História Lista de Coisas Para Se Ter Durante Um Apocalipse Zumbi - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Carl Grimes, Daryl Dixon, Hershel Greene, Merle Dixon, Personagens Originais, Shane Walsh
Tags Daryl Dixon, Hannah Rey, Romance, Twd, Walkers
Exibições 43
Palavras 6.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gentney, leiam as notas finais tenho avisos MEGA importantes que podem decidir o futuro dessa fic, ok? Ok!
Música do capítulo: Sex On Fire – Kings Of Leon/(conseguem imaginar pq essa música? HiHiHi)/ Do I Wanna Know? - Arctic Monkeys
Boa Leitura! <3

Capítulo 9 - Roupas


Item 8 – Roupas - Parece até meio idiota esse item estar nesta lista, mas vestimentas são de fato muito importantes. Lembre de ter sempre um casaco ou alguma roupa de frio independentemente se a área em que você está é de clima tropical ou equatorial, noites geralmente não tem Sol para esquentar. Também tenha em mente roupas que oferecem mais proteção tanto a raios solares quanto a qualquer parasita ou coisas do gênero, evite shorts e roupas íntimas que pinicam, vamos viver de calças jeans, blusas e roupas confortáveis agora. Use botas de solado de borracha ou tênis de corrida, diga adeus à aqueles saltos, eles não são muito bons para correr e é maior o risco de você se machucar em cima deles, mesmo que sua bunda fique linda em cima deles, sua bunda não ficaria tão linda assim a sete palmos, certo?

 

PDV Narrador

 

As estrelas ao longo dos milênios foram testemunhas de guerras, ódio, doenças, traições, de pessoas perseguindo seus sonhos e pessoas sendo perseguidas, mas, acima de tudo, as estrelas foram testemunhas dos amantes em suas fugas para se encontrarem no doce manto da escuridão para viverem seus amores proibidos. Aquela noite não foi diferente.

Ela era bem menor que ele, o topo de sua cabeça batia um pouco abaixo do queixo dele. Mesmo com os músculos formados pelos dias de fuga algumas cicatrizes espalhadas naturais ou não, ela tinha um corpo delicado e feminino, aos olhos dele era quase uma escultura feita por dedos angelicais. Ele era grande e corpulento, cheio de marcas e cicatrizes que refletiam o estado de sua alma, tinha mãos calejadas e era meio desajeitado em seus movimentos de quem não tinha certeza do que fazer, intimidade não era com ele. Sexo sempre foi algo para aliviar o tesão acumulado, mas o modo como ela o olhava e como o tocava fazia o ato parecer tão íntimo.

Eles eram opostos quase completos, nunca deve ter havido casal tão perfeito dançando sob as estrelas antes como eles faziam agora.

- Provocadora... - Daryl gemeu no ouvido dela, que riu. - Vai acabar me enlouquecendo deste modo. - falou se referindo ao modo que ela se esfregava contra ele sem pudores.

- Caçador idiota. - devolveu com um sorriso maroto. - Se você andasse mais rápido até aquela pedra ai sim eu lhe mostraria como posso lhe enlouquecer. - ela disse e gargalhou quando ele a segurou pela bunda com mais força e praticamente correu até a pedra onde ela havia deixado suas roupas e o pacote de camisinha.

A necessidade era maior e a sensação de perigo por estarem sempre a alguns palmos da morte só aumentava os níveis de adrenalina no sangue de ambos fazendo com que qualquer toque fosse os deixar em combustão.

Não havia tempo para enrolar ou para preliminares, o desejo e a necessidade eram maiores no momento.

Ele a deitou sobre o tapete de folhas macias de ipê e se distanciou para colocar a camisinha, acariciou o próprio pênis observando os seios dela subindo e descendo por causa da respiração descompassada dela, ele desviou os olhos rapidamente para os dela e notou que ela o encarava com expectativa, permitiria que ele desse o primeiro passo, caçador se sentiu como se os papéis tivessem sido invertidos e ela fosse a caçadora agora. Ele tocou os mamilos com a ponta dos dedos os rodeando, sentiu o corpo dela tremer e os beliscou, sorriu ao ouvir o gemido baixo dela. Talvez houvesse um pouco mais de tempo para brincar com o belo corpo da menina irritante que ele aprendera a querer por perto.

Desceu beijos pelo abdômen pálido dela até chegar ao seu sexo onde ele acariciou como se tivesse tempo de sobra para dar e vender. Ele tocou os grandes lábios e os abriu acariciando a carne quente dela arrancando gemidos e lamúrias da mulher, assoprou devagar o sexo dela a fazendo contorcer e sair mais mel de sua gruta, para em seguida lamber a excitação da morena e rir contra o sexo dela quando ela o xingou em voz baixa e rouca. Beliscou a bunda dela ao levantar ao quadris delgados para ter mais liberdade na virilha feminina. Endureceu um pouco sua língua para brincar o músculo tenso dela, o que a fez puxar com força o cabelo dele e só serviu de estímulo para chupar o pequeno botão rosado dela praticamente o beijando.

