História Little do you know - Capítulo 15


Escrita por: ~ e ~laryssabonfim

Visualizações 364
Palavras 1.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais de 30 comentários em quatro horas??? Claro que vocês merecem atualização dupla!!!

Capítulo 15 - Capítulo quinze.


REBECA

Eu não sei nem como tive coragem de ir pra escola depois de ter descoberto as coisas que estavam falando de mim. Não conseguia nem entender o porque daquilo, afinal, eu nunca tive nenhum inimigo na escola, nem muito menos, pessoas que me odiassem.

— É isso o que traidoras merecem. — ouço um menino gritar em minha direção e encolho meus ombros.

— Puta suja, isso é que dá dormir com a escola inteira. — uma garota berra do fim do corredor. — Se eu descobrir que encostou no meu namorado, eu mato você.

Essas foram as coisas mais leves que escutei, o resto, preferi bloquear enquanto caminhava rapidamente em direção a minha sala.

Quando estava quase adentrando a mesma, sinto alguém segurar meu braço, e me deparo com Gilinsky. Ele tem um sorriso sádico nos lábios, mas não um sádico sexy, e sim, maldoso. Como se estivesse se divertindo com as coisas que gritavam na minha direção.

— O que você acha que esse monstrinho que está dentro de você vai pensar quando crescer e souber que a mãe dele é uma vagabunda? — ele sussurra em meu ouvido e eu sinto meu corpo inteiro gelar.

Ele sabia.

Gaguejo tentando me explicar, mas a cada vez que abro a boca, Jack aperta mais meu braço. Respiro fundo sentindo meus olhos marejarem e tento me afastar dele sem muito sucesso.

— Chega aqui, pessoal! — Jack grita pras pessoas no corredor, e me mantém ao seu lado, me segurando com força. — Olhem bem pra essa carinha de santa. Quem diria né? Rebeca Sætre. A loirinha com cara de anjo, uma das melhores alunas da escola, salvadora do colégio, uma vagabunda. — sinto meus olhos marejarem e me encolho cada vez mais, tentando me soltar de Jack, mais uma vez, sem sucesso.

Meu peito dói, por vergonha, por medo. E a cada xingamento que ouço de alguém que estava ao redor de Jack e eu, só quero sair correndo e sumir daquela escola pra sempre.

— Jack, para, por favor. — peço num fio de voz, mas ele nem ao menos me encara.

— O que você está fazendo Jack? — ouço a voz de Laryssa no meio daquelas pessoas, e logo minha amiga se aproxima, mas Jack a afasta com um empurrão. — Você tá maluco? — ela rosna.

— Cala a boca, gorda. O assunto aqui não é com você. — ele debocha e Laryssa avança em sua direção, mas ele a afasta novamente. — A moral da história é a seguinte, meus amigos. Essa aqui. — diz sacudindo meu braço com brutalidade. — Está usada, já passou. Eu já comi, e metade desse colégio também. Então, se eu fosse vocês, não passava nem perto. Porque é capaz, de só de falar com ela, pegar algum tipo de doença. — as mentiras de Jack fazem meu estômago embrulhar, e as lágrimas escorrerem violentamente por meu rosto.

— Sabe qual é a ironia de tudo isso? — me assusto ao ouvir a voz de Matthew.

Quando ele se aproxima, Jack me empurra e Laryssa me abraça apertado. Matthew está com o rosto vermelho, denunciando sua raiva, seus olhos estão escuros, e ele tem uma expressão decepcionada.

— Nós dois sabemos que isso é mentira, Jack. — Jack o encara confuso e cruza os braços.

— Sai daqui, Matthew, você é meu amigo, não quero brigar com você. — revira os olhos.

— Mas eu não sou seu amigo. — Matthew empurra Jack com as duas mãos pelos ombros, e o mesmo bate com as costas no armário.

Algumas pessoas começam a sair, enquanto Lary me abraça apertado quando tento me aproximar pra separar a possível briga. Jack devolve o empurrão em Matthew, mas o loiro não revida, apenas o encara.

