História Little angel and great protector - Capítulo 18


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Categorias 30 Seconds to Mars, Jared Leto, Lolita, Selena Gomez
Personagens Jared Leto, Personagens Originais, Selena Gomez
Exibições 67
Palavras 1.759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - XlX


Passei a noite em claro, não consegui pregar o olho, eu precisava de algo para me distrair mas nada prendia minha atenção e mesmo com sono para dormir uma semana seguida quando eu fechava os olhos minha mente se acendia. Quando eu acordava cedo ouvia barulho de Denise se arrumando para ir à escola e dessa vez estava silencioso demais, levantei e fui ao quarto dela, estava deitada "brincando" com o bichinho de pelúcia.

 - Dê, está na hora da escola já.

 - Eu não vou.

 - Como não? Suas notas em matemática estão péssimas!

 - Não nasci para matemática, sou de humanas.

 - Para de gracinha, eu pego o uniforme pra você.

 - Sai do meu quarto e me deixa em paz Jared, você só me fez mal todo esse tempo.

 Em nenhum momento ela olhou para mim, espero que ela esteja de TPM e essa frase não seja, saí do quarto e fechei a porta. Peguei um copo de água gelada para tomar e fiquei apoiado na bancada da cozinha encarando a porta, já não aguentava mais ficar deitado e não estava com clima para sair. Minha irmã chegou.

 - Oi maninho! O que está acontecendo?

 - A belezinha não quer ir pra escola...

 - Por quê?

 - Não fala comigo, não comeu nada, está no quarto no escuro até agora desde que acordou.

 - Vou falar com ela.

 - Você? Falar numa boa com ela de birra?

 - Sim, estou de bom humor hoje.

 Sempre que Denise começava a fazer manha a Jess saía, nunca teve paciência pra lidar com esse tipo de coisa.

 Jessica foi para o quarto de Dê, fiquei fazendo vários nadas enquanto elas conversavam, durante esse tempo Selena chegou para o meu desgosto. Eu me sentia um completo idiota por estar sendo chantageado mas o medo de perder minha garota que por mais que não seja mais tão minha assim continuo considerando minha é maior que tudo, sem falar que eu não estou nem um pouco afim de ir para a cadeia.

 - Oi! -seu sorriso era cínico-

 - Oi. -murmurei-

 - Trouxe algumas coisas do mercado que estavam faltando-

 - Hum.

 - Estava tão frio lá fora, estou gelada!

 Ela deixou as compras no chão e me abraçou, a barriga -graças ao céus- atrapalhando uma aproximação maior.

 - Selena, para com isso, você não percebe o quão ridícula é? Não percebe que você está fazendo tudo isso em vão e que é dela que eu gosto e não é você que vai mudar isso?

 - É feio falar de outras mulheres pra namorada, nunca aprendeu isso?

 - Você não é minha namorada.

 - Bobinho... -ela riu-

 Depois daquela risada me dei conta de que ela não estava no seu estado normal, que tipo de pessoa faria esse tipo de coisa? Fiz ela se soltar de mim.

 - Guarda as compras por favor.

 - Claro!

 Ela se abaixou para guardar as coisas, fiquei na mesma posição que estava antes dela chegar e fiquei observando-a. Vi Jessica sair do quarto de Dê e subir para o seu, Selena levantou com um certo esforço, a barriga já pesava bastante, ela veio até mim e me abraçou novamente, aquilo já estava me dando nos nervos...

 - Querido, nós podemos trocar aliança, não é mesmo?

 - Você precisa se tratar!

 - Estou fazendo o pré-natal direitinho.

 - Sabe que não é disso que estou falando, sua cabeça não funciona bem!

 - Jared, escute bem, você vai começar a me tratar com eu quero ser tratada ou você já sabe o que vai acontecer. Isso foi um aviso e não um pedido, agora me beije.

 Transtornado peguei em sua barriga e beijei sua boca lentamente, depois de algum tempo comecei a ouvir Jessica chamar pela Denise, quando fui me afastar de Selena para Dê não ver, a grávida fincou as pequenas garras na minha nuca como um aviso que eu deveria ficar ali, não me movi, apenas continuei o beijo ridículo. Quando ela me permitiu soltá-la finalmente ela foi lavar a louça, me chamou para perto de si, fui coagido a abraçá-la por trás e quando passei a mão na barriga senti mexer, pobre Enzo, não tem culpa da mãe que tem.

 - Já sabe se vai fazer parto normal?

 - Optei por cesariana aí vou lá tranquila para tirarem ele daqui.

  - Entendi. Só vou te dizer uma coisa Selena, eu estou te aturando e aturando esse seu joguinho ridículo e infantil por causa do Enzo, porém já vou te avisando que sua mordomia vai acabar.

 - E eu só vou te dizer uma coisa, meu querido, se você ousar fazer alguma coisa que não me agrade o garotinho aqui não vai nem vir ao mundo pra você dar um abraço,

 - Do que você está falando? Não tem mais como abortar desse tamanho, se quisesse teria que ser antes!

 - Eu sei, mas uma hora ou outra vai ter que sair e ele pode sair mas não vai ficar muito tempo aqui.

 - Na minha casa ?

 - No mundo.

 Ela seria capaz de matar o próprio filho!

