História Listen your heart - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Doggo, Flowey, Frisk, Greater Dog, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Frisk, Sans, Undertale
Exibições 24
Palavras 2.388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Heya!

*Faca passa voando ao meu lado*

Sei que demorou pra sair um novo cap, mas é que eu queria entrar nas férias pra poder escrever!

Bem, eu ainda não cheguei nas férias, porém como terminei o cap, eu pensei em enviar 😜

É só isso mermo e boa leitura ❤

Capítulo 8 - The end of the ruins and the beginning of a new journey


Fanfic / Fanfiction Listen your heart - Capítulo 8 - The end of the ruins and the beginning of a new journey

[Sans P.O.V ON] 

Estava correndo ansioso para chegar nela, mas... Do nada as flores do caminho começam a crescer e me encurralar, suas pétalas começam a abrir mostrando grandes dentes brancos e afiados, além de deixar um líquido grudento cair.. 

- O que-- Olho pro chão e minha pernas estão presas nesse líquido, tento sair, mas não consigo e volto a olhar as flores, com medo fecho as orbes fortemente e quando as abro novamente vejo que agora a flor estava com as pétalas abertas e... Uma LINGUA!- O que?- Repito e ela começam a me lamber e fazer cócegas, não aguento e começo a rir, até... Tum... Abri minhas orbes novamente e vejo um chão de madeira fria, viro um pouco o rosto e vejo o cãozinho em cima de minha cama latindo pra mim, passo minha mão no rosto e sinto ele todo babado. - Argh! Seu cão maldito! Você me babou todo! Para de latir e me deixa dormir!- Me levanto indo pro meu colchão e jogando o cão no chão, por contra partida ele me puxou pelo meu casaco azul e me tacou no chão novamente.- Ai! O qcorado porê quer, seu cão chato! 

- Harf!- Latiu e apontou para a porta. 

- An? Você quer que eu te siga?- Fez sim com a cabeça.- Ann.. OK..- Segui o cão fazendo o minimo barulho, pois já estava tarde e papy já havia ido dormir. Ao sair de casa passei por Snowdin, por suas florestas e cheguei no grande portão, que estava lindo com o refletir de alguns feixes de luz que vinham da superficie. - Por... Por que me trouxe aqui garoto?- Ele foi a te o portão e depositou sua patinha nele.- Quer que eu bata?- Ele fez sim com a cabeça.-... OK.- Fui no portão e bati duas vezes nele. 

- Quem é?- Uma voz baixa e um pouco roca perguntou docemente, era a Lady. 

- Senhora. 

- Senhora quem? 

- Senhora pra dormir, Lady? 

- hehe...he...- Ela estava estranha.

- Tá tudo bem? 

- ...- Não respondeu, eu ia falar quando ela finalmente falou.- se um dia um humano passar por essa porta, você... Você pode me prometer que vai cuidar dele...? 

- Desculpe Lady, mas eu não gosto de fazer promessas... 

- por... favor...- Ouço sua voz tremula e baixa com leves cotejares no chão, ela estava chorando. 

- Eu... Eu acho que posso fazer uma exceção... Eu prometo...- "Mas apenas se ela for boa.." penso e logo consigo ouvir um obrigada quase inalditivel. Depois de algum tempo ela se foi e eu acabei dormindo lá mesmo. 

 *Sonho ON* 

 Eu acordei sentado em algum lugar olhando o horizonte de gramado verde e céu azulado. Olho em volta para localizar onde eu estou e percebo que estou sentado de baixo de uma árvore, o mesmo lugar que antes estava aquela garota que nunca consigo ver o rosto. 

