História Live A Dream - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gabriel "Gabigol" Barbosa Almeida, Lucas Lima, Neymar, Thiago Maia
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Futebol!, Romance, Santosfc
Exibições 214
Palavras 2.932
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ooooi amores 💜
Sorry os erros e boa leitura! ❤

Capítulo 13 - Ainda Não?


Fanfic / Fanfiction Live A Dream - Capítulo 13 - Ainda Não?

— Acho que tá bom assim — Sussurrei pra mim mesma, mas ainda em duvida.

Em frente ao espelho me analisava dos pés a cabeça. Eu usava um vestido simples cor creme com algumas fendas pretas. Nos pés uma gladiadora preta que ia até metade do meu tornozelo. Meu cabelo estava solto e no meu rosto só lápis de olho e um batom rosa claro na boca. Peguei minha bolsinha de lado também preta e sai do apartamento, Gabriel já me esperava.

Dei uma ajeitada no meu cabelo pelo espelho de elevador, e assim que a porta se abriu, eu sai dali. Como de costume, dei o boa noite pro tiozinho e sai do prédio, vendo Gabriel parado em frente o seu carro.

Ele usava uma calça jeans escura rasgada no joelho, um tênis branco e uma camisa da mesma cor. Usava um óculos de lentes transparentes e seu cabelo estava perfeitamente arrumado. Ele estava... Lindo!

— Oi — Me aproximei sorrindo.

— Oi, meu anjo. Boa noite — Ele sorriu e me deu um selinho — Você está linda!

— Obrigada, você também está legal — Sorri tímida, ele soltou uma risada fraca.

— Ah para, eu sei que tô lindão — Ele disse.

— Egocêntrico — Falei revirando os olhos e ele riu — Tudo bem, você realmente está bonito!

— Viu que sorte a tua me ter assim?! — Ele disse. Eu gargalhei.

— Você é um idiota, Gabriel — Eu disse e ele riu.

— Vamos? — Abriu a porta do carro pra mim.

— Obrigada — Falei entrando.

Ele fechou a porta e deu a volta, entrando no carro.

— Coloca o cinto, maluquinha — Ele disse me fazendo rir.

— Esqueci — Falei colocando o cinto — Posso? — Perguntei apontando pro rádio.

— Claro — Ele disse ligando o carro.

Me estiquei um pouco e liguei o som. Começou a tocar algumas músicas que Gabriel gosta, eu deixei. Nem eram tão chatas assim. Dentro de minutos, ele já estava estacionando em frente a casa dele. Ele saiu do carro e logo em seguida eu sai também. Ele me abraçou de lado e em seguida caminhamos até a porta da casa dele.

— Você acha que tá bom assim? — Eu perguntei me olhando antes de entrar na casa dele. Ele riu.

— Pra mim está perfeita — Ele sorriu fofo.

— Obrigada — Sorri tímida.

Ele me deu um selinho e entrelaçou nossos dedos, abrindo a porta de sua casa em seguida.

— Mãe, cheguei — Ele gritou.

— Clarissa! — A morena veio em minha direção.

— Dhiovanna! — Soltei a mão do Gabriel e fui abraçar sua irmã — Que saudade, você sumiu!

— Eu tenho estudado bastante — Ela riu fraco desfazendo o abraço.

— Eu entendo — Falei sorrindo — A gente precisa marcar pra sair, viu?! Eu, você e Sophie.

— Ah eu com certeza vou amar! — Ela disse e rimos.

Gabriel já não estava ao meu lado, então eu e Dhio nos sentamos na sala para conversar.

— E os boys da escola em? — Eu empurrei ela de lado.

— Na escola não tem nenhum — Ela disse rindo fraco.

— Ah então isso quer dizer que fora da escola tem? — Perguntei e ela sorriu tímida, me fazendo gargalhar — Me conta!

— Shiu! — Ela riu e se sentou ao meu lado — Na verdade a gente tem saído nesses últimos dias...

— Aaah e nem pra você me contar?! — Nós rimos — Quem é?!

— É o...

— Cla? — Escutei a voz do Gabriel atrás de mim. Dhio bufou me fazendo gargalhar novamente.

— Oi — Me levantei sorrindo e me virei pra ele, vendo sua mãe ao seu lado. Sorri tímida por minha empolgação — Oi — Repeti pra mãe dele. Gabriel riu.

— Oi querida, é Clarissa né? — Ela perguntou se aproximando.

— Sim, muito prazer — Sorri.

— Me chamo Lindalva, o prazer é meu. Seja bem vinda — Ela disse me abraçando.

— Obrigada dona Lindalva — Eu sorri.

