História Live Like Legends - Monsta X - Capítulo 1


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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Show Nu, Won Ho
Visualizações 36
Palavras 1.414
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não aguentei e tive que postar... Enfim.
Juro solenemente que serei fiel e atualizarei essa fic todos os sábados.
Sim, é uma fic do Monsta X, não se preocupem que quando os boys brotarem vocês vão saber e ficaram chocadas (ou não)
Espero que gostem dessa intro e que esperem asiosas pelos capitulos cremosos que surgiram ...
Dedico essa fic a cremosa Thais e a Xuxu gatosa Gau!!!

Capítulo 1 - There will be blood in the water


Fanfic / Fanfiction Live Like Legends - Monsta X - Capítulo 1 - There will be blood in the water

Kayla, acorda!

Por favor me responda!

Lembro-me que essas foram as últimas palavras que ouvi após sentir uma longa perfuração em meu abdômen e apagar nos braços de minha companheira de trabalho, aquela a qual já considerava uma irmã.

_______________________________

Estava mais uma vez a trabalhar, Bleendy que se encontrava ao meu lado dirigindo, não parava de reclamar que queria férias prolongadas. Já eu, por outro lado estava satisfeita por estar trabalhando.

Ainda no carro, recebemos uma chamada que nos indicava um endereço em que teríamos que vasculhar afim de encontrar alguma coisa.

Há meses que estamos investigando esses assassinatos. No início eles foram classificados como suicídio, morte acidental ou causa natural, mas ao aprofundarmos a investigação descobrimos que não se tratava de nenhum desses casos e sim, uma série de crimes.

Por fim chegamos a uma casa mal cuidada, pouco iluminada e que a cada passo que dávamos sentíamos um forte odor.

Cada canto naquela pequena casa estava empoeirado e infestado de teias de aranhas, além de que víamos alguns ratos passando pelo local.

- Isso é o que acontece toda vez que você deixa acumular roupa suja no seu apartamento Kayla!

- Não enche! Não chega a esse ponto.

Vi a mais velha dar de ombros fingindo ter acreditado em mim. Não deixamos de sorrir um pouco.

Devia ser por isso que sempre nos damos bem. Bleendy era a mais animada e com a língua afiada, mas que sempre cuidava de mim e se colocava a minha frente para me defender. Eu por outro lado, sou chata e de acordo com minha parceira, nunca entendia certas coisas, mas sempre estava lá para guardar suas costas. Nos apelidaram de Pink e Brain (cérebro) no escritório, isso nos definia  quase que por completo, pois apesar de Bleendy ser o Pink, a única coisa que ela não era, era burra.

Tirando as brincadeiras a parte, somos uma dupla dinâmica.

- Pink, encontrou algo na sala e nos quartos?

- Nada. Teve sucesso no banheiro e cozinha?

Neguei com a cabeça.

- Percebeu que o cheiro fica mais forte perto daquela porta?

- Deve ser uma despensa.

Nos aproximamos da velha porta de madeira e a mais alta me entregou sua lanterna e tentou destravar a maçaneta, mas a porta estava emperrada e estávamos sem paciência.

- Deixa que eu abro!

Entreguei as lanternas a mais velha e ela recuou um pouco da porta e mesmo depois de ter retirado as dobradiças das laterais a porta ainda não abria. Por fim das duvidas chutei a velha porta próximo as dobradiças que havia retirado anteriormente e ela se quebrou em partes, finalmente nos dando passagem.

- Seria muito emocionante se você tivesse gritado: This is Sparta!

- Esqueci!

Rimos enquanto afastávamos os pedaços da madeira quebrada para que pudéssemos adentrar no escuro recinto.

Agora cada uma com sua respectiva lanterna, começamos a vasculhar o local. De fato era uma despensa enorme, maior que a cozinha daquela casa.

Suas prateleiras estavam lotadas de comidas enlatadas e principalmente molhos de tomate e vários pacotes de macarrão.

Bleendy viu uma cortinha que cobria uma abertura do tamanho de uma porta e foi em sua direção enquanto eu continuava a olhar cada pequeno detalhe daquela despensa, checando inclusive a validade das comidas que haviam na mesma.

- Brain, você precisa ver isso!

A mais alta apareceu brevemente por aquela abertura e pude ver seu celular próximo ao ouvido e que ela já estava a ligar para os possíveis reforços.

- Merda!

Entrei no que parecia ser uma divisória a parte da despensa e me deparo com um corpo enorme sentado ao chão, com sua cabeça pendendo para baixo e suas pernas entreabertas. À sua frente tinha vários restos de comidas em inúmeros pratos.