Ele nunca se importou em dar prazer às mulheres com que se deitara antes, nunca havia sentido vontade de enfiar a cara entre as pernas de outras, mas algo na forma que Hannah gemia e falava seu nome era quase hipnótico. Ele não sabia que feitiço era aquele, só sabia que queria mais.  

- Caçador! - ela gritou quando ele a penetrou com a língua sem parar de estimular o clitóris com o polegar, imitou os movimentos de vai-e-vem que planejava fazer com seu membro.

Chegou o momento que ela não mais aguentou e gozou na boca dele,que não deixou desperdícios a limpando com a própria língua. Ele se levantou com um sorriso preguiçoso nos lábios, pelo modo como ela estava mole e ofegante ele tinha sido bem sucedido em sua primeira vez. Subiu em cima dela e se estabeleceu entre as coxas torneadas, se apoiando em um braço e com o outro guiando seu membro na gruta dela. A tocava com cuidado, sempre a olhando nos olhos e dizendo com o olhar que ela era sua. Ela aceitou isso de bom grado, não é como se estivesse reclamando.

Mas a dúvida continuava nele.

Em cada parada quando a pele de um descobria um pouco mais da pele do outro, em cada pedido para continuar com os olhos, no medo de avançar demais os limites.  

- Não precisa disso, - ela sussurrou o puxando para cima dela e colando os lábios. - Você tem total liberdade, caçador. - falou com os lábios dele grudados nos dela, olhos ainda abertos quase como se a alma de um estivesse reconhecendo a alma do outro pelo olhar.  

- Se eu te machucar avise. - ele falou, ela riu.  

- Claro, claro. - ele se afastou dela, o pênis pincelando a entrada molhada da morena, ela levantou os quadris procurando por mais contato, mas ele a prendeu pela cintura no chão.

- Falo sério. - para marcar seu ponto ele começou a se afastar.  

- Eu confio em você, não irá me machucar. - ele continuou parado com uma sobrancelha arqueada. - Eu grito se me machucar e lhe arranco as bolas depois se necessário, mas acabe logo com essa tortura, por favor.

Foi o suficiente. Caçador a beijou mais uma vez e pincelou novamente a entrada dela a fazendo se contorcer e choramingar, ele atendeu a seu pedido e a penetrou em uma só estocada. Nenhum dos dois conseguiu conter o gemido alto, ele de prazer, ela de dor.  

- Paradinho. - ela falou sob a respiração e ele se manteve quieto distribuindo beijos no pescoço dela tentando fazê-la relaxar.Hannah não era virgem como ele duvidava, mas fazia um tempo que ela não tinha nenhuma animação do gênero e caçador não era o que se poderia chamar de pequeno.

- Está tudo bem? - ele perguntou, preocupado. Ela logo tratou de assentir.

- Estou bem, só fazia um tempo e você é um pouco grande para mim, sabe? - ele não conseguiu evitar rir. - Não era bem um elogio. - ele riu mais e a beijou, ela aceitou de bom grado a língua dele em sua boca, gemeu ao sentir que o gosto de seu gozo ainda estava na boca dele, quando menos esperava já rebolava os quadris implorando por mais contato.

Lentamente quase com medo de machucá-la caçador começou a se movimentar em um vai-e-vem hipnótico, saia lentamente até só estar a cabecinha de seu pênis dentro dela e voltava a penetrá-la com força arrancando gemidos da bela morena. Ela também se movia procurando maior contato aumentando seu prazer todas as vezes que a pele dele tocava seu clitóris movendo o músculo ela tremia levemente.

As estrela observaram com inveja o momento em que ela o pediu para ficar por cima e comandar, e o sorriso dele ao compará-la mentalmente a um gatinho feroz antes de permitir.

Ela ditou o ritmo rápido e frenético, tudo o que ele pode fazer foi ajudá-la a se mover e tocá-la sem escrúpulos a massageando, mordendo e beijando em todas as partes que conseguia alcançar e falar besteiras com a voz rouca, pois descobrira que isso a fazia arrepiar completamente.

Ela era perfeita para ele, o mesmo nem conseguia imaginá-la fazendo sexo com outro, em seu interior Hannah já era só dele.

- Você é minha! - ele deixou escapar quando atingiu o ápice do prazer, se amaldiçoou por não manter a boca fechada.  

- Sua, só sua. - Hannah respondeu sorrindo e tocou o rosto dele com delicadeza e deixou um beijo casto nos lábios inchados do caçador.

Ele estava paralisado, não estava pronto para admitir a si mesmo que precisava dela e agora parecia arrependido por ter perdido o controle, mas ela o entendia e seria paciente.

Quando conseguiram acalmar as respirações voltaram ao rio para se livrar da sujeira que havia se grudado ao corpo de ambos graças ao suor. Eles não falaram nada um para o outro, um olhar já valia tudo, não queriam estragar o doce momento. Hannah não conseguia tirar o sorriso da cara, caçador estava com o mesmo estado de espírito, mas conseguia ser um pouco mais discreto.

