História Little Wolf... - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jeff The Killer
Personagens Jeff
Tags Jeff The Killer, Slenderman
Exibições 21
Palavras 1.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Saga, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie galera, primeira história minha desse gênero e categoria espero que gostem...

Capítulo 1 - Prologue.


Fanfic / Fanfiction Little Wolf... - Capítulo 1 - Prologue.

Chovia muito naquela noite de outono, oque junto com a terra deixava os sapatos de Kaile Morgan enlameados. Mais ela não se importava, ou melhor, não queria se importar, já que a única coisa que realmente importava era deixar aquele pequeno monstro em seus braços na casa de Slender, o pai da criança.

O pequeno monstro tratava-se de uma recém-nascida, de cabelos cinza médio, olhos âmbar e pele branca não pálida. Fruto de um estupro a criança não agradava em nada a mulher.

Ao avistar a enorme e velha mansão, a mulher suspirou aliviada, logo estaria livre das lembranças daquela noite onde sua pureza fora tirada. Depositando a pequena monstrinha na porta da velha casa, Kaile não se preocupou com o tempo frio que prejudicaria a sua da menor e sim se aliviou ao saber que logo estaria nos braços de seu amado, Jason futuro pai de seus filhos- e esses ela teria certeza que amaria.

-Adeus monstrinha. –sussurrou batendo na porta da casa e correndo se esconder atrás de um vaso que tinha ali perto- um grande vaso.

Kaile viu quando um garoto loiro abriu a porta, e viu quando ele pegou sua “filha” nos braços, e ouviu quando ele disse:

-Laughing Jack, irá adorar te conhecer pequena. - e entrou fechando a porta atrás de si.

Uma hora depois...

Ben Drowned jogava videogame enquanto o pequeno embrulho ao seu lado no sofá observava a suas expressões e trejeitos, simplificando seu rosto, Bem era um garoto bonito loiro e alvo, vestido com roupas verdes de duende. Um garoto normal se não fosse pelos seus olhos negros com duas íris vermelhas e o sangue escorrendo por suas bochechas.

Laughing Jack ainda não tinha chegado de sua ultima “caçada”, e os outros creepys, bom alguns estavam em seus quarto e outros estavam fazendo oque faziam de melhor.

-Deu para atacar criancinhas, Ben? –disse a voz de Slender preenchendo o recinto, o som baixo de estática mostrava que esse não estava bravo.

-A deixaram na porta, pensei em dá-la para Laughing, sabe depois dá ultima briga entre nós, o clima esta um pouco pesado...

  -Uma oferta de paz? –perguntou Slender surpreso, Ben assentiu. –Bom saber que não haverá mais móveis quebrados.

De repente a pequena chorou, chorou alto. Chorou a ponto de fazer as lâmpadas dos abajures estourarem, e o sinal da teve se perder e virar um chiado.

-Faça parar ande! Antes que corte a goela dessa rata. -gritou outro creepy de seu quarto. Ben não pensou duas vezes pegou a rata e lhe enfiou o dedo na boca, fazendo-a usar seu dedo como chupeta.

-Que porra foi essa? –perguntou quanto à criança já estava mais calma.

-Deixe-me me ver a pirralha. –pediu Slender, Bem passou a criança já mais calma ao pálido.

Slender não pode deixar de se surpreender ao ver a criança, seus cabelos eram cinza tom médio, seus olhos de lobo e sua pele branca.

-Havia algum bilhete junto com ela? –perguntou, a estática do recinto aumentou consideravelmente.

-Não só a criança mesmo. -disse o duende vivo.

Sem dar tempo nada Slender, pronunciou baixas palavras já conhecidas por Ben, fazendo-o loiro cair desacordado por breves instantes no chão empoeirado da mansão.

-Oque quer Slender? –perguntou uma voz frívola que mais parecia um coro de vozes, muito diferente da voz de Bem, oque era algo completamente compreensível já que não era mais Bem naquela casca.

-Preciso que me confirme algo. - Zalgo bufou prostrado, odiava ser interrompido por bobagens.

-Que seria?

-Se essa criança é minha filha. – assim tais palavras foram ditas o olhar de Zalgo se cravou na criança. Estendendo os braços a pegou no colo, e encostando um de seus frios dedos na testa da pequena, constatou algo que já imaginável.

-Sim Slender, a criança é sua filha.

-Pensei que não podíamos ter filhos.

- Não podem pelo menos a maioria de você não. Casos raros e específicos às vezes ocorrem.

-Como específicos?

-Casos muito calculados, que servem para me divertir.

-Divertir?

-Sim, ando muito entediado. Preciso de uma diversão.

-E oque a criança tem haver com isso?

-De vez enquanto quanto fico entediado coisas estranhas acontecem.

-E oque eu faço com a ratinha?

-Isso não é problema meu Slender, faça oque quiser mate, doe ou crie. – disse Zalgo rindo. – De qualquer forma irei me divertir.

Dois anos depois...

Cabelos cinza um pouco mais escuros que o tom médio emoldurava o olhar âmbar da garota que corria pela mansão. Aos seus dois anos de idade, Lilith Anamelech, seria uma criança normal, que adora brincar, conversar e escutar histórias, se não por seu pai o temível Slenderman, serial killer e procurado- que por acaso não a dava atenção. Ou por seus “amigos” creepys monstruosos que em muitas pessoas davam medo, mais para ela não. Sua casa não era o lugar mais apropriado do mundo para uma criança viver, pelo contrario o recinto cheirava sangue seco e pó, com algumas facas ou buracos d bala enfiados nos cantos mais estranhos possíveis, como: no olho de um quadro, nas partes intimas de uma estatua e até mesmo na porta do armário de biscoitos.

-Lily! Volte aqui! Não é apropriado para uma mocinha andar assim. –gritava Sally uma garota de doze anos responsável por cuidar da pequena, referindo-se ao fato de Lily estar só de calcinha correndo pelo corredor.

-Você não pega! Você não me pega!- gritava a garotinha, correndo alegremente. Até esbarrar em um corpo alto, fazendo-a cair de bunda no chão.

-Anamelech?- chamou o homem branco como uma folha sem feições.

-Sim, papai?- disse a garotinha assumindo sua feição séria usada apenas para falar com seu papai.

-Oque faz fora de seu quarto?-Lily não tinha permissão de sair do seu quarto.

-Nada, papai. - Slender a olhou, e depois olhou Sally.

-Leve-a daqui. –disse frívolo- E não a deixe sair mais.

Se Slender prestasse mais atenção na filha veria as finas lagrimas que desciam pelo seu rosto. Lagrimas de tristeza em relação ao pai. Lagrimas de indignação, foi até Sally em silencio, a garota vendo a situação da pequena pegou-a no colo e a levou ao quarto.

-Não fique triste Lily. – disse penteando os cabelos cinza da garotinha. - Odeio de ver triste.

-E eu odeio meu pai! –gritou Lily fazendo um vaso estourar, algo que acontecia quando a mesma estava muito brava.

-Não fale assim... – disse Sally ajeitando um dos dois rabos de cavalos de Lily. –Que tal brincar com massinha?

Lily sabia o quando Sally a amava, e confortou nesse amor. Sabia que machucaria Sally se continuasse a ser tão triste. Sorriu forçadamente para garota refletida ao espelho:

-Tudo bem...


Notas Finais


tchau galera, favoritem e comentem


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