História Live And Let Die - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Tags Axl Rose, Guns N' Roses, Romance
Exibições 64
Palavras 2.782
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite Sweet's olha só quem voltoooooou <3
Fui tão mimada com os comentários no capítulo que estou SUPER HIPER MEGA animada em postar. Quero agradecer cada uma e dizer que são vocês que fazem essa história crescer. Muito obrigada a todas que dedicam seu tempo para ler e interagir comigo, vocês são demais <3
Espero que curtam o capítulo que está babado ^^
Um beijo enorme e nos vemos lá embaixo! Boa leitura.

Capítulo 6 - Eu costumava amá-la


Fanfic / Fanfiction Live And Let Die - Capítulo 6 - Eu costumava amá-la

 

Segurei minha ânsia e segui Erin.

Duff , Steven e Axl estavam na sala quando eu passei, Duff logo riu da minha cara pouco amigável enquanto Erin se despedia de Axl com um selinho, o que me fez quase vomitar meu café da manhã. Como fã eu nunca imaginei que um dia fosse testemunhar essa cena ao vivo. Esse era o preço para salvar meu ídolo.

— Vou indo amor, me espere tá?— ela disse com sua voz terrivelmente nazalada e grudada no pescoço de Axl.

— Não vou fugir, Erin — Axl respondeu, dando outro selinho e soltando a garota. Não sei se era coisa da minha cabeça mas quando Axl me viu aguardando Erin de braços cruzados, ele automáticamente a soltou

— Vamos Erin, queremos uma vaga boa no estacionamento, lembra? — lembrei, impaciente.

— Vamos querida, me desculpe. É que não consigo me desgrudar do meu ruivo.

— Boas compras, Angel — Duff disse sarcástico, se jogando no sofá.

— Ridículo — sibilei, fechando a porta.

O carro de Erin era nada mais nada menos que um Cadillac Dourado, do ano. Na minha época, em 2010, esse carro seria cafona, mas no ano em que estávamos era luxoso.

— Lindo não, é? —  Erin se gabou, ao me ver admirando o automóvel — Meus pais me deram no meu aniversário ano passado, só tome cuidado com o banco tá? — ela pediu, assumindo o volante.

— Lindo mesmo, seus pais são bem generosos — dei de ombros.

— Quando Axl ficar famoso, o que não está longe de acontecer, ele me dará tudo o que eu quero. Tenho certeza disso.

Ela estava com ele por interesse, novidade.

— E você e o Slash, tá rolando alguma coisa entre vocês não é? — ela perguntou com um sorriso malicioso o qual eu queria tirar no soco, mas me contive — Porque se tiver, você vai ter sorte. 

— Não, Slash e eu somos apenas amigos e mesmo que tivesse, a fama dele não me interessa nenhum pouco.

— Você diz isso porque não conhece L.A, querida. Se conhecesse, saberia que teria uma vida decente se acertasse no parceiro — ela piscou para mim. Eu não acreditava que estava ali, ouvindo Erin dizer descaradamente que só estava com meu ídolo por interesse. Uma súbita vontade de parar o carro e descer dele me veio, mas eu não queria ter Erin como inimiga. Pelo menos não que ela soubesse.

— Certo, vou levar isso em consideração — respondi enquanto tentava me distrair com o movimento das ruas.

— Só cuidado com o Duff e o Izzy porque eles já tem dona, e minhas amigas são ciumentas, assim como eu sabe? — ela tirou o olhar da estrada e me olhou brevemente. Era um aviso?

Definitivamente  era. 

— Erin, minha vinda para L.A não foi para procurar homens, então não sou uma ameaça. Não costumo procurar. Dizem que o amor vem para os distraído, certo?

— Se você continuar pensando assim, Angel, irá ficar pra titia —  a víbora riu, desligando o motor do carro e estacionando em frente á um estabelecimento, longe de ser um Wall Mart.

— Onde estamos?

— Na minha alfaiate de confiança, a melhor de L.A — Erin respondeu, sorrindo largo

— E o que aconteceu com o mercado? — perguntei, confusa.

— Ah desculpe, se importa de esperar alguns minutos enquanto vejo se meu vestido de noiva está pronto? 

— Como?

Vestido de noiva? Então eles iriam se casar, ótimo. Não sei porque diabos eu fiquei surpresa, mas nesse momento pude sentir meu estômago girar. Axl não podia fazer isso, e não, não era somente o meu lado fã psicopata-possessiva falando. Era meu lado que amava muito ele e não permitiria, se eu pudesse, que ele se casasse com uma vadia interesseira. Eu sabia que não podia me envolver com ele, isso iria interferir nosso futuro que já era algo certo, mas saber que ele se casaria só serviu para me mostrar que era tarde demais.

