História LL - Unconditionally - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Tags Gosh, Lana Parrilla, Rebecca Mader, Sean Maguire, Seana
Exibições 249
Palavras 2.721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Tô viva! E calma que é a última semana de aula e eu vou começar a atualizar com mais frequência. Amo vocês!

(esclarecendo uma coisa que eu acho que pode confundir, na ligação do sean a parte em itálico é ele falando com a pessoa da ligação e a parte nornal é ele falando com Lana.)

Enjoy it!

Capítulo 11 - Não é não


De roupão e cabelos úmidos pós-banho, Lana ajudava Ally a arrumar a mala de Alice, dalí a algumas horas ela, Sean e a filha embarcariam rumo a Nova Iorque para matar a saudade de dona Dolores e o restante de sua família de lá. Ela não via a hora de chegar em sua cidade natal e relaxar junto das pessoas que mais amava na vida antes de mergulhar no mundo das convenções, entrevistas e diversos eventos que viriam pela frente.

"Ally, separa alguns arcos pra Alice você sabe como ela fica sem seus arcos, né?"

"Como sei." diz rindo.

"Eu vou lá terminar de me arrumar e apressar o Sean, quando terminar aí desce as coisas dela, por favor. A Bex já deve tá trazendo ela de volta."

"Sim, senhora." brinca batendo continência e Lana sorri revirando os olhos. 

Ao entrar no seu quarto, ela vê Sean largado na cama apenas com uma toalha ao redor da cintura e cabelos molhados falando ao telefone, uma imagem de tirar o fôlego que ela tenta inutilmente ignorar. Sua roupa já estava separada em cima da cama, só tinha que se vestir e mais nada. Mas quem disse que o cheiro que aquele homem exalava deixava ela pensar em outra coisa a não ser em algo bastante safado?

"Não, eu ainda não recebi." Sean responde a alguém que estava do outro lado da linha.

Lana desfaz o nó e lentamente retira o roupão deixando-o deslizar pelo seu corpo até atingir o chão, o loiro a olhava atento e assim que seus olhares se cruzam ele sorri e solta um "maravilhosa" apenas movimentando os lábios. Ela morde os lábios e uma expressão de quem vai aprontar surge em seu rosto.

Ela sobe na cama e engatinha até ficar sobre ele, Sean franze a testa e ela sorri maliciosamente enquanto se livrava daquela toalha.

"O que... O que você tá fazendo?" Lana joga o pano pro lado e senta no colo dele "Não, não foi com você." responde para pessoa com quem estava no  telefone que certamente pensou que ele havia falado com ela.

Lana começa a distribuir beijos pelo ombro dele até alcançar o ouvido onde sussurra:

"Eu vou chupar você, amor." e solta uma risada gostosa quando sente o marido estremecer.

O pênis dele começa a ficar ereto e ela rebola bem devagar sobre ele para ajudá-lo a endurecer mais. Ela volta a distribuir beijos, dessa vez traçando uma trilha do seu pescoço até à virilha enquanto ele se encolhia como se os lábios dela o queimassem. 

"Eu não sei se vou poder." sua voz sai rouca "Lana, por favor..." sussurra com os olhos suplicantes.
Ela apenas sorri diabolicamente e pega a ereção dele nas mãos, não havia uma vez que ela não parasse por alguns segundos e admirasse aquela perfeita obra de arte que ele tinha entre as pernas antes de começar suas travessuras. Ela passa a ponta da língua em torno da glande e sorri quando o vê fechando os olhos, ela então o enfia um pouco na boca e tira, estava decidida a provocá-lo.

"É claro que se eu for a Lana vai, ela é minha mulher." Minha mulher. Não importa quanto tempo passasse essas palavras sempre teriam o mesmo efeito sobre ela. "Carmen, eu..." ao ouvir o nome dessa mulher Lana roça os dentes em uma parte sensível fazendo Sean praguejar. "Porra... Desculpa Carmen, não foi com você."

Lana revira os olhos e o retira da boca. "Põe no viva-voz."

"Carmen, só um minuto." ele põe a mão sobre o celular para que a outra mulher não ouvisse "O quê?"

"Põe no viva-voz, quero saber o que essa mulher quer com você."

"Lana..."

"Ou é isso ou você fica com vontade de gozar, não só hoje, mas até a gente voltar da casa da minha mãe." sorri. 

Ele olha para o seu pênis ereto, muito ereto, e bufa antes de acatar o pedido de Lana, ele sabia muito bem que ela era capaz de deixá-lo na mão. 

