História Little Things - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~oned_harry

Postado
Categorias One Direction
Personagens Personagens Originais
Tags Harry Styles, Niall Horan, One Direction, Romance
Exibições 16
Palavras 2.692
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem!

Boa leitura!

Capítulo 1 - Surpresa


Fanfic / Fanfiction Little Things - Capítulo 1 - Surpresa

Direcionei a câmera para eles. 

— Mãe, pai, olhem para cá. - Pedir a eles, e assim fizeram com um sorriso enorme nos rostos. 

Bati a foto, vendo uma luz forte no fundo. 

Eram dois faróis vindo na nossa direção. 

— Cuidado. - Gritei, mas apenas sentir uma batida forte acerta meu corpo.

1 de Fevereiro de 2015. 

Abri meus olhos os direcionando rápido ao redor do quarto que se encontrava de luzes apagadas. Me sentei na cama e tentei acalmar as batidas de meu coração. 

Meu rosto estava todo soado e minha respiração pesada. Minha mente bloqueada pelo desespero e medo. 

Hoje seria mais uma madrugada em que eu tinha aquele pesadelo. 

— Droga. - Falei, passando minhas mãos por minha testa. 

Ouvir a voz de Kátia vindo de cima da cama perguntando se eu estava acordada. 

— Sim, foi apenas um pesadelo. - Respondi, me jogando de volta na cama. — não sei se irei aguentar mais algum dia tento esse pesadelo. 

— Seja forte, um dia iram acabar e não demorará muito. Além do mais, o psicólogo disse que eles não afetam você de nenhuma forma, e isso é bom. 

— Eu sei mas...- Suspirei. — dói, dói ter que ver todas as noites a mesma imagem. 

— Tudo ficará bem Sam, apenas volte a dormi. 

— Tudo bem. - E assim aquela conversa em plena madrugada acabou.

Suspirei frustada. 

É claro que nada estará bem. Minha mente era ocupada noite apois noite por aquele flash back que não saia de jeito nenhum dali. Eu não me acostumava com o fato de: todas as vezes que eu fechasse os olhos para dormir. Eu os viria de novo, e de novo, e de novo. 

Me ajeitei de lado na cama, começando a encarar as cortinas brancas da janela que dançavam junto com o vendo que vinha da janela aberta. A brisa fez-me me sentir melhor apesar de ser bem difícil as vezes algo me fazer bem apois ter um pesadelo. Sorrir, tentando expulsar aqueles pensamentos. Fechei os olhos pensando em momentos felizes, e de leve sentir o sono se aproximando. 

*

— Conseguiu dormir depois do sonho? - Kátia perguntou enquanto terminará de fazer suas tranças em meu cabelo ruivo longo. 

— Pesadelo, você quis dizer. - A corrigir. — sim, respondendo sua pergunta. Pensei que não iria conseguir, mas pelo visto me enganei. 

— Pelo que vejo, está conseguindo ir com o tratamento. Até sua olheiras de antes não existem mais. - Vi o reflexo de seu rosto sorrindo pelo espelho. E sorrir junto. — Você está conseguindo.

— Apenas queria que esses pesadelos fossem embora de uma vez.

— Acalme - se querida, tudo tem seu tempo. - Sorriu novamente transmitindo tranquilidade. — Pronto, acabei. 

Olhei para o espelho prestando atenção em meus cabelos, que estavam em uma trança ambutida para o lado, enquanto minha franja de tamanho médio estava repartida no meio em minha testa. 

— Afinal, por quê está me arrumando? - Me virei para a frente dela. 

— Hoje, virá um casal aqui, adotar uma de vocês. 

— E o que faz a senhora pensar que iram me escolher? Já tenho 17 anos, esses casais preferem recém nascidos, e crianças mais novas. 

— Porque você é uma garota especial , além de educada, e excelente aluna. 

— E se me escolherem? O que me garante que não irá me devolver, como tantas vezes já aconteceu  com outros casais? 

Ela se agachou em minha frente,  e pegou minhas mãos. 

— Deveria agradecer, pois prova que eles não eram bons o suficiente para cuidar de você. 

— Então devo agradecer 72 vezes? - Falei, pensando nas 72 vezes que fui adotada, e devolvido apois uma semana. — é mais fácil dizer que eu não era boa suficiente para eles. 

