História Little Swan Mills (One Short) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Tags Emmaswan, Morrilla, Once Upon A Time, Reginamills, Swanqueen
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Palavras 3.383
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Ficção, Luta, Policial, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello, Hello, estava sem fazer nada então resolvi escrever um one short Swan Queen espero que curtam, fiz com todo amor e carinho.
Beijos, aproveitem...

Capítulo 1 - Capítulo Único


- Mamãe vamos logo, aguenta tá bom? - Henry gritou para Regina que estava no quarto pegando a pequena malinha, ele estava estérico por conto de tudo, tentava fazer a dor de Emma melhorar - Respira, só respira ok?

Emma apenas balançou a cabeça, respirando em um ritmo nem devagar nem rápido, tinha começado a sentir contrações as duas da madrugada, mas não alarmou ninguém pois pensava que era alarme falso igual a semana anterior e sua pequena estava prevista para nascer apenas nas duas semanas seguintes,  mas suas dores começaram a se intensificar em um período maior, então ela foi obrigada a chamar Regina que estava deitada ao seu lado em um sono profundo.

Regina acordou assustada como sempre, ela estava nervosa desde o começo da gravidez, tinha tantos cuidados com Emma como se ela fosse de porcelana, todos estavam extasiados com a nova membro da família, especialmente Henry que não saia do lado da mãe um segundo se quer, todo tempo perguntando se ela precisava de algo e fazendo planos de quantas coisas ele ia ensinar para sua irmãzinha. 

As três e meia da madrugada a bolsa de Emma estourou.

     - Ai meu Deus - Regina respirava com dificuldade, com os sentimentos em um misto de alegria e preocupação - O que eu faço Em? - indagou desesperada

     - Amor... Regina, me leva pro hospital - a loira respondeu tentando amenizar a dor e não ficar irritada com sua amada.

     - Claro, é, vamos... HENRY - Regina gritou para o menino e ele em menos de dois minutos já estava na porta do quarto pronto para ajudar.

Regina veio do quarto quase correndo com uma mala pequena na cor roxo e outra um pouco maior na  cor vermelha, o nervosismo estava estampado no seu rosto.

     - Calma Henry, você está mais nervoso que sua mãe Emma - tentou brincar um pouco com a situação para aliviar a tenção dos outros dos dois mas recebeu olhares furiosos em troca - Ok, vamos querida?

A loira apenas balançou a cabeça em afirmação e Regina deu as malas a Henry para que pegasse  sua mulher no colo com mais facilidade  e assim o fez a pegou no colo com um pouco de dificuldade, colocou Emma no banco de trás de sua mercedes , dirigindo assim até a maternidade mais próxima.

Chegando lá alguns médicos vieram de encontro com a família e colocaram a loira grávida em uma maca levando a para dentro do hospital. Henry e Regina foram proibidos de acompanhar Emma até a sala de parto portanto tiveram que ficar na sala de espera.

Regina se sentou em um banco desconfortável que havia ali, e lembranças inundaram sua mente. Quando ela e Emma se conheceram, o ódio que emanou nas duas assim que se viram, os olhares trocados sem nem se darem conta, uma amizade que cresceu com o tempo, o primeiro beijo...
 

     "Você deveria ficar bem longe de mim Swan, não é por que dividimos a guarda de um filho que você precisa ficar perto de mim o tempo todo" Regina disse para Emma irritada, queria afastá la de qualquer forma, não gostava das coisas que vinha sentindo quando a loira estava por perto, então tentava evitá la de qualquer forma, mas parecia que quanto mais ela tentava afastar Emma, mais a loira queria estar perto, e isso irritava Regina profundamente.

As duas estavam na mansão de Mills sozinhas, Henry tinha acabado de sair para tomar sorvete com os seus amigos e Emma tinha decidido ficar para falar com Regina, sabia que a morena estava tentando afasta la, mas não fazia ideia de o por que, afinal, elas duas tinham virado amigas, certo?

