História Listen To Your Heart - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Romance
Exibições 135
Palavras 2.919
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie gente!

Apreciem esse capítulo, e não esqueçam de ver as notas finais. :)

Capítulo 11 - Eu Te Quero Tanto


Holly Mitchel

Não posso acreditar que ainda fiquei nervosa sobre vir ao bar hoje, porque juro que nunca me diverti tanto assim. Neste instante, estou espremida ao lado de Justin no banco estofado da mesa, e estamos envolvidos num debate acalorado com Chris e Simms, um outro garoto do time, sobre, entre outras coisas, tecnologia. Chris não abre mão de sua opinião de que crianças e jovens não devem ser autorizados a assistir mais de uma hora de TV por dia. Concordo totalmente, mas Justin e Simms não, e nós quatro estamos trocando farpas sobre a questão há mais de vinte minutos. Tenho vergonha de admitir, mas sinceramente não esperava que todos esses jogadores de hóquei tivessem opiniões articuladas sobre assuntos não relacionados ao esporte, mas eles são muito mais perspicazes do que eu imaginava.

- As crianças tem que ir para a rua, andar de bicicleta, caçar sapos e subir em árvore. - insiste Chris, balançando o copo de cerveja no ar para dar ênfase. - Não é saudável ficar enfiado dentro de casa olhando para uma tela o dia todo.

- Concordo com tudo, menos com a parte dos sapos. -  intervenho. - Porque sapos são pegajosos e nojentos. - os caras começaram a rir.

- Fresca! - brinca Simms.

- Ah, como assim, Mitchel, dá uma chance pros sapos. - protesta Chris. - Você sabia que, se lamber o certo, dá um barato legal? - olho para ele horrorizada. 

- Não tenho o menor interesse em lamber sapos.

Simms pergunta: - Nem para ficar com o príncipe? - a mesa inteira solta uma exclamação animada.

- Não, nem assim! - afirmo, decidida.

Chris dá um gole demorado na cerveja antes de se voltar para mim. - E que tal lamber algo diferente de um sapo? Ou você é contrária a lambidas de forma geral? - minhas bochechas ardem diante da sugestão, mas o brilho travesso em seus olhos me diz que não está tentando ser grosso, então respondo com minha própria dose de insinuações. 

- Ah, sou a favor de lambidas, sim. Desde que esteja lambendo algo saboroso. - outra rodada de exclamações animadas, mas da qual Justin não participa. Quando me viro para ele, vejo que seus olhos se inflamaram. Eu me pergunto se está imaginando minha boca no... não, não vou nem falar.

- Merda, alguém precisa amarrar aquele velho pra ele parar de monopolizar o jukebox! - declara Chris, quando mais uma música antiga berra nas caixas de som do bar.

Todos nos viramos na direção do culpado, um frequentador do bar com uma barba ruiva espessa e a cara mais malvada que já vi. No instante em que o karaokê acabou, O Barba Ruiva correu para o jukebox, enfiou dez dólares em moedas de vinte e cinco centavos e digitou uma lista de rock que até agora consiste em Black Sabbath, Black Sabbath e mais Black Sabbath. Ah, e uma música do Creedence que Simms alegou estar ouvindo quando perdeu a virgindade.

Por fim, nosso debate se volta para o hóquei, com Simms tentando me convencer de que o goleiro é o jogador mais importante do time, enquanto Chris o vaia o tempo inteiro. A música do Black Sabbath enfim acaba e é substituída por "Tuesday's Gone", do Lynyrd Skynyrd. É só os acordes de abertura ecoarem pelo bar, que sinto Justin se enrijecendo ao meu lado. 

- Qual o problema? - pergunto.

- Nada. - Justin limpa a garganta, em seguida se levanta e me puxa com ele. - Dança comigo.

- Com esta música? - Fico perplexa por um momento. Do outro lado da mesa, Chris solta um riso de desdém. 

- Desde quando você dança, Bieber?

- Desde agora! - murmura Justin.

Ele me leva até a pequena pista em frente ao palco, que está completamente vazia, sem ninguém dançando. Sinto o desconforto varar meu corpo, mas quando Justin estende a mão, hesito apenas por um segundo antes de segurá-la. Ei, se ele quer dançar, então vamos dançar. É o mínimo que posso fazer, considerando o quão incrível esta noite está sendo. Você pode falar um monte de coisas de Justin Bieber, mas ele definitivamente é um homem de palavra. Passou a noite colado em mim, tomando conta das minhas bebidas, me esperando fora do banheiro, certificando-se de que não sou assediada por seus amigos nem pelas pessoas que conhecemos no bar.