Claro, nenhum dos dois foi muito discreto quando chegaram no acampamento de mãos dadas cabelos e roupas molhadas  e sorrindo largamente. Todos os encaravam com sorrisos maliciosos e expectativa. Daryl, calado, se sentou próximo ao fogo para que suas roupas ficassem secas. Caçador não se sentia obrigado a falar nada para apagar aqueles olhares de cima dele, não devia satisfações a ninguém, esse pensamento foi o que o motivou a pegar uma cerveja do isopor de Dale e esperar a expectativa dos outros diminuir até sumir. Era sempre assim e seria assim dessa vez, se não houvesse uma garota elétrica chamada Hannah ao seu lado.

- Boa noite. - ela falou e olhou em volta, todas as cadeiras e tocos de árvore que haviam puxado estavam ocupados com alguém sentado ou deitado. Sem mais opções ela se sentou no colo do caçador fazendo-o engasgar com a cerveja pela surpresa. - Vai com calma, caçador. - ela zombou e deu umas batidinhas nas costas dele, esquecendo propositalmente sua mão ali quando ele parou a crise de tosse.

- Então, estão juntos? - Carol perguntou levemente esperançosa, via Daryl como uma boa pessoa, por um tempo até achara que estava apaixonada por ele, mas notou que era apenas o amor materno. Hannah era uma garota incrível, ela esperava que os dois ficassem juntos.

Hannah virou o rosto para encontrar com o olhar do caçador e levou a garrafa de cerveja dele aos lábios, esperava que ele desse a resposta. Ela o olhou questionadora e o mesmo desviou o olhar. Não, não estavam juntos ainda. A morena tentou ignorar a leve pontada em seu peito, ele não conseguia dizer aos outros que estava se enrolando com ela. Hannah tentou relevar, ela sabia que isso mais hora ou menos hora aconteceria, então por que doía tanto nela saber que ele não parecia capaz de dizer que estavam juntos?

Ela sabia a razão daquilo, ele não estava pronto, seu passado deveria ser traumático, mas o quão triste era o passado do caçador? Esse pensamento levou a outro, ela não o conhecia nenhum pouco.

O silêncio do casal foi o suficiente para o grupo saber que aquilo era um assunto delicado.

- Querem um pouco de salsicha? - ofereceu Rick em tom risonho e Hannah aceitou o espeto que lhe foi oferecido com salsichas quase torradas na ponta.

- Obrigada, Rick. Como estão as buscas? - perguntou a morena com olhos em cima de Carol buscando por sinais de que aquele assunto não deveria ser tocado, mas a mulher não pareceu se importar e, se a pergunta machucou, ela não demonstrou.

- Decidimos aumentar as áreas de busca, Sophia deve estar nas proximidades do rio onde Daryl encontrou a boneca, vamos amanhã novamente assim que amanhecer, se quiser se juntar a nós… - comentou Rick, Shane bufou.

- Adoraria! - Hannah sorriu brilhante e devolveu a cerveja ao caçador, estava decidida a ignorar os traumas dele, o mostraria que ela não se importava se ele tinha algumas cicatrizes ou alma ferida. As conversas continuaram ao redor da fogueira enquanto ambos se encaravam quase como se conversassem com os olhos.

Ela estendeu seu espeto com salsichas para o caçador, que aceitou. Estavam em sua própria bolha, os olhares questionadores sobre eles eram um grande e maciço nada. Caçador rodeou a cintura dela deixando sua mão descansar na coxa dela, que corou ao se lembrar de quando aquelas mãos faziam loucuras com seu sexo…

A esperança cresceu e floresceu, eles tentariam um pelo outro. Isso fez a nuvem negra que havia começado a se instalar sobre Daryl se dissipar.

Andrea se aproximou, estava trocando de turno com Shane, que ficaria de vigia por um tempo antes de irem dormir. ao passar um pelo outro trocaram sussurros combinando de se verem no meio da noite. Se não havia Lori, Shane teria que se aliviar com Andrea.

- Alguém andou se divertindo, hm? - Quando Andrea viu o casalzinho no canto com roupas ainda úmidas e compartilhando a comida não conseguiu segurar a língua, Hannah corou fortemente e acabou por engasgar com um pedaço de carne fazendo todos rirem.

- Com calma nas salsichas, pequena. - brincou o caçador fazendo ela o fuzilar.  

- Não comentei que gosto de enfiar salsichas inteiras na minha garganta? - Hannah rolou os olhos, percebendo tarde o duplo sentido de sua frase. - Droga! - novamente todos da roda caíram na gargalhada.

- Se gosta tanto posso te fazer engasgar com uma mais tarde. - caçador brincou em tom malicioso e Hannah ficou boquiaberta, não esperava que o caçador fosse capaz de fazer piadas. A cara vermelha de Hannah foi mais um motivo para todos rirem.

