História Live A Dream - Capítulo 33


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gabriel "Gabigol" Barbosa Almeida, Lucas Lima, Neymar, Thiago Maia
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Futebol!, Romance, Santosfc
Exibições 154
Palavras 2.102
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi gatenhas ❤ benzinhas? Hehehe
Desculpe os erros e boa leitura! 💙

Capítulo 33 - Sempre ao seu lado


Fanfic / Fanfiction Live A Dream - Capítulo 33 - Sempre ao seu lado

O treino finalmente havia se encerrado. Um treino longo e cansativo. Ajudei Luana a levar as coisas pra sala de fisio, em seguida fui para o vestiário. Tomei a "ducha" e coloquei minha roupa que tinha vindo pra cá: uma calça jeans clara rasgada no joelho, um cropped branco e uma sandália simples.

Peguei minha mochila e saí do vestiário. Estava virando o corredor quando senti uma mão em minha cintura me puxar. Ia gritar, mas também senti uma mão na minha boca. Abri meus olhos e vi Gabriel segurando o riso.

— Caramba, Gabriel — Eu disse bufando. Ele riu.

— Você achou mesmo que ia se livrar de mim? Eu quero matar a saudade da minha menina — Ele disse me puxando pra mais perto.

— Eu não quero me livrar de você — Sorri.

— Muito bem — Ele disse me dando um selinho.

— Agora já pode me soltar? — Eu perguntei enquanto ele ainda me puxava pas perto mantendo suas mãos ma minha cintura.

— Não que seja da minha vontade, mas posso — Ele disse e me soltou. Eu ri.

Ele entrelaçou nossos dedos. Olhei para os mesmos sorrindo e seguimos pelo corredor.

— Aonde vamos? — Ele perguntou.

— Eu vou pra minha casinha linda e maravilhosa — Falei e ele me olhou indignado. Eu ri — Vem comigo?! Vem né, tá! — Falei e ele riu.

Estávamos virando o corredor quando encontramos Thiago.

— Vocês dois... — Apontou para nossa mãos — Não! Vocês se acertaram?

— Sim — Eu disse sorrindo.

— Obrigada senhor — Ele juntou as duas mãos — Não aguentava mais vocês dois me perturbando com...

— Cala a boca Thiago — Eu e Gabriel falamos juntos e rimos. Ele arregalou os olhos.

— Que isso? Complô contra mim? Não ajudo mais — Falou.

— Não Thi, meu amor, meu anjo. Vem aqui — Puxei ele e lhe abracei — Obrigada por tudo!

— De nada, minha princesinha — Ele me abraçou forte — Você sabe que eu sempre vou estar aqui pra tudo!

— Obrigada de novo — Sorri.

Ele sorriu de volta e beijou minha testa.

— Mas até que eu tava gostando. Só por ter você só pra mim — Ele me abraçou de lado. Eu ri.

— É, mas agora eu recuperei minha menina e não vou mais perder. Já pode soltar — Ele disse pro Thi. Nós rimos.

— Perdi de novo — Murmurou me soltando.

Gabriel voltou pro meu lado e me abraçou, passando seu braço em torno da minha cintura.

Eu ainda sentia as famosas borboletas quando ele fazia isso. Meu coração palpitava mais rápido e eu automaticamente sorria.

— Eu vou buscar Sophie pra almoçar. A gente se vê amanhã — Thi beijou minha bochecha e fez seu toque de mão com o Gabriel.

— Até amanhã, mano — Bi disse.

— Até amanhã, Thi — Sorri pra ele.

Eu e Gabriel continuamos andando até o estacionamento, dessa vez sem parar com ninguém. Pelo visto todos já tinham ido embora.

— Tá com seu carro? — Eu perguntei.

— Não, eu preferi não vir de carro hoje. Estava sentindo dores na panturrilha — Falou.

— E você tá melhor? — Perguntei preocupada. Ele riu fraco.

— Tô, não se preocupa — Ele me deu um selinho.

— Então vamos — Falei abrindo a porta do carro.

— Espera, amor — Ele disse.

Um arrepio subiu a minha espinha. Estava mesmo com muita saudade de quando ele me chamava assim. Automaticamente sorri.

— Oi meu anjo — Me virei pra ele que também sorria.

— Posso dirigir? — Fez um biquinho. Ri fraco.

— Tem certeza que já está bem? — Perguntei.

— Tenho — Ele respondeu sorrindo.

— Tá — Não resisti e lhe entreguei a chave.

— Obrigado — Me deu um selinho longo.

Dei a volta e entrei do outro lado do carro. Coloquei o cinto enquanto Gabriel também se ajeitava e ele logo ligou o carro.

— O que tem feito nesses dias em moça? — Perguntou.

— Eu sai bastante com Sophie, treinei muito e tenho aproveitado a presença dos meus pais, já que eles vão embora hoje — Torci os lábios.