- Hihi, parece que o senhor preguiça acordou!- Uma voz doce, calma e gentil falou e eu procurei de onde vinha, encontro ela sentada num galho do outro lado da árvore lendo o mesmo livro roxo de antes, mesmo tentando ainda não consigo ver seu rosto.- Se você espiar vai receber spoilers e spoilers não são legais! Hihi..- Falou em tom brincalhão, sua voz era tão relaxante e eu acho que foi por isso que não entendi a sua ultima fala.- Acalme-se pequeno esqueleto, logo suas perguntas todas serão respondidas, porém deve esperar e logo verá...- Ela fechou o livro e desceu do galho, no chão, quando foi tocado por seus pés, foi criadas varias flores diversas e enquanto ela caminhava até mim, flores douradas cresciam pelo tronco da árvore.- Sabe...- Ela se aproximou de mim com a mão que segurava o livro atrás das costas e a outra ela pôs em cima da minha.- Eu diria que...- Ela se aproximava cada vez mais.- você deveria ler esse livro!- sussurrou em meu ouvido (?) e deixou o livro de capa aroxoada em minha mão esquerda, deu algumas risadinha, provavelmente por minha reação de levar um pequeno susto e depois olhar-la com a espreção de "É serio?" e, foi andando em direção o horizonte, mesmo com toda essa aproximação eu não consegui ver seu rosto, me levanto e vou até ela com calma, pois sinto que não preciso correr e estava correto, já que ela logo parou e voltou-se para mim.- Sabe Sans, você anda muito esquecido nesses últimos 6 anos! Você deveria se lembrar!- folhas e pétalas voaram pelos ventos e a garota desapareceu com elas, mas suas palavras continuavam por lá "Você deveria se lembrar" isso me intrigou bastante... 

 *Sonho Off* 

 Acordo escutando passos vindos do grande portão, levanto-me o mais rápido possível e corro para trás de um dos arbustos e lá me escondo ouvindo apenas o som dos passos aumentar cada vez mais e mais, até... - My child, você entendeu tudo o que eu disse?- Era a voz da Lady. 

- Sim mãe!- Era aquela doce voz que ouvi cantando. "Não sabia que a Lady tinha uma filha..."- Ter cuidado, não falar com estranhos, ter cuidado, não esquecer do casaco de frio, ter cuidado...umm, ah! E ter cuidado.- Falou ela em tom brincalhão. 

- hehe, você se esqueceu do mais importante!- Disse com tom doce.- Que é... Ter cuidado, hihi... Mas, agora serio, seja, sempre, sempre, não importando o que acontecer, seja boa, my child! 

- Pode deixar mãe! É uma promessa!- Vejo o grande portão se abrir e de lá sair uma humana de blusa azul e rosa listrado, saia e meia calça preta? Não sei, botas marrons e uma bolsa, seus longos cabelos cobriam seus olhos, porém mostravam um largo sorriso em sua face morena, ela corria marcando suas pegadas na neve branca ao chão. - Eu prometo retornar..- Ouço ela sussurrar, enquanto o grande portão se fechava. Vejo sua silhueta disapareçer dentre a grande floresta de pinheiros centenários e decido fazer uma pequena brincadeirinha de "matar", me teleporto. 

 [Frisk P.O.V ON] 

*Naquela manhã*

- Frisk...- Escuto uma doce voz.- Frisk, my child, acorde.- Abro lentamente meus olhos e vejo minha mãe cabra colocando uma bandeja com suco e um pedaço de torta de caramelo e canela em cima do criado-mudo. 

- Bom dia, mãe.- Me espreguiço na cama e vejo Chara acordar com um leve susto e cair de cara no chão, pois ela dorme flutuando, afinal ela é uma fantasma (N/A: Ela só entra em sua alma quando da salve/ Frisk: Continua sendo estranho).- Heh.- Solto uma baixa risada e Chara me da lingua. 

- Porque da risada, my child?- Mamãe perguntou com um pequeno brilho nos olhos, "Droga, se eu falar que foi uma piada que ela fez ela vai querer saber qual foi e se eu falar da Chara ela vai me achar maluca! O que eu faço??". - Nada não, é só que eu amo sua torta de canela e caramelo.- Vejo ela dar um sorriso gentil em agradecimento, pensando bem eu nunca tinha falado que suas tortas são incríveis ou algo do tipo, apenas à agradecia. 

- Estarei esperando-lhe na sala, my child..- Saiu do quarto. 