— Minha mãe não gosta muito que chama ela de "dona" — Dhiovanna disse atrás de mim.

— Ah, perdão — Eu disse e rimos.

— Pode me chamar só de Lindalva — Ela sorriu doce.

— Tudo bem — Sorri de volta.

— Meu pai deve estar chegando por ai — Bi disse me abraçando de lado. Eu apenas assenti.

— Olha mãe, eles não ficam fofos juntos?! — Dhio falou.

— Formam um belo casal — Lindalva concordou.

Senti meu rosto corar e Gabriel riu, beijando o topo da minha cabeça.

— Olha, eu vou voltar pra cozinha, mas pode ficar a vontade, viu?! — A mãe do Gabriel disse.

— Obrigada — Agradeci sorrindo.

Ela sorriu e saiu da sala, provavelmente seguindo pra cozinha. Gabriel me puxou para sentar ao seu lado no sofá, me abraçando de lado, e Dhio sentou a nossa frente.

— Olha, se for pra eu ficar segurando vela me avisa que vou pro meu quarto — Ela disse. Eu ri, mas confesso que fiquei com vergonha.

— Dhiovanna! — Gabriel disse segurando a risada. Ela apenas deu os ombros.

— Cheguei família — Uma voz masculina disse entrando naquela casa.

— Oi pai — Dhio sorriu.

— Oi filhota — Ele disse abraçando a morena — Oi filhão — Sorriu para o Gabriel e logo me olhou — Ora ora, se não é Clarissa Goulart na minha casa.

— Olá — Eu disse me levantando.

— Oi, tudo bem? — Ele disse me abraçando.

— Eu tô bem, e o senhor? — Eu perguntei.

— Bem. E o pode me chamar de Valdemir — Ele disse.

— Claro, Valdemir! — Eu sorri. Ele sorriu de volta.

— Eu já estou voltando! — Ele disse e nós assentimos.

Ele saiu dali e eu voltei a me sentar ao lado do Gabriel.

— Vou avisar minha mãe que o pai chegou — Dhio disse se levantando.

Ela se retirou da sala e só restou eu e o Gabriel. Ficamos minutos ali conversando, até decidirmos ir pra cozinha.

— O cheiro tá bom — Gabriel disse sorrindo — A comida da minha mãe é a melhor do mundo.

— Concordo — Dhio falou.

— Sem exageros — A mãe dele respondeu.

— Ela só está sendo modesta — Bi deu os ombros. Nós rimos — Vem aqui — Pegou em minha mão.

Ele me guiou até a mesa e puxou a cadeira pra mim.

— Obrigada — Ri fraco tentando esconder minha timidez. Tentativa falha.

— Linda — Sussurrou e me deu um selinho rápido. Corei.

Gabriel riu e se sentou à minha frente.

— Então, Clarissa — A mãe do Bi disse se sentando — Você é jogadora do Santos, certo?

— Sou sim, cheguei tem pouco tempo — Sorri ao dizer isso.

— E você gosta do Santos?

— Ah eu sou santista desde mais nova, então é uma honra estar vestindo a camisa do Santos — Eu disse.

— Eu acho lindo a forma como seus olhos brilham ao falar disso — Dhio disse.

— Eu também! — Gabriel disse sorrindo. Sorri de volta.

— Eu realmente amo o que faço e amo o Santos — Eu disse sem tirar o sorriso do rosto.

— E você tem quantos anos? — Lindalva perguntou.

— Dezoito — Falei.

— E seus pais não vieram com você? — A mãe dele perguntou.

— Eles ficaram em Bragança Paulista, infelizmente — Eu disse forçando um sorriso.

— Mas eles devem ter muito orgulho de você né?! Eles te apóiam nisso? — Ela tornou a perguntar.

— Orgulho pode até ter. Mas o único que realmente me apóia nisso é o meu pai — Novamente forcei um sorriso.

— Ué... — Ela ia falar mas o Gabriel a cortou.

— Amanhã vocês jogam contra quem, Cla? — Ele perguntou me olhando.

Sorri em forma de agradecimento. Ele ter mudado de assunto foi bom. Realmente não me sentia confortável falando sobre aquilo.

— Contra o Flamengo, aqui na Vila mesmo — Falei.

— Ah eu vou em — Dhio falou.

— Jura? — Perguntei lhe fitando.

— Claro — Ela sorriu.

— Ótimo, eu também vou — Gabriel disse sorrindo.

Sorri de volta. Logo o pai do Gabriel, Valdemir já estava ali conosco e então pudemos jantar, enquanto nos conhecíamos melhor. Foi bem divertido, os pais dele eram bem legais e falaram sobre tudo, inclusive sobre Gabriel ser o motivo de tanto orgulho deles, mas não descartando que também sentem muito orgulho de Dhiovanna.

