História Listen To Your Heart - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Romance
Exibições 151
Palavras 3.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom, primeiramente eu gostaria de fazer uma observação! Antes na história o pp jogava basquete, porém eu troquei, para hóquei. Era so isso msm.

Boa leitura!

Capítulo 9 - Isso É Uma Provocação?


Faziam seis meses que eu acabara de virar namorada oficial de Logan Tucker, estudávamos na mesma escola, porém não tínhamos nada em comum, só a minha paixão por ele desde os meus quatorze anos, então no ultimo ano escolar, minha melhor amiga havia me dado uma força para falar com ele, desde então ficamos amigos e agora estamos nós, namorando firmemente. Logan era um cara legal, o genro dos sonhos, sempre um cavalheiro comigo, mas quando era apenas nós dois juntos em um quarto ele mudava totalmente, claro, até eu mudava, transávamos, fazíamos algumas posições que eu aceitava e até tinha começado a gostar de fazer sexo oral. Mas Logan tinha pegado uma nova onda de querer tirar fotos minhas nuas ou até gravar nossos atos libidinosos, bom já que ele era meu namorado e afirmara que ficaria penas com as fotos para o seu bel prazer, porque não?! Não havia vergonha em meu olhar a cada clique que ele dava, chupando o seu pau, clique, nua estendida na cama, clique, sentada sobre o seu colo enquanto era preenchida pelo seu pênis, clique. Eram nossas fotos favoritas segundo ele, porém em algum deslise pessoas aleatórias estavam recebendo essas tais fotos, até os meus pais, e de repente Tuckson ficou pequena demais para mim e meus transtornos por ser vítima de assédio moral ficaram grandes.

Justin Bieber

Adoro aquele momento logo antes de acordar, quando as finas teias de aranha em meu cérebro se tecem para formar um novelo coerente de consciência. É o cúmulo do "Onde estou?". Aquele momento desorientado e nebuloso em que metade dos meus neurônios ainda estão perdidos em seja qual for o sonho que estou tendo. Mas, esta manhã, tem alguma coisa diferente. Meu corpo está mais quente do que o normal, e me dou conta de um cheiro adocicado. Morango, talvez? Não, cereja. Definitivamente cereja. E algo pinicando embaixo do queixo, algo macio e duro ao mesmo tempo. Uma cabeça? É, tem uma cabeça aninhada na curva do meu pescoço. E um braço fino por cima da minha barriga. Uma perna quente enganchada na minha coxa, e um seio macio descansando no lado esquerdo do meu peitoral. Abro os olhos lentamente e encontro Holly aconchegada em mim. Estou deitado de costas, os braços em volta dela, segurando-a com força junto ao meu corpo. Não admira que meus músculos estejam tão rígidos. Será que passamos a noite inteira assim?

Lembro-me dela pedindo para parar, em seguida desabar em um choro agudo, nunca havia visto uma garota chorar tanto como ela havia feito noite passada, pedi-lhe mil desculpas incansavelmente a noite inteira, mas ela insistia em dizer que não tinha nada haver comigo ou o que tínhamos feito. Foi então que ela abriu a boca e disse: "Não consigo tocar em nenhum homem sem pensar no que me aconteceu" . Mas eu havia insistido em ajudá-la e perguntei o que tinha acontecido, e novamente com a voz fraquinha devido ao choro ela respondeu: "Meu ex namorado divulgou nossas fotos íntimas". Já tinha houvido falar em mulheres que tivessem suas fotos ou vídeos íntimos divulgados na internet pelos próprios parceiros, mas eu me perguntava porque caralhos eles faziam isso, eles eram algum tipo de babacas específicos?! Só poderiam. Incapaz de se acalmar e murmurando frases positivas Holly continuava a chorar, e eu era incapaz de deixá-la nesse estado, ainda mais sozinha, mandei uma mensagem a Ryan avisando que não dormiria em casa essa noite. A sua resposta foi imediata, avisando que também faria o mesmo.

Lembro de estarmos em lados opostos da cama quando peguei no sono, tão distantes que até esperava encontrá-la no chão ao acordar. Mas, agora, estamos emaranhados nos braços um do outro. É gostoso. Também não a solto. Estou completamente acordado agora, respirando o cheiro dela e desfrutando do calor do seu corpo. São sete da manhã. Só tive quatro horas de sono, mas me sinto estranhamente descansado. Em paz. Não estou pronto para deixar esse sentimento ir embora ainda, então fico ali, deitado, com Holly em meus braços, ouvindo sua respiração estável e tranquila.

- Você está duro? - a voz horrorizada de Holly corta o silêncio sereno. Ela senta num sobressalto, e logo cai de volta no colchão. É isso aí, a senhorita Piadista se desequilibra deitada, porque ainda está com a perna enganchada nas minhas coxas. E sim, definitivamente tem algo acontecendo lá nos países baixos.