Quando vê que ele colocou a ligação no viva-voz, ela volta a abocanhá-lo dessa vez o levando até a garganta. Sean deixa o celular cair e agarra o cabelo da mulher incentivando-a.

"Sean?" chama a voz no telefone.

"Po... pode falar."

"Você está bem? Se quiser eu ligo outra hora."
 

"Estou bem." fala rápido enquanto Lana o sugava.

Já não aguentava mais aquela tortura, sentindo seu pau inchar ele sabia que estava perto de gozar. Lana era louca, quando o assunto era prazer ela se transformava, não que ele reclamasse disso, ele adorava.

"Então, como eu falava, eu preciso muito que você venha na minha festa."

"Se eu não... Estiver trabalhando, nós... Vamos." ele morde os lábios fortemente quando lana usa as mãos para massagear suas bolas. "Eu disse que... Nossa agenda está lotada."
 

"Hum... Entendi. Sean você definitivamente não está bem. Está ofegante, com a voz trêmula... O que está havendo?"

Lana revira os olhos e interrompe o que estava fazendo impaciente.

"Eu estou chu..." antes que pudesse terminar a fala Sean enfia seu pênis novamente na boca dela.

"Era a Lana?"

"Sim. Ela acabou de entrar aqui, nós temos que sair."

"Ah sim." pausa "Mande lembranças à sua princesinha, quero vê-la nov..." Lana pega o celular e desliga.

"Lana... AAH!" ele tenta repreender mas Lana o chupa com tanta intensidade que sua reprimenda vira um gemido alto. Ela aumenta os movimentos e já no limite, Sean libera seu líquido com tanta força que Lana fecha os olhos quando o jato de sémen atinge sua garganta.

Ele fecha os olhos e encosta sua cabeça na cabeceira da cama esperando sua respiração normalizar quando isso acontece e ele abre os olhos, se depara com uma cena pra lá de sexy de Lana limpando os lábios.

"Delícia." diz provocante e ele a puxa para o seu colo ficando de pé com ela.

"O que eu faço com você, ham?" ela joga a cabeça pra trás numa gargalhada que o deixa admirando-a como bobo.

"Me ama."

"Isso eu já faço sempre."

"Me ama mais." selinho "Seu amor nunca é demais pra mim." 

Ela o puxa para um beijo apaixonado e logo os dois estão debaixo do chuveiro se amando novamente, sem pressa.

 

 

 

 

(···)

 

 

 

 

O voo até Nova Iorque havia sido tranquilo. Os três já estavam rumo à casa de Dona Dolores, no táxi, Alice não conseguia esconder a ansiedade de visitar sua vó. Dolores era uma vó muito coruja com sua única neta menina, a mimava bastante e a garota adorava isso.

"Falta muito?" pergunta ao pai.

"Já é a décima vez que você pergunta isso. Estamos chegando." ele responde sorrindo.

"Toda vez você fala que a gente tá chegando e nunca chega." faz um bico idêntico ao que Lana faz e ele não resiste em puxá-la para o seu colo e abraçá-la.

"Estamos chegando loirinha, é a próxima rua, deixa de ser impaciente igual sua mãe."

"Ei, eu ainda não sou surda." bate no braço dele. 

O táxi estaciona em frente a casa indicada por eles e o motorista é o primeiro a descer para ajudá-los com as malas, Sean agradece e paga a corrida enquanto Lana procurava a chave da casa da mãe na bolsa.

"Achei." diz dando graças a Deus, não via a hora de passar um tempo com a família e depois descansar até amanhã à tarde. Ela abre a porta e eles adentram a casa encontrando um ambiente extremamente silencioso.

"Cadê todo mundo?" Alice sussurra.

"Mãe, ainda bem que a senhora ch..." Deena fala vindo da cozinha mas para ao ver que não era sua mãe. "Aaaaah, L!" ela corre para abraçar a irmã que também solta um gritinho apertando o abraço.

"Ahhh!" Sean as imita e se joga em cima das duas.

"Sai daqui, ridículo!" ela o empurra e os três caem na risada. "Cadê a sobrinha mais linda e gostosa desse mundo?" ela se agacha e Alice sorri sem graça. "Cadê meu abraço?" a pequena sorri e corre pro colo da tia. "Meu deus, que delícia!" ela se levanta com ela no colo.

"Cadê a mamãe?"

"A última vez que eu falei com ela, estava fechando o ateliê, já deve estar chegando." diz enquanto beijava Alice.