A mais nova vinha sentindo algumas coisas quando estava perto de Regina e isso a deixou assustada, pois depois de um tempo tudo que ela queria era estar perto da morena, sentir seu perfume doce de maça recém colhidas, sentir suas mãos se encostando por breves segundo por "acidente", passou a sonhar com um belo par de olhos castanhos todas as noites e acordava com o coração acelerado, a respiração anormal e suor escorrendo pela sua testa. Sua visita à mais velha tinha sido inicialmente em prol de lhe contar tudo que sentia, mas diante da arrogância da outra a única coisa que vinha em sua mente era...

     " Por que está tentando me afastar a qualquer custo?" Emma indagou mantendo a postura e olhando fixamente para o rosto belo em sua frente, que estava com uma expressão surpresa.   

     " Por que acha isso Swan" Regina se recompôs.

     " Por que?  Eu não acredito que está perguntando isso" disse com indignação,quase ofendida mas recebeu apenas um olhar indiferente da morena " Primeiro, em todos os lugares que você está e eu chego, você sempre dá um jeito de sair, há alguns meses atrás nós saíamos com Henry pra tomar sorvete e ter uma conversa agradável e até divertida, mas agora você nem olha na minha cara, você, não atende a porcaria das minhas ligações, não responde minhas mensagens e ignora toda vez que eu tento te parar na rua para dar um "bom dia" eu estou ficando maluca, qual o seu problema?"

Emma praticamente gritou, estava com as emoções a flor da pele e não estava mais aguentando ser ignorada desse jeito. Regina olhava para ela com os olhos arregalados e a boca entreaberta, desviou seu olhar dos olhos esmeraldas que pareciam suplicantes que faziam doer seu coração, ela não podia demonstrar fraqueza, não para Emma...

     " Eu não te devo explicações Swan, e não sou obrigada a ficar ouvindo seus insultos" respirou fundo, ela não podia amolecer " Saia da minha casa" Regina disse em um fio de voz, mas a loira continuou parada a alguns metros olhando fixamente tentando  fixar seus olhos nos castanhos que estavam abaixados.

Regina levantou os olhos por um segundo para fitar a mulher a sua frente e suas íris se encontraram conversando entre si como se estivessem interligadas de alguma forma.

     " Eu disse pra você sair Swan" a morena advertiu, mas a outra continuou parada sem quebrar o contato visual " SAIA SWAN, AGORA. VÁ EMBORA!" Regina gritou indo em direção a loira com a intensão de leva la para fora a força.

Em um movimento rápido Emma segurou os pulsos de Regina e a virou prendendo a entre  uma mesinha que tinha ali e seu corpo, a morena se debateu tentando sair daquela posição, mas a loira era forte e fazia pressão com seu corpo contra Regina, deixando a desconfortável.

     " Me solte Swan, eu mandei você sair daqui" Regina balançou os braços tentando soltar os pulsos das mãos fortes de Emma.

A loira chegou seu rosto mais perto da morena que a encarou engolindo o seco, os olhos se conectaram novamente.

     " Você não quer que eu vá" Emma falou com uma voz rouca  e autoritária da qual a morena nunca tinha ouvido " Me mande embora... Se você falar agora sem hesitar que quer que eu vá, eu vou, e nunca mais lhe perturbo... Vamos Regina, me mande sair daqui" chegou mais perto fazendo seus narizes quase se colidirem.

Regina respirou fundo e o perfume de Emma invadiu suas narinas, tomando conta de seus pulmões, parou de lutar contra, não só contra as mãos fortes que seguravam seus pulsos, mas também parou de lutar contra os sentimentos que tinha tentado reprimir por muito tempo, e que agora pareciam mais que naquele momento pareciam mais fortes que qualquer coisa.

     " Eu...Eu" ofegou, tentando formular alguma frase que fizesse sentido mas com Emma por perto era difícil "Dane-se" falou vencendo o espaço que havia entre elas e encostou seus lábios nos de Emma.