- Relaxa. - digo numa voz sonolenta e grave. - É só meia-bomba matinal.

- Meia-bomba matinal? - repete ela. - Ai, meu Deus. Você é tão...

- Homem? - sugiro. - Sou sim, e é isso que acontece com os homens de manhã. Pura biologia, Mitchel. Acordamos duros. Se isso faz você se sentir melhor, não estou com o menor tesão neste momento. - dou uma risadinha para descontrair. 

- Tudo bem, vou aceitar sua justificativa biológica. - ela parecia outra pessoa, diferentemente de ontem a noite ela estava de bom humor, como se toda a sua tristeza tivesse se dissipado no seu sono sereno. Assim que ela se afasta, sinto uma sensação de perda. Já não estou quente e aconchegado, mas frio e sozinho. 

- Por favor, não conta a ninguém sobre isso. - ela implorou.

- Não era necessário nem pedir. - me sentei na cama. - Que tipo de cara você acha que eu sou? - pergunto-lhe e ela apenas me dá um sorriso que eu não sei o que significa. 

***

Funcionando a base de cinco horas de sono, estou na aula, que se concentra a base de algumas questões bem pesadas, nem preciso dizer que a próxima meia hora é bem deprimente. Chego em casa por volta das sete da noite, morto de fome e sono para ressaltar. Sentado na bancada da cozinha, começo a trabalhar em algumas teorias relacionadas a aula de hoje.

- Pergunta! - anuncio enquanto Chris caminha até a cozinha. 

- Resposta! - devolve ele na mesma hora.

- Não fiz a pergunta ainda, idiota.

Sorrindo, ele lava as mãos na pia e amarra um avental rosa-choque na cintura. A aberração cheia de babados foi um presente de aniversário que Ryan, Chaz e eu demos a ele de brincadeira, dizendo que se ia ser a mãe da casa, deveria se vestir para o papel. Chris rebateu insistindo que ele é macho o suficiente para dar conta de qualquer peça de roupa que colocarmos na frente dele e agora usa o maldito avental como um distintivo de honra masculina. 

- Tudo bem, vou responder. - diz, a caminho da geladeira. - Qual é a pergunta?

- Certo, você é um nazista...

- Nazista o caralho - exclama ele.

- Deixa eu terminar, tá legal? Você é um nazista, e Hitler acabou de mandar você fazer uma coisa que vai contra tudo o que acredita. Você diz "Legal, chefe, vou matar todas essas pessoas para você' ou diz 'Vá se ferrar', correndo risco de morrer?"

- Mando ele se ferrar. - Chris faz uma pausa. - Na verdade, não. Meto uma bala na cabeça dele. Problema resolvido.

Solto um gemido. - Exatamente, né? Mas esse babaca aqui...-  aponto para o livro na bancada. -Acredita que o governo existe por uma razão, e os cidadãos precisam confiar em seu líder e obedecer às suas ordens para o bem da sociedade. Portanto, em teoria, existe um argumento a favor do genocídio.

Chris tira uma bandeja de coxas de frango do congelador. - Besteira. 

- Não estou dizendo que concordo com essa linha de raciocínio, mas tenho que argumentar segundo o ponto de vista desse cara.-  frustrado, corro a mão pelo couro cabeludo. - Odeio essa aula, cara.

Chris desembrulha a bandeja e a coloca no micro-ondas. - A segunda chamada é sexta-feira, né?

- É. - respondo, com tristeza.

Ele hesita. - Você vai jogar contra o Stanford?

Eu me alegro por um instante, porque hoje de manhã recebi a confirmação oficial do treinador de que definitivamente estarei na quadra na sexta-feira. Aparentemente, as notas só vão ser computadas na próxima segunda-feira, por isso, no momento, minha média ainda é o que precisa ser. Na segunda-feira, se minha nota em ética for cinco ou menos, vou ficar no banco até contornar as coisas. No banco. Puta merda. Só de pensar fico enjoado. Tudo o que quero é ganhar a temporada para o meu time de novo.  

- O treinador disse sim. - digo a Chris, que comemora batendo na palma da minha mão com tanta força que chega a arder.

- Assim que eu gosto! - exclama. Ryan entra na cozinha, um cigarro apagado pendurado no canto da boca.

- Melhor não fumar aqui dentro. - adverte Chris. 

- Estou indo lá para os fundos. - promete Ryan, porque sabe que é melhor não criar problemas com a proprietária da casa. - Só queria avisar a vocês que, hoje à noite, Birdie e os caras vão vir assistir ao jogo aqui em casa. 

Eu estreito os olhos. - Que caras?

