História Listen To Your Heart - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Romance
Exibições 118
Palavras 3.474
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, desculpem a demora.

ATENÇÃO NOTAS FINAIS


tenham uma boa leitura!

Capítulo 17 - Você É Uma Pessoa Boa.


Holly Mitchel

A vida vai bem.

A vida vai maravilhosa, surpreendente e assustadoramente bem. Estas duas últimas semanas de namoro com Justin têm sido um borrão de risos, carinhos e sexo apaixonado, misturado com eventos da vida real, como aulas, estudos e jogos de hóquei. Justin e eu construímos uma conexão que me pegou de surpresa, mas, ainda que Aubrey continue me provocando por causa da súbita reviravolta da minha parte no que diz respeito ao cara, não me arrependo da decisão de oficializar as coisas com ele e ver onde elas vão dar. Até agora, tudo tem funcionado muito bem.

Meu telefone vibra logo antes da meia-noite, mas não estou dormindo. Na verdade, nem vesti o pijama ainda. No segundo em que cheguei em casa depois da aula, peguei alguns livros na biblioteca e voltei a estudar. Agora que Cass, meu monitor, complicou minha vida da forma mais egoísta e vingativa possível, coisas como "colocar o sono em dia", "relaxar" e "não entrar em pânico" não existem mais. Pelo próximo mês, serei praticamente um zumbi, a menos que encontre, magicamente, um jeito de conciliar faculdade, muitos estudos, Justin e arrumar um emprego sem ter um colapso nervoso. Baixo o livro e dou uma olhada no celular. É Justin.

Não consigo dormir. Acordada?

Tá com segundas intenções?

Não. Quer que esteja?

Não, tô estudando. Totalmente estressada.

Mais uma razão pra segundas intenções.

Pode ir sossegando o facho, cara. Porque você não consegue dormir?

Tudo dói.

Sinto uma onda de pena tremular em minha barriga. Justin tinha ligado mais cedo para dizer que eles perderam o jogo, e aparentemente ele levou umas pancadas feias esta noite. Da última vez que conversamos, ainda estava botando bolsas de gelo pelo corpo inteiro. Estou com muita preguiça de digitar, então ligo, e Justin atende no primeiro toque.

Sua voz rouca preenche meu ouvido. - Oi.

- Oi. - eu me recosto contra o travesseiro. - Desculpa não poder ir até aí beijar todos os seus dodóis, mas estou estudando.

- Tudo bem. Só tem um dodói que quero que você beije, e você parece distraída demais para isso. - ele faz uma pausa. - Tô falando do meu pinto, viu?

Contenho uma risada. - É. Entendi. Não precisa explicar.

- Como vai com o cara da monitoria?

- Um saco, ele cada vez mais cobra muito de mim, de toda a turma... Estou exausta.

- Uh, que imbecil!

- Bota imbecil nisso! - suspiro. - Esqueci de perguntar, seu pai voltou a ligar pra você?

Uma pausa. - Sim.

- Tocou no assunto do dia de Ação de Graças de novo?

- Sim, e não. - o ouço limpando a garganta. - Coloca no viva voz, quero ouvir você cantar.

Meu coração está apertado de emoção, mas tento esconder a reação, adotando um tom descontraído. - Quer que eu cante uma música de ninar, coisinha linda da mamãe?

Ele ri - Parece que meu peito foi atropelado por um caminhão. Preciso de uma distração.

- Tudo bem. - pressiono a tela onde viva-voz liga. - Sinta-se livre para desligar se ficar entediado.

- Linda não há nada em você que me deixe entediado.

Justin Bieber, meu galanteador pessoal.

Coloco meu livro no colo e canto uma música desde o início. Minha porta está fechada, e, embora as paredes do quarto sejam finas, não me preocupo em acordar Aubrey.

- Ainda aqui, sabia?

A voz de Justin me assusta. Então rio, porque sinceramente tinha me esquecido de que ele estava na linha. - Não consegui colocar você para dormir, né? Não sei se deveria me sentir lisonjeada ou insultada.

- Lisonjeada. Sua voz me dá calafrios. É impossível dormir.

Sorrio, mesmo que ele não possa me ver.

- Bom vou desligar agora, eu vou voltar aos meus estudos e, você precisa ir dormir, cara.