 - Acha mesmo que a Denise e a Jéssica vão acreditar em você quando começar a se fazer de vítima quando eu contar para elas?

 - A questão querido, é que você não vai contar.

 - Para com isso, você sabe que elas vão descobrir logo.

 - Elas são espertas, sei disso, e é por isso que você vai me ajudar. Eu coloquei câmeras "de segurança" espalhadas pela casa e nem tente achar porque você não vai conseguir e se conseguir quem vai sofrer é o Enzo, quando eu não estiver aqui eu vou estar te vigiando, fala alguma coisa pra elas vai...

 - Quando ele vai nascer?

 - Daqui dois meses.

 - Já tem tudo o que precisa?

 - Não.

 - Vou sair pra comprar.

 - Sério? Vou junto.

 - Você está em horário de serviço.

 Peguei a carteira, arrumei o cabelo e fui para o centro da cidade. Enchi o porta-malas de fraldas, entrei em uma loja de enxoval e comprei carrinho de bebê, cobertas, roupas, mamadeiras, chupetas e tudo mais que seria necessário, tudo com ajuda de uma funcionária porque eu não fazia ideia do que um neném precisaria. Comprei poucas coisas azuis, Denise odiava vestir os garotos de azul e as garotas de rosa por mais que ela adorasse essa cor. Voltei para casa deixando tudo dentro do carro mesmo, me joguei no sofá e fiquei encarando o nada até Selena ir embora e Jessica chegar com Denise que foi direto para o quarto.

 - O que ela tem? -perguntei-

 - Ela é estéril. 

 - O quê!? -olhei para ela-

 - Isso mesmo.

 - Como ela está?

 - Mal né... Mas não está mal só por isso e você sabe. O que foi aquilo hoje?

 - É complicado...

 - Porra Jay, se decide, de quem você gosta? E seja sincero comigo, sempre contamos tudo um para o outro!

 - Eu vou ficar com a Selena. -me lembrei das supostas câmeras- Porque eu quero.

 - Assim do nada?

 - Assim do nada, eu quero Jess.

 - A Denise vai embora, Jay, eu quero você saiba disso antes que ela te surpreenda.

 - Como assim? Embora pra onde!? 

 - Ela chorou hoje, disse que quer uma mãe, ela precisa de amor maternal, paternal e não o que nós estamos dando que nem amor é.

 - Eu vou dormir

 Subi a escada completamente desnorteado, eu não acredito que eu iria perder ela de vez! Porra, por que eu deixei isso acontecer? Por que eu não cuidei melhor dela!? Me joguei na cama querendo estar morto, que saudade de quando ela dormia ali, maldito quarto de hóspedes!

 No dia seguinte eu estava pior do que no anterior, ver as malas cor de rosa na porta e o quarto apenas com os móveis foi difícil, ela estava com um vestido florido até o pé, o decote deixava um pouco dos pequenos seios à mostra, a vontade de me jogar nos seus peitos era quase incontrolável, Jéssica estava agarrada nela falando algo no seu ouvido, eu estava completamente cabisbaixo, quando Jess foi para o carro abracei Denise com toda a força que eu tinha, ela reclamou que eu estava machucando ela e como fiquei feliz com isso, como eu queria ouvir ela reclamar o resto da minha vida!

 - Você sempre vai ser minha anjinha.

 - Agora você tem uma capeta pra cuidar. -ela disse se referindo à Selena-

 Ela falou sério, dei risada e ela me permitiu dar um beijo na sua testa, como eu queria invadir aquela boca rosada...

 - Me desculpa. -falei-

 - Você passou dos limites, Senhor Leto.

 Ela me encarou por alguns segundos e foi para o carro com as malas, fiquei vendo minhas garotas se distanciarem e que droga, por que não fui atrás?

 Me tranquei no quarto novamente com o notebook no colo, era pra ser ela no meu colo, não um computador... Christian estava me contando que saiu com a gótica da balada, Perséfani, eu nem me lembraria mais quem era a moça se eu não tivesse perguntando se ela já tinha sido enterrada viva no dia, isso me fez rir, pelo menos me distraí um pouco.

 Na primeira semana sem Denise foi como se eu estivesse entrado repentinamente em uma depressão profunda. Na segunda semana eu recebi uma caixa grande pelo correio, lembrei que uma noite ela me pediu o cartão de crédito, abri em cima da minha cama, espalhei as coisas e puta merda, tive a certeza de que minha garota não bate bem da cabeça. Uma "fantasia" de colegial, um plug anal com um rabo acoplado, um arquinho de orelhas, uma gag ball rosa, um par de algemas peludas, uma venda e um LP de uma cantora que ela costumava ouvir enquanto tomava banho e cantava escandalosamente alto e desafinado, Lana del Rey, Ultraviolence era o nome que estava escrito.

 Aquilo tudo não deveria ter saído barato mas tudo bem, fiquei pensando se aquele plug seria uma indireta para mim ou ela não sabia onde enfiava aquilo.

 Coloquei tudo em um pequeno baú rosa que tinha no seu quarto e deixei em um lugar do meu quarto que Selena não sabia da existência. Eu não iria entregar aquilo para ela ainda, não estava afim de ir na casa dos "pais" dela, tive a ideia de comprar mais um acessório que combinaria com suas compras, juntei as outras coisas e deixei ali para quando eu resolvesse sair da toca.



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