História Little Souls - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Família, Romance, Terror
Visualizações 11
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Hentai, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero que gostem da história, boa leitura ^^

O segundo cap virá daqui a uma semana

Capítulo 1 - Cry Baby


Fanfic / Fanfiction Little Souls - Capítulo 1 - Cry Baby

Charlotte

Sempre fui taxada como chorona e sentimental demais, as pessoas ao meu redor nunca me entendiam. Na escola as pessoas zombam de mim por eu ser estranha, não tenho amigos. Os poucos amigos que eu tenho são meus bichinhos de pelúcia. Entre esses meus bichinhos tem um deles que é muito especial, seu nome é Teddy que é um ursinho marrom.

Eu tinha o habito de conversar com ele durante a noite e em minha cabeça ele sempre me responde, de forma sempre gentil e afetuosa.

Agora você deve imaginar que sou maluca.

Mas eu não me importo de qualquer maneira. Teddy é meu amigo mais fiel. Eu não o ganhei de presente, nada disso. Eu achei ele! O achei no mesmo dia em que meu amigo, meu único amigo que eu tinha morreu.

Ted.

Eu e Ted sofríamos com as chacotas diárias do pessoal da nossa escola, isso fez com que a gente se unisse...?

Um dia Ted resolveu enfrentar um deles. Nicolas. O típico valentão da escola. Mas tem um detalhe... Ted o enfrentou por mim.

*Flashback on*

Nicolas me empurra com força no chão eu acabo batendo com minha cabeça no corrimão na escada e me seguro na mesma para não cair escadaria abaixo.

- POR QUE FEZ ISSO? – perguntou Ted me levantando

- O que foi idiota? Quer apanhar que nem sua namoradinha chorona ai?

Chorona.

Meus olhos se encheram de lagrimas automaticamente. Era sempre assim.

- Ai ta vendo! – disse Nicolas apontando pra mim – É um bebezão mesmo. Que foi bebê chorão? Quer sua chupeta?

Eu não respondi apenas chorei. Chorei como uma verdadeira bebêzona que eu era.

- Não vou deixar você falar assim dela!

Ted deu um soco no rosto de Nicolas. E Nicolas revidou o empurrando escada abaixo.

- TED – gritei

Ted caiu no chão imóvel. Ele parecia nem estar respirando. Corri até ele e comecei a balançar seu corpo, que estava “molenga”.

- O QUE FOI QUE VOCÊ FEZ? – berrei para Nicolas

Ele tinha o rosto preenchido por espanto e medo. Ele matou o Ted! O covarde apenas correu em direção as salas. Eu apenas continuei chorando enquanto eu beijava os lábios agora gélidos de Ted.

Eu o amava mais que tudo e ele foi tirado de mim.

Quando a diretora chegou e assim que viu meu estado ela me liberou da aula e disse que chamaria meus pais até a escola pra me levarem em segurança pra casa. Eu apenas neguei e disse que podia ir pra casa sozinha.

No caminho de volta pra casa eu parei em um parque próximo, Ted e eu sempre matávamos algumas aulas e íamos pra esse mesmo parque. Quando me aproximei do nosso banco havia um ursinho de pelúcia marrom em cima dele.

Como eu sei que era meu banco e o do Ted? Bem... Uma vez gravamos nossas iniciais nesse mesmo banco.

Peguei o ursinho e o avaliei. Era fofo. Minhas lagrimas ainda escorriam, mas sem a mesma intensidade. De alguma forma esse ursinho me trazia uma paz muito grande, assim como Ted fazia.

- Seu nome vai serTeddy! – digo sorrindo entre minhas lagrimas

*Flashback off*

Com o passar do tempo eu comecei a conversar com Teddy e eu sempre contava a ele sobre minha vingança elaborada. Eu depois de dois anos iria matar Nicolas. Só precisava que meus primeiros dias de ensino médio começassem.

Nicolas não foi punido, assim que eu contei sobre o ocorrido a diretoria da escola encobriu a morte de Ted, disse aos pais dele que ele apenas havia se desequilibrado da escada e caído e em consequência ele quebrou o pescoço. Nicolas era de uma família rica, então... Por que puni-lo não é mesmo?  

Mas eu sabia da verdade.

Bem agora que você já sabe um pouco de mim que tal começarmos logo a historia?

 

*Dias presentes*

A sala estava o maior falatório. Eu estava no meu típico canto escuro, isolada. Meus cabelos roxos presos em uma maria-chiquinha. Ensino médio enfim, nem acredito. Esperei tanto por esse dia, pela hora da morte de Nicolas.

Na hora do intervalo deixei um bilhete na mochila dele, depois disso eu desci pro pátio. Minutos se arrastaram e eu apenas conversava mentalmente com Teddy.

“Hoje será o dia da minha vingança“

*“Sim querida, sim! Hoje será um dia glorioso para nós dois”*

“O amor da minha vida enfim terá justiça pra ele”

Na hora da saída eu segui Nicolas, sem que ele me notasse. Eu estava andando com Teddy em meus braços. Quando o movimento começou a ser pouco, abri o zíper nas costas de Teddy e tirei uma pequena adaga de lá.

Corri até Nicolas e comecei a esfaqueá-lo.

Mas havia uma pessoa que estava perto do local.

Um senhor de idade, ele me gritou e perguntou qual era meu problema. Meus olhos apenas se encheram de lagrimas e eu corri até minha casa. Mas peguei um atalho que me levasse até lá mais rápido.

Assim que cheguei em casa fechei a porta atrás de mim com força. Minha mãe correu de onde estava para ver o que estava acontecendo.

- Charlie? Que sangue todo é esse em sua roupa? – ele me perguntou aflita

Apenas chorei e corri para abraçá-la.

- O que você fez minha filha? – ela perguntou acariciando minha cabeça

- Eu... E-Eu matei um garoto mamãe... EU MATEI...

Nesse momento eu desabei em lagrimas.

Dias se passaram, e quando souberam do ocorrido, não encobriram a morte de Nicolas. Fui para diversos psicólogos e agora tomo vários remédios tanto para depressão quando para minha “esquizofrenia”. Eles deduziram isso, pois eu converso com Teddy. Fui convidada a sair da escola e agora eu vou para um internato longe daqui. Um internato especializado em jovens com meus problemas.

*”Não se preocupe minha querida... Você ficara bem!”*

- Eu sei Teddy... Mas eu tenho medo – digo

*”Comigo ao seu lado não tem o que temer minha querida”*

- Oh Teddy... – o abracei com força

- Com quem esta falando querida? – minha mãe perguntou do banco da frente do carro

- Com ninguém mamãe

Ela estava me levando agora para o internato. Assim que cheguei eu olho para o enorme prédio que mais parecia um castelo. Havia muitos adolescentes indo e vindo. Eu não sei se consigo viver aqui a partir de agora.

*”Você consegue! Seja forte”*

- Mamãe... – eu estava prestes a chorar

- Calma querida... Você ficara bem – ela me deu um beijo em minha bochecha

Abracei a. Uma mulher chegou e eu me separei de minha mãe.

- Você deve ser a Charlotte... Eu faço parte da diretoria e vim te mostrar o local onde vai morar a partir de agora.

Ela me levou para dentro do lugar me falando coisas que eu nem ao menos estava prestando a atenção.

*”Você ficara bem”* 


Notas Finais


Se gostaram, por favor, comentem isso vai me ajudar bastante ^^
E também estou aberta a críticas, desde que sejam construtivas é claro :3


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