História Living Dream - SHORTFIC - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Romance, Suga
Exibições 20
Palavras 1.682
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olhem quem voltou? Isso mesmo, aqui a idiota que demorou mais de um mês para voltar a publicar a fic :')

Mianhe! Eu tenho andado com a escola a dar-me cabo da cabeça... É só estudar e estudar para depois receber três testes com resultados horríveis... Sinto-me frustrada por não ter publicado nada e focado nos estudos para ter aquelas bostas na mão. Mas enfim, vamos ao que interessa.

Aconteceu também que eu fiquei com umas crises de ansiedade e problemas mais sérios, a ponto de me deixar sem vontade de fazer absolutamente nada! Agora já estou mais controlada, embora ainda tenha dessas crises todas as semanas. Porém, consegui forçar-me a escrever para vocês e também para me aliviar um pouco. Apesar de alguma dificuldade em conseguir ideias, finalmente voltei aqui com isto.
Não vou prometer que não vai voltar a acontecer de ficar um mês sem publicar, no entanto, tentarei publicar com mais frequência e, caso demore, por favor não desistam de mim por favor.

Chega de enrolação! Espero que gostem, boa leitura <3

Capítulo 4 - I Can't Stop Worrying About You


Fanfic / Fanfiction Living Dream - SHORTFIC - Capítulo 4 - I Can't Stop Worrying About You


[...]


    Acordei num quarto pintado todo de branco. O cheiro de hospital predominava no local e só aquilo me deixava enjoado. Desde pequeno que tinha ódio por hospitais devido àquele cheiro terrível. Olhei para o meu lado e somente vi a Hye-Soo a mexer na sua bolsa, parecendo procurar algo lá dentro. Ela olhou para mim e pude reparar que se assustou um pouco com o facto de eu já estar acordado.
- Podias avisar quando acordas e não ficar a encarar as pessoas desse jeito. - Disse. - Mas enfim, estás a sentir-te melhor?
- Sim... 
- Eu disse-te para avisares quando te estivesses a sentir mal, idiota. - Repreendeu-me.
- Ia avisar no meio de um concerto e preocupar os meus fãs?
    Ela pareceu ficar sem resposta para o que eu acabara de dizer mas logo se recompôs e tornou a falar.
- Sim!
- Sabes que eu não posso fazer isso. - Resmunguei.
- Hobi! - Ouvi a voz do Tae, bem à porta. - Estás bem, hyung? Eu estava tão preocupado, todos estávamos. Pensei que ias morrer ou algo do tipo!
    Ele parecia uma criança que tinha acabado de ver a sua mãe adoecer e estava bastante preocupado.
- O V não parou de pensar em como seria se te perdêssemos. Tentámos acalmá-lo mas nada resultou, ele tinha que te ver acordado. - O Nam-Joon explicou e todos rimos.
- Idiota. - Baguncei os cabelos do Tae-Hyung. - Eu só desmaiei, nada mais.
- Mas sentiste-te assim tão mal durante o concerto? O que aconteceu? - O Suga questionou, curioso.
- Apenas fiquei mal disposto e tonto. 
- Assim do nada?
- Uhum.
    Nesse momento, a Hye-Soo saiu do quarto em que estávamos sem avisar ninguém. Ficámos a olhar para a cena estranhando a sua atitude. 
- Onde é que ela foi? - Perguntei.
- Deve ter ido falar com o médico, afinal foi ela que soube como tratar de ti quando desmaiaste. - O manager explicou.
- Como assim?
- Tu estavas a tremer imenso, parecia que estavas a ter um ataque epiléptico. - O Jin disse. - Ela conseguiu acalmar-te os tremores.

[...]