Só um encostar de lábios inicialmente, um movimento suave e meio hesitante, os lábios se moveram tornando o contato das duas um pouco mais íntimo. No mesmo momento em que Emma soltou os pulsos da outra para segurar em sua cintura, sua língua pediu passagem para explorar cada cantinho daquele paraíso, Regina cedeu de bom grado,e então suas línguas se encontraram em uma colisão deliciosa dando início a uma luta extremamente erótica entre si. As mão delicadas da prefeita subiram os braços fortes da xerife indo até os cabelos loiros de sua nuca e puxando contra si, aprofundando mais o beijo, tornando o mais fervente e demonstrando o tanto de desejo que as duas sentiam uma pela outra.

Infelizmente por falta de ar elas tiveram que se separar, não antes de Emma morder de leve o lábio inferior de Regina,fazendo a soltar um gemido baixo e contido.
 

     - Regina, onde está minha filha - Mary correu até a morena e a abraçou.

     - Está na sala de parto - a prefeita olhou aflita para o corredor, já estava com saudades de Emma.

     - Ela vai ficar bem, minha menina é forte - David garantiu abraçando Regina de lado.

     - Mãe, eu vou buscar um café, você quer? - Henry perguntou parado em sua frente.

    - Não querido, eu estou bem - Mills respondeu.

    - Ok, vou trazer um café preto com mel pra você, já volto - o garoto insistiu saindo de vista.

Regina voltou a se sentar deixando mais lembranças invadirem seus sentidos.
 

     - O que está fazendo aí xerife abusada? - Regina sussurrou abrindo a janela de seu quarto para que Emma pudesse entrar - Você está planejando subir na minha árvore e entrar no meu quarto de madrugada há quanto tempo?.

Emma sorriu entrando pela janela com facilidade e ficando atrás de Mills que conferiu a rua pra ver se nenhum fofoqueiro estava vendo aquilo.

A prefeita fechou a janela e sentiu os braços de sua loira rodear seu corpo afundando o nariz em seu pescoço.

     - Na verdade eu sempre quis fazer isso - Emma sussurrou em seu ouvido, deixando a arrepiada.

     - Não deveria vir a está hora, Henry é esperto pode descobrir... - Regina disse se virando para encarar a outra que estava segurando um riso - O que?  Por que está rindo? Eu estou falando sério Emma, ele pode não aceitar muito bem essa situação...

     - Eu já sou bem grandinho para aceitar certas situações, não sou mais um bebê mãe - Henry abriu a porta do quarto e se escorou no batente lançando um sorriso cúmplice para Emma.

     - Você sa-sabia? - gaguejou sentindo um nó na garganta.

     - É claro que sim mãe, na verdade, foi o meu primeiro palpite desde que  minha mãe Emma passou a vir aqui mais vezes e você fica rindo igual uma boba apaixonada - ele sorriu um pouco se aproximando de sua mãe -Está tudo bem, eu amo vocês e quero que sejam felizes, caramba! Essa foi uma das melhores coisas que me aconteceu. Nós já éramos uma família, só que agora é oficial... - ele abraçou suas duas mães o mais forte que pôde.
 

     - Cadê a patinha? - Ruby gritou da porta do hospital esbarrando em vários médicos e chegou até Mary - Onde estão? Minha afilhada já nasceu?

O coração de Regina apertou com a lembrança de quando ela e Emma decidiram que Ruby seria a madrinha de sua filha.
 

Felicidade, definia Regina e Emma, elas seriam mamães.

Tinham feito uma inseminação três meses anterior, e elas tinham acabado de descobrir que tinha dado certo. 

"Seriam mães novamente" só isso povoava seus pensamentos.

     - Bem que eu estava me sentindo gorda mesmo... - Emma falou olhando para própria barriga, estava deitada ao lado de Regina que lia um livro qualquer.

Regina abaixou o livro e olhou para a loira ao seu lado.

    - De onde você tirou uma besteira dessa? Você está linda, na verdade, está mais linda que nunca - a morena deixou seu livro de lado e inclinou seu corpo para cima de Emma - Você é a mulher mais sensual desse mundo, e sempre vai ser.

Beijou o biquinho engraçado que Swan fez.

     - Sabe... Você poderia me mostrar o quão sensual eu sou - a loira disse em um tom malicioso.

     - Desculpa xerife, mas não quero machucar nosso bebê - Regina disse fazendo Emma revirar os olhos e bufar.