— Tenho que concordar com seus filhos, Lindalva, sua comida realmente é maravilhosa — Eu disse e ri fraco.

— Obrigada querida — Ela sorriu doce.

— Vocês estão namorando a quanto tempo? — Valdemir perguntou.

— Nós não estamos namorando — Eu disse e corei.

Escutei a risada do Gabriel e da Dhiovanna.

— Ainda não — Gabriel disse me olhando.

— Já considero minha cunha — Dhio deu os ombros.

— Eu vou matar vocês — Falei apoiando meus cotovelos na mesa e colocando minhas mãos no rosto. Eles riram.

— Bem, vocês podem ir pra sala que eu vou dar um jeito em tudo isso aqui — Lindalva disse se levantando.

— Ah, eu te ajudo — Eu disse me levantando também.

— Nada disso, não precisa — Ela disse.

— Precisa sim, vocês podem ir que eu fico aqui com ela — Falei.

— Mãe, você não vai conseguir tirar isso da cabeça dela — Gabriel disse segurando a risada.

— Tudo bem então. O resto, pra sala, vai — Ela disse.

Gabriel passou por mim e beijou minha bochecha. Automaticamente sorri, então todos saíram da cozinha. Levei a louça para a pia e ali comecei a lava-la.

— Você e o Gabriel se conheceram no Santos mesmo ou você já o conhecia antes disso? — A mãe dele perguntou.

— Pessoalmente não. Como disse, eu sempre torci para o Santos, então Gabriel é um dos meus ídolos um dos jogadores que eu me espelho para ser realmente boa — Eu disse — Assim que cheguei no Santos já queria logo conhecer ele e os outros jogadores — Ri fraco.

— Você realmente gosta dele? — Ela perguntou.

— Sim, Gabriel é uma ótima pessoa e...

— Não é disso que estou falando — Ela riu.

— Ah — Ri fraco tentando esconder minha timidez — Quando cheguei no Santos eu e Gabriel nos aproximamos muito, eu nunca imaginei que isso pudesse acontecer mas... Eu realmente gosto do seu filho — Falei sorrindo. Ela sorria também.

— Entendo...

— Sabe Lindalva — Disse secando minha mão no pano de prato — A última coisa que eu imaginava que conseguiria aqui em Santos era a amizade do seu filho. Não por ele ser na dele, ao contrário, ele me recebeu muito bem, mas quando cheguei aqui, eu só queria conhecer meus ídolos e viver meu sonho dia a dia. Mas nos aproximamos muito, tínhamos uma ótima amizade e... — Ri fraco suspirando — Quando eu percebi não conseguia esconder isso nem dele mas. Eu não esperava que isso acontecesse, mas aconteceu — Terminei de falar sorrindo e lhe fitei. Ela também sorria.

— Você é uma boa menina, Clarissa. Eu gostei de você — Ela disse — Eu não gostava muito da outra namorada do Gabriel, ela era muito "nariz em pé" e mimada. Mas mesmo te conhecendo hoje percebi que você não é assim. Percebo nos seus olhos que realmente gosta do meu filho e ele também gosta de você. Eu apoio vocês dois juntos.

— Se isso realmente acontecer, muito obrigada, eu fico muito feliz por isso — Sorri.

Ela ia falar mais alguma coisa, porém Valdemir entrou na cozinha.

— Bem eu vou pra sala — Eu disse sorrindo.

— Tudo bem. Obrigada pela ajuda, querida — Ela disse.

— Por nada — Falei.

Sai da cozinha e na sala não tinha ninguém, quando ia voltar, percebi Gabriel atrás de mim.

— Que susto, garoto — Falei. Ele riu.

— Tava me procurando? — Ele perguntou. Eu assenti — Não vive sem mim, né?!

— Ah sai daqui, Gabriel. Seu ego me sufoca — Falei empurrando ele, que riu.

— Eu tava brincando — Disse me puxando para mais perto.

— Você e suas brincadeirinhas — Eu revirei os olhos sorrindo — Você estava falando sério, vai mesmo no jogo amanhã?! — Perguntei.

— Claro que vou — Ele riu fraco e me abraçou — Se você quiser.

— Eu acho que nem preciso responder isso — Falei rindo. Ele riu também.

— E depois do jogo, a gente vai sair, pode ser?! — Falou.

— Pode — Eu disse lhe fitando.

— Ótimo — Disse e me puxou para um beijo.

Um beijo que não durou muito, mas foi cheiro de amor.

— Está meio tarde, eu preciso ir embora.

— Tudo bem, vou levar você — Ele disse.