- Que estranho... Chara, a gente vai sair pras ruinas? 

- Quê? Ta falando serio?- Falou incredola. 

- Sim, eu to!- pego o copo de suco. 

- Ou você é burra ou tem aminesia! A Toriel vai nós deixar ir embora das ruínas!- Me engasgo lembrando de ontem. 

- Cof Cof, é.. É verdade... Como pude esquecer... Eu to tão feliz e anisiosa... Assim como estou triste e já sinto saudade.. 

- Mas ainda nem saimos.- Afirmou.- Como já pode estar com saudades? 

- Ora, deixe-me! 

- Ih, ta começando a falar que nem a mamãe! Heh. 

- Claro! Moro 6 anos com ela!- Ponho as mãos na cintura. 

- Bem, morava.- Corrigi Chara e eu acabo ficando um pouco tristonha, então penso em algo. 

- Mas não tem que ser pra sempre!- Como a torta. 

- Ahn?- Pergunta confusa. 

- Nós podemos explorar o mundo a fora e depois voltar pra cá!- Explico. 

- Mas esse não era o plano desde o começo? 

- Ahn.... Tal..vez? 

- Não, pelo visto não.. Mas vamos mama esta nós esperando, lembra. 

- Verdade!- Falo saindo do quarto para sala e vejo-a na sala retirando o grande tapete e abrindo a portinha. 

- Esta pronta?- Ela pergunta com um sorriso preucopado. 

- Estou!- Falo transmitindo firmeza e assim dessemos juntas a escadaria até mais a fundo no subsolo, estávamos caladas e isso era meio constrangedor, pensei em algo para falar, mas nada me veio a mente. 

- My child, quando sair pelo portão eu quero que tenha cuidado, não fique falando com estranhos por ai, lá fora é muito frio então não se esqueça do casaco de frio e... Seja boa, minha filha.- Foi a primeira vez que ela me chama de filha, eu sempre sou chamada de "minha criança", mas eu não sou mais uma criança!- E, antes que eu me esqueça, eu tenho um último presente pra você senhorita!- Ela disse me dando um par de brincos com uma esfera transparente a qual mostrava uma pequena chama de fogo meio alaranjada.- Uma lembrança minha... 

- Obrigada, mãe! Eu prometo nunca vou perder ou retirar esse brinco!- Agradeço e abraço ela. Andamos mais um pouco e ela continuava a repetir para eu ter cuidado, até que chegamos a uma sala escura, onde havia um pequeno feixe de luz em direção a uma flor amarela que eu tanto conhecia. 

- Howdy!- Diz Flowey. 

- Essa flor! Deixe-me-- Mamãe havia preparado uma bola de fogo, porém eu a impedi. 

- Olá Flowey... O que quer?- Perguntei gentil, contudo olhando-o seria. 

- Uhn, nada de mais, apenas quero fazer uma perguntinha...- Diz ele olhando na direção de onde começa o feixe de luz. 

- Faça.- Falei calma. 

- Você esta feliz com a escolha que fez? Com a escolha de não matar nenhum monstro?- Falou ainda sem olhar para mim. 

- Estou! 

- Ah, que pena.. Pois você daria uma ótima assassina.. Hehe, você verá, logo, logo que não há outro jeito se não o de...- Finalmente olhou pra mim com o mesmo sorriso sádico de 6 anos atrás.- MATAR OU SER MORRIDO! 

- Pff... Hahahahaha...- Acabo rindo. 

- DO QUE ESTA RINDO!? 

- Eu estou rindo, não, eu estou sendo morrida de rir. Hahaha.. Ah... Acho que o português correto seria "matar ou ser morto".- Falo de forma "nerd" e brincalhona, fazendo até minha mãe rir um pouco e deixar o Flowey um pouco corado por ter dito errado.

- Tanto faz..- Ficou resmungando algumas coisas inauditives com as folhas cruzadas.- Mas, agora eu vou indo, sabe, tenho umas coisas pra fazer.. Até logo, Frisk!- Disse ele e foi-se por entre a terra. Depois eu e a mamãe continuamos nossa caminhada.

