História Littlest Things - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Osomatsu-san
Personagens Osomatsu Matsuno, Personagens Originais, Todomatsu Matsuno
Tags Osotodo, Shortfic
Visualizações 10
Palavras 639
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shonen-Ai
Avisos: Homossexualidade, Incesto
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi! ♥ Essa fic é basicamente um presentinho despretensioso de aniversário que decidi escrever pra minha mana, yey!

Sobre a história, os capítulos devem se manter na margem de 1k pra baixo mesmo, como esse. Ah, também acho válido avisar que posso acabar mudando a classificação mais pra frente, então se você decidir ler, seria bom que ficasse de olho nisso para evitar problemas futuros. Fora isso, vou tentar fechar tudo até o final do ano. Eu acho, haha.

Enfim, é isso. Boa leitura!

Capítulo 1 - I: Acordos.


Todomatsu não conseguia acreditar que havia esquecido de levar seu celular para o trabalho naquele dia.

Ele verificou mais uma vez sua bolsa, apenas para ter ainda mais certeza daquele fato. Logo, um suspiro deixou os lábios. Seria um saco se algum dos seus irmãos encontrasse o aparelho e lesse as mensagens que havia trocado com sua mais nova patroa através dele.

Para sua sorte, Nakamura-san havia sido compreensiva o suficiente para deixá-lo voltar para casa para buscar o smartphone antes da hora do intervalo. É importante ter esse tipo de coisa em mãos, não tem problema; foi o que ela disse.

Nakamura-san era realmente uma boa pessoa. Todomatsu se perguntou se, algum dia, ele teria alguma chance com ela.

De qualquer forma, ele correu o mais rápido possível para casa após a sua repentina liberação. E, para sua surpresa, ninguém parecia estar lá naquele momento, uma vez que o lugar se via desprovido de barulho e movimento quando abriu a porta.

Pelo visto, havia sido bobagem sua se preocupar tanto; ninguém havia pego seu celular, muito menos lido aquelas mensagens.

Por isso, ao adentrar à casa, Todomatsu deixou um sorriso de alívio escapar diante daquela conclusão e procurou se lembrar aonde havia deixado o aparelho.

Foi no momento em que chegou à sala de estar que ele precisou comprimir um grito na garganta. Afinal, logo Osomatsu, de todas as pessoas, estava segurando o seu smartphone.

E, para piorar a situação, ele estava tão concentrado mexendo nele que nem havia percebido sua aparição. Aquilo só podia significar uma coisa: Osomatsu havia achado as mensagens.

Essa não.

Observando que aquilo não iria a lugar algum caso ficasse parado ali, Todomatsu se aproximou e chamou o irmão com uma voz doce: “Ei, Osomatsu-nii-san! Poderia... devolver meu celular? Por favor?

“Ah, Todomatsu! Eu queria mesmo falar com você!” Osomatsu se virou para ele e quase esfregou a tela do celular na sua cara. Obviamente, estava irritado. “O que significa isso? Não me diga que tu tá saindo com ela!”

O mal-entendido havia se formado.

Todomatsu decidiu que precisava esclarecer aquilo, e rápido; afinal, não seria nada bom se demorasse muito para voltar para o trabalho, e nem que Osomatsu espalhasse aquela informação falsa aos outros.

“Você sabe que não estou!” Todomatsu tirou o celular da mão dele, falando no mesmo tom de voz. “Já olhou para ela? Ela é da classe alta! Se liga!”

De fato, Todomatsu tinha razão; o problema era que, pela forma em que as mensagens haviam sido escritas, realmente parecia que eles estavam ficando.

Aquilo deixou Osomatsu confuso, e logo sua irritação foi substituída por uma pergunta. “Então... quem é ela?”

Todomatsu percebeu que não tinha jeito; precisaria abrir o jogo com ele para que conseguisse ir embora dali. Então, com um tom de voz apressado, disse, “Ela é... minha patroa. Agora, tchau, preciso ir.”

Dito isso, ele virou às costas para Osomatsu como se aquilo não fosse nada demais. No entanto, poucos segundos depois, ele parou frente à porta quando seu irmão soltou uma interrogação de surpresa, “Patroa...? Peraí, Todomatsu, você tá trabalhando?”

“Por favor, não conte a ninguém, okay?” Todomatsu pediu. Como não dava mais para reverter o que havia acabado de acontecer, pelo menos poderia tentar fazer com que Osomatsu fosse o único que soubesse.

Osomatsu pareceu ponderar sobre aquilo. “Tá, mas só se você me dizer em que tu tá trabalhando!”

“Feito.” Todomatsu aproveitou para guardar o smartphone na bolsa. Agora, para sua alegria, o aparelho estava seguro consigo; e não em mãos alheias. “Eu to trabalhando como babá do filho da Nakamura-san. Feliz?”

Osomatsu o observou com atenção por alguns minutos, e depois não conseguiu deixar de rir. “Sério? Bom, não posso dizer que isso não combina com você, mas... Ei, eu posso ir também?”

Todomatsu franziu as sobrancelhas. Ah, não.

“Sem chance.”


Notas Finais


Obrigada por ler!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...