História Little exo, little fan 2 - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekkibia, Little Exo Little Fan 2
Exibições 7
Palavras 1.577
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aish, demorou, mas aqui estou, a culpa desta vez é da escola! :(
Espero que apreciem.

Capítulo 3 - Afraid.


Fanfic / Fanfiction Little exo, little fan 2 - Capítulo 3 - Afraid.

 

- Baekki -

Eu fiquei com medo e nervosa, a porta estava fechada, as janelas não queriam abrir, era um pesadelo?! Seja o quê for, queria fugir daquele lugar.
Olhei ao redor, não podia ficar parada, mas eu estava com medo demais para andar, eu não conhecia aquela casa e não sabia o que estava acontecendo. Peguei meu celular na bolsa e tentei ligar para meu irmão, mas estava sem sinal.
- MAS O QUE? - gritei e minha voz ecoou.
Comecei á mijar nas calças, não parecia mais uma casa aonde eu estava...o lugar era imenso, quase como um castelo, só que muito maior, e tinham paredes de metal me cercando, como....como um....labirinto.

- Dylan -

Estranho, por que Baekki estaria demorando? Acho que ela se esqueceu ou não quis...fiquei infeliz de imediato. Talvez ela esteja de novo na biblioteca amanhã. Irei procurar.

- Layne -

Meus pais queriam me tirar daquele bairro e compraram outra casa, aff. Eu queria tanto estar falando com Peter e Sarah....
Mas a minha maior surpresa foi que...Felix e Thomas são meus novos vizinhos!!!
Isso mesmo, como descobri? Foi bem engraçado, eu estava indo à loja comprar algo que meu pai pediu, quando de repente vejo Felix se metendo numa briga, ele e dois aborrecente estavam cobrando dinheiro do mais novo, e a luta começou á ficar meio bruta então eu corri para impedir. ( eu pratiquei dois anos de luta )
Felix agradeceu, pareceu não me reconhecer, então depois de eu dizer meu nome, ele tomou um susto tão grande que quase caiu, eu ri e ficamos conversando sobre como viemos até aqui. E acabei de perceber que todos provavelmente viriam pela Baekki.
Felix comunicou que Thomas é nosso vizinho, primeiro fiquei chateado, então depois fiquei feliz e com medo em seguida.
Eu disse para ele que eu tinha encontrado com Sarah e Peter, todos sentíamos falta deles, então acabei de lembrar que eu tinha o número de Sarah, então liguei para ela:
- Alô.
- Quem fala? - perguntou ela.
- Não acredito que você esquece de mim tão fácil.
- Layne?
- Não, papai noel.
- Ah, desculpa, sua voz está diferente agora. O que aconteceu?
- Encontrei o Felix e seu amiguinho de infância.
- SÉRIO? Nossa que legal! Eu queria visitar tanto você, Peter e eu sentimos saudades.
- Eu também sinto, por que você não vem?
- Eu...vir...?
- O que mais? Vamos! Você sabe meu endereço, e traga o Peter, por favor...
- Claro!
Desliguei, ficando contente. E esperei pela chegada dos dois. Depois de quase uma hora, eles chegaram. Bateram na minha porta e abri um sorriso de rasgar o rosto.
- Layneeeee!! - gritou Peter na minha cara e me deu um grande abraço.
Abracei ele de volta, pegando na sua nuca e logo em seguida soltei ele, então abracei Sarah, e convidei eles para entrarem. Se sentaram num lugar acomodado e começamos á conversar, depois eu chamei Felix e Thom, então ficamos lá até entardecer.