     - Então se eu ficar em cima ele não se machuca - subiu em cima da morena comum impulso e começou a trilhar beijos em seu pescoço.

     - Não me provoque Swan.

    - Não estou Mills.

Em um movimento muito rápido Regina trocou de posição mantendo sua mulher debaixo de si. Suas mãos subiram pelas suas coxas até encontra a camisa grande e solta que Emma usava pra dormir, subiu o tecido e com a ajuda da outra tirou pela sua cabeça jogando em algum lugar do quarto.

     - Eu quero que Ruby seja madrinha do nosso bebê - Emma disse em um quase sussurro.

     - Não mesmo, não quero aquela louca perto da minha criança - Regina desceu os beijos para os seios da xerife deixando mordidas leves leves em torno.

     - Hum... - a loira gemeu - Mas ela é minha amiga...

A língua da prefeita fez um caminho pela barriga de Emma, descendo até chegar em sua calcinha fina, plantou um beijo por cima do pano notando o quão molhada a outra estava. Tirou devagar a peça enquanto  se deliciava vendo o rosto da loira se contorcer em aprovação.

     - Eu já disse Swan, ela é louca e não quero ela como má influência para o nosso filho, ou filha - Regina disse rouca, subindo novamente no corpo da mais nova para encontrar seus lábios e assim o fez.

     - Ela não é louca o tempo todo, só as vezes - Emma ofegou tirando as roupas de Mills em uma velocidade recorde.

Sem aviso nenhum dois dedos da xerife penetraram a prefeita que gritou de prazer.

     - Emma... Hum...- ela gemeu sentindo os dedos da mais nova se mexendo dentro de si.

O vai e vem que começou lento, ficou mais rápido e os quadris de Regina acompanhavam os movimentos indo de encontro aos dedos ágeis da loira com força.

     - Ruby vai ser a madrinha do nosso bebê -Emma sussurrou no ouvido da mais velha e mordeu o lóbulo de sua orelha.

A prefeita estava de olhos fechados e com o rosto contorcido em prazer, mordeu seu lábio inferior e Emma sentiu as paredes de Regina se apertarem ao redor de seus dedos dando indício a um orgasmo, em menos de um minuto a morena gritou em prazer  deixando seu líquido escorrer pelos dedos da xerife. Se jogou ao lado de Emma ofegante.

     -Tudo bem amor, você me convenceu, a louca da sua amiga vai ser madrinha do nosso bebê - Mas só se você me permitir ter uma revanche agora, por que isso que você fez foi golpe baixo...

Emma riu e mordeu o lábio sentindo Regina subir em cima dela novamente e prendendo suas mão acima da cabeça.

     - Agora você será minha...
 

     - Aqui mãe, seu café - Henry estendeu um copo para Regina a despertando de seus devaneios - Por que está demorando tanto? 

     - Essas coisa podem demorar garoto - David pegou em seu ombro tentando confortá lo, mas na verdade, todos ali estavam aflitos.

Emma já tinha entrado na sala de parto fazia quase duas horas e ninguém veio dar notícias de nada.

Regina segurou forte o copo na mão e viu de relance o brilho da aliança em seu dedo, sorriu olhando o cisne coroado.
 

     - Eu te amo - Emma sussurrou para mulher em sua frente.

     - Eu também te amo - Regina sussurrou de volta sorrindo genuinamente.

     - ... E assim eu vos declaro, casadas, podem se beijar - Archie disse e as duas mulheres se entreolharam, aquele era o momento mais esperado em toda a cerimônia.

As duas se juntaram ao mesmo tempo trocando um beijo um pouco rápido mas cheio de sentimentos. Todos aplaudiram, quando elas desceram do pequeno palco, foram cumprimentadas por todos que estavam ali. Depois de dançarem e comerem um pouco as duas estavam exaustas.

     - O que acha de fugirmos daqui e aproveitar logo nossa lua de mel? - Emma sussurrou para Regina.

A morena sorriu balançando a cabeça em afirmação.