— Sim querida, estamos noivos — ela exibiu o dedo anelar direito, que possuía uma aliança dourada — Então, você espera?

— Claro, pode ir.

Erin deixou o carro dando um sorrisinho vitorioso, como se sua falsidade fosse sútil. Estava na cara que ela só tinha me chamado para uma suposta compra para me dar um recado. Ele conseguiu, e como conseguiu. A ideia de ver Axl se casando, ainda mais com uma vadia como ela era incômoda para mim. Eu sabia que estava confundindo meu sentimento de fã com algo a mais, quando estava óbvio  que Axl amava Erin e eu não teria chance alguma. Por isso a víbora me chamou para fazer compras. Ela queria na verdade, marcar seu território.

                                                                                             ****** 

— É melhor a gente pegar leve nas calorias até porque não quero ser uma noiva gorda, sabe? — Erin falava a cada cinco minutos e cada minuto desses cinco eu quis enforcar ela — Angel? Você tá bem? Tá calada.

Andei  com o carrinho para frente na sessão de doces. Eu ia aprontar com ela.

— Ahn? Ah, você tem razão eu também quero perder alguns quilinhos — respondi de modo simpático, procurando por algo no corredor — Tô procurando uma barra  que é ótima para isso, aliás.

— Jura? Essas barras de cereais nunca funcionam comigo.

— Vai por mim, vai dar muito certo.

A barra na verdade era um suplemento para ganhar peso, que o treinador do meu irmão dava para a equipe de futebol da escola. Matt ganhava peso facilmente com essas barras, e não seria uma má ideia fazer Erin pagar a língua dela, seria?

— Achei, são essas aqui — falei pegando uma caixa e colocando no carrinho, vendo Erin sorrir animada e pegando uma.

— Ótimo! — ela tomou a barra da minha mão e começou a ler —  Mas elas estão em Suíço, você por acaso fala Suíço?

— Sim, eu fiz um curso básico no ensino médio — menti.

— E como sabe que isso vai funcionar?

— Acredite, eu já fui exatamente igual aquela garota ali só comendo essas barras — respondi, apontando para uma menina extremamente magra mais a frente. Erin arregalou os olhos e pegou mais algumas barras na prateleira, o que me fez gargalhar por dentro.

— Se  isso der certo mesmo, eu vou te agradecer pelo resto da minha vida querida.

Pode por favor parar de me chamar de querida, porra!

— E vai, pode confiar.

— Já que sabe ler em Suíço, pode me dizer o que está escrito aqui?

— Ai diz que a barra te faz perder a fome — verdade — E faz seu corpo reter liquido — verdade — Mas não se preocupe, depois você seca fácil — mentira.

— Incrível!

Erin se animou andando na frente e abrindo uma barrinha, antes de passarmos no caixa. Segurei minha vontade de gargalhar bem alto naquele corredor, vendo o quão burra e fácil de persuadir,  Erin era. Ela poderia se casar com o Axl e fazer proveito da fama dele como bem entendesse, mas sua cinturinha fina e seu manequim 36 não iriam junto.

Quando chegamos no carro, a madame foi assumir o volante enquanto eu guardava as compras no porta-mala. Não era nem meio-dia e eu já odiava Erin Everly com todas as minhas forças, mas por Axl eu aguentaria. Ele não sabia, mas precisava de mim.

— Você é tão boazinha, Angel. Obrigada — ela agradeceu mostrando-me as unhas — Fiz elas ontem então, evito qualquer tipo de esforço.

— Claro, esforço — respondi mordendo a língua.

— Certo, amanhã  iremos na Melrose ver o seu emprego. Se é que esfregar chão e servir mesas pode se chamar de emprego.

Vadia. Cada vez que Erin me atacava, ela sorria como se isso fosse disfarçar sua falsidade gritante. Ela achava que eu era o quê, alguma débil mental que não soubesse que ela estava sem terrivelmente insuportável e falsa? "Calma Angel, está acabando. Só mais alguns minutos. Você consegue"

                                                                                                        *****

Sobrevivi a um dia com Erin, então logo conclui que qualquer outro desafio seria fáci. Ela realmente conseguia ser mais insuportável a cada meia dúzia de palavras que saim da sua boca. Para o meu alívio, Erin foi se virar na cozinha com suas embalagens congeladas porque eu declarei ser péssima na cozinha e ameacei botar fogo, caso ela insistisse. 

— Não sei quem é mais falsa, se é você ou a Barbie Cálifórnia ali — Duff disse, abrindo uma cerveja e sentando-se ao meu lado.

— Oi pra você também, Mckagan.

— Ah oi. Então, como foram as compras com a sua nova melhor amiga?