- Mitchel, espere. - ele chama, antes que eu possa desligar.

Tiro o telefone do viva-voz e o levo ao ouvido. - O que foi? - sou recebida pela pausa mais longa do mundo. - Justin? Você está aí?

- Hmm, estou. Desculpa. Ainda aqui. - uma respiração pesada corta a chamada. - Vem comigo para o dia de Ação de Graças?

Fico paralisada. - Sério?

Outra pausa, ainda maior que a primeira. Chego a achar que vai retirar o convite. E acho que não ficaria chateada se o fizesse. Eu ainda não sei se estou preparada para conhecer a sua família, ou melhor só uma parte dela.

- Vem comigo?

- Claro que vou!

***

A casa do pai de Justin não é a mansão que eu esperava, mas uma casinha geminada de arenito vermelho, localizada na própria Califórnia. O bairro, no entanto, é lindo, e não posso deixar de admirar a fileira de casas belíssimas do século XIX, as calçadas de tijolos e os antigos postes de lampião a gás ladeando as ruas estreitas.

Justin mal fala uma palavra durante o trajeto de duas horas até a cidade. A tensão emana de seu corpo sob a sua roupa casual chique, o que só me faz ficar mais nervosa. O tecido caro envolve seu corpo musculoso como algo saído de um sonho, e nem a cara feia constante é capaz de reduzir sua sensualidade. Aparentemente quando Jeremy Bieber, descobriu que o filho iria acompanhado, fez questão que um jantar de Ação de Graças se tornasse um evento do ano, o que me obrigou a usar um vestido azul de festas. O tecido sedoso vai até o joelho, e combinei com sapatos prateados de salto dez que fizeram Justin sorrir quando apareceu à minha porta, pois segundo ele agora talvez fosse capaz de me beijar em pé sem ficar com torcicolo.

Somos recebidos à porta não pelo pai de Justin, mas por uma morena bonita num longo vermelho. 

- Justin! - cumprimenta a mulher, calorosamente. - Que bom conhecer você. Finalmente.

Justin responde com um brusco, mas educado: - Bom conhecer você também, Chelsey!

- E você de ser a namorada de Justin.

- Holly. - comprimento-a apertando a sua mão.

- Muito prazer. Seu pai está lá dentro esperando por vocês! - Chelsey nos informa. - Ele está muito ansioso.

Aperto a mão do meu namorado, num aviso silencioso para ser gentil. O interior da casa é muito maior do que parece pelo lado de fora. Passamos pela sala de visitas, e pela sala de jantar, antes de chegarmos a uma espécie de escritório. Penso na casa apertada dos meus pais em Las Vistas, e em como aqueles míseros três cômodos quase os faliram, e sinto uma onda de tristeza. 

Assim que entramos, o pai de Justin está numa poltrona marrom, equilibrando um copo com um líquido âmbar no joelho. E eu tinha que admitir, Justin era a sua cópia fiel. Não tinha o que tirar nem o que botar, eram esculpidos em carraras. 

- Jeremy, esta é Holly! - Chelsey me apresenta, animada, sentando no sofá estofado de dois lugares ao lado da poltrona de Jeremy.

- Prazer em conhecê-lo, sr. Bieber. - cumprimento, educada. Ele aperta a minha mão, e me lança um sorriso confortável. 

Justin por um lado, se mantém afastado, como se não estivesse se sentindo confortável a toda essa situação, e eu me pergunto se é por minha causa, se é porque estou conhecendo alguém de sua família. Chelsey faz com que nós sentíssemos agradáveis, sempre nos oferecendo algo para comer ou beber. Já Jeremy se empolga um pouco em saber mais sobre mim. 

***

Enquanto os rapazes conversam sobre eles mesmo, vendo que eu sobrara, me ofereci para ajudar Chelsey que me leva até uma cozinha grande e moderna, com utensílios de inox e bancadas de mármore preto. Os cheiros deliciosos estão mais fortes aqui, e vejo travessas cobertas de papel alumínio sobre a bancada suficientes para alimentar todo um país de Terceiro Mundo. 

- Você fez tudo isso? - exclamo.