- Já estava na hora de alguém ajudar o Daryl com esse mau-humor dele. - Dale riu do próprio comentário o que fez os outros o acompanharem.

- Verdade, ninguém mais o aguentava. - T-Dog riu dando outro gole em sua cerveja choca. Repentinamente o relacionamento do caçador não era mais um assunto proibido, pelo contrário.

- Ninguém mais aguenta seus roncos a noite também, T-Dog. Nem por isso eu reclamo. - caçador alfinetou com um sorriso zombeiro nos lábios, Hannah riu da cara que T-Dog fez.

- Isso é a voz do Daryl fazendo piada? - Glenn se juntou ao grupo, provavelmente voltando do quarto de Maggie.

- Hannah o transformou em um novo homem, Daryl está de bom humor. - Carol disse risonha e o estendeu uma cerveja que foi aceita de bom grado.

- É, agora posso morrer em paz depois dessa. - respondeu o coreano. - Hannah doeu muito quando você caiu?

- Oi? - ela se fez de desentendida, sabia que por aí vinha uma cantada. Daryl voltou sua atenção para os dois conversando a sua frente.

- Quando você caiu do céu doeu muito, meu anjo? - falou em tom galanteador e piscou para ela que acabou soltando uma risadinha. Caçador sentiu seu sangue ferver, que história era essa de anjo? Quando Glen achou que tinha tanta intimidade assim?

- Glenn, como foi a busca pelo carro da Hannah, encontrou uma mangueira como lhe pedi? - Dale lembrou a todos e Glenn começou a falar como foi ter acordado pela manhã com Hannah andando de um lado para o outro e ser atacado por Thunder.

Então se lembrou que acordou sem Hannah por perto, ela havia pego seu carro de volta e provavelmente Glenn havia ido junto. um sentimento novo borbulhava dentro de si, raiva, possessão. Acabou apertando com um pouco mais de força a coxa de Hannah que soltou som estrangulado.

- Minha coxa, caçador! - falou no ouvido dele para que aliviasse a pressão, ele pareceu acordar de um transe e soltou a perna dela tomando o resto de sua cerveja rapidamente.

Ninguém parecia prestar muita atenção a eles, estavam mais ocupados rindo das histórias de Glenn.

- O que foi isso? - ela perguntou baixinho se virando para ele, acariciou as costas dele lentamente tentando o acalmar, sentia a respiração dele descompassada contra a sua.

- Nada. - ele resmungou e tentou pegar outra cerveja, sentia a necessidade de encher a cara. Assim que abriu a garrafa ela o tomou da mão e deu um longo gole. - Folgada.

-  Gostoso. - ela sorriu e devolveu a ele a garrafa.

- O que Hannah está criando não é um cachorro, é um monstro! - Glenn riu da cara de Hannah.

- Não fale assim de Thunder, ele é um amorzinho. - defendeu-se.

- Tão amorzinho quanto a dona. - Caçador falou em tom baixo, mas todos conseguiram ouvir e caíram na gargalhada.

- Depois dessa vou me retirar. Boa noite a todos. - Hannah se fez de ofendida e seguiu em direção a barraca do caçador sem esperar resposta, mas ainda pode ouvir as risadas e alguns "Boa noite" de volta.

Caçador a achou tão engraçada envergonhada, por um segundo quis mais momentos leves e de brincadeira como esse. Ele a queria por perto, e ao mesmo tempo tinha medo de perdê-la quando ela o conhecesse melhor.

Caçador a seguiu de perto rindo sozinho de seus pensamentos malucos e incertos. Ele estava feliz, como não se sentia a muito tempo. Não sabia se era digno dessa felicidade, mas se permitiria experimentar.

Ela entrou em sua barraca e começou a fuçar nas coisas do caçador até achar uma blusa limpa, ela tirou a própria blusa e se virou para ele arqueando uma sobrancelha.  

- Uma mãozinha aqui? - pediu apontando para o sutiã. Caçador sorriu malicioso.  

Seria uma noite longa e novamente as estrelas brilharam mais forte para presenciar a dança dos amantes.

(...)

- Essa camisa agora é minha, só para deixar claro. - Hannah falou para o caçador enquanto abotoava a blusa dele.

- Vai começar a roubar minhas roupas? - caçador perguntou em tom descontraído.

- Dê adeus a ela, é minha agora. - Hannah se deitou sobre o peito dele e deixou um beijo nos lábios dele.

- Sabe, sinto muito frio a noite. - ele respondeu as mãos passeando livremente pelas costas dela sob a blusa.

- É? - ela perguntou, mas sua atenção estava no pescoço dele onde ela deixava pequenas mordidas.  

- Uhum, você vai ter que fazer algo se quiser compensar minhas noites de frio. - ela riu com gosto do atrevimento do caçador.

- Estamos muito saidinhos hoje, não é? Mas acho que posso pensar em algo. - falou maliciosa.

- O que se passa nessa cabecinha? - ele perguntou, gostava de vê-la envergonhada, mas gostava ainda mais quando ela usava aquele tom safado na voz.  