— Fala sério, ela é um porre — respondi, tirando meu all star.

— É, eu sei. Também não vou muito com a cara dela.

— Hey Angel, como foi seu dia com a senhora Rose? — Slash apareceu, me dando um beijo na bochecha. Ele era tão fofo.

— Como eu disse, um porre. Não acredito que passei as últimas duas horas aguentando ela falar pelo nariz.

— Pois é, ainda bem que não somos mulheres e estamos livres dessa naja — Duff sempre afiado respondeu, fazendo-nos rir.

— Eu amo essa sua sinceridade, Duff. Mas seja mais sútil cara — Slash pediu.

— Sútil meu pau, ela já sabe que meu santo não bate com o dela.

Slash e eu começamos a gargalhar alto com a revolta do loiro punk, era incrível como todos eles eram exatamente como eu imaginava. Exceto por Izzy, claro.

— Eu amo vocês, sabia — falei abraçando Slash e Duff de lado.

— Que linda, parece gente bêbada que bebe e ama todo mundo — Duff comentou, bebendo sua cerveja.

— Quer ser menos bruto, cara? — Slash me defendeu — também amamos você, Angel.

— Fale por você.

— DUFF! — gritamos.

— Brincadeira, também amo você — o loiro disse, bagunçando meu cabelo. Izzy e Axl entraram na sala.

Sempre que eu via ele era como se uma entidade divina tivesse descido na terra enquanto anjos tocavam suas trombetas. Era incrível a sensação que eu sentia quando eu via Axl perto de mim, e cheguei a conclusão que nenhum outro homem antes havia me  despertado esses sentimentos. Me faltava o ar, as palavras sumiam e tudo que eu queria era me jogar em seus braços. Queria saber que saber os lábios dele tinham, seu cheiro, se seu toque era firme ou delicado. Aquele homem era um sonho.

— Parece que a Angel está bem enturmada — Izzy disse, cumprimentando os meninos com um asseno breve. Que problema comigo esse cara tem?

— Oi Izzy — cumprimentei formalmente.

— Oi.

— Oi Angel — Axl me cumprimentou breve, passando pelos rapazes e indo até a cozinha— Erin, está ai? 

Oi meu amor — ouvi a voz irritante dela e revirei os olhos.

— Parece que alguém não gosta da Erin... — Slash comentou.

— Ela não é tão ruim assim, vai até me arrumar um emprego.

— E vai te cobrar caro depois por isso, pode anotar— Izzy apontou, no outro sofá — É a Erin.

— Bom, eu preciso muito de um emprego e é isso que importa.

— Relaxa Angel, você tem tempo ainda. É bem vinda aqui sempre — Slash respondeu, afegando meu ombro.

— Obrigada Slash, nem sei como agradecer.

— Ah eu sei sim, se é que me entende — Duff respondeu malicioso. Chutei sua perna — Ai, caralho, é brincadeira.

— Gente me desculpem invadir a casa de vocês, mal cheguei e sei que não tenho esse direito mas assim que eu conseguir um emprego vou ajudar até eu ir embora.

— Ajudar só se for nas bebidas — Slash riu — Angel, relaxa.

— E embora? Quem disse que você vai embora? — Duff interveio.

— Vocês são uns amores, mas não vou morar aqui para sempre — respondi, lembrando que minha passagem por ali não era permanente — Vou ao banheiro, esvaziar o conteúdo Erin do meu estômago — brinquei, levantando-me  e os meninos riram.

                                                                                        ******

Troquei minhas roupas por algumas menos fechada. Um short curto, uma camiseta dos Stones e amarrei meu cabelo em um coque. Era engraçado o fato que minhas roupas eram modernas demais para aquela época, então decidi que depois que estivesse empregada iria montar um novo guarda-roupa. Para minha sorte as roupas dos anos oitenta me agradavam bastante, contanto que eu não parecesse uma stripper ou uma groupie. Guardei bem no fundo da minha mala uma camiseta do Guns N' Roses, perguntando porque diabos Sarah achou normal eu vesti-la em uma época que a banda ainda não era famosa. Bem, pelo menos aos poucos eu estava tendo o controle das coisas. Após me trocar, lavei meu rosto que suava devido ao calor Cáliforniano e me preparei para descer para o almoço, quando a porta do quarto se abriu e Axl entrou.

— Merda! Me desculpe não sabia que você estava ai — ele se desculpou fechando a porta, corri impedindo-o.

— Não! Quero dizer, eu que peço desculpas o quarto é seu e eu aqui abusando da sua boa vontade — disparei a falar, pegando minha mochila, Axl me parou.

— Hey, tá tudo bem não precisa sair, não me incomodo de ficar no meu quarto.