Elas decidiram se casar assim que descobriram que a inseminação tinha funcionado, a barriga de Emma era pequena, então não tiveram problemas algum com o vestido. Todos da família de Emma aceitaram sua relação de bom grado, a de Regina nem tanto, mas assim que souberam que ia nascer um novo membro da família ficaram extremamente felizes.

Assim que Emma e Regina correram pra longe da festa entraram no carro da prefeita.

     - Eu nuca achei que fugiria do meu casamento - a morena disse e as duas gargalharam.

     - EU TE AMO REGINA SWAN MILLS - Emma gritou dentro do carro fazendo a outra franzir o cenho e gargalhar mais ainda.

     - EU TAMBÉM TE AMO EMMA SWAN MILLS - Regina gritou de volta e ela ficaram se olhando sem precisar falar mais nada.

     - Me dá sua mão - a loira pediu, a prefeita estranhou mas fez.

Emma tirou o anel de casamento do dedo de Regina mas continuou segurando sua mão, olhou diretamente nos olhos castanhos e disse.

     - Com esse anel eu declaro que para todo o sempre você será minha, não importa aonde tivermos ou em que vida ou o que estivermos fazendo. Você é minha - colocou o anel novamente no dedo de Regina e beijou sua mão em seguida.

Regina repetiu os atos e Emma.

     - Com esse anel declaro que para todo o sempre eu serei sua e de mais ninguém, não importa o quão sem graça e infantil você seja. Eu sou sua e estarei com você. Para todo o sempre...

     - Para todo o sempre - disseram juntas.
 

     - Regina Mills? - uma médica chamou entrando na sala de espera.

Todos levantaram em um pulo.

     - Swan Mills - corrigiu - Como ela está? E ... como ... como estão?

     - Elas estão bem, sua bebê é muito forte. Você pode vê-las agora.

Regina quase pulou de alegria, sorriu aliviada e sem prestar atenção em mais nada seguiu a médica até um quarto no final do corredor. Ela bateu na porta de leve sentindo o coração dar cambalhotas em seu peito.

     - Emma? - chamou entrando no quarto e vendo a loira deitada com sorrindo para um embrulho rosa em seus braços, ela olhou na direção de Regina e seu sorriso aumentou.

     - É hora de conhecer sua mamãe, diga "oi"pra sua mamãe Gina - Emma falou um pouco baixo pra não assustar a pequena.

A prefeita se aproximou sentindo algumas lágrimas se acumularem em seus olhos. Quando olhou no rostinho daquele ser tão pequenininho e tão frágil ela não pode aguentar, suas lágrimas correram livres por sua bochechas.

     - Oi querida - disse baixinho pegando na mão minúscula de sua filha - Posso pegá-la? - perguntou passando a mão no rosto na intenção de limpar as lágrimas mas elas não cessavam.

Emma revirou os olhos ainda sorrindo.

     - É claro que sim, você é mãe dela esqueceu - a loira riu levantando um pouco a pequena, Regina pegou a filha no colo e sorriu achando que não ia aguentar de tanta felicidade.

     - Oi meu amor - pegou em sua mãozinha balançando a devagar nos braços - Você lembra da minha voz? Eu cantava quando você ficava torta na barriga de sua mamãe Emma e ela sentia dor, eu conversei com você lembra? 

A bebê que estava com os olhinhos fechados abriu devagar se adaptando com a luz e abriu a boca dando ao que pareceu um sorriso.

     - Emma, ela sorriu... A nossa filha sorriu pra mim... Ela, ela lembra da mamãe Gina...

Emma sorriu vendo o quão boba Regina estava.

     - Eu pensei em chama la de Sara, eu andei pesquisando e quer dizer  "princesa", "senhora", "dama". O que você acha ?- a loira disse hesitante.

     - Eu? É perfeito, ela vai ser nossa princesa, nossa Sara...

     - Sara Swan Mills, você gostou minha pequena? -Regina sorriu para a bebê - Eu acho que ela gostou. 

     - Nossa Pequena Swan Mills - Emma disse.

     - Pequena Swan Mills - disseram juntas sentindo o gosto daquelas palavras.
 

E eles viveram felizes para sempre.


Notas Finais


Olha eu aqui de novo! Adorei escrever para vocês... Beijões e até a próxima


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