História Little Boy GTop - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Daddykink, Daddytop, Gtop
Visualizações 124
Palavras 935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


imaginem esse kigurumi um pouco menor
de novo, desculpem pela demora, eu realmente estava com um bloqueio do tamanho do Top -ke não consegui nem chegar em 1.000 palavras. :c

Capítulo 8 - Eight


Fanfic / Fanfiction Little Boy GTop - Capítulo 8 - Eight

   A casa estava num breu imenso. 
 

  Eram três horas da manhã, normal estar silencioso à ponto de a única coisa a ser ouvida serem os ruídos dos ar-condicionados da casa. Ninguém estava acordado, todos os empregados da csa tinha sido liberado a mais ou menos umas cinco horas atrás. Só quem permanecia na residência eram a governanta e a cozinheira, mas estas dormiam tranquilamente em suas camas, em seus aposentos. 

  Jiyong não parecia ter melhorado nenhum pouco. 

  Rolava descontroladamente de um lado para o outro, o corpo esquentando cada vez mais e mesmo assim o frio aumentava junto, queria levantar para checar se a janela estava aberta, mas seus músculos latejavam de forma violenta. Suava mais que o comum. Ele não entendia, o doutor Park o tinha dito que depois que tomasse o remédio ficaria melhor. 

 Mas não era isso o que estava acontecendo. Definitivamente não. 

Sem saber o que mais fazer, Kwon começou a chorar silenciosamente, não por querer, mas por não poder fazer barulho já que sua garganta continuava doendo. Ele sentia que a qualquer momento algum de seus órgãos sairia pela boca. Parecia que estava sendo alargado. Isso machucava muito! 

  Agarrou-se no corpo de tecido da boneca com fios tingidos em louro e continuou chorando, chorou até que seus olhinhos diminuíssem mais ainda de tamanho, os fazendo sumir, e só então, depois de quase duas horas chorando copiosamente, foi que conseguiu dormir. 
 

   ***


 

  Choi acordou se sentido angustiado. Não sabia o motivo, na verdade nem tinha. Bem, aparentemente não tinha mas, ao erguer seu corpo da cama e respirar fundo, espantando o sono de seu corpo, sua memória chocou-se contra si como um doloroso tapa no rosto. 

 JiYong ainda se encontrava doente, ele, mais do que nunca, necessitava de mais cuidado e atenção, principalmente do mais velho, já que tecnicamente falando, este era como se fosse o pai do garoto. Quer dizer, se você adota alguém, automaticamente você vira pais desta, certo? 

  Bem, Choi não estava pensando direito, estava muito preocupado com o garoto que residia o quarto ao lado do seu, por isso, assim que tomou o banho e se vestiu foi em direção ao quarto onde o menino se encontrava encolhido, um kigurumi curto cobria seu pequeno corpo, entretanto ainda se era possível perceber que o garoto sentia desconfortos em dormir. 

 Se aproximou, sentando-se na cama e ficando à poucos centímetros de distância do corpo descoberto do garoto, pousou sua mão grande na testa dele e constatou que sua febre havia passado, mas ainda assim via-se o desconforto do menino. deixou-lhe um beijo casto na bochecha e desligou a luz que estava acesa, fechou a janela e saiu do quarto. Iria comprar os remédios que o garoto precisava ainda hoje, porque apesar de a febre ter diminuído, ela poderia voltar à qualquer hora. 

    Tomou seu café da manhã, cumprimentou os empregados e pegou a receita prescrita pelo médico que havia deixado acima da tevê da sala, logo pegando a carteira e chaves e entrando no carro. 

  Dirigiu até a empresa, acertou as cosias com seu superior e constatou ter praticamente três meses completos e algumas semanas de férias acumuladas, resolveu que cumpriria com o horário, o que claro, não lhe foi negado, e assim que deixou a empresa, despedindo-se e convidando YoungBae e Daesung para o visitarem, dirigiu-se até a farmácia, comprando os remédios. 

 

 

  Assim que chegou em casa, o pequeno garotinho encontrava-se sentado sobre o sofá enuanto assistia um programa de tevê qualquer, na sua mão uma tijela com sopa fumegante, talvez tenha acabado de sair do fogo, estava coberto parcialmente com um edredom na cor lilás e comia lentamente, esfriando o conteúdo da tigela e o levando até a boca, quando engolia fazia careta. Choi sorriu, a cena era adorável, mas ainda assim era penosa demais, ele não aguentaria mais ver seu pequeno garoto tão vulnerável deste modo. 

Colocou a sacola com o remédio junto as chaves na mesinha de centro e sentou-se ao lado do menino, pousando a mão em sua testa e em seguida em seu pescoço, vendo que a febre tinha quase se extinguido. sorriu. 

"Como se sente?" perguntou para o menor que parou de tentar comer e olhou o mais velho fazendo bico. "Não consegue falar?" perguntou. o garoto acenou a cabeça positivamente. Sua voz não saía de modo algum. 

"Bora-yah!" Gritou pela mulher que logo se aproximou da sala, olhando o chefe. "Ele acordou faz muito tempo?" perguntou. 

"Não senhor, faz uns vinte minutos só, e ele estava chorando por causa da garganta, melhorou um pouco depois que tomou um chá que a Unnie fez." O mais velho assentiu. 

"Certo, e a febre?" 

"Passou, mas pode voltar a qualquer momento." falou e o mais velho assentiu novamente, logo a pediu que preparasse o remédio, já que a mulher que tinha acompanhado o mais novo até o hospital e recebeu as instruções devidas, e assim ela fez. 

"Está doendo muito?" perguntou ao garotinho, que acenou positivamente, fazendo uma carinha de choro. "Calma, okay? logo logo vai passar." sorriu. "Vem cá, me deixa dar." falou pegando a tigela das mãos do menor e começou à o alimentar de vagar, esperando pacientemente o garoto engolir a comida. 

 

*** 

 

Eram mais de três da tarde, Jiyong estava deitado aconchegado no corpo do mais velho que abraçava sua cintura protetoramente enquanto ambos assistiam Os Pinguins de Madagascar, o menor já havia tomado o remédio e sua voz havia voltado, um pouco mas voltou. Mas ainda assim o pequeno não pronunciava nada além de palavras soltas, já que, toda vez que tentava segundo ele, sua garganta doía mais ainda. 

 


Notas Finais


Ah, lembras da One shot Namjin que eu falei? Está postada, chama: Less light, no cameras, more action.
é uma porn fic, onde os Namjin são: Jin ator, e o Namjoon diretor, entretanto, nas salinhas escondidas podem acontecer coisas e.e -aquela carinha


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