- Você sabe, praticamente o time inteiro. E as namoradas, os que tem. - instintivamente, eu e Chris o olhamos e ele soube o que significava aquele olhar. - E a Aubrey também vem! - disse por vencido, e soltamos uma gargalhada sem fim. O forno apita, e Chris tira o frango descongelado e começa a preparar nosso jantar enquanto faço meu dever de casa na bancada. E não é que a cena toda é família pra caramba? 

Todos estavam se divertindo, bebendo a cerveja que trouxeram, e eu o meu whisky caro que o meu pai me deu de aniversário. Podia ouvir gemidos de frustração vindo de algumas namoradas dos caras do time, e pode ter certeza era uma noite bem legal. Até alguém bater na porta e eu ver que era a Chloe. Ah droga, a nossa conversa!

- Você está fugindo de mim? - ela caminhou até a entrada da sala, com uma posse de durona.

- Ahn, não!

- Não é o que parece. - me fuzilou com o olhar, ao perceber que a sala estava cheia de gente. - Você está dando uma festa e não me convidou?

- O que? Não! - puxei a sua mão em direção a escada. - Vamos conversar no meu quarto. - decretei. Ela não opinou apenas seguiu atrás de mim. - Escuta, eu estive pensando melhor.

- Nós vamos voltar! - minha garganta secou nesse momento, e eu tive que tomar um gole da bebida cor de âmbar.

- Chloe... - tentei ir devagar. - Nós... Nós não damos mais certo! - e não pude deixar de notar a sua feição triste, aquilo acabava comigo.

- Desde quando? - perguntou ressentida.

- Desde quando o que?

- Desde quando, você não me ama mais? - soluçou.

- Não é isso! Chloe, você é incrível, todos esses anos foram incríveis com você. Só que... - fechei os olhos. - O nosso relacionamento já estava saturado a muito tempo, você não acha? Você é nova, com certeza vai encontrar alguém que te ame e dedique cem por cento do seu tempo com você! - seus ombros balançavam, os soluços eram mais altos. Bem que eu imaginei que quando as tais palavras fossem ditas alguém sairia chorando.

Com um fio de voz era falou. - Me diz o que eu fiz de errado.

- Você não fez nada de errado, pelo contrário, fez tudo certo. Vamos lá Chloe, eu nunca vi você se humilhar, não é nessa hora que você tem que fazer isso. - me aguachei a sua frente. - Você é linda! Quando namorávamos eu ficava puto por cada marmanjo que torcia o pescoço só para dar mais de uma checada em você. - e ela soltou uma risadinha. - Eu te amo, não vou esquecer de você nunca!

- Então porque tudo isso? - olhou fixamente nos meus olhos.

- Porque eu acho que está na hora de cada um viver realmente a sua vida, em função um e do outro. - fui sincero.

- Você jura que não há outra garota nessa história? 

- Eu não estou terminando com você por causa de outra garota. - ela suspirou, e caminhou até a porta, me deixando parado, aguachado diante da cama. - Mas Chloe... - ela se virou olhando para mim. - Eu beijei uma garota ontem a noite! - Chloe apenas fechou os olhos, balançou a cabeça e saiu batendo a porta. Droga! Desci as escadas disposto a beber e esquecer que eu acabara de magoar alguém.

- Ei Chris, tira o olho de cima da minha amiga. - escutei a voz da Aubrey, e assim que apareci na sala pude vê-la sentada no colo do Ryan, e a sua amiga, Holly estava sentado no sofá ao lado, com Chris ao seu encalço, não soube dizer o que eu senti naquele momento, mas era todas as sensações misturadas ao mesmo tempo. - Ih olha só quem apareceu. 

- Olá meninas! - não disfarcei, sentei ao lado da Holly, e coloquei o braço atrás da sua cabeça, no encosto do sofá. A olhei de perfil, seu nariz afilado e sua boca carnuda algo me fez pensar nesses lábios encostados nos meus, e senti uma fisgada nas minhas bolas. Ótimo, tudo o que eu precisava era de uma ereção. 

- Justin, eu soube que estava com problemas em ética! - Aubrey falou, e eu dei graças a Deus por alguém chamar a minha atenção, ou a situação iria piorar se eu continuasse olhando para essa garota ao meu lado. 

- Sim, eu tenho que tirar uma nota absurda para continuar a jogar ou algo assim. - murmurei, tomando um gole do whisky.

- Sério? - e mais uma vez houve uma fisgada, merda minhas bolas iriam ficar azuis. - Eu... Eu posso te ajudar, se quiser. 

- Jura? - não pude fingir o contentamento na minha voz.

Bom era ridículo se ninguém soubesse o que se passava quando eu fechava a porta, mas a verdade seja dita, duas garotas lindas entrando no meu quarto em menos de meia hora, bati o recorde. Mas não havia nada sexual envolvido. Holly havia se oferecido pra ser uma tutora em ética, e como eu não estava em condições de negar ajuda, e muito menos eu não queria recursar, puxei-a pelo braço para lhe mostrar a redação na qual eu tinha feito essa noite.

