História Little Bride - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Lua de Chocolate


Dormi mil vezes mais tranquila sabendo que não seria atacada na primeira noite da lua de chocolate. Sim, chocolate. É mais gostoso que mel.

Tomamos um café da manhã espetacular na vista do mar e em seguida fizemos compras nas barracas do centro. Ele me dava muita atenção e vi que estava se esforçando para fazer da nossa viagem inesquecível.

-Você quer um sorvete?-Ele apontou para o quiosque.

-Adoraria.

Aguardei alguns segundos enquanto ele buscava e me distraí com o tanto de lojas legais que tinha por ali.

-Só tinha de chocolate, espero que goste.

-Ahhh, eu realmente gosto muito.

Seguimos andando e tomando nossos sorvetes, até que tropecei e o meu foi direto para o chão.

-Aigoo, não acredito.

Ele começou a rir sem parar.-Você quer que eu busque outro?

-Tudo bem, já estamos um pouco longe.

Ele refletiu um pouco e me estendeu a sua casquinha.

-Pode ficar com o meu se não se importar.

-E você vai ficar sem?

-Eu não ligo.

Peguei um pouco cautelosa e levei a boca, ele parecia ter um gosto melhor que o meu apesar de ser do mesmo sabor. Eu no fundo estava sentindo uma certa gratidão por esse pequeno ato, Se Gi tinha um bom coração.

-Sei que é dificil se casar em uma idade tão imatura.-Ele quebrou o silencio após alguns minutos.-Mas prometo dar o meu melhor para que possamos nos tornar próximos. Vou te dar uma vida confortável e feliz.

-Eu agradeço por isso.-Sorri e continuei com o sorvete.

-Mas sua condição de não contratar nenhum empregado, você tem certeza? Apenas se preocupe em terminar seus estudos.

-Não, eu realmente quero fazer isso. Quero me testar e me tornar uma esposa competente.

-Se as coisas ficarem dificeis, me diga. Não precisa carregar um fardo maior que você.

-Eu sou uma boa aluna, e tenho realmente muito tempo vago, vai ser bom para mim.-Sibilei enquanto caminhavamos pela praia.

-Vou confiar na sua capacidade. E eu realmente adoro viver no limite do perigo.

-Iaaaa, eu realmente sei cozinhar.-Chutei um pouco de água nele.

-Estou doido para ver.-Ele deu um sorrisinho e acabei devolvendo sem perceber a malicia dos seus olhos, e então uma jorrada de água veio na minha cara.

-Se Gi! Ei!-Sai correndo atras dele e jogando o máximo de água que podia como vingança, até que cai lindamente e fabulosamente, só que não, estatelada na areia.

-Você está bem?

-Meu pé.-Fiz careta.

-Suba nas minhas costas.

-Ahh, não.

-Vai pulando até o carro?

Me rendi e subi em suas costas, e caramba, ele era realmente muito alto.

O dia foi bom e nos ajudou na aproximação. Não tinhamos paixão um pelo outro, mas estavamos criando a amizade e cumplicidade aos poucos, o que era o minimo para se ter em um casamento.

Assim como na noite anterior, Se Gi se deitou no sofá e eu me aconcheguei na cama, acordei umas duas vezes para beber água e notei o quanto estava frio. 

-Não consigo ver nada nessa escuridão.-Sussurrei a mim mesma enquanto acendia um dos abajures. Se Gi estava descoberto, então fui até ele como um ato de solidariedade. Mas ele estava quente, realmente quente.

-Se Gi. Kim Se Gi.-Chamei e o chacoalhei até ele resmungar e abrir metade do olho.-Deite na cama, você está doente.

-Tudo bem.

-Por favor.-O puxei e ele cedeu. Liguei na recepção do hotel e pedi um antitérmico, administrei a quantidade e o cobri decentemente.

-Obrigado.-Ele disse tão baixo que eu quase não ouvi.

Me deitei ao seu lado para poder ficar de olho em sua temperatura durante todo tempo, e mais uma vez fortalecemos nosso companheirismo. Fiquei observando enquanto sua cor voltava ao normal e o suor sumia, e assim, tranquila, pude me juntar a ele no sono.

Aquela foi nossa primeira noite dormindo juntos.

 



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