História Live and let die - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Tags Bts, Comedia, Drama, Romance
Exibições 17
Palavras 975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Minha primeira fic *-*, espero que gostem. Beijos

Capítulo 1 - Saudade


Fanfic / Fanfiction Live and let die - Capítulo 1 - Saudade

   Acordei assim que ouvi o som do despertador, alguns raios de sol penetravam através das cortinas azuis e a primeira coisa que vi foi a completa bagunça na qual o meu quarto se encontrava. Suspirei, não queria ir para a escola hoje, ficar na cama o resto do dia seria bem melhor do que encarar o primeiro dia de aula em uma escola nova.

   Bom, vou explicar.

   Meu nome é Charlotte Grace Edwards, mas meus amigos me chamam de Charlie (ou Lottie). Tenho dezesseis anos e me mudei para Coreia a um mês.

   Eu morava no Brasil junto com a minha família, porém meu pai foi transferido e tivemos que mudar pra cá. Eu tô adorando esse país, principalmente Seoul que é muito bonita e moderna, embora ainda sinta bastante falta do Brasil.

Saí de meus devaneios assim que escutei a notificação do meu celular.

 

>>>> 6:20 <<<<

Lottie? Tá aí?

Acorda, viada! Eu sei que suas aulas começam às 7:30!

Revirei os olhos. Se não fosse escandaloso, não seria Matthew Thompson.

>>>> 6:21<<<<

L: Tô aqui, cacete.

L: Você quase estourou meus tímpanos com esse bando de mensagens. Sabe que horas são??!!

M: Foda-se.

L: Eu tava dormindo, porra.

M: Caguei se você tava dormindo ou não. É minha obrigação como melhor amigo ser o primeiro a desejar um bom primeiro dia de aula.

L: Ah, Matt. Sempre tão doce e compreensivo.

M: Já vi que tá muito animada

L: Se com “muito animada” você quer dizer quase entrando em depressão, então sim.

M: Relaxa, vai dar tudo certo.

L: Tô com saudade; Matt.

Suspirei olhando nossa foto em seu perfil.

M: Eu também... Sinto muita falta da suas maquiagens da MAC aksaskkjaskjasjaslkl

Revirei os olhos sorrindo.

L: Vaca.

M: Também te amo.

L: Tô indo me arrumar, beijos.

M: Beijos.

 

   Bloqueie a tela do celular e me dirigi ao banheiro. Tirei meu pijama de coraçõezinhos e me enfiei debaixo do chuveiro. Normalmente eu tomo banho com água quente, mas precisa realmente acordar então optei por um banho mais gelado.

  Saí do banheiro quase congelando e fui até closet. Peguei minhas roupas e espalhei pela cama. Eu ainda não tinha pego meu uniforme da escola, e como hoje era o meu primeiro dia o diretor me autorizou a usar a roupa que eu quisesse. Desde que não fizesse apologia às drogas e aquela história toda.

Coloquei minha camisa favorita do Led Zeppelin, uma calça preta colada, meu All Star branco e um moletom branco com um zíper na frente.

Desci as escadas com pressa, eu tinha que tomar café rápido ou ia me atrasar.

- Bom dia, meu amor. – Disse meu pai me dando um beijo na testa.

- Bom dia, pai – Sorri para ele.

   Meu pai é um dos homens mais bonitos que já conheci. Alto, com um corpo musculoso (mas não exagerado), cabelos pretos e olhos verdes. Ele esbanjava calma e paciência, porém era bem firme quanto as suas decisões e sabia resolver problemas como ninguém.

- Richard – minha mãe entrou na cozinha – você me disse que não iria trabalhar hoje.

- Eu sei – ele falou suspirando. – Mas aconteceu uma emergência na empresa. Tenho que ir.

   Minha mãe sorriu o beijando logo em seguida. Fiquei ali observando aquele casal quase perfeito.

Minha mãe era uma mulher muito bonita, tinha olhos azuis e os cabelos em um tom de castanho claro. Eles dois combinavam mais do que tudo.

- Pai, vamos? Não posso me atrasar.

- Claro, querida. Até mais, meu amor. – Falou beijando a testa da minha mãe.

Ele pegou as chaves do carro e nos dirigimos até a porta.

- Charlie, filha. Você esqueceu seu lanche.

- Mãe! – a repreendi – eu não tenho mais sete anos.

 Ela riu da minha cara e acenou para nós.

-  Tá animada para o seu primeiro dia? – meu pai perguntou assim que entramos no carro.

Não, não estou.

- Sim – forcei um sorriso. – Acho que vai ser legal.

   Ele sorriu pra mim exibindo suas lindas covinhas, e não disse mais nada. Embora eu estivesse odiando mudar de escola, não queria que meu pai se chateasse com a minha tristeza. Ele amava aquela empresa, e a mudança para Seoul deixou tanto ele quanto a minha mãe felizes.

   O carro estacionou em uma rua atrás da escola. Meu pai me deu um beijo na testa me desejando boa sorte e eu desci do veículo. Comecei a andar pela calçada.

   Cheguei em frente a um portão grande de ferro, suspirei. Era agora ou nunca.

   Andei pela pequena passarela da entrada, alguns alunos estavam espalhados pelo gramado perfeitamente verde da escola. A entrada daquele lugar era digna dos filmes de Hollywood, árvores grandes e bonitas enfeitavam a paisagem deixando tudo muito aconchegante.

   Aproveitei o fluxo na porta para tentar entrar sem ser percebida, mas meus esforços logo foram por água abaixo assim que senti vários olhos me observando. Resolvi ignorar todos eles e fui até o meu armário. Comecei a colocar os livros lá dentro, porém como uma boa desastrada deixei um monte de folhas caírem no chão

- Cacete! – Soltei em português.

   Me abaixei pra pegar a papelada, mas quando fui levantar senti algo bater com força na minha cabeça.

- Ai! – exclamou alguém atrás de mim. Me virei observando um menino de cabelos pretos e pele muito branca, sua mão esquerda tampava o nariz.

   O que foi que eu fiz meu Deus?

- M-me desculpe, eu não vi voc... – Comecei, mas ele me cortou.

- E só estava tentando ajudar, não precisava me agredir desse jeito. – Ele riu enquanto me olhava.

- Ér... Desculpe. – disse observando seu rosto. – Eu sou muito desastrada mesmo... – sussurrei baixinho para mim mesma.

- Então somos dois – Ele disse estendendo a mão e exibindo um sorriso maravilhoso. – Eu sou o Suga.

   É, acho que estudar aqui não vai ser tão ruim assim...

 


Notas Finais


Até mais, minhas amoras <3


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