— Eu não sou seu, amigo. E eu vou te contar porque. — passa a língua entre os lábios e cruza os braços olhando ao redor. — Vocês, não fujam não, eu preciso que escutem isso. — diz apontando para as pessoas que iam saindo de perto da confusão. — Os caras que Jack falou para vocês, na verdade, foi um cara só. — arregalo os olhos sentindo minhas pernas fraquejarem. — O Jack inventou um monte de merda pra vocês, só porque a Rebeca terminou com ele ontem a noite. Ele até poderia ficar com raiva, afinal, ele foi corno, isso deve ser triste. — Matthew sorri debochado e Jack começa a parecer ligar as coisas. — Foi comigo que a Rebeca traiu o Jack. E eu entendo a sua raiva, amigo. Afinal, eu tive a noite dos seus sonhos, não é? — ri nasalado e chega pra trás desviando de um soco de Jack. — Mas eu não estou aqui pra me gabar por ter tirado a Rebeca de você, e sim, pra esclarecer… — Matthew agarra o pulso de Jack e o torce para o lado, quando o moreno tenta lhe acertar novamente. — Que a Rebeca não tem nenhum tipo de doença, e que ela não é puta, como vocês babacas estão espalhando por aí. E se eu pegar Jack, você falando da minha garota de novo, mesmo que seja só citando o nome dela, eu vou quebrar a sua cara. Porque eu fui seu amigo por muito tempo, eu vi você forçar a barra pra ela transar contigo, eu via você ficando com raiva e falando merda quando ela não te dava o que você queria, e numa boa? Você não é homem pra Rebeca. Você nunca a mereceu, e nem nunca vai. — Matthew empurra Jack, depois de soltar sua mão.

Laryssa e eu nos encaramos perdidas, mas eu, de certa forma, me sinto segura e mais aliviada, depois que Matthew diz essas coisas, e algumas pessoas começam a se desculpar e a sair de perto da confusão.

— Mas a merda que está dentro dela, é como se fosse uma doença. — Jack sorri sínico. — E eu estou dando graças a Deus por não ter conseguido comer essa garota, pelo menos assim, não vou precisar ficar preso a uma vidinha de merda ao lado dela até morrer.

Nesse momento, eu perco a cabeça, e parto pra cima de Jack, mas Matthew é mais rápido e o joga no chão, começando a distribuir uma sequência de socos no rosto do mesmo.

— Sai, tá maluca. — Nash me segura praticamente no ar. — O que está acontecendo? — questiona afobado enquanto me afasta da confusão.

— Eu vou te matar! — Jack grita ficando por cima de Matthew e começa a socá-lo.

— Nash, tira o Matthew de lá pelo amor de Deus. — digo aos prantos, sentindo minhas mãos e pernas tremerem violentamente. — O Jack vai matar ele, Nash. Pelo amor de Deus! — grito, e logo Nash se afasta pra separar os dois.

— Amiga, isso é verdade? — Lary segura meu rosto em suas mãos e o seca com cuidado. Apenas assinto com a cabeça sem dizer nada e a abraço apertado, me permitindo sentir tudo o que eu podia, começando a chorar ainda mais.

— Parem com isso, ou os dois serão demitidos! — a voz do diretor soa alta, nos assustando. — Vocês, pra direção, agora! — diz apontando para Matthew, Jack, Nash, Lary e eu.

O diretor carrega Jack pelo braço, o arrastando, enquanto Nash tenta ao máximo segurar Matthew para que ele não avance em Jack novamente, enquanto. Lary e eu caminhamos abraçadas lado a lado.

— O que diabos estava acontecendo lá fora? — o diretor tranca a porta atrás de si, e rapidamente, coloca-se atrás de sua mesa. Nos mantemos em silêncio, e eu respiro fundo.

— Jack machucou minha amiga, física e psicologicamente na frente de todo mundo, e o Matthew foi tentar ajudar, e acabou em briga. — Laryssa simplifica.

— Cala a porra da boca sua gorda escrota. É mentira. — Jack rosna e toma um soco no meio das costas dado por Nash.

— Chega! Se comportem! — o homem a nossa frente grita, assim que Jack se vira para revirar o soco em Nash. — Isso é verdade, senhor Gilinsky? Você agrediu uma de nossas alunas? — questiona indignado.

— Agrediu. E a humilhou na frente de todo mundo. — Laryssa volta a me defender.

— É mentira. Eu só estava dizendo a verdade, essa vagabunda me traiu, e agora está grávida, e- —

— Grávida? — o diretor o corta.

Arregalo os olhos voltando a chorar, pois sabia onde aquilo ia parar. Eu não conseguia ter nenhum outro tipo de reação, só conseguia chorar e tremer. Agora, com a escola inteira sabendo, e também o diretor, seria ainda mais difícil de contar pra minha mãe antes que alguém o fizesse.

— Isso não importa. — Matthew rosna. — O que importa é o que ele fez com ela! Olha isso. — Matthew me puxa pela cintura com cuidado, e mostra ao diretor o meu braço todo marcado pelos dedos de Jack.

O homem de cabelos grisalhos, que atende por Syd, nos encara e solta um suspiro pesado.

— Vocês quatro. — refere-se a mim, Lary, Matthew, e Nash. — vão para a sala de espera, e não saiam de lá. Eu preciso resolver a situação do senhor Gilinsky.


Notas Finais


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