    Pouco tempo depois, deixaram-me sair daquele local que eu detestava para ir para o hotel. O Bang PD-nim tinha dito para eu voltar para a Coreia e receber tratamento mas eu não achava que valia a pena. Apenas havia tido uma síncope devido ao local do concerto estar muito abafado e não me ter alimentado direito antes de atuar.
    Estava tão recuperado que já começava a entrar nas brincadeiras com os outros membros. A Hye-Soo não havia pronunciado nenhuma palavra desde o caminho do hospital até ao hotel, parecia que estava a pensar algo e guardava apenas para ela. Não me parecia estar muito confortável naquele momento.
    Quando chegámos ao hotel e saímos do automóvel, tentei ficar ao lado da mesma para saber se ela estava bem. Porém, o meu plano de estar próximo a ela, falhou completamente porque os rapazes não me largavam, pois queriam divertir-me para que eu não me sentisse mal novamente. Era assim que eles pensavam.
    Desisti de tentar aproximar-me da Hye-Soo e limitei-me a ir para o quarto com os outros, que estavam sempre na brincadeira. 
    Em pouco tempo, o tédio foi crescendo e eu levantei-me para ir até ao terraço do hotel. Chegando lá, dei de caras com a Hye-Soo, que observava as estrelas da noite fria. A sua expressão era séria, estava tão pensativa que nem notou a minha presença.
- No que pensas? - Perguntei, assustando-a.
- Caralho... - Pousou a sua mão no peito devido ao susto, fazendo com que eu começasse a rir. - Idiota.
- Não vais responder à minha pergunta? 
- Estava a pensar em ti. - Encarou-me.
- Em mim?
- Sim. Estou preocupada contigo.
- Já está tudo bem, Hye-Soo. - Sorri.
- Eu sei... Mas cada vez me preocupo mais contigo, Ho-Seok. - Respondeu quase num sussurro.
    Vê-la daquele jeito, preocupada comigo, dava-me um aperto no peito. Quando ela se preocupava, eu sentia-me um bosta. Não me agradava vê-la daquele jeito, era como se ela se desligasse do mundo porque estava demasiado fixada nos nossos problemas ou, no caso, nos meus problemas.
    Aproximei-me dela e dei-lhe um abraço forte. A Hye-Soo tinha muito o ar de quem se apegava facilmente às pessoas e sofria por qualquer coisa que acontecesse a essa gente. Aparentemente, era desse mesmo jeito.
- Não precisas de te preocupar com nenhum de nós... - Senti o seu corpo tremer um pouco. - Está tudo bem, Hye-Soo.
- Ho-Seok... Eu nunca sei como lidar nestas situações, mesmo sabendo que eu devia.
- Só aconteceu uma vez... Tem calma, estás a pensar demasiado.
    Realmente ela estava a exagerar. Talvez ela tenha vivido algumas situações parecidas e isso deixava-a em pânico. 
- Ver alguém que gostamos, a sofrer... Não é muito agradável.
- Alguém que gostamos? Isso quer dizer que-... 
- Eu tenho um carinho especial por ti, Jung.
    Nesse momento eu contive um suspiro. Por momentos tinha-me soado como se ela se sentisse atraída por mim, não seria algo bom para a minha carreira e muito menos para a amizade que estávamos a criar, afinal, eu não me sentia tão ligado a ela. Eu admito, ela era muito bonita e era uma pessoa com quem se podia conversar facilmente, porém, não gostava dela em termos amorosos. Até porque conhecíamo-nos há relativamente pouco tempo.
- Vamos lá para baixo, aqui está frio. - Disse, com um braço à volta dos seus ombros, fazendo-a ir comigo. - Queres que eu durma contigo, para te sentires mais descansada.
- Tarado.
- Estou a falar a sério, não é por mal. Realmente me pareces preocupada. - Ela pareceu pensar na proposta. - Ou podes vir tu para o nosso quar-... - O seu olhar deu logo a entender a resposta. - Okay...
- Está bem, podes vir dormir comigo. Só que há um problema, lá só tem uma cama, génio.
- Eu durmo no chão, desde que fiques descansada e não morras com uma crise de preocupação. - Sorri e ela deu-me uma leve chapada no ombro.
- Idiota. 
- Já volto então, vai andando para o teu quarto. - Disse e ela assim o fez.


[...]