"Cadê meus primos?"

"Estão na casa da titia, que ir buscá-los comigo?"

"Quero!" diz animada.

"Vou lá com ela, mana, vamos todos jantar aqui." fala já saindo sem esperar um resposta da irmã.

"Cuidado com a minha filha." grita enquanto a mais velha fechava a porta. "Amor..." se vira pra ele.

"O que você quer?"

"Nossa, grosso!" cruza os braços.

"Quando você fala toda manhosa assim ou quer que eu faça alguma coisa ou quer sexo." ela revira os olhos.

"Você sabe muito bem que eu não gosto de fazer sexo aqui." senta-se no sofá. 

"Imagina se gostasse né, querida?" se aproxima dela.

"Você tá impossível hoje."

"Sempre." eles riem e Lana o puxa para ficar por cima dela. "Ué... O que aconteceu com o 'Eu não gosto de fazer sexo aqui'?"

"Eu só quero um beijo, seu tarado."

"Só um beijo?" encosta a boca na dela mas não se move.

"Vários."

"Hm..." ele continua sem se mover e prende o riso ao ver Lana perder a paciência. 

"Me beija, Sean." ele ri contra os lábios dela. 

"Ai!" grita quando ela morde forte o lábio inferior dele mas logo fecha os olhos quando ele começa a chupar o local da mordida. Já estava entregue!

Lana roça a boca lentamente contra dele e então inicia um beijo calmo aceitando a língua dele com prazer. Era tão bom quando tinham um momento assim depois de tanto tempo, juntinhos, só eles, nem que seja só por alguns segundos.

"Eu te amo tanto!" ele declara ainda nos lábios dela.

"Eu também, meu amor!" selinho "Tanto que dói."

Ele sorri e enche ela de selinhos até serem interrompidos por uma voz.

"No meu sofá não né, gente?" Sean ri e se levanta.

"Foi sua filha que me puxou, sogrinha!" a morena cerra os olhos e olha para filha que estava com a boca toda vermelha.

"Mamãe!" ela se levanta e corre para os braços da mulher recebendo um abraço bastante apertado de volta.

"Minha pequena, que saudades!"

"Desculpe por essa cena no sofá, era só beijo." Lana diz quando se afasta e Dolores ri.

"Sei."

"É verdade."

"Ah amor, conta a verdade pra ela." o loiro provoca e Lana o olha feio.

"Acho bom você calar a boca e ir fazer o que eu pedi."

"Antes de você me agarrar? Ah sim, tô indo." ele se aproxima das mulheres "Mas antes deixa eu beijar minha sogrinha linda."

"Não adianta puxar saco, Maguire, não vai fazer nada com a minha filha aqui." cruza os braços e Sean a abraça assim mesmo.

"Eu não faço nada, eu sou a vítima aqui."

"Sim mamãe, eu sou uma tarada." diz revirando os olhos.

"Eu não estou dizendo nada, ela está se acusando." sorri apertando os braços ao redor da sogra "Anda, retribua meu abraço, eu sei que você estava com saudades do seu genro querido."

"Só um pouco." sorri e enfim o abraça de volta.

"Um pouco, sei."

Lana ri observando a relação do seu marido e da sua mãe, eles viviam brincando um com outro e os dois se amavam, o que mais ela iria querer?

"Bom, agora vou guardar nossas coisas." ele pega as malas e dá um selinho na Lana antes de desaparecer para o outro andar.

"Que sorriso lindo!" diz enquanto pega na mão da filha e conduz as duas para o sofá "Me fala, como anda tudo?" se sentam.

"Maravilhosamente bem." suspira apaixonada "Sean não para de me fazer apaixonar por ele."

"Isso é maravilhoso filha, é muito bom te ver feliz assim."

"É muito bom estar feliz assim. A Alice, mãe..." sorri com os olhos brilhando "Dá pra acreditar que essa princesa é minha filha? Que saiu daqui?" põe as mãos sobre o ventre.

"Claro que dá, ela é você todinha."

"Ela é o Sean todinha." corrige "Até com as irmãs do Sean a Alice tem uns traços."

"Ela é muito parecida com ele sim, mas tem o seu sorriso, seu jeito, sua maneira de falar, sua teimosia..."

"Eu não sou teimosa." faz bico.

"Tá vendo?" elas dão risada.

"Ai mãe, que saudades eu tava." ela se aconchega no colo da mais velha e recebe um cafuné gostoso, nessas horas ela percebia que sentia mais saudades do que pensava.