— Ei - Levantou meu queixo. — se valorize mais. Você é uma garota maravilhosa Samantha.

Kátia era como uma segunda mãe para mim. A primeira a me receber de braços abertos quando cheguei, e a primeira a cuidar de mim como se eu fosse sua própria filha. Eu a amava, pois mesmo não podendo me adotar, já que era uma freira e não podia se casar, me adotou com o seu coração, e isso já bastava para mim ser um pouquinho feliz. 

— Hoje como é domingo, e você não precisará me ajudar na cozinha, terá tempo suficiente com o casal. Seja educada, e principalmente, seja você mesma. 

— Tenho que ir mesmo? Sabe que não irá dá em nada. 

— Se sabe tanto que não irá se escolhida, faça isso por mim. 

Pensei e repensei. Fazia sentindo, eu sabia que não iria a ser escolhida. Não iria me custa nada, fazer algo para que ela ficasse bem. 

— Tudo bem...

Me levantei do banco, e me virei para o espelho. Ajeitei minha saia de cintura alta azul marinho, estilo colegial, e passei minhas mãos por minha camiseta branca social. E uma pergunta fiz a mim mesma.

E se? 

Sair do quarto fechando a porta com calma. Comecei a andar pelos corredores indo até a direção do refeitório. Mas, no meio do caminho, algo me puxou. 

— Oi linda. - Ele me impressou na parede. 

Ele estava com o mesmo sorriso largo e malicioso de sempre. 

— Não deveria fazer isso , alguém pode nós ... - Ele me interrompeu, colando seus dedos em meus lábios trêmulos. 

Mas os dedos não permaneceram ali nem por um segundo sequer. Com a fisionomia restaurada e o olhar arrebatador como de tantas vezes. Ele os afastou e,  segurou meu rosto entre as mãos ,se inclinou sobre mim. Sedenta e nervosa, sua boca se afundou na minha. O fogo estava de volta e eu queimava por dentro. Apois tantos dias sem se ver, finalmente estávamos ali, matando a saudade um do outro.

O beijo era calma mais cheio amor. As mãos de Daryl percorriam minha cintura fina e as minhas suas costas musculosas o imprensando mais contra mim. 

Ele se afastou e surrussou em meu ouvido. 

— Vamos para o seu quarto? - Rir baixinho. 

— Kátia está lá. - Respondi, o fazendo respirar frustado. — Além do mais, precisamos conversar.

— Podemos terminar o que estávamos fazendo para depois conversar? - Ele se aproximou para outro beijo mais me afastei. 

—É sério Daryl, e tem mais, alguém pode nós ver. E você sabe o que pode acontecer. - Ele concordou, e se afastou. 

Se encostou na parede e cruzou os braços mantendo uma distância aceitável entre nós. 

— O que quer conversar? Sobre nossa relação? 

— Não, eu não sou assim. - Falei. — É que, hoje vira um casal, e bom, Kátia quer que eu vá conhecê-los junto com os outros depois do café, para ver se eles gostam de mim e me adotam. - Revirei os olhos. 

—  E você fará isso não é?

— Sim, mas apenas para ela ficar feliz. Sei que não iram me escolher. 

— Mas, e se escolherem? - Ele se desencostou da parede e ficou um pouco mais próximo de mim. 

— Isso nunca vai acontecer Daryl. Tenho 17 anos. - Prosseguir. — não vejo a hora de completar 18 anos para ir definitivamente embora daqui, e levar você e  Kátia comigo. 

Ele abaixou os olhos e sorriu. 

— Você tem sorte, pode ir embora daqui a hora que quiser. 

— Eu adoro esse lugar e as pessoas daqui. E principalmente estou aqui por você  - Sorrir corando. — Eu te amo Samantha. 

— Eu também te amo Daryl. 

Ele sorriu e descruzou os braços. Se aproximou ainda mais e pegou minhas mãos  

— Se algo acontecer. Não se esqueça disso. 

— Nada irá acontecer. 

Ele riu irônico. Eu sabia o que significava mas fingir nem ligar. 

Daryl e eu namorávamos a dois anos, e já nos amávamos inexplicávelmente. Ele era uma parte de mim, por isso ,faria de tudo para ficar ao lado dele. 

— Você está linda hoje. - Me olhou de cima para baixo. 

