História LoKastel: Butterflies thirsting for blood - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Borboletas, Bruxas, Lokastel, Luta, Magia, Mistério, Retex, Sangue, Suspense, Terror
Exibições 20
Palavras 2.030
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shounen, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Tenham uma ótima leitura!

Capítulo 3 - Yati, a barata Kawaii.


Fanfic / Fanfiction LoKastel: Butterflies thirsting for blood - Capítulo 3 - Yati, a barata Kawaii.

Apartamento Lontty, terceiro andar, sábado – 25/08/2008 – às 09:21 da manhã.

Akiha se levanta da cama cambaleando de sono. Ela está com seu pijama lilás claro, com as bordas em branco. Ela está sem o laço em cima da cabeça.

Bocejo — Ai cara, e pensar que ainda estou morrendo de sono. – Ela olha para a sua cama e vê a menina ainda dormindo. — A sim, eu a trouxe aqui e a deixei dormindo comigo. Bem... – Ela anda até o banheiro. — Vou lavar meu rosto e fazer o café da manhã.

Alguns minutos depois, Akiha sai do banheiro e vai até a cozinha.

— AFF! Ter que fazer o café da manhã é bem chato!

Alguns segundos depois, Minah começa a acordar. Ela olha para os lados tentando reconhecer o local, até que se lembra que no dia anterior, seguiu Akiha. Ela se levanta e fica sentada em cima da cama. Enxugando os olhos, pois ainda estava com um pouco de sono.

Ela se despreguiça. — Onde será que aquela garota está? – Ela retira o lençol e sai da cama. — Hmm...

Alguns minutos depois, Akiha termina de fazer o café da manhã, que são dois sanduíches e dois copos de café. Então, logo os leva até a garotinha.

Ao chegar no quarto, ela se depara com Minah vendo os mapas que foram comprados.

— Minah? Pensei que ainda estivesse dormindo. – Ela põe o café da manhã em cima de uma mesa próximo a cama. — Mesmo assim, o que está vendo nos mapas?

Minah olhava atentamente para um lugar no mapa. Este lugar era o centro de Bones.

— Onde fica esse lugar? – Minah aponta.

— Ow, esse é o centro de Bones. E foi onde eu a encontrei. – Ela se senta na cama. — Não é tão longe daqui.

— Hmm... – Minah está com uma expressão séria, parecendo estar preocupada com algo.

— Ei! – Akiha a oferece um copo de café. — Tome o café da manhã. Além do mais, um bom dia começa com uma manhã boa, não?

— Quem dera se aquele dia fosse um dia bom. – Minah pega o café e se senta em uma cadeira perto a mesa.

— Como assim... "Aquele dia"? – Akiha pergunta olhando para Minah.

— Eu... Não, não posso dizer o que aconteceu.

Minah POV on

Desculpe, mas eu realmente não posso dizer o que aconteceu. Não posso pedir mais ajuda a ninguém. Já foram quatro pessoas que tentaram me ajudar, e essas já quase morreram por minha causa. Não quero por a vida de mais pessoas em risco para que eu possa recuperar o Larcadia e consiga derrotar Viollete.

Um espirito aparece ao meu lado.

Esta é minha amiga, tendo o mesmo tamanho que eu. Seus olhos são idênticos aos meus, enquanto seus cabelos, possuem um tom lilás. Ela possui dois chifres ao lado de sua cabeça, mas as pontas são viradas para baixo. Olhando normalmente, parece até que estes substituem suas orelhas. Sua roupa é quase igual a de monges, só que feminino. Tendo uma camisa sem manga de cor branca e uma calça larga vermelha.

— Minah, você não pode desistir ainda! – Diz o espírito flutuando na minha frente. — Ainda temos chance de derrotar aquela bruxa. Mas para isso, você não pode desistir!

Hã? Do que você está falando? Eu falhei. Por minha causa, pessoas morreram. Por minha causa, vilas foram destruídas. Por minha causa... O mundo será destruído.

— Minah, recomponha-se! – O espírito olha fixamente para meus olhos. — Pare de se culpar por tudo o que aconteceu. Viollete foi quem tramou tudo, você sabe disso. Por favor, não desista de tentar.

— Minah! – Akiha chama minha atenção. — Você está pensativa demais. Por que não toma seu café de uma vez? Assim, eu poderei levá-la para casa de Yoko para que eu apresente você a ela. – Diz alegremente.

— Hã? – Olho para Akiha com dúvidas se ela podia ver o espírito ou não. — Você não pode ver?

— Ver o que?

— Minah, ela é uma humana. Humanos normais não conseguem ver espíritos.

Tem razão... — Não se preocupe, é só um amigo imaginário que eu tenho. – Pego o café que Akiha segurava e tomo um gole. Faço uma expressão mais alegre para não preocupa-la.

— Tome cuidado pois eu não poderei te proteger para sempre. – O espírito começa a desaparecer. — Boa sorte... – Ela desaparece por completo.

Bem... Tentarei só mais uma vez recuperar o Larcadia. Mesmo sabendo que Viollete está tendo posse do Escudo de Sangue, ainda faltam três partes para serem recuperadas. Tomara que os conjuntos não tenham mudado novamente.

Minah POV off

— Minah, você está muito estranha, sabia? – Interroga Akiha.

— Desculpe, mas estou um pouco preocupada com algumas coisas. – Põe o café em cima da mesa e pega o pão.

— OK...

Elas continuam a tomar o café da manhã em silêncio.