Me agachei próximo ao corpo para analisar melhor o seu estado e pude ver pequenos cortes devido a sua decomposição, mas nenhuma marca de agressão visível. Sua boca estava entupida de comida e consequentemente sua garganta e vias respiratórias deveriam estar no mesmo estado.

- 3 dias.

- Disse algo?

- Olha essas larvas aqui – apontei para as pequenas larvas brancas que saiam de algumas partes do cadáver – Pelo tamanho delas e pelo odor devem fazer pelo menos 3 dias que ele morreu.

Quanto mais tempo passava próximo ao corpo mais informações coletava. O cadáver estava sentado em suas próprias fezes e ao seu lado tinha dois baldes com um conteúdo de um odor forte e desagradável, possivelmente era seu vômito.

- Vamos sair daqui Kayla, os peritos logo chegaram.

Me levantei e fui com Bleendy até a entrada da casa para esperar pela equipe que foi solicitada.

Não demorou muito e logo chegaram os peritos criminais e o legista. Demos as informações que coletamos e eles entraram para fazer seus respectivos trabalhos e posteriormente, retirar o cadáver dali para fazer reconhecimento do corpo e chegar a causa principal de seu óbito.

(...)

- Já tivemos um caso assim. – comentei enquanto acendia um cigarro.

- Do mesmo jeito aqui? – a mais velha perguntava enquanto trazia consigo duas xícaras de chocolate quente para a varanda de seu apartamento.

- Não aqui em Seul, mas antes de ser transferida, tivemos um caso assim. Uma mulher morreu de tanto comer. Ela estava sentada em frente a mesa de sua cozinha, além de ter vários restos de comida, e ao seu redor também havia fezes e vômitos.

- Muito estranho isso. Soube dessa série de assassinatos que ocorreu na Alemanha há três anos, mas isso tem alguma conexão com os que estão acontecendo aqui?

- Acredito que tenha mas, sempre falta algo que os ligue por completo.

- Li os relatórios que você trouxe desse antigo caso. Foram sete mortes pelo que lembro, os que estão acontecendo aqui tem a mesma forma e mesma sequencia dos que ocorreram em Berlim – a mais velha continuou – Dever ser algum maníaco religioso, ele simula os sete pecados capitais perfeitamente de modo doentio.

- Ainda faltam quatro, a gula foi o terceiro e se ele continuar seguindo a mesma sequencia que seguiu em Berlim, o próximo será a íra.

_______________________________

~Bleendy POV~

- Pink, vai verificar ali em cima, o pessoal vai chegar a qualquer momento. Não se preocupe, estarei aqui te dando cobertura.

Assenti para a mais nova que foi se posicionar atrás de umas caixas para disparar em qualquer um que tentasse me interferir.

Subi os poucos degraus e entrei em uma pequena sala que havia naquele galpão abandonado. Nessa sala havia um mapa da cidade preso na parede e o mesmo continha alguns marcadores de localização, além de fotos e informações sobre alguns rapazes.

‘’Mas o que isso significava’’

Sai da sala para avisar a minha parceira que o local estava seguro e avistei a mesma em pé de costas para mim, no mesmo local em que tínhamos nos falado antes de nos separarmos.

- Brain, encontrei algo interessante!

Mas ela nada respondia e ao olhar atentamente vi que ela não estava sozinha.

- Hey!

Gritei e o corpo de Kayla tombou para o lado. A pessoa que estava a sua frente começou a correr, saindo de meu campo de visão mas não me importei pois a vida de Kayla poderia estar correndo risco.

Com passos rápidos fui ao encontro da mais nova que agora estava com um corte profundo em seu tórax e perdendo a consciência.

Kayla, acorda!

Por favor me responda!

Não obtive nenhuma resposta da mesma. Retirei minha jaqueta e comecei a pressionar sobre seu ferimento, mas não adiantaria por muito tempo. Ela estava sangrando muito e respirando lentamente.

Enquanto tentava arduamente estancar sua ferida ouvi uma pequena explosão vinda de trás e ao olhar para a mesma vi a mesma silhueta que estava a frente de minha parceira a olhar para nós. Sem hesitação essa pessoa saiu lentamente pelos fundos do galpão e mais uma vez escutei um forte estrondo e a sala, que eu havia entrado, estava agora em chamas.

Juntei minhas forças necessárias e levantei o corpo mole de minha amiga. 

"Não vamos morrer hoje!"

Com a mais nova apoiada em meus ombros consegui nos arrastar para a entrada do galpão, mas isso não impediu que o impacto de uma outra explosão nos atingisse, fazendo com que nossos corpos fossem lançados alguns metros para a frente.

Minha visão estava turva e minha cabeça zonza...

A última coisa que me lembro é de ver os carros de polícia chegando ao local e subitamente ser levada dentro de uma ambulância para o hospital. 

E então tudo ficou escuro...



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