- Eu, você, camisinhas e nada de roupas. Garanto que posso te manter quente a noite inteira. - ela falou puxando levemente o cabelo da nuca dele, que gemeu baixinho.  

- Gosto de suas ideias. Podemos começar agora se quiser. - ele falou e ganhou um tapa leve dela no braço.

- Nada disso, caçador safado. Vamos dormir agora. - falou e se deitou novamente fechando os olhos. Ele riu, mas acabou por obedecê-la, estava cansado e não queria forçar demais e acabar abrindo os pontos, outra vez. Já abusara demais da sorte por hoje.

Caçador fechou os olhos e resolveu ir dormir como Hannah parecia estar fazendo. Um tempo depois ele sentiu as mãozinhas quentes o tocando em alguns pedaços de pele, fazendo pequenos riscos imaginários, ele nem precisava abrir os olhos para saber que ela estava passando as pontas dos dedos em cima de suas cicatrizes. Envergonhado pelo modo como sua pele era deformada em comparação a pele branca e limpa de Hannah ele retrocedeu, se fechou e fingiu que dormia.  

- Caçador? Isso aqui é uma queimadura de cigarro? - a voz dela o despertou de seus pensamentos, ele ficou tenso. A mão dela estava parada no ombro esquerdo dele onde havia a cicatriz circular. - Parece bem antiga, como aconteceu? - a voz dela era suave como se soubesse que era um campo minado no qual tentava pisar agora.

Ele apreciou e amaldiçoou a coragem dela, porque ela tinha que perguntar?  

- Meu pai me queimou com um cigarro quando eu tinha 10 anos. - falou em tom amargo. Por dentro implorava para que ela não fizesse mais nenhuma pergunta.  

- Por que? - ela perguntou.

- Desde quando o ser humano precisa de uma motivação? Não sou como você que teve a família perfeitinha, Hannah. - ele praticamente cuspiu as palavras ainda sem abrir os olhos.  

Daryl não tinha medo de nada, mas ver o nojo no olhar de Hannah era algo que ele não sabia se iria aguentar.

- Sou um fodido quebrado, defeituoso e um caipira como você mesma falou. Nada de bom vai sair de mim e não vou poder te dar mais nada além de sexo e quem sabe umas doses de bebida, quanto mais cedo você aceitar isso melhor. Se não quiser, ótimo. Sabe onde é a saída. - ele se colocou na defensiva e se sentou a retirando de perto, não conseguia pensar direito com o corpo dela tão próximo, muito menos com a pele dela fervendo contra a sua.

- É isso que você pensa de si mesmo? - ela perguntou, não obteve resposta. - É mais idiota do que pensei! - ele não esperava que a reação dela fosse tão explosiva.

Ela o puxou pelos ombros com força, como ele não esperava o movimento acabou caindo contra o colchonete, ela se sentou sobre o estômago dele e o mesmo engoliu em seco. O calor úmido do sexo dela em contato direto com o abdômen dele. Ela queria enlouquecê-lo.  

- Fodido mesmo é quem faz isso com uma criança! Você não tem culpa por isso, então não se responsabilize. E larga de ser hipócrita, como assim nada pode sair de bom de você? Quem mais está arriscando sua vida em um barranco, sendo ameaçado por uma louca com uma arma com dois irmãos mais novos e com várias para salvar a filha da Carol? - perguntou retoricamente. - Exatamente, ninguém! Você já pode parar de se fechar desse jeito, do contrário vou ter que te abrir com uma faca. - ameaçou, ele não pode evitar a vontade de rir, mas não era um riso feliz, pelo contrário, triste e amargo.

Hannah só poderia ser cega, ele seria a destruição dela será que não percebia? Ou não queria perceber? Não importava, ele a livraria se si mesmo.

- Vá embora. - falou por fim. Se ela não entendia que não daria certo ele teria que tirá-la de perto, não permitiria que Hannah se machucasse por culpa dele.

- O que? - ela paralisou, seus olhos se arregalaram e ela sentiu como se seu mundo estivesse desabando.

- Está surda, ou não entendeu? Eu mandei você ir embora!  

- Você é mais estúpido do que eu pensei. - ela disse. Só pegou suas facas que estavam na entrada da barraca e correu até a casa de hershel.

Todos a viram correr usando apenas a camisa de Daryl, todos ouviram a discussão. Ninguém se preocupou em ir ver se um dos dois estava bem, mas se preocuparam por Hannah, pois ela tentava ajustar o que não tinha mais concerto. Para eles Daryl estava certo, ele era um fodido quebrado que iria destruir a tudo a seu redor.

Glenn tentou se levantar, a ideia que Carol tinha tido, mas ela o segurou pelo pulso.

- Não devemos nos meter. - disse em voz sombria e se levantou para se deitar na barraca pequena que tinha do outro lado da fogueira.