"Eu também estava. Aliás, cadê minha neta?"

"Foi com a Dee em casa, vai vim todo mundo jantar aqui."

"É, eu os chamei, também chamei sua tia mas não sei se ela vem."

"Amor, Bex está mandando mensagens loucamente pro seu celular." Sean aparece na sala com o aparelho de Lana nas mãos.

"Eu disse que mandaria mensagem quando chegasse, esqueci." pega o telefone.

"Bom, eu vou ajeitar as coisas na cozinha."

"Eu te ajudo." Lana bloqueia o celular e faz menção de se levantar.

"Nada disso, descança aí vocês dois e se eu precisar de algo, eu chamo."

"Jura?"

"Juro." ela beija o rosto da caçula e se levanta "E o senhor, é pra descançar mesmo viu?"

Sean ri e levanta as duas mãos. "Não pensei em nada além disso."

"Te conheço, Maguire." diz deixando os dois a sós.

O loiro se aproxima do sofá e senta puxando Lana para ficar deitada em seu peito. Ela fecha os olhos aproveitando o momento, desde que as gravações de OUAT acabaram, tiveram poucos dias de descanso e qualquer momento assim para eles era precioso.

"Aquele número privado mandou mais alguma coisa?"

"Não, acho que foi alguém fazendo alguma brincadeira." 

No dia seguinte em que recebera a mensagem, Lana contou para Sean, ele não mexia no celular dela com frequência mas mesmo assim sentiu aquele medo de ele ver a mensagem e interpretasse errado, além do mais não havia motivos para guardar aquilo para si.

Um barulho na porta faz Lana abrir a porta e logo um menino passa correndo pela mesma. Era Bryce, o sobrinho mais novo de Lana.

"Tioooo, tiaaa!" ele grita e se joga em cima deles.

"Meu Deus!" Lana fala rindo. "Meu amor, deixa eu levantar." ele se afasta um pouco e Lana se ajeita.

"Ei garoto, toca aqui!" e os dois fazem um toque que era só deles, segundo Bryce.

"E você, não vem me dar um abraço?" Lana se levanta para falar com o outro sobrinho, ele ri e anda a tia dando um abraço apertado nela. "Você não para de crescer?"

"A senhora que é baixinha demais." Sean ri e ela bate no ombro dele "Trouxe uns jogos pra gente."

"Lá vem vocês roubar o meu marido de novo."

"Vocês ainda não se desgrudam? Meu Deus!" diz Anthony adentrando a casa.

"Não começa você." todos riem e eles se cumprimentam.

"Cadê a minha neta?" Dolores aparece na sala novamente.

"Boa noite pra senhora também." Anthony brinca com a sogra que revira os olhos.

"Vovóoooo!" Alice pula do colo da tia e corre para o da sua vó.

"Como cresceu a minha boneca, daqui a pouco eu não aguento mais segurar você."

"Eu tavo com saudades."

"É estava, filha." Sean a corrige.

"Eu estava com saudades." fala da forme correta e Dolores a enche de beijos.

"Vovó também tava, cheia de saudades e fez um bolo especial só pra você." a coloca no chão. 

"Eu quero!"

"Só depois do jantar." Lana fala.

"Mas eu quero agora." insiste mas Lana nega com a cabeça. "Papai?"

"Sua mãe já disse que é depois do jantar, você vai poder comer quanto quiser."

"Mas eu já falei que quero agora." Lana olha feio para filha.

"Alice, não é não." 

"Você é muito chata, eu odeio você!"

Lana fica sem reação, abre a boca e fecha sem saber o que falar, sua filha nunca agira assim e muito menos falara palavras tão pesadas para ela. 

"Ei, o que é isso?" Sean repreende a menina que se encolhe ao ouvir o tom de voz do pai. O inglês olha pra mulher e seu coração se aperta ao ver os olhos marejados. "Amor..."

"Deixa Sean, dá a droga do bolo a ela. Eu..." respira fundo e olha pra mãe "Eu vou subir, não me esperem pra jantar." dito isso a mulher deixa todos – ainda surpresos com Alice – na sala.



Notas Finais


Pesado Alice, pesado! Gente o que tá acontecendo com o comportamento da Alice? Ela não é assim 😠 Mas vamos deixar que ela se explique no próximo...

sigam o twitter das minhas fics: @eliteparrilla
o instagram de legendary: @legendaryseana

xx, rhay!


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