- Dylan -

Eu tinha ido naquela biblioteca de novo, mas não achava ela em lugar nenhum, isso me deixou preocupado, então vi um jovem, ele trabalhava na bilioteca, eu tinha visto ele falando com ela, fui até lá.
- Oi, meu nome é Dylan, amigo da Baekkibia, conhece?
- Ah, Taoul, ah, sim, conheço.
- O que ela disse quando conversaram? Quero saber onde ela está.
- Eu também quero saber, ela disse que todo dia vem aqui ler livros, mas ela não veio.
- Hum, que estranho.
- É.
- Alguma ideia de onde ela tenha ido?
- uh...não, desculpe.
- Tudo bem, era só isso, tchau.
- Desculpe não ter ajudado, tchau. - ele se curvou.
Fui embora, sentindo dor de cabeça, como eu não sabia onde ela morava, eu fiquei frustrado. Saí de lá para falar com Theo e Xim sobre isso.
- Como assim Baekki corre o risco de ter desaparecido só porque não foi á biblioteca uma vez? - perguntou Xim.
- Eu não sei, estou com um mal pressentimento...
- Você vai ver, ela vai amanhã.
- Eu preciso ve-la agora, estou preocupado.
- Você sempre está precupado, é melhor descansar. Trabalhou muito este dia - disse Theo.
- Eu não preciso de descanso, preciso ver ela!
- Chefe! Dylan precisa de um dia de folga! Ele está passando mal! - berrou Theo.
- Cala boca! Eu sou um jornalista! Não posso apenas sair!
- Húm, você mesmo disse que está sentindo dores, por que não vai para casa?
Dei um grande suspiro, sabendo que meus parceiros não iriam desistir tão fácilmente. Olhei ao redor, assustado, começando à pensar que pessoas me observavam de longe. Xim estava com um livro na mão, suas vestes eram excêntricas e apenas de ver de longe dá para confundir ele com um grande chefe poderoso mas ele apenas trabalhava ali também. Theo queria sempre me fazer o bem, mas eu acho que ele passou do ponto, ele e aquele jeito desengoçado de matar. O jeito estúpido prova que eu também sou por ser amigo do mesmo. Mas Xim era um tanto diferente, admito-o por isso.
Depois de tantas trocas de olhares, eu por fim aceitei, sendo vencido.
- Okay! Mas se algo der errado com meu emprego, vocês vão me arrumar um novo! Não sei como! Falem com o Cristopher por mim, tchau!
Naquele mesmo momento Cristopher veio em nossa direção, sabemos pelos passos largos que dava e aquele seu jeito mandão, eu não tinha medo dele, mas eu tinha uma pequena agonia, ele parecia de um gangue violenta, que só sabe arrumar encrenca, mas na verdade ele é gentil e calmo. Ele nos olhou e perguntou por quê o chamou.
- Ah, Dylan está com um probleminha, ele tem que ir, eu posso ficar no lugar dele? - perguntou Theo.
- Dylan é meu favorito jornalista, e precisamos dele, não de você, Theo.
- Com licença! - levantei a mão. - Creio que eu tenha que ir, é uma emergência! Por favor, e coloque Xim Minun, ele é muito bom também.
Ele parou por um tempo, me avaliando, seus olhos verdes ficaram mais claros, ou foi minha impressão?
Eu apenas reconhecia ele como um verdadeiro Kris de Exo, era isso, literalmente ele era um Kris, mas seu jeito era um tanto misterioso, delicado demais, pensei que por seu jeito "do bem", ele fosse me deixar ir.
 - Tudo bem, mas apenas esta vez, amanhã nós iremos conversar. - ele nos deu as costas, logo em seguida chamando Xim, Minun fechou o livro, piscou pra mim então foi seguir Cristopher.
Theo me olhou seriamente.
- Cara, acho que você está com problemas.
Me virei e continuei à andar, sabendo que iria ser seguido pelo garoto.
- Como assim?
- Ele quer conversar com você.
- Eu não me lembro de ter feito algo de errado. - respondi tranquilamente.
- Húm, tudo bem.
De repente nosso amigo Luno se meteu na nossa frente, uma perfeita cópia do Theo, só que tinha mais noção. Seu cabelo loiro era o único modo de conhecer ele, porque aquele rosto se confundia muito com uma mulher, é tão branco que quando está preocupado, ele fica vermelho, e fazemos piada dele por isso. Eu gosto de chamar ele de Lulu porque é meu apelido para o Luhan. Um cara perfeito, mas eu não sei porque a mão dele colocou o nome dele de "Lua" em masculino. Acho que queria algo incomum, parabéns.
Sua expressão era susto, mas ele sempre estava assustado, eu não sei como ele conseguiu esse emprego, parece tão frágil.
- Qual o problema? - perguntou Theo preocupado.
- Eu estava no banheiro aí.... - ele começou á falar coisas sem noção.
A explicação demorou quase uma eternidade, esqueci do detalhe de que ele é muito falante, acho que uma pessoa muda ficou no corpo dele e queria aproveitar à todo custo, Luno começa à inventar monstros em sua história "de arrepiar", era um grande medroso. Após ser assutado mil vezes ele vem e nos conta o babado, de tão acostumado eu apenas dei um tchau e deixei os dois. Depois de alguns minutos, eu olhei para trás, em esperança de encontrar eles, mas não vi ninguém. Estranhei, quando olhei de volta para frente, percebi que eu estava sozinho.
- Olá? - falei.
Eu esperava que alguém respondesse, mas apenas o vento fez barulho, me deixando arrepiado. Eu esperava tanto que fosse uma brincadeira, se não for isso, eu devo estar alucinando. Com medo, eu corri para o elevador. Fiquei esperando chegar até o andar de baixo, demorava demais e eu comecei á suar á frio. Finalmente eu saí daquele prédio e tentei esperar um táxi, mas a rua estava deserta, ninguém estava á vista. Eu passei a parte do carro e fui correndo para casa, engolindo em seco. Minha casa era longe demais e eu me matava enquanto corria à quilômetros até lá, eu ofegava e precisava sempre respirar forte, algumas vezes ouvia coisas sussurrando atrás de mim, ora na minha orelha, ora atrás, ora sempre.
Cheguei em casa, meu lar, onde eu estaria á salvo. - pensei.
Mas eu estava enganado, quando entrei, eu apenas vi paredes metálicas curvadas, e a casa era imensa, Corri de volta para a porta mas ela não abria, fiquei desesperado e gritei, mas ninguém me ouviu, isto porque ninguém estava ali. Apenas eu e o escuro me cobrindo.

 

 


Notas Finais


Perdão se tiver algo errado, eu estava com pressa. '-'
Até!


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