Ao longe era ouvida a voz de Daryl se amaldiçoando por ser tão idiota, mas haviam coisas que apenas ele poderia fazer por si mesmo, e uma delas era se aceitar. se ele não se amasse não deixaria que ninguém o fizesse. Carol só rezava para que Hannah tivesse paciência com o caçador.

(...)

No dia seguinte o clima era de luto, contrariando as risadas que eram ouvidas a distância quando o grupo se juntou ao redor da fogueira. o dia mal amanheceu e todos já estavam de pé em suas tarefas rodeados pela risada de Lana que corria pelo campo com Thunder em seu encalço.

- Mana, mana! Ele qué me pegar. - ela gritava e gargalhava tentando correr em direção a Hannah, mas Thunder a cercava a fazendo gargalhar.

- Corra, Lana. Não deixe! - apesar do seu humor estar sombrio Hannah não deixou que sua paixão pelo caçador frustrar seus planos de passar o resto de seus dias sorrindo.

Sim, noite passada antes de dormir Hannah decidira que com certeza, estava completamente apaixonada por caçador, e ele estava completamente fechado para ela. Hannah voltou a limpar suas facas com uma flanela velha, mas limpa. Estava ali a muito tempo e sabia disso, mas era a única distração que tinha no momento.

Seth se aproximou de Hannah e se sentou ao lado da irmã.

- Está com o rosto inchado. - comentou como quem não queria nada.

- Dormi demais. - ela respondeu sem conseguir encará-lo, se olhasse naqueles olhos que pareciam tanto com os seus ela não conseguiria mentir.

- Estou a quase um ano praticamente grudado a você, - ele continuou e pôs a mão no ombro de sua irmã a forçando a olhar para ele. - e tenho certeza que você não dorme mais que três horas por noite.

- Eu… - ela planejava outra mentira, mas foi salva pelo gongo.

 

- Vamos entrar, crianças. O café está pronto. - Patrícia chamou.

Patrícia estava tentando se distrair com trabalho doméstico, o que houvesse para ela fazer ela faria, e foi isso que a fez levantar mais cedo ignorar a sensação de vazio pelo seu querido Otis não ter dormido novamente ao seu lado e passar café, fritar ovos e bacon o suficiente para que todos pudessem comer. colocando todos para dentro, até mesmo os do grupo de Rick, ela se deu por satisfeita por poder fazer algo pelas pessoas que ali estavam. Sorrindo, se sentou a mesa ao lado de Hannah e notou como o clima ficou tenso quando Daryl Dixon passou pela porta, resolveu ignorar. Se não haviam lhe dito nada não era da sua conta.

Mas a situação mudou quando Shane entrou e se sentou bem em frente a Hannah.

Olhares fulminantes eram trocados pela mesa, foram parados quando Lana entrou correndo e se jogou em cima de Daryl.

- Tio Daryl, posso entar com você? - ela perguntou com os olhos brilhantes e pidões, Patrícia suspirou, nunca se acostumaria a beleza angelical da pequena menina.

- Acho que sim, pequena, - ele falou, meio a contragosto. As mulheres presentes aprovaram a ação, mas Hannah ficou rígida quando notou que o único lugar vazio era a seu lado esquerdo.

Se já está no inferno, abraça logo o capeta. Pensou e continuou a colocar o prato da irmã, quando terminou o colocou com força demais a frente do caçador e voltou a comer sua comida e beber seu café. Ela tentava ao máximo ignorar os olhares de ódio vindos de Shane e a frieza extrema que emanava do caçador. Quando o mundo ficou tão sufocante?

- Hannah, vamos sair logo após o café para retomar as buscas, você vai vir? - Glenn perguntou se lembrando do assunto antes esquecido, ela estava prestes a assentir quando Shane a interrompeu.

- Como conseguem confiar tão cegamente nessa garota? - Shane apontou para Hannah. - Já viram o modo como ela age com aquelas facas? E a cicatriz no pescoço do garoto? Ela pode muito bem ter tentado matar ele e estamos oferecendo abrigo a uma psicopata!

- Minha mana unca falia isso! - Lana tentou defender sua irmã, Hannah se sentiu mal pelos seus irmãos. A pessoa que estava sendo atacada era ela, eles não mereciam ouvir aquelas coisas.

- Seth, saia com a Lana daqui. - ela falou quase implorando para que pelo menos dessa vez seu irmão a ouvisse.

- Shane, pare!  - Lori se meteu no meio, tentando defender a nova amiga. - O passado deve ser esquecido.  

- Não terminei, - ele praticamente a ignorou. - E os pais? Por que ela não fala nada?

- Não é da nossa conta, Shane. - Glenn tentou ajudar Hannah, todos já haviam parado de comer e observavam a discussão se desenrolar a sua frente.

- Como não é da nossa conta? É claro que é! Ela não é confiável, tudo o que sabemos sobre ela é que ela arrastou o caipira por ai e passa horas alisando as lâminas pensando nem sei o que! - ele se virou para Hannah e a encarou nos olhos.  

- Já chega! Ela é minha convidada e não admitirei que fale assim da minha convidada em baixo do meu teto, respeite-a ou vá embora. - Hershel bateu com força na mesa, mas Shane ainda não havia acabado.  