Ela se vira com um sorriso tímido. - Fiz. Adoro cozinhar, mas Jeremy raramente me dá a chance. Prefere jantar fora. - Chelsey coloca um par de luvas antes de abrir a porta do forno. - Então, há quanto tempo você e Justin estão juntos? - pergunta, puxando conversa e colocando a enorme travessa de peru sobre a grelha do fogão.

- Um mês, mais ou menos. - observo enquanto ela levanta o papel-alumínio, revelando a enorme ave. - E você e o sr. Bieber?

- Pouco mais de dois anos! - seu tom de voz me faz sorrir.

- Jeremy estava um pouco afobado, por Justin ter aceitado o pedido dele para vir passar o dia de Ação de Graças conosco. - ela pega um pacote de molho e derrama sobre o peru, já pronto. - Só faltou os irmãozinhos dele, mas tiveram que viajar.

- É uma pena, eu adoraria conhecê-los!

- E eles adorariam conhecer você.

- Acho que está pronto! Você poderia me ajudar a levar todas essas travessas para a mesa, querida? - apenas assenti, sorrindo para ela.

Justin Bieber 

O jantar estava delicioso, a noite estava agradável. Pela primeira vez eu vejo que me aproximar do meu pai foi uma das decisões mais certas que eu já tomei na minha vida. A nossa conversa tinha me deixado mais aliviado, e mais sensível também. Meu pai sempre me amou, e eu como um grande covarde, me afastei dele por meros erros do próprio para com a minha mãe, e eu também havia sofrido. Todo mundo idealiza que seus pais tem de está juntos para sempre, mas nunca visam que muitas vezes é a obra do destino, se é para o bem deles que se separem, e se um faz o outro sofrer que se separem duas vezes. E esse foi o caso dos meus pais. Eu como um filho super protetor da minha mãe, tomei as suas dores, e acabei vendo o meu pai como um filho da puta. Tendo raiva de todas as suas atitudes, e odiando toda vez que ele queria se aproximar de mim. Porém agora com Holly, ajudando-a a superar seu trauma, vi que todo mundo merece uma chance. 

- Como vai a faculdade, filho? - pergunta meu pai, enquanto adiciona mais uma colherada de salpicão ao seu prato. - E o time?

- Ah está ótimo, a temporada de jogas está sendo bem cansativo. 

- E dolorosa! - acrescenta Holly, e meu olhar se volta para ela, que sorri para mim. Minha mãe escorrega pela sua perna, acariciando-a em um pedido silencioso de desculpas, por tê-la deixado de lado. 

- Espero que esteja se cuidando direito rapaz. - alerta meu pai!

- Estão cuidando direitinho de mim, pai! - sorriu. - Alguém aqui tem mãos milagrosas. - e Holly solta uma risadinha gostosa. 

- Acho que está na hora! - despeja Chelsey. O que me faz franzi o cenho pelo sorriso bobo que meu pai tem no rosto.

- Bom, eu queria muito que seus irmãos estivessem aqui, mas não sabemos quando você poderá ter outra folga entre a faculdade e os jogos. - suspira. - Eu vou me casar! - meu queixo cai, e Holly tem as mãos ao redor da boca. - Eu e a Chelsey vamos nos casar. - ele segura a sua mão, e eles se beijam.

- Então vamos brindar! - e todo nós caímos na risada, comemorando sobre tudo. O casamento do meu pai, meu namoro com a Holly, e por fim a felicidade de todos nós. 

***

Mesmo depois de muitas insistências do meu pai e de Chelsey, eu e Holly achamos melhor voltarmos para a UCLA, atrapalhar era a nossa ultima intenção. 

- Foi tudo meio... Intenso? - falo para Holly, assim que adentramos na auto estrada.

- Eu achei incrível. Ainda mais depois que você saio do escritório do seu pai com os olhos brilhando. 

- Obrigado! - pego a sua mão e beijo o dorso dela, nunca retirando os olhos da pista.

- Não tem o que me agradecer, você me ajudou, eu apenas estou fazendo o mesmo! 

- Apenas te ajudei?! Achei que você me amasse. - fingi desapontamento.

- Seu bobo, você entendeu o que eu quis dizer. - ela me dá um tapa no braço, o que não causa nenhum efeito sobre mim. - E a propósito, eu te amo. - meu peito se aquece, e eu agarro a sua mão novamente, colocando-a sobre o meu coração, mantendo um sorriso bobo na cara. 