-Muito bom. - admite. E não é que experimento uma explosão de orgulho? Trabalhei pesado nessa redação sobre o nazismo, e o elogio de Holly não só me agrada, como confirma que estou melhorando nesse negócio de me colocar no lugar de outra pessoa.

- Na verdade, está muito bom mesmo! - acrescenta, relendo a conclusão.

Solto um arquejo fingido. - Nossa. Isso foi um elogio?

- Não. Retiro o que disse. Está uma merda. - disse brincalhona. 

- Tarde demais.  - abano o dedo para ela. - Você me acha inteligente.

Ela solta um suspiro pesado. - Você é inteligente quando se aplica. - e faz uma pausa. - Tá legal, acho que isso deve ser uma coisa meio horrível de dizer, mas sempre achei que a faculdade fosse mais fácil para atletas. Academicamente, quero dizer. Você sabe, eles distribuem dez porque vocês são muito importantes.

- Quem me dera. Alguns professores da Stanford nem leem os trabalhos de alguns caras que eu conheço, só dão dez e entregam de volta. Mas os da UCLA nos fazem dar duro. Bando de idiotas.

- Como você está se saindo nas outras matérias?

- Dez em tudo, e um seis safado em história da arte, mas isso vai mudar quando entregar o trabalho final. - sorrio. - Acho que não sou o atleta burrão que você achou que eu fosse, hein?

- Nunca achei que fosse burrão. - ela me mostra a língua. - Achei que fosse um babaca.

- Achou? - ataco seu uso do pretérito. - Isso significa que admite que errou em seu julgamento?

- Não, você ainda é um babaca. Eu estava aqui, quando a sua ex namorada saiu.- Ela sorri. - Mas pelo menos é inteligente.

- Inteligente o suficiente para gabaritar a segunda chamada? - Minha animação se esvai assim que termino a pergunta. A segunda chamada é amanhã, e estou começando a ficar preocupado de novo. Não tenho certeza de que estou pronto, mas a confiança de Hannah alivia um pouco a minha dúvida.

-Com certeza! - me assegura. - Contanto que mantenha seu próprio preconceito de fora e se atenha ao que os filósofos fariam, acho que vai se sair bem.

- É bom mesmo. Preciso muito dessa nota, Holly.

Sua voz se suaviza. - O time é tão importante assim pra você?

- É a minha vida! - digo, simplesmente.

- Sua vida? Uau. Você está colocando muita pressão em si mesmo, Justin. - Holly estreita os olhos. - E você me disse que ama o hóquei. 

- Amo, de verdade. - minha voz sai rouca. - Quando estou no gelo, é o único momento em que me sinto… vivo, acho. E acredite em mim, vou fazer o que for preciso pra chegar aonde quero. Eu… merda, não posso falhar.

- E se acontecer? - ponderou. - Qual é o seu plano B? 

- Não tenho. - franzi a testa.

- Todo mundo precisa de um plano B. - insiste Hannah. - E se você se machucar e não puder mais jogar?

-Não sei. Acho que seria treinador. Ou talvez comentarista esportivo.

- Tá vendo, então você tem um plano.

- Acho que sim. -fito-a com curiosidade. - Qual é o seu plano B? Se não der certo como designer de moda?

- De moda? Eu não penso em ser uma designer de moda ou coisa assim. - seus olhos brilharam. - Eu penso em abrir uma própria editora. - sorriu. E eu tive vontade de perguntar se esse era o seu sonho. Ela deixa escapar um suspiro exasperado, e uma mecha de cabelo claro se solta de seu rabo de cavalo e cai sobre a testa. Sem pensar, estico o braço e ajeito a mecha atrás da orelha. A tensão instantânea em seus ombros me faz franzir os lábios. 

- Você não pode fazer isso. Ficar toda tensa quando toco em você. 

Vejo o pânico em seus olhos. - Por que você iria tocar em mim?

- Porque vamos brevemente estar num encontro. Você não me conhece? Sou cheio de mãos. Ela morde o lábio, e sua agitação transparente apenas me faz provocá-la ainda mais. - Ah, e talvez eu beije você também. - ela bufou. - O que foi? - estreito os olhos. - Ah merda, eu beijo mal?

- Não!

- Então vem cá! - reduzo a voz para um tom grave e sedutor.

 

 

 

 


Notas Finais


Vcs viram pelo o que a Holly passou? Pois é, isso é mt sério, e a cada dia mais várias pessoas, não falo só mulheres vem sofrendo esse tipo de crime. Esse assunto ainda vai render bastante, isso só foi mais pra vcs entenderem oq realmente aconteceu!

Talvez tenha capítulo amanhã, eu ainda não conclui, mas se eu continuar nesse pique é provável que sim.

Twitter: @BIEBERWHRE


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