Sorrir, e comecei observá-lo. 

Daryl era lindo. Lindo de uma maneira que não dava para explicar. 

Seus olhos castanhos claros me faziam viajar, e seu sorriso sempre fazia-me me sente bem em pouco tempo. Daryl tinha 18 anos, e já tinha a feição de homem adulto. Seus cabelos com uma mistura de castanho claro e castanho escuro estavam arrumados perfeitamente. E sua roupa social - calça azul marinho e camiseta social branca, estavam  ajeitado, apesar dele não precisar usar o uniforme do orfanato. 

*

O casal era até simpático. Depois que eu e Daryl nos despedimos, pois não poderíamos demorar já que em pouco tempo iriam fazer a contagem para ver se todos os órfãos estariam ali para o café, e logo apois de todos tomarem seu café no refeitório, a diretora Miller. — Uma freira de meia idade mas que dava calafrios em todos. Anunciou uma lista de órfãos que iriam ter uma pequena conversa com o casal, para que eles pudessem avaliar de uma maneira melhor, o órfão que mais o agradassem.

Eu havia os visto de longe, quando entraram na sala da diretora pela porta central. Havia uma fila de jovens e crianças atrás de mim mais ansiosos que eu. Daryl não se encontrava ali, pois como já alcançou a maior idade, trabalhava, assim como eu,  na cozinha, pena que era em outra cozinha, e não tinha mais idade para se adotado. Sortudo, ele não sabia a sorte que tinha, ou se sabia, fingia que não ligava. 

Estávamos sentados esperando por nossos nomes serem chamados , e acredite, eu era a única mais velha dali, o resto era de garotos e garotas de 15 anos para baixo. Chegava até ser vergonhoso.

— Amanda Karoline. - A Freira apareceu na porta chamando pela própria garota .

Ótimo, seria por ordem alfabética. - Pensei. 

A garota de cabelos pretos albina, se levantou e foi até ela entrando na sala. E foi assim o dia inteiro. A Freia chamava, e alguém entrava, logo depois saia, e a Freira chamava outro nome, e assim sucessivamente. 

— Samantha Gilbert. - A Freira apareceu na porta chamando por meu nome. 

Um calafrio percorreu minha nunca que me fez estremesse por inteira. O tempo havia passado tão rápido. Olhei para trás para ver se ainda tinha gente ali, mas não, eu era a última. 

Me levantei e fui. 

Entrei na sala grande de móveis antigos e cheiro de jasmim. 

— Senhor e Senhora Horan, essa é Samantha Gilbert. - A diretora apareceu em meu lado. 

E as duas pessoas que estavam sentadas em frente a mesa dela de costas, se levantaram e viraram-se para mim. 

- Olá Samantha. - A moça de pele clara, aparência jovial mas ainda com poucas rugas ao redor dos olhos castanhos claros. Disse, com um sorriso largo no rosto. 

— Oi. - Retribuir o sorriso. 

— Iremos ter uma pequena conversa apenas para nós conhecer melhor. Ok? 

— Tudo bem. 

...

— Primeiramente me chamo Maura, e esse é meu marido Bobby. - A moça disse enquanto estávamos sentadas no sofá da sala. — a quanto tempo está aqui moça? 

— 9 anos. - Respondi, percebendo a expressão de surpresa dos dois. 

— Nunca foi anotada? - Bobby perguntou. Ele já tinha uma aparência mais velha do que da moça. 

— Sim, 72 vezes, mas as pessoas sempre me devolviam. - Dei um leve sorriso para disfarça o desconforto de esta falando sobre aquilo. 

— Sinto muito querida. - ela tocou em meu ombro. — Você sabe porque? 

— Não, mas minha madrinha Kátia, sempre diz que devo agradecer por eles terem me devolvido. Ela fala que eles não eram bons o suficiente para cuidar de mim. - Rir. 

— Entendo. Mas, você gostaria de ter uma família ?  - A moça perguntou. 

— Quem não gostaria? - Questionei. — mas já aceitei que nunca iram me adotar de verdade, nem vocês. 

Sorrir fraco. Me levantei.

— Foi bom conversar com vocês. - Me virei, e simplesmente sair da sala. 