Ele entrelaçou nossos dedos e fomos até a cozinha, aonde os pais deles estavam conversando.

— Lindalva, muito obrigada por tudo. Eu preciso ir agora — Falei.

— Já querida?! Obrigada a você por ter vindo — Ela sorriu doce.

— Já está meio tarde e eu tenho um jogo importante amanhã — Falei soltando a mão do Gabriel.

— Eu entendo — Ela disse me abraçando — Volte sempre que quiser, viu?!

— Obrigada — Sorri — Tchau Valdemir.

— Tchau moça, foi um prazer ver você — Ele disse me abraçando.

— Eu digo o mesmo — Sorri — Tchau — Disse novamente.

Voltei a entrelaçar meus dedos aos de Gabriel e na sala encontramos Dhiovanna.

— Dhio, já estou indo embora — Eu disse.

— Já? — Ela se levantou.

— Sim — Ri fraco — Vê se não some em?! Agora que eu sei aonde você mora eu venho te buscar — Falei e ela riu.

— Ah menos caminho pra andar — Falou.

— Menina preguiçosa — Eu disse rindo. Ela deu os ombros — É sério, essa semana ainda te ligo e ai a gente marca alguma coisa.

— Certo — Ela sorriu e me abraçou — Tchau cunha.

— Tchau — Ri tímida.

Nós saímos da casa do Gabriel e entramos no carro dele. Ele ligou o carro e logo já estávamos indo em direção a minha casa.

— Olha, pelo o que conheço dos meus pais, eles gostaram de você — Bi disse me olhando brevemente.

— Eu acho que é muito cedo pra dizer — Eu ri fraco.

— Uh uh — Ele murmurou negando com a cabeça — Eu sei o que estou falando. Gostaram de você.

— Ah Gabriel — Eu ri fraco — Que bom, eu fico feliz — Sorri.

— Eu também — Ele disse sorrindo e suspirou — E aliviado.

— Por que aliviado? — Eu ri.

— Eles não gostavam muito da minha última namorada — Falou parando no farol.

— Sua mãe me disse isso... Mas eu não sou sua namorada, Gabriel — Eu ri fraco.

— Ainda não — Me olhou e piscou pra mim.

Eu fiquei olhando pra ele, esperando dizer que aquilo era algum tipo de brincadeira, mas ele só arqueava as sobrancelhas.

— O que foi? Algum problema nisso? — Perguntou voltando a andar com o carro.

Eu apenas neguei com a cabeça. Ele tirou uma de suas mãos do volante e entrelaçou com a minha, beijando minha mão.

— E se caso for isso que está passando na sua cabecinha, não, eu não estou brincando — Disse e riu. Eu apenas ri fraco — Então você e minha mãe estavam falando de mim?

— Sim — Falei desviando o olhar pra janela.

— Eu quero saber o que vocês estavam falando — Ele disse. Eu ri.

— Para de ser curioso, Gabriel — Falei rindo.

— Estavam falando sobre mim ué. Eu tenho o direito de saber — Ele riu também.

— Mas eu não vou contar — Falei.

— Por que não? — Perguntou.

— Assunto nosso — Dei os ombros.

— É sério? — Ele perguntou com uma certa indignação na voz.

— É — Confirmei.

Escutei sua risada e em minutos já estava estacionando o carro em frente ao prédio.

— Você é muito curioso sabia?! — Falei rindo.

— Eu sou mesmo — Deu os ombros.

— E é rebelde — Falei — Fica bravinho atoa.

— Eu não tô bravo. Mas eu acho, que se você não quer me contar, é por que estavam falando mal de mim — Ele disse. Eu gargalhei.

— Isso ai é jogo sujo — Falei.

— Enquanto você não me contar, minha opinião não muda — Ele disse.

— Tá bom, você venceu — Eu disse — Eu contei pra ela que nos conhecemos no CT, mativemos nossa amizade e...

— E...?! — Pediu pra eu continuar.

— E ai ela me perguntou se eu gostava de você de verdade. E eu disse que sim — Sorri tímida — Foi isso. Obrigada por me trazer, tchau.

— Não — Ele riu segurando meu braço — Tá tentando fugir de mim?

— Isso é a última coisa que eu faria — Falei.

— Não é o que parece — Falou — Boa noite, minha linda. Até amanhã.

— Boa noite, até amanhã — Sorri e lhe dei um selinho.

Sem mais interrupções sai daquele carro e entrei no prédio, indo direto para meu ap.


Notas Finais


Obg pelos comentários do capitulo anterior 💜
O que acharam desse? Cla já conquistou a sogrinha 😂❤ comenteeeeem! 💜
Amo vocês, kisses ❤


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