— Eles vão embora? Achei que iam morar aqui com você — Ele disse saindo do estacionamento do CT.

— Infelizmente não — Suspirei chateada — Eles só vieram passar um tempo enquanto estavam de férias em seus trabalhos. Vão voltar pra Bragança — Falei.

— Poxa amor, que pena — Ele disse — Então parece que nos acertamos na hora certa.

— Por que? — Perguntei curiosa.

— Porque você não pode ficar aqui sozinha, amor. Precisa de alguém pra cuidar de você — Ele disse.

— Eu não sou criança, Gabriel — Eu disse rindo.

— Eu sei, mas de qualquer forma eu vou estar sempre ao seu lado para o que precisar — Falou e eu sorri — E você não gosta de ficar sozinha, não é?!

— Não, eu não gosto — Falei rindo fraco.

— Então... Não vai precisar ficar sozinha mesmo — Ele disse.

— Eu vou ter que te aturar todos os dias né?! — Falei fazendo careta.

— Não vai ser tão ruim assim — Ele falou — Eu acho que você vai gostar de passar esse tempo todo comigo — Ele sorriu.

— Tem razão — Assenti e ri.

— Eu preciso perguntar, tô curiosa. Se não perguntar isso vai me deixar sufocado — Ele disse. Ri.

— Pergunta.

— Você não viu mais o Luan depois do jogo contra o Grêmio né? — Ele perguntou. Gargalhei — É sério, Clarissa.

Ele tinha um expressão seria, parecia meio bravo. Mas não dava para leva-lo a sério. Eu só conseguia prestar atenção em como ele estava lindo daquele jeito. A barba bem ralinha, lhe dava uma aparecencia de homem, apesar de ser meu menino. Seu boné preto estava virado pra trás e o casaco cinza com as mangas puxadas pra cima destacava suas tatuagens. Estava lindo, como sempre esteve.

— Clarissa, você tá me assustando — Ele disse e só ai percebi que eu ainda lhe fitava e não havia respondido sua pergunta. Eu soltei uma risada tímida.

— Não, não vi o Luan depois disso — Falei.

— Que bom — Ele assentiu — Gatinha — Riu sem humor me fazendo rir de novo.

— Gabriel, esquece isso — Falei — Ele tinha pisado no meu pé e pediu desculpa.

— Mas precisava dar em cima de você assim — Revirou os olhos.

— Mas ele não fez isso — Falei.

— Tudo bem vai — Suspirou — Esquece isso então, tá?!

— Tá — Sorri fraco.

(...)

— Vocês precisam mesmo ir? — Eu perguntei sentindo uma lágrima descer.

— Infelizmente sim, meu amor — Minha mãe disse me abraçando novamente — Não chora que meu coração aperta.

— Você vai ficar em boas mãos, minha garota — Meu pai disse e olhou pro Gabriel, que sorriu.

Eu sorri também, os dois estavam finalmente começando a se dar bem de verdade.

— Eu vou sentir falta de vocês, voltem logo — Falei limpando mais uma lágrima.

— Vamos voltar mais rápido do que você imagina — Meu pai disse.

O vôo deles foi anunciado novamente, então minhas lágrimas voltaram a descer.

— Vou estar te acompanhando mesmo de longe e te ligando todos os dias, como sempre foi, tá?! Fica bem — Meu pai beijou minha testa.

— Eu te amo, se cuida — Minha mãe me abraçou.

— Eu amo vocês — Sorri pra eles.

— Cuida dela, Gabriel — Meu pai disse pro mesmo.

— Pode deixar, sogrão — Gabriel respondeu, e surpreendentemente sorriu e abraçou ele.

Minha mãe também o abraçou, eles se despediram mais uma vez e se foram. Junto com eles se foi uma parte de mim, assim senti uma tristeza grande e sem poder fazer nada, as lágrimas desceram. Eu não suportava a distância, não suportava ficar longe dos meus pais, que sempre foram meu porto seguro, meus anjos protetores. Gabriel me puxou e me abraçou forte.

— Eu estou aqui com você, e não vou sair de perto — Ele sussurrou fazendo carinhos em meu cabelo — Não chora, minha menina — Me fitou limpando minhas lágrimas.

Respirei fundo contendo as lágrimas e sorri fraco pra ele. Eu tinha sorte de tê-lo comigo. Eu fiquei na ponta dos pés para poder abraça-lo bem forte, suspirei sentindo um grande alivio e paz tomar conta de mim.

— Eu te amo — Sussurrei — Estava com saudades de dizer isso — Ri fraco.

— E eu com saudade de ouvir isso de você — Ele disse — Eu te amo, Clarissa.

Ele desfez o abraço e beijou minha testa. Entrelaçou nossos dedos e inclinando levemente a cabeça para me fitar sorriu.

— Vamos embora? — Ele perguntou.

— Vamos — Falei passando a mão livre em meu rosto molhado.