- Sabe que essa música tem sete minutos, não sabe? - ressalto, ao pisarmos na pista de dança.

- Sei. - seu tom é descontraído. Linear. Mas tenho a estranha sensação de que está chateado com alguma coisa.

Justin não gruda o corpo no meu nem tenta se esfregar. Em vez disso, dançamos como vi meus pais fazerem, com a mão de Justin no meu quadril e a outra envolvendo minha mão direita. Descanso a mão livre em seu ombro, e ele abaixa a cabeça e aperta o rosto no meu. Sua barba por fazer cria uma sensação provocante em meu rosto, arrepiando meus braços nus. Quando inspiro, seu perfume almiscarado enche meus pulmões, e sinto uma leve vertigem. 

Não sei o que está acontecendo comigo. Me sinto com calor e excitada, é o álcool, digo a mim mesma. Tem que ser.

- Ryan está se divertindo. - comento, principalmente porque estou desesperada para me distrair de meus hormônios.

Justin segue meu olhar até a mesa lá atrás, onde Ryan está quase se fundindo em Aubrey, que está mordiscando seu pescoço muito ansiosas. - É. Acho que sim.

Seus olhos amendoados tem um olhar distante. Seu tom ausente deixa claro que não está interessado em bater papo, então fico em silêncio e me esforço para não me deixar afetar por sua masculinidade irresistível. Mas cada vez que sua barba arranha meu rosto, os arrepios pioram. E cada vez que sinto sua respiração em meu queixo, uma onda de calafrios desce por minha coluna. O calor de seu corpo invade o meu, seu cheiro me rodeia, e estou terrivelmente consciente de sua mão quente segurando a minha. Antes que eu possa me impedir, esfrego o polegar no centro de sua palma. 

A respiração de Justin se acelera.

É, tem que ser o álcool. Não tem outra explicação para as sensações varando meu corpo. A dor em meus seios, os músculos das coxas se enrijecendo e o vazio estranho dentro de mim. Quando a música termina, exalo um suspiro de alívio e dou um tão necessário passo para trás. 

Justin Bieber

Holly está pra lá de bêbada.

Mais do que isso, se recusa a ir para a casa. É uma da manhã, e a festa se mudou do bar para a minha casa, e, por mais que tente, não consigo convencê-la a encerrar a noite. É cada vez mais crucial que eu a leve de volta para o alojamento. Minha sala de estar está cheia de jogadores de hóquei e marias-patins, todos no mínimo no número oito da minha escala de bêbados: prestes a jogar a inibição pela janela e cometer erros terríveis. 

Chris acaba de arrastar uma Holly risonha para o centro da sala e os dois começam a dançar, com o volume do som estrondante.  Caminho resoluto até Holly e Chris e os separo à força, pousando a mão com firmeza no ombro de Holly. - Preciso falar com você! - grito por cima da música.

Ela faz beicinho. - Estou dançando!

- Estamos dançando! - reclama Chris, com a fala arrastada.

Jogo duro com meu colega de time. - Vai dançar com outra pessoa. - retruco. Como se estivesse só esperando a deixa, uma parceira de dança disposta aparece do nada e puxa Chris para seus braços. Chris esquece Holly, o que me permite arrastá-la para fora da sala sem mais reclamações.Passo a mão ao redor do seu braço, levo-a para o segundo andar e só solto quando alcançamos a segurança tranquila do meu quarto. - A festa acabou. - anuncio.

- Mas estou me divertindo. - reclama.

- Sei que está. - cruzo os braços. - Você está se divertindo demais.

- Você é mau. - com um suspiro exagerado, Holly se joga de costas na cama.

- Estou com sono.

Sorrio. - Vamos, vou levar você de volta para o alojamento.

- Não quero. - ela estica braços e pernas como se estivesse fazendo anjos de neve na minha cama. - Sua cama é tão grande e confortável. - então suas pálpebras se fecham, e ela fica imóvel, com um último suspiro profundo escapando de seus lábios. 

Sufoco um gemido quando percebo que está a segundos de pegar no sono, mas então decido que seria melhor deixá-la dormir aqui e levá-la para casa de manhã. Porque se eu a levar agora e ela tiver outro surto, não vou estar lá para mantê-la fora de problemas.

- Tudo bem. - digo, com um aceno de cabeça. - Fique aqui e durma, Bela Adormecida.