- Para o carro. - diz Holly. - franzo a testa. Estamos bem num trecho escuro da estrada, e, muito embora não haja outros carros à vista, não gosto da ideia de parar no meio do nada. 

- Por quê?

- Porque quero beijar você e não posso fazer isso enquanto seus olhos estão na estrada.

Um sorriso involuntário surge em meus lábios. Ninguém nunca me pediu para encostar o carro para poder me beijar. Embora esteja exausto e sei lá mais o quê, a ideia de Holly me beijando agora soa como o paraíso na terra. Sem uma palavra, paro no acostamento, coloco em ponto morto e ligo o pisca alerta.

Ela se aproxima e segura meu queixo. Seus dedos delicados acariciam minha barba por fazer, então ela se inclina e me beija. Só um toque fugaz de seus lábios, antes de se afastar de leve e sussurrar: - Você é uma pessoa boa. - seus lábios fazem cócegas em meu nariz e beijam a pontinha. Ela me dá um beijinho na bochecha. - Você é honesto, bom e compassivo. - morde de leve meu lábio inferior. - Quer dizer, não me leve a mal, às vezes você é um idiota completo, mas é um tipo de idiotice tolerável.

Não posso conter um sorriso.

Nossa, como precisava ouvir isso. Suas palavras tocam aquele lugar aterrorizado em meu coração, e, à medida que a pressão em meu peito se dissipa, seguro sua cabeça por trás e a beijo com força. Minha língua penetra sua boca, e solto um gemido feliz, porque ela tem gosto de frutas vermelhas e cheiro de cereja, e adoro isso. Quero passar o resto da noite beijando essa mulher, o resto da vida, mas não esqueci de onde estamos no momento

Relutante, interrompo o beijo — exatamente quando a mão dela baixa em direção à minha virilha.

- O que você tá fazendo? - rouquejo, e em seguida gemo de novo, quando ela esfrega meu pau dolorido por cima da calça.

- Qual é a sensação?

Agarro sua mão para impedir seus movimentos. - Não sei se você tá ciente disso, mas estamos dentro do carro, no acostamento.

- Jura? Achei que estivéssemos num avião a caminho de Palm Springs.

Engulo uma risada, que se transforma num chiado quando a mulher provocante ao meu lado me acaricia de novo. Holly aperta a cabeça do meu pau, e meu saco se contrai, pequenas ondas de calor varando meu corpo. Ai, merda. Está longe de ser a hora de fazer isto, mas tenho que saber se está tão excitada quanto eu e não consigo conter minha mão quando ela desce até o seu joelho. Acaricio a pele macia de sua coxa antes de deslizar a mão sob o vestido. Encosto na calcinha e solto um gemido quando sinto o tecido úmido na palma da minha mão. Está molhada. Molhada de verdade. 

De alguma forma, consigo puxar a mão de volta. - Não podemos fazer isso.

- Por que não? - um brilho travesso se acende em seus olhos, o que não me surpreende, porque estou descobrindo depressa que Hannah é super aventureira quando confia em alguém e se permite baixar a guarda.

E ainda me surpreende que ela confie em mim.

- Qualquer um pode passar por nós. - faço uma pausa significativa. - Até uma viatura da polícia.

- Então é melhor sermos rápidos.

Num piscar de olhos, ela abre a minha calça e enfia a mão na minha cueca. Na mesma hora, meus olhos reviram para o alto.

- Pro banco de trás. - explodo.

Seus olhos se arregalam e, em seguida, se enchem de prazer. - Sério?

- Porra, se a gente vai fazer isso, melhor fazer direito. - respondo, com um suspiro. - Mostre a que veio ou nem precisa vir!

A rapidez com que se lança no banco de trás me faz gargalhar. Rindo, abro o porta-luvas, pego uma tira de preservativos escondidos e me junto a ela. Quando vê o que estou segurando, fica boquiaberta. - Camisinha? Tudo bem, talvez eu esteja brava com isso, apesar de que, provavelmente, não deveria estar, porque é muito útil agora. Mas, sério? Você tem camisinha no carro?

Dou de ombros. - Claro. E se eu estiver dirigindo um dia e esbarrar com a Kate Upton enguiçada na beira da estrada?

Holly bufa. - Entendi. Esse é o seu tipo então? Louras peitudas com curvas de sobra?