Caminhamos até o estacionamento e entramos no meu carro. Já era noite, por volta das oito. Estávamos indo pro meu AP e depois disso ele provavelmente ia embora.

Eu já começava a me sentir sozinha e não achava aquilo bom. Estava começando a me acostumar com os meus pais ali comigo. Não gostava e nem nunca gostei de ficar longe dos dois. Não estava mais acostumada a ficar sozinha naquele apartamento. Senti a tristeza começar a tomar conta de mim.

— Amanhã é o aniversário do Lucas — Gabriel disse me tirando dos meus pensamentos.

— É, eu sei — Ri fraco.

— Ele vai fazer uma festa — Falou.

— Eu fui convidada — Falei.

— Ok, mas eu sei uma coisa que eu aposto que você não sabe — Ele dizia sorrindo.

— O que? — Perguntei curiosa.

— Hum, não sei se devo dizer — Ele disse.

— Ah não Gabriel. Começou agora termina, vai — Falei o fazendo rir.

— Espera — Falou estacionando o carro já no estacionamento do AP.

O aeroporto fica bem perto do meu AP e não tinha trânsito a essa hora da noite. Saímos do carro e ele me entregou a chave, em seguida me abraçou pela cintura.

— Fala logo, Gabriel — Falei começando a ficar impaciente. Ele riu.

— Tá bom — Apertou o botão chamando o elevador — Bem, o Lucas convidou uma pessoa especial para a festa de amanhã.

— Nossa, jura? Cadê a novidade? — Eu perguntei irônica e entrei no elevador.

— Palhacinha, a novidade é que ele é um ídolo seu — Gabriel falou e eu revirei os olhos.

— Ainda não tem nenhuma novidade — Falei e ele riu.

— Ok, vou te dar uma pista... — Ele disse e eu arqueei as sobrancelhas — Você ainda não o conheceu.

— Hum... — Murmurei pensativa — Ainda tá difícil, amor — Falei.

— Ele mora na Espanha. Quer dica mais fácil que essa?! — Ele disse.

— Ele mora na Espanha — Falei e arregalei os olhos ao pensar — Não! Gabriel você não pode estar falando sério.

— Depende, não sei em quem você pensou — Falou saindo do elevador.

Ah ele estava achando aquilo divertido! Eu estava quase morrendo em pensar naquela possibilidade e ele estava se divertindo.

— Não brinca com meu coração, Gabriel Barbosa — Tirei a chave do bolso e abri a porta.

Ele entrou atrás de mim e fechou a porta, a trancando. Tirei minha sapatilha e deixei em qualquer canto na sala. Meu coração estava bem acelerado.

— Tudo bem, então me diz em quem você pensou — Ele se aproximou de mim.

Respirei fundo enquanto ainda fitava ele.

— Você não pode estar falando do...

— Neymar? É ele mesmo — Gabriel falou.

Levei as mãos a minha boca, que estava aberta em um "o".

— Não acredito — Falei.

— Cla, você vai conhecer o Neymar — Ele disse sorrindo.

— Mentira! — Falei ainda não acreditando.

— Ele tá de férias, é bem próximo do Lucas, nunca recusa uma festa... É provável que esteja sim aqui amanhã — Ele sorriu.

Eu sorri de volta e abracei ele.

— Mais um de seus sonhos vão se realizar. E eu fico muito feliz por você — Ele disse.

— Obrigada — Eu disse sorrindo — Eu tenho muita sorte em ter você comigo.

— E eu por ter você — Ele disse e selou nossos lábios.

Ao encerrarmos o beijo, ele sorriu passando levemente sua mão em meu rosto.

— Vou fazer algo pra jantar, vem comigo?

— Claro — Ele disse me seguindo até a cozinha — O que vai fazer? Tô com saudade da sua comida.

— Eu não sei — Ri fraco — Alguma sugestão?

— Hum... Eu gostaria mesmo do seu macarrão...

— Macarrão a bolonhesa — Eu disse e ele assentiu sorrindo — O prato favorito de Gabriel Barbosa.

— E o seu é o melhor — Ele disse se apoiando no balcão.

— Deixa sua mãe ouvir isso — Falei rindo e ele riu também.

— Minha mãe sabe que ela é invencível — Falou.

— Então tá. Me ajuda aqui, vem — Eu disse puxando ele — Lava as mãos.

— Sim senhorita — Falou puxando as mangas de sua camisa preta e abrindo o registro.


Notas Finais


Os pais da Cla foram embora 😔 mas ela tem o Gabs! 😍

Obg pelos comentários do capítulo anterior e dos favoritos tá?! Vocês são maravilhosas 💙

Comentem amorzinhas! E as leitoras fantasmas, apareçam, vamos conversar hahaha vamos ser amiguinhas. Vou amar ouvir a opinião de vocês 💙

Em fim... Obg por ler e até o próximo capítulo tá?! Beijão ❤


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