Ela bufa. - Isso faz de você o meu príncipe?

- Pode apostar. - vou até o banheiro e reviro o armário de remédios até encontrar um anti enjoo. Então sirvo um copo de água, sento na beira da cama e forço Holly a se sentar também. - Tome dois destes e beba a água toda! - ordeno, colocando os dois comprimidos na palma da mão dela. - Confie em mim, amanhã você vai me agradecer. 

Enfiar comprimidos e água goela abaixo de alguém não é novidade para mim. Faço isso com meus colegas de time o tempo todo. Sobretudo Ryan, que gosta de encher o caneco, e não apenas no seu aniversário.  Holly segue minhas instruções obedientemente, antes de cair de novo no colchão.

- Muito bem.

- Estou com calor. -  murmura. - Por que tá tão quente aqui? - meu coração literalmente para de bater, quando ela começa a tirar a calça jeans. O tecido se embola em seus joelhos, fazendo-a resmungar. - Justin! 

Tenho que rir. Com pena, me inclino para ajudá-la, puxando a calça de suas pernas e fazendo o possível para ignorar a pele lisa e sedosa sob meus dedos.

- Pronto. - digo, com voz firme. - Melhor?

Ahaaaammm. -  ela segura a bainha da camisa.

Puta merda.

Afasto os olhos e tropeço em direção ao meu armário para encontrar algo comque ela possa dormir. Pego uma camiseta velha, respiro fundo e me viro.

Holly está sem camisa.

Felizmente, está de sutiã.

Infelizmente, o sutiã é preto, rendado e transparente, e tenho uma visão perfeita de seus mamilos por trás do tecido transparente.

Não olhe. Ela está bêbada. 

Dou ouvidos à voz em minha cabeça e me proíbo de ficar encarando. E como por nada nesse mundo vou conseguir tirar esse sutiã sem gozar nas calças, enfio a camiseta por sua cabeça e torço para que não seja do tipo que odeia dormir de sutiã. 

- Me diverti muito hoje. - balbucia Holly, feliz. - Viu? Posso estar quebrada, mas ainda consigo me divertir. 

Fico imóvel. - O quê? - mas ela não responde. Suas pernas nuas chutam o cobertor, e Holly entra embaixo dele, ficando de lado com um pequeno suspiro. Desmaia em poucos segundos.

Franzindo a testa, saio do quarto e fecho a porta silenciosamente atrás de mim. As palavras de Holly ecoam na minha cabeça, mas não tenho a chance de refletir sobre elas, porque, assim que desço, Chaz e Ryan não perdem tempo em me arrastar até a cozinha para uma rodada de shots.

- É o aniversário dele, cara. - argumenta Chaz quando me oponho. - Você tem que tomar um shot. - acabo cedendo e aceito o copo. Nós três brindamos e viramos o uísque. O álcool queima minha garganta e aquece meu estômago, e agradeço a sensação de calor entorpecente que atravessa meu corpo. Passei a noite toda… Desligado. 

Estou em carne viva e à flor da pele, e, quando Chaz me serve outro copo, não me oponho.

Com o terceiro, já não estou mais pensando em como me sinto confuso.

Depois do quarto, já não penso mais em nada. 

São duas e meia da manhã quando finalmente arrasto meu corpo bêbado para o segundo andar. A festa perdeu o fôlego. Chaz e April estão deitados no sofá com em um emaranhado de braços e pernas nuas. Passo pela cozinha e vejo Chris dormindo na bancada, ainda abraçando uma garrafa de cerveja vazia. Ryan sumiu em seu quarto há um tempo com Aubrey, e, ao passar pela porta, ouço o tipo de gemidos e sussurros que me dizem que eles estão bem acordados. 

Meu quarto está tomado pelas sombras quando entro. Pisco algumas vezes, e logo meus olhos se acostumam com a escuridão e se deparam com um montinho na cama no formato de Holly. Estou muito cansado para escovar os dentes ou seguir meu próprio regime de prevenção de ressaca, simplesmente fico de cueca e deito ao lado dela. 

Tento ser o mais silencioso possível ao me ajeitar, mas o farfalhar dos lençóis a faz se mexer. Um gemido suave vara a escuridão, e então Holly gira e pousa a mão quente contra o meu peito nu.

Fico rijo. Digo, meu peito fica rijo. Lá em baixo, estou mais mole que um pudim. Isso é o que chamo de pau de uísque, o que é muito triste, considerando que só tomei cinco doses. Cara, eu e álcool realmente não combinamos. 

