História Little Wolf - Capítulo 10


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Categorias Teen Wolf, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Davina Claire, Elijah Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Jordan Parrish, Kira Yukimura, Klaus Mikaelson, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Marcellus "Marcel" Gerard, Melissa McCall, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski
Tags Banshee, Híbrido, Lobisomem, Mitologia, Teen Wolf, The Originals, Universo Alternativo, Vampiro, Wolf
Exibições 31
Palavras 561
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Por favor não me matem... kkkk Mais um capítulo intermediário para o entendimento da história. Espero que goste!

Capítulo 10 - A conversa decisiva


Fanfic / Fanfiction Little Wolf - Capítulo 10 - A conversa decisiva

17 anos atrás...

     Scarllete, já com 21 anos, tinha procurado sair da casa dos pais. Trabalhava em uma empresa grande junto com seu marido. Tinha se casado cedo e tido filho com 2 anos, Anne. Morava longe de seus pais e de sua irmã, que ainda morava lá. Luna, com 18 anos, pretendia fazer faculdade, mas tinha algo que a impedia, o romance secreto com seu irmão adotivo.

   Apenas piorou quando os Calaveras descobriram sobre o que ela era, um lobisomem. Na mesma época estava grávida de seu “irmão”, porém, para os Calaveras não matarem ela e a criança, ela fugiu sem contar para ninguém. É claro, tinha uma exceção, seu melhor amigo Ivo que apoiou sua fuga, um bruxo.

    - Ivo, aquele feitiço que você colocou sobre minha irmã.... Ainda está funcionando?

    - Até agora sem registro de transformação... E você Lu? O que vai fazer? Agora os Calaveras vão te caçar até te ver morta, eles acham que você traiu a família. – Perguntou Ivo para Luna, esta passou a mão em sua própria barriga, que começava a mostrar a gravidez.

    - Eu não os trai! E eu não sou um monstro, e nem esta criança. Ainda bem que eles não sabem que ser isto é parte de nossa genética, senão matariam Scarllete e Anne também.

    - Posso te ajudar Luna? – Perguntou de novo o garoto. Ela apenas o olhou com dúvida. – Você não pode ficar muito tempo escondida aqui em casa, eles vão descobrir, é na mesma cidade e...

    - Você está me expulsando? Está bem, sei que estou arriscando sua vida, mas pensei que éramos amigos.

    - Não é isso apressadinha, deixa eu terminar de falar? – Ela o encarou um pouco brava, até de um jeito desafiador. – E se fossemos para a cidade onde sua irmã está morando? Beacon Hills, não é? Sim, isto que você escutou, nós, não vou te deixar sair por aí sozinha.

    - Eu posso cuidar muito bem de mim sozinha!

    - E eu posso usar magia para tentar te esconder.

    - Não, vai ser muito ruim para você, proteger nós duas.... Eu aceito sua tal proposta se for para apenas protege-la, mas como...?

    - Eu não acabei ainda. Minha família me deixou uma grande empresa como herança, um tio avô morreu sem deixar herdeiros, e eu sou o único da minha família ainda vivo. Podemos nos estabelecer naquela cidade, eu só teria que administrar a empresa.

    - E eu? Eu não quero ficar parada, não. E nem quero ser sustentada por marido rico.

    - Que tal continuar o negócio da sua família, mas de outro jeito?

    - Como? Eu não vou matar nenhum dos meus por achar que são monstros.

    - Você pode fazer justiça, algo parecido, é a sua cara. Pôr na linha os sobrenaturais ao redor, que matam inocentes, entre outros. E é claro, ensinar luta para nossa pequena. – Ela o encarou com dúvida. – O que? Eu não posso cria-la como minha filha?

     - Ivo, não existe pessoa melhor no mundo. Não acredito que você pensou nisso só para me ajudar. E esse negócio de justiceira, pode até ser, mas eu posso ser professora de luta. Ou professora de tiro, sou boa nisso.

    - Viu? Você não vai depender de ninguém. Então aceita?

    - Aceito. – Disse e foi abraçar seu amigo, lágrimas começaram a cair, mas tentava se controlar. – Obrigada Ivo.


Notas Finais


E aí gostou? Espero que sim! Até o próximo!
=)


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