- My child, como você passou 6 anos aqui nas ruínas comigo e os outros monstros, tenho certeza de que já sabe lutar e se defender e esse é o único motivo pelo qual deixo a senhorita sair sem ter uma batalha comigo.- Diz com um olhar longe.

- Ahn... Tá...- Digo.- Mãe, porque não vem comigo?

- Por que sou a protetora das ruínas e se mais algum humano cair aqui, eu teria de instruilo, como fiz com você, porém você foi a única que realmente amei como uma filha de meu prório sangue.

- Obrigada, mãe.- Estava quase chorando de emoção.

- Você é mesmo uma bebe chorona.- Diz Chara. Por fim, chegamos ao grande portão.

 -My child, você entendeu tudo o que eu disse?

- Sim mãe!- Sinto a frisa gélida, vinda do lado de fora do grande portão, invadir meu corpo.- Ter cuidado, não falar com estranhos, ter cuidado, não esquecer do casaco de frio, ter cuidado...umm, ah! E ter cuidado.- Falo em tom brincalhão. 

- hehe, você se esqueceu do mais importante!- Disse com tom doce.- Que é... Ter cuidado, hihi... Mas, agora serio, seja, sempre, sempre, não importando o que acontecer, seja boa, my child!- Ela pega uma grande chave dourada e destranca o portão.

- Pode deixar mãe! É uma promessa!- Saio em disparada sentindo a neve fofa em meus pé e desfrutando da paisagem tão diferente do das ruínas.- Eu vou voltar, eu prometo.- Sussuro para mim mesma ouvindo o portão fechar. Continuo correndo para me manter aquecida, até que chego em uma enorme floresta de pinheiros, os quais pareciam ser centenários, lá começo a caminhar abraçando meu corpo e respirando forte, mesmo frio eu estava soando.- A-A ma-ma tem ra-razão, aqui é-é bem fri-frio.- Digo esfregando meus braços.

- É-É..- Fala Chara.

- N-Não sabia q-que ta-também sente fri-frio..

- O-Ora, t-tudo que vo-cê sente ta-também si-sinto.

- Enten-tendo...- Continuamos seguindo por entre a floresta, quando vejo um grande galho.- Hum?

- Um gra-grande galho ro-robusto, muito pesa-sado e difícil de-e quebrar.- Falava Chara enquanto eu tentava levanta-lo, porém só consegui escorregar e cair de cara na neve, ouvindo Chara rir da minha cara, me levanto e limpo meu rosto e roupas e continuo andando, no entanto me sinto sendo observada e me assusto ao ouvir o grande galho quebrar.- Es-Estranho... E-Ele não po-poderia quebra-ar assim do-o nada.- Contínuo andando um pouco mais apresada e assustada, olho para trás e vejo um volto passar na sombra de uma árvore, fico com medo e começo a correr o mais rápido o possível, mas logo começo a ficar cansada, pois correr na neve é como correr na areia molhada da praia e paro para descansar perto de uma ponte? Não tenho certeza, já que assim que parei começo a ouvir passos se aproximando, tento correr, entretanto minhas pernas estavam geladas e cansadas, já estava suando frio quando o som dos passos para bem atrás de minhas costas. Até Chara não queria olhar pra trás.

- v o c ê  n ã o  s a b e  c o m o  c u m p r i m e n t a r   u m  n o v o  a m i g o ? V i r e - s e  e  a p e r t e  m i n h a  m ã o .- Diz, quem quer que esteja atrás de nós, com uma voz grossa e assustadora, fecho bem forte meus olhos, viro-me pare ele e aperto sua mão gélida com delicadeza e.. Puuuuuummmmmnnn.


Notas Finais


É... O final não ficou como eu queria pq eu, sem querer, apertei no botão de sair do celular e quando fui voltar, tinha perdido metade(+ou-) do cap e foi até essa parte ai que consegui me lembrar..
Sinto muito, mas até o próximo cap!

Kissus de Nutela😘
Bye❤


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