- Será que tem alguém nessa casa que não está cego por essa garota? - Shane levantou e perguntou em tom de voz mais baixo. Hannah continuava ignorando a todos e terminando de comer seu prato. - Então, aonde aprendeu a atirar? Praticou no seu irmão?  

- Cala a boca, Shane! Você não acha que já foi longe demais? - Rick brigou a seu lado o empurrando para se sentar novamente em sua cadeira.  

- Ela está bem aqui, Rick. O lado de seu filho e de Lori, que está grávida de seu outro filho, - ele engolia em seco, ainda acreditava que o filho era seu, não importava o quanto Lori negava. - Essa menina pode pirar a qualquer minuto e tentar matar a todos, só eu que vejo como ela está manipulando a todos vocês?  

- É, Shane, só você vê isso. Já pode ficar calado, quero terminar minha comida antes da indigestão. - Dale resmungou sobre o copo de café.  

- Estão todos cegos! - Shane grunhiu como criança mimada.

- Cego você vai ficar se não calar essa boca agora. - Daryl praticamente rosnou apontando seu garfo como se fosse uma arma mortal. Nas mãos dele até poderia mesmo ser.

Por cinco segundos a sala de jantar ficou em completo silêncio, Daryl não era do tipo que defendia alguém em uma briga, ele geralmente era aquele que estava esperando a guerra estourar deixando todos travarem suas próprias batalhas permanecendo em seu canto individualista. Carol sentiu uma pontada de orgulho, ele finalmente estava se juntando ao grupo. Shane deu um sorriso cínico.  

- Por favor, caçador. Não vale a pena. - ela disse baixinho para que só ele ouvisse.

- Ela te conquistou com o que? Hm? O que ela te ofereceu para defender ela? Achei que ela soubesse fazer isso muito bem quando jogou uma daquelas facas na minha boca! - ele se virou de volta para Hannah que permanecia impassível. - Cadê os seus pais? - pressionou.

- Não vai falar nada, garota? - Shane se dirigiu a Hannah. Antes de responder ela enfiou uma última garfada do bacon na boca e mastigou lentamente antes de engolir e responder.

- Eu não devo satisfações a ninguém. - falou em tom calmo e despreocupado, o que só serviu para irritar mais Shane.  

- Você está em nosso acampamento, - começou com as narinas infladas, Hannah se perguntou quanto tempo levaria para ele explodir.  

- Achei que a fazenda fosse de Hershel. - comentou Seth sarcástico, Lana olhava de um lado para o outro em clara confusão. Hannah notou que ela tinha uma leve cara de quem queria chorar, caçador passava a mão nas costas da menina a acalmando, Hannah quase sorriu a aquele gesto inconsciente.  

- Come da nossa comida, bebe da nossa água e ainda acha que não nos deve satisfações? Por que se nega a falar o que aconteceu na garganta de seu irmão? Não parece uma mordida.

- Ora seu filho da... - Seth, que já estava vermelho de raiva, tentou se levantar com a faquinha de manteiga em punho, mas Hannah o puxou de volta para sentar, o olhar dela dizia claramente para ele ficar quieto.  

- Não vale a pena. - Hannah falou.

Por mais cinco segundos o silêncio reinou. Seth e Daryl encaravam Shane como se quisessem estrangulá-lo, Hannah permanecia impassível, Lana choraria a qualquer minuto.  

- Nossa mãe trabalhava em um centro de controle de doenças, nosso pai era mecânico. - Seth começou a falar jogando a faquinha de lado.  

- Cala a boca, Seth. - Hannah o cortou, ela não queria Lana nem Seth revivendo tudo aquilo. Ele a ignorou.  

- Nossos pais já sabiam da infecção que estava se espalhando, mas não tinham certeza de quais eram os efeitos colaterais da doença. Quando muitas pessoas começaram a aparecer infectadas nossos pais resolveram nos levar para fora do país, já tínhamos tudo arrumado para a mudança quando um vizinho reclamou de febre e minha mãe foi ver se ele estava infectado, se estivesse teria que ser posto em quarentena o mais rápido possível. Ela foi mordida, mas não falou nada. - ele tomou fôlego, seu olhar estava perdido na parede a sua frente vidrados como se não estivesse realmente ali. - Nós tínhamos um irmão mais novo, o Nate, ele só tinha nove meses e dormia com nossos pais, mas ela ficou com medo de infectá-lo e o colocou para dormir comigo. Eu tinha que tomar conta dele e tomei. Três dias se passaram e a febre a consumiu, ela sabia que o tempo estava acabando e pediu para dormir com Nate só mais uma noite. Eu levei o bebê e fui dormir. Estávamos todos dormindo juntos no nosso quarto quando ouvimos sons de gritos e tiros.  

A essa altura Lana já estava com o rosto escondido no pescoço de Daryl e chorava baixinho. De repente Shane não quis saber o final da história.  