— Não? Tem certeza? Erin pode não gostar e eu não quero causar confusão.

— Erin não mora aqui, então não tem que falar muito coisa — ele disse pegando minha mochila, e jogando em cima de sua cama — Esse é o melhor quarto da casa, cabe nós dois aqui.

Cabe sim Axl, ah se cabe. Cabe Muito.

— Bom, obrigada — agradeci, sem jeito. Podia jurar que meu rosto estava mais vermelho que um pimentão. De repente o clima ficou tenso devido ao silêncio, e Axl próximo de mim não contribua muito para a minha sanidade.

— Temos uma fã dos Stones, aqui? — ele apontou para minha camiseta..

— Sim, é  uma das minhas bandas  favoritas — respondi, contendo minha vontade de gritar que eu era fã de Guns N' Roses e que essa banda seria minha vida pelos próximos. Claro que se eu  falasse isso Axl me daria como Louca e me expulsaria dali.

— Felizmente é uma das minhas também, depois de Queen, claro — Axl respondeu, indo até uma prateleira de discos e puxando um — Se eu não tivesse conhecido as letras de Freddie Mercury quando era garoto, não sei onde eu estaria hoje. Foi ele quem me ensinou sobre todas as formas de música, e abriu a minha mente. Nunca houve professor melhor em minha vida — Axl me entregou um vinil de A Night at The Opera.

Axl falava de seu passado de uma forma nostálgica e era delicioso ouvir, embra isso lhe causasse dor. Eu poderia passar horas ali, apenas ouvindo meu ídolo falar de si mesmo com sua voz rouca, serena.Eu estava vivendo um sonho, não tinha que reclamar. Ouvindo Axl falar de Queen era como se eu estivesse falando de Guns para outra pessoa. Minha paixão pela banda era descomunal.

— Eu... também tenho uma paixão assim por uma banda... — comecei, olhando o vinil — Sinto que eu nasci para escutá-la ou que ela nasceu para ser a minha. Pra mim é a melhor banda do mundo — Subi meu olhar para Axl que me encarava sereno — Eu faria tudo por ela.

— Profundo. Não me diga que são os Stones? — Axl deu um meio-riso.

— Não. Mas um dia serão iguais ou até melhor que eles.

— Deve ser uma puta banda, pelo visto — Axl deu de ombros e eu agradeci por ele não insistir. Deixei o disco de lado, sobre sua cama.

— Vamos almoçar, Erin parece que caprichou na cozinha — comentei sem vontade, Axl riu.

— Erin caprichar? Me surpreende que ela não tenha comprado comida congelada.

— Acredite, eu testemunhei ela escolhendo legumes — respondi, fazendo Axl rir novamente.

Axl parou de rir  e se aproximou de mim, o silêncio entre a gente era gritante pois eu pude ouvir o ranger de suas botas sobre o piso de madeira, e sua respiração quando ele chegou mais parte. Minha cabeça girava, e por instinto prendi o ar.

— Porque eu tenho a sensação de que você me conhece? — ele sussurrou, olhando nos meus olhos. Eu senti seu hálito batendo em meu rosto e tentei recuar, mas não fui capaz.

— E-eu não sei, eu nunca te vi antes.

— Quando eu olho pra você, eu sinto algo familiar, você me olha como se me conhecesse.

— Não sei do que está falando, Axl.

— Angel, quero te dizer que ontem no Rainbow eu não queria que o Slash tivesse interrompido a gente — Axl sussurrou, tocando em meu rosto.

— Não? P-porque?.

— Porque eu ia fazer uma coisa que eu quis desde que você chegou, na nossa  mesa.

Dizendo isso de forma serena, Axl grudou seus lábios nos meus de uma maneira avassaladora. Pude sentir cada parte do meu corpo reagir ao contato daqueles lábios, e rapidamente nossas línguas batalhavam de maneira maravilhosa, calma. Eu estava beijando Axl Rose e tudo indicava que aquilo era um sonho. Não podia ser real. Só me dei conta que eu estava acordada quando as mãos de Axl agilmente grudaram em minha cintura, apertando o local enquanto nosso beijo se intensificava cada vez mais. O beijo daquele ruivo era ágil, misturava brutalidade e delicadeza em uma perfeita sintonia. Eu sabia que era errado, eu não podia fazer aquilo. Era a vida  dele que eu estava manipulando.

Não vou mentir, eu não parei por ali.


Notas Finais


LEVANTA A MÃO AI QUEM SHIPPA ANGEL E AXL O/ NÃO me matem por parar o capítulo na hora H, prometo continuar (ou não) ^^
Então meus amores, por hoje é só! Nos vemos nos comentários *-* beijos e até o próximo!


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