Cubro seu corpo com o meu e apoio os cotovelos ao seu lado. - Não… Prefiro loiras peitudinhas. Enterro o rosto em seu pescoço e acaricio sua pele. - Uma em especial. Que, aliás, também tem curvas de sobra. - minhas mãos escorregam até sua cintura. - E quadris minúsculos. - deslizo-as por ela e aperto suas curvas. - E uma bunda boa de pegar. - enfio uma das mãos entre suas pernas. - E a buceta mais apertada do planeta.

Ela estremece. - Você tem uma boca tão suja.

- É, mas você ainda me ama.

Sua respiração falha. - Verdade. - seus olhos brilham para mim. - Eu te amo.

Meu coração quase explode enquanto essas três palavras maravilhosas pairam entre nós. Outras meninas já me disseram isso antes, mas desta vez é diferente. Porque é Holly quem está falando, e ela não é qualquer menina. E porque sei que, ao dizer que me ama, está falando de mim — Justin —, e não da estrela do time de hóquei da faculdade.

Ela me ama.

É difícil falar com o nó enorme que tenho na garganta. - Também te amo. -  é a primeira vez que digo a uma mulher que a amo, e a sensação não poderia ser melhor.

Holly sorri. Em seguida, puxa minha cabeça para me beijar, e, de repente, não estamos mais falando. Levanto seu vestido e baixo as calças. Nem tiro a calcinha, só empurro de lado, visto uma camisinha com uma das mãos e guio meu pau para dentro dela. Ela geme no instante em que a penetro. E não estava brincando quando falei que é apertada. Ela me comprime ao meu redor, e vejo estrelas, tão perto de perder o controle que tenho que me esforçar para não chegar ao clímax.

Já transei com garotas dentro do carro antes.

Nunca tinha feito amor com uma.

- Você é tão linda. - murmuro, incapaz de tirar os olhos dela.

Começo a me mover, morrendo de vontade de ir devagar e fazer isso durar, mas estou dolorosamente ciente de onde estamos. Um bom samaritano — ou pior, um policial — pode ver o Jeep e achar que precisamos de ajuda na estrada, e, caso decida se aproximar, vai ter uma boa visão da minha bunda, os quadris metendo e os braços de Holly segurando minhas costas.

Além disso, a posição restringe meus movimentos. Tudo o que posso fazer é dar estocadas rápidas e superficiais, mas Holly não parece se importar. Produz os ruídos mais sensuais à medida que me mexo dentro dela, suspiros sussurrados e gemidos trêmulos, e, quando acerto um lugar específico, geme tão alto que tenho que apertar minha bunda para não gozar. Posso sentir o orgasmo se aproximando, mas quero que ela goze também. Quero ouvi-la gritar e me apertar com espasmos em volta do meu pau.

Coloco a mão entre nós, com o polegar em seu clitóris, esfregando de leve. - Mostra pra mim, gata, - sussurro em seu ouvido. - Goza pra mim. Quero ver você gozando no meu pau.

Ela aperta os olhos com força, os quadris se erguendo para atender minhas estocadas apressadas, então grita de prazer, e gozo com tanta força que minha visão falha e minha mente se parte em milhões de pedaços. Quando o prazer avassalador finalmente se dissipa, percebo a música que está tocando.

Abro os olhos. - Você baixou música Country de novo?

Ela torce os lábios. - Não…

- Aham. Então, por que está tocando ‘Carry On Wayward Son’? - pergunto.

Ela faz uma pausa, em seguida, solta um grande suspiro. - Porque gosto. Pronto. Falei.

- Sorte a sua que te amo, - aviso. - Senão nunca aceitaria isso.

Holly sorri. - Sorte a sua que eu te amo. Porque você é um idiota completo, e não tem um monte de meninas por aí que aguentariam.

Ela provavelmente tem razão quanto à parte do idiota.

E, sem dúvida, está certa quanto à sorte.


Notas Finais


então gente, eu estava pensando em postar em um dia fixo da semana, o que vcs acham de ter att toda quarta feira? Bom, é o dia em que eu to "mais livre", e o capítulo já está meio caminho andando, então na quarta é só o tempo de dar uma revisada e vir postar! É com vcs agr.

*se eu tiver tempo pode haver duas atts durante a semana*

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