Mesmo que quisesse tirar proveito de Holly agora, seria um inútil completo. E merda, que coisa mais repugnante de se pensar. Nunca me aproveitaria dela. Arrancaria meu próprio pau fora antes de o forçar em alguém. Mas, aparentemente, só tem uma pessoa com boas intenções nesta cama hoje à noite.

Meu pulso dispara quando os lábios macios tocam meu ombro.

- Holly… - digo, com cautela.

Há um momento de silêncio. Uma parte de mim torce para que esteja dormindo, mas Holly joga essa esperança pela janela, murmurando: - Ahn? - sua voz é rouca e sensual pra caramba. 

- O que você tá fazendo? - sussurro. Seus lábios caminham do meu ombro até o pescoço, e então ela chupa minha pele subitamente febril, encontrando um ponto específico que envia uma onda de calor direto para o meu saco. Nossa. Meu pau pode não estar funcionando direito agora, mas isso não significa que não possa me excitar. E, cacete, não há palavras para descrever como estou excitado conforme a boca gulosa de Holly explora meu pescoço. 

Sufoco um gemido, tocando seu ombro para interrompê-la. - Você não quer fazer isso. 

- Nã-não. Você está errado. Quero sim.  - o gemido que vinha sufocando irrompe assim que ela sobe em cima de mim. Suas coxas firmes envolvem minhas pernas. Seu cabelo faz cócegas em minha clavícula à medida que ela se inclina para a frente. Meu coração dispara num galope acelerado.

- Pare de se fazer de difícil. - reclama.

E então me beija.

Ah, merda.

Eu deveria impedi-la. Muito, muito mesmo. Mas ela é quente e macia e cheira tão bem que não consigo pensar direito. Sua boca se move ávida sobre a minha, e a beijo de volta, ansioso, passando os braços ao redor dela e acariciando suas costas enquanto nossos lábios se colam. Holly tem gosto de piña colada e faz os barulhos mais sensuais que já ouvi, chupando minha língua com força como se não conseguisse se saciar. 

- Holly. - murmuro contra seus lábios famintos. - Nós não podemos. - ela lambe meu lábio inferior, então morde com força suficiente para provocar um rosnado vindo da garganta. Merda. Merda, merda, merda. Preciso descarrilar o trem da luxúria antes do ponto em que não tem mais volta.

- Amo o seu peitoral. -  sussurra, e, puta que pariu, agora está esfregando os seios contra meu peito, e posso sentir os mamilos através da camisa. Quero rasgar a porcaria da camisa. Quero enfiar esses mamilos eriçados na boca e chupar. Mas não posso. E não vou.

- Não. - enfio a mão em seu cabelo e agarro-o entre os dedos. - Nós não podemos fazer isso. Não hoje.

- Mas eu quero! - murmura. Eu te quero tanto. - Holly acabou de pronunciar as palavras que todo cara quer ouvir, eu te quero tanto , mas está bêbada, e não posso deixá-la fazer isso. Sua língua brinca em minha orelha, e meus quadris se erguem do colchão. Ai, caralho. Quero entrar nela. É necessária uma força sobre-humana da minha parte para afastá-la do meu corpo. Ela choraminga em protesto, mas quando toco suavemente sua bochecha, o gemido se transforma num suspiro feliz.

- Nós não podemos fazer isso. - digo rispidamente. - Você confiou em mim para cuidar de você, lembra? Bom, estou cuidando você. - não consigo ver sua expressão no escuro, mas ela parece surpresa ao dizer:

- Ah. - então se aconchega perto de mim, e fico tenso na mesma hora. Estou preparado para estabelecer as regras de novo, mas ela simplesmente se aninha contra o meu corpo e repousa a cabeça em meu peito. - Tudo bem. Boa noite.

Tudo bem? Boa noite?

Será que ela realmente pensa que vou ser capaz de dormir depois do que acabou de acontecer? Mas Holly não está pensando. Não, apagou de novo como se fosse uma lâmpada. E, à medida que sua respiração regular faz cócegas em meu mamilo, engulo outro gemido e fecho os olhos, fazendo o melhor para ignorar o tesão quente pulsando na virilha. Demoro muito, muito tempo para dormir.


Notas Finais


Não esqueçam de favoritar, comentar essas coisas. Assim eu tenho como saber que vcs estão curtindo a história.

Twitter: @BIEBERWHRE


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