*

— O casal conheceu cada um de vocês, e bom, eles já escolheram quem iram adotar. - A diretora disse em nossa frente. — Samantha, pode ir arrumar suas coisas, você irá hoje mesmo. 

Por um tempo tentei convencer a mim mesma que havia ouvido errada. Mas depois meus ouvidos se acostumaram com a idade de ouvir meu ser chamado. 

Olhei ao redor e todos estavam olhando para mim. 

— Como é? 

— Eles escolheram você querida, e querem levá-la hoje mesmo. 

— Não, não pode ser. Eu... - a Adelina percorreu pelo meu corpo fazendo ele extremecer e meu coração acelera. — preciso fazer uma coisa. 

Sair dali correndo, correndo com toda a minha velocidade possível. Entrei no corredor dos meninos e fui indo procurando o quarto de Daryl. Quando achei, bati na porta, mas ninguém abriu, apenas pude ouvir um gemido atrás da porta, sugeri que fosse ele, então abrir, e por um momento, cheguei a conclusão que eu nunca deveria ter feito aquilo. 

Daryl estava aos beijos com Taylor em sua cama. A clima estava tão quente entre os dois, que nem perceberam minha presença. 

Apenas botei a mão sobre minha boca para abafar o grito. Dei um passo para trás e fechei a porta, e voltei pelo caminho que havia feito como s é nada tivesse acontecido. 

Cheguei no meu quarto com Kátia sentada em minha .

— Como foi? 

Fechei a porta e me aproximei. 

— Eles me adotaram. - disse sem animo.

— Oh, que perfeito. - Pulou de felicidade. — venha, vamos arrumar suas coisas. 

*

Tudo já estava pronto. 

Peguei uma de minhas melhores roupas para ir embora. - minha calça jeans, junto com minha camiseta branca que tinha as mangas feitas de crochê,e minhas sapatilhas vermelhas já gastas. Deixei meus cabelos soltos, e assim sair do quarto, com minha pequena mala nas mãos, e Kátia ao meu lado. 

Fomos até a sala da diretora em silêncio. Eu não queria dá uma palavra a ninguém muito menos a ela, que com certeza já sabia que eu não me encontrava bem. 

Eu estava controlando para não chorar com toda a minha força, pois eu odiava chorar, chorar para mim, significava fraqueza, e ser fraca era a última coisa que eu queria ser. 

— Prometa que vira me ver?

— Claro madrinha, irei vim aqui todos os dias que puder. - A abracei com força. — não se esqueça de mim, por favor. - Sussurrei. 

— Nunca irei esquecer de você minha filha. 

Nos soltamos, e pude a porta da direita ser aberta e o casal saindo de mãos dadas. 

— Vamos querida? - ela piscou para mim erguendo suas mãos. 

A segurei. E pude sentir uma sensação que não dava para explicar, mas era muito boa. 

Saímos do orfanato de mãos dadas, e dei de frente com um enorme carro preto parado em nossa frente, com um motorista abrindo a porta de trás. 

— Esse carro é de vocês? - Perguntei. 

— Nosso querida. - Ela respondeu com um sorriso nós lábios. 

Fomos indo em direção ao carro e entramos. 

Olhei para fora da janela para o orfanato. Eu não havia nenhum amigo para sentir saudade, pois todos já haviam sido adotados. A única pessoa que eu sentiria, seria Kátia, e a única pessoa que daria graças a Deus por não mas ver, seria Daryl. 

*

O carro parou, e assim descemos em um bairro que parecia chique. As casas eram enormes e modernas. Fomos em direção a uma casa grande de várias janelas. Paramos em frente a porta. 

— Pode abrir querida. - Maura disse, e assim fiz. 

Girei a maçaneta e a porta se abriu. Apenas pude ouvir e ver uma grande quantidade de pessoas apareceram em minha frente, gritando " Surpresa ".

Confeites apareceram ,e uma faixa rosa estava na parede escrito " Seja bem vinda. "

Minha cara de espanto, era tão engraçada, que algumas pessoas chegaram a rir de mim. Sorrir. 

— Olá Samantha, prazer Niall. - Um loiro que tinha os cabelos quase brancos, apareceu em minha frente com um sorriso super mega largo. Ele usava óculos e obtinha olhos azuis fortes. De pele clara,alto e de postura bem feita. — sou seu novo irmão. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, até a próxima.


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