Após alguns minutos, elas acabam de comer. Akiha vai até o banheiro para trocar de roupa, enquanto Minah fica esperando no quarto.

Alguns segundos depois, Akiha sai do banheiro vestindo uma camisa lilás claro de manga grande que vai até o cotovelo, uma saia vermelha listrada verticalmente e uma fita vermelha em formato de borboleta abaixo da gola da camisa. Ela ainda está usando um laço branco em cima da cabeça, mas este não impede que ela tenha uma franja que cubra quase toda a testa.

— OK, – Akiha anda até Minah. — Vamos para a casa da Yoko!

— Mas... – Minah olha para o cabelo de Akiha e percebe que as pontas estão avermelhadas. — Por que seu cabelo está com dias cores diferentes?

— Hmm...  – Akiha pega seu celular e a chave do apartamento. — Bem, melhor nós irmos andando. Quando chegarmos na casa da Yoko, irei explicar, OK?

— Tudo bem. – Minah dá a mão a Akiha e as duas saem do apartamento.

*****

Casa de Yoko, ás 10:13 da manhã.

Akiha tocava a campainha da casa de Yoko, enquanto Minah olhava para a rua. Ela observava tudo.

— AFF. – Akiha toca a campainha. — Ela demora demais para atender a porta.

Minah não responde e sim continua a olhar para a rua.

— Minah? – Akiha se agacha e fica rosto a rosto com a baixinha. — Por que está deste jeito?

— Nada não. – Minah direciona seu olhar para Akiha. — Eu só estou um pouco assustada.

— Mas por...

Yoko abre a porta e interrompe o falar de Akiha.

— Olha só o que encontramos aqui! Akiha yagami e uma criança... – Ela fica paralisada por um instante. — Vo... Vo...

— O que foi Yoko? – Akiha se levanta.

— Você... – Yoko grita e aponta para Akiha. — É uma pedófila sequestradora de crianças indefesas!

Tanto Akiha quanto Minah ficam sem acreditar no que acabaram de ouvir.

— Akiha, esta sua amiga é tão estranha desse jeito? – interroga Minah.

— Eh... – Akiha sem palavras.

— OK pequena criança. – Yoko anda até Minah e se agacha, ficando rosto a rosto com ela. — O que Akiha fez para que você a acompanha-se? – Ela vê se Minah está doente pondo sua mão na testa dela.

Akiha se enfurece e dá um chute no rosto de Yoko, que a levou para dentro de sua casa, acertasse a parede e caísse no chão desmaiada.

— Pare de falar coisas estúpidas! – exclama Akiha com raiva. — Bem... Não se preocupe, – Ela retorna sua atenção a Minah. — pois Yoko pode ser maluca de vez em quando. Mas pode ter certeza de que ela é uma ótima pessoa, não tenha dúvidas.

Minah desvia seu olhar para Yoko e depois de alguns segundos, começa a ter recordações.

— Yoko... – Minah entra na casa lentamente e anda até Yoko.

Akiha não entende e começa a segui-la.

— Espere Minah! Você não pode sair entrando na casa dos outros sem antes ter dado licença!

Yoko se levanta e fica sentada, mas ainda está um pouco tonta.

— Au... – Ela põe a mão no rosto. — Essa doeu demais.

Minah fica de frente a Yoko. Ela não parece estar nem feliz e nem triste, e sim sem emoção. Seus olhos perderam o brilho que antes tinha. Parecia estar sendo controlada por alguma coisa.

— Yoko Yotora. – Sua voz fica madura demais, parecendo ser uma voz de adolescentes ou até mesmo jovens. — Não sei se você se lembra de mim, mas tome cuidado pois desde a última vez que você se encontrou com ela, a mesma ganhou um desejo enorme de te matar a qualquer custo. Você me ajudou na ultima vez e eu fico eternamente agradecida por aquilo, mas o seu fim vai chegar daqui a alguns dias caso você não se cuidar.

Yoko não parecia estar com medo e sim em dúvida. Ela se põe de pé.

— Eh... AFF! Não dá para falar assim. – Ela percebe que Minah é duas vezes menor que ela, então decide se agachar para ficar rosto a rosto. — OK... Não sei do que você está falando, mas... Sabe qual é a parte legal disso tudo?

— Que você vai morrer?

— Não. – Yoko aponta para o pé de Minah, onde ao lado tinha uma barata rodeando seu pé. — É que você não se apresentou para a Yati. – Diz ela com vontade de rir.

Minah sem entender olha para baixo e ao ver aquela barata rodeando seu pé, os brilhos em seus olhos voltaram. Mas ela começa a correr por toda a casa e a gritar desesperadamente.

Yoko começa a rir descontroladamente, enquanto Akiha não havia palavras para dizer o quão estúpido era aquilo. Ela parecia não ter medo de baratas, e muito menos Yoko.

— Yoko, quem diabos é Yati?– Akiha pergunta.

— É o meu bichinho de estimação. – Diz Yoko tentando parar de rir, mas sem sucesso.

Minah escorrega em uma camisa molhada no chão da sala e acaba caindo. Ela então se levanta e fica sentada, mas ao olhar para o lado esquerdo, percebeu que havia um sanduíche velho no chão e um monte de baratas em volta. Ela fica pálida e acaba desmaiando.

— Yoko... Por que você tem baratas aqui? – Pergunta Akiha indignada.

— Sei lá. – Ela anda até Minah para ver se ela está respirando. — Eles estão aqui por que querem, e quem sou