    Após dizer aos membros que ia fazer-lhe companhia, todos começaram com comentários idiotas e desnecessários. É claro que eram tudo insinuações de que eu e ela iríamos ter uma noite de altas aventuras, eram muito estúpidos.
    Bati à porta do quarto e entrei quando ouvi ela a dizer para eu entrar. A mesma sorriu, enquanto estava sentada na cama, pronta para ler um livro qualquer de mais de duzentas páginas.
- Vais ler?
- Sim, ler ajuda-me a abstrair-me daquilo que me incomoda.
- Vou tentar não ver isso como um insulto. - Respondi, fazendo uma careta.
- Não era suposto ser um insulto, eu não me referia a ti. - Riu. 
- Acho bem.
    Ajeitei os lençóis, que tinha tirado da minha cama, no chão, meti a minha almofada por cima e deitei-me.
- Vais dormir bem aí?
- Tem que ser. 
- Sinto-me mal por isso.
- Já dormi em situações piores. Ao menos é num hotel. - Pisquei o olho e virei-me para o outro lado para dormir.
- Queres que eu apague a luz?
- Não, essa luz é fraca, então está-se bem. Boa noite, Soo.
- Boa noite, Ho-Seok.


[...]


    Queria entrar dentro de casa mas sabia que era impossível, eles não me iam deixar fazê-lo. Sabia que se pedisse ajuda, ninguém me ajudaria, então somente fiquei quieto, tentando dormir naquele frio terrível.
    Eu estava a congelar ali, não aguentava nem mais um segundo na rua, daquele jeito. Precisava de um sítio quente para ficar aconchegado e não na parte de fora da casa.
- Mãe... - Tentei chamá-la mas ela não me ouvia. - Por favor... - Elevei um pouco a voz.
    Os meus dentes batiam com força uns nos outros, devido ao quão gelado estava o ar. Eu só queria poder estar confortável, não ia incomodar ninguém.
- Mãe... - Comecei a chorar, não conseguia evitar fazê-lo.
    Logo a porta foi aberta e não vou mentir, senti-me feliz com aquilo. Talvez me deixassem entrar. Quando eu vi quem abriu a porta, o meu sorriso desapareceu por completo, dando lugar a uma expressão assustada. Aquilo não era um bom sinal.
- Sabes o que significa o facto de ter sido eu a abrir a porta? - A voz daquela pessoa alta e encorpada soava como se estivesse com raiva. Raiva essa que eu é que tinha causado.
- Nã-Não... Por favor! - Esfreguei as minhas mãos uma na outra, suplicando para que não fizesse nada.
    Ele aproximou-se de mim e levantou a sua mão. Olhei para o lado à procura de algo para me esconder ou para me defender, mas o seu olhar acompanhou o meu e ele encontrou o objeto que eu antes encarava.
- Ah é isso que queres, criança? - Ele sorriu e-...


- Ho-Seok! Ho-Seok! - Acordei assustado e todo suado. Olhei para o lado e vi a Hye-Soo a encarar-me, enquanto me segurava nos ombros. - Estás bem?
- Tive um pesadelo... - Respondi num sussurro. 
- Estás todo suado... Espera um pouco. 
    A Soo levantou-se e foi buscar uma garrafa de água que ela tinha na sua mala. Dando-me para eu beber e me acalmar. O meu objetivo era não preocupá-la mas, ao ter aquele pesadelo, devo ter feito pior.
- Que tipo de pesadelo foi esse?
- Não me apetece falar nisso. Foi terrível apenas, parecia tão real... 
- Se calhar já te aconteceu algo assim...? - Tentou adivinhar e eu encarei-a.
- Não. Provavelmente vi algo assim num filme e isso deixou-me traumatizado. Só sei que nada muito sério aconteceu, apenas parecia que eu ia sofrer imenso.
- Tem calma... - Ela abraçou-me. - Foi somente um pesadelo, mesmo.
- Obrigado, Soo.
    Sentir o seu calor foi reconfortante. O meu coração desacelerou e, de certa forma, fiquei mais calmo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Obrigada por terem lido <3
Perdoem qualquer tipo de erro :B

Ah, já agora: Possivelmente vão ficar confusos com o final aqui do capítulo mas não fiquem tristes, logo vão entendendo estas coisas :)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...