhei a sua frente e a abracei, a abracei forte.


- Lembrança -


Havia se passado um ano desde minha visita, dona sandra morreu dois meses após minha primeira visita e sua ultima frase para mim foi "Pelo menos eu revi você antes de ir, estou mais feliz do que nunca em quase sete anos" eu fiquei bem abalada com aquilo tudo, mas eu aguentei, e me sinto segura hoje, me sinto bem.

Eu vou me casar daqui a seis meses, meu relacionamento vai muito bem com meu noivo, temos algumas brigas, mas nada de mais, estamos a um ano e meio juntos, já que o conheci um pouco depois do meu termino com Gustavo, meu relacionamento com o mesmo durou um ano apenas, descobri sobre algumas traições dele, isso não me causou nada, mas eu achei melhor não ma termos contato algum.

Hoje teria um jantas na casa de Bruna e eu esta a caminho de la com Rafael neu noivo e futuro marido, Rafel é empresario de uma cantora famosa nos Estados Unidos, mas também administra uma empresa de tecnologia, que por coincidência é a empresa aue Gustavo trabalha.


- Esta um pouco quieta hoje, aconteceu alguma coisa? _ perguntou ao pararmos em um farol.


- Não! esta tudo bem Rafa! só quero ficar um pouco na minha ta bom? _ lhe dei um selinho e ele voltou a dirigir.


- BALEIA! _ gritei quando entrei na casa de Bruna, fechei a porta atrás de mim com cuidado, Rafa havia ido estacionar o carro.


- Ai! Dicupa! _ uma linda garotinha disse ao cair sentada depois de trombar em mim. Sua pele era branca, seus cabelos castanhos assim como seus olhos, ela usava um vestido branco com rosas vermelhas, e tinha uma fita no meio dando um laço atrás, seu cabelo estava solto e tinha uma travessa vermelha.


- Olá, como se chama? _ a peguei no colo seguindo para dentro sem deixar de olhar para a crinça que era muito familiar.


- Alexa _ respondeu sorrindo, ela deveria ter dois anos ou dois anos e meio. - Mamãe. _ disse olhando lara frente e eu a segui.


- Mamãe?! _ a olhei surpresa e um misto de sentimentos tomou conta de mim, olhei mais uma vez para a criança em meu colo e uma lagrima escorreu por minha bochecha.




Notas Finais


o capitulo "3 anos depois" será separado em três outros calitulos e postei os outros dois, sabado a que vem.
eu ja havia escrito, mas meu celular reiniciou e o apagou e como ja é tarde e eu preciso dormir postarei no sabado que vem!
eeeeeeeee estou com uma ideia nova! e acho que vocês vao gostar! é uma nova fic Kemi, eu pensei nela para ter duas fics para vcs no sabado! mas ainda n sei se vcs concordam!


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