- Meu pai havia voltado do trabalho e não soube o que fazer quando viu nossa mãe revirando o corpo de nosso irmãozinho. - as lágrimas que Seth segurara com tanta força de vontade finalmente transbordaram. - Ele pegou sua arma e a matou, depois foi até o quarto em que estávamos dormindo e explicou tudo o que estava acontecendo e que nos mataria para o nosso bem, pois ele não nos queria nesse mundo enquanto nos amarrava ao lado dos corpos de nosso irmãozinho e de nossa mãe. Ele falou que só havia mais uma bala e que ela seria para ele, então teria que nos matar com a faca de carne de nossa mãe. - Seth engasgou e encarou a Shane, queria que o homem olhasse no fundo de seus olhos e soubesse a dor dele. Shane desviou o olhar. - Mãe já o havia mordido, ele não tinha muito tempo então resolveu começar por mim. Hannah deu um jeito de se soltar, mas meu pai já havia cortado minha garganta. Eu realmente achei que iria morrer, mas ela atirou na cabeça dele e deu um jeito de costurar o corte com o kit de nossa mãe. Não havia sido tão profundo. - ele sorriu tristemente. - Ela teve que aprender a atirar para nos tirar da casa, passou quase duas semanas correndo perigo buscando mantimentos e tentando arranjar o carro para que pudéssemos sair daquela casa. Duas semanas indo e voltando, podendo nos abandonar ali, ela teria mais chances de sobreviver sem duas crianças choronas, não é mesmo? Mas ela não foi, ela nos manteve vivos até agora, então enfia essa história de "ela não é confiável" na sua bunda!  

- Satisfeito, Shane? - um a um, começando por Hannah, todos começaram a se retirar da mesa deixando apenas Hershel e Shane sentados.  

- Acho que é hora de você ir embora. - disse Hershel.

 


Notas Finais


Então, coméquevão? Tudo bem? O que acharam do capítulo?
Sim, eu sei, ta, ok, entendi estava bão demais e o Caçador é um idiota, sim eu não posso deixar de concordar. Ele é mesmo um caçador muito otário e o Shane é um ser hediondo que fez a Lana chorar. Quem quer matar o Shane? O/
Ta, chega de enrolação, vamos ao avisos:
Aviso 1 – Gente, lamento informar, mas nossa fic está entrando em reta final. Nunca foi de meus planos fazer uma fanfic muito extensa (até pq eu tenho muitos outros projetos a por em prática, mas só os colocarei depois que terminar esse), e provavelmente ela só terá algo em torno de mais 4 ou 6 capítulo, dependendo de vocês. O que nos leva ao segundo aviso.
Aviso 2 – Vamos fazer metas de comentários! Ebaaaa [para a autora], isso mesmo. Eu posto essa fic em três lugares diferentes Nyah, Spirit e Wattpad (logo só dois, sinto muito pessoas do Wattpad, irei excluir ela por ai), e minha média de comentários é beeem baixa. Quem escreve sabe o quanto desanima escrever um – fucking - capítulo de oito – fuckings – mil – fucking – palavras e ter dois comentários. Eu tenho escola, tenho outros projetos e uma mãe que ainda me faz de escrava [Oi, mãe! *aceno*] o tempo que eu poderia estar estudando para uma prova estou escrevendo e planejando coisas para o futuro da fic então, por favor, façam esse tempo valer a pena. Eu passo bastante tempo queimando neurônios para fazer um capítulo que valha a pena de se ler, vocês não gastariam mais que vinte minutos o lendo e comentando, vamos lá coloquem os dedinhos para funcionar e teremos capítulos mais cedo e cada vez melhores *u*
Aviso 3 – Como a fic está entrando em reta final os capítulos vão ficando cada vez maiores – acho que vou parar nessa de 8 mil palavras, está muito grande – e infelizmente o rádio do roteador da minha casa queimou, então ficarei um tempo sem postar (para postar hoje estou na casa da minha avó [BEIJO VÓ LINDA QUE ME DEIXOU USAR SEU NOTEBOOK <3 ] então agradeçam a ela ter capítulo hoje). Mas continuarei escrevendo em casa para quando minha internet voltar ter capítulo com escrita melhor e prontos de preferência.
Aviso 4 – A meta de comentários desse capítulo são NOVE (sim, só pq o capítulo é o nove). E respondam nos comentários o que vocês vão querer como premio caso cheguemos a bater essa meta (EU ACREDITO EM VOCÊS) pode ser (A) Spoiler do último capítulo [sim, eu não tenho o próximo capítulo, mas o último está quase pronto]; (B) Spoiler do próximo capítulo; (C) Capítulo especial com os Shipps favoritos – isso pode incluir ou não Seth e Carl daqui a alguns anos; ou (D) Capítulo especial sobre o passado do caçador/Hannah para compararmos como era a vida dos dois antes de se conhecerem e da loucura se instalar.
Comentem, recomendem, me façam feliz e até a próxima!
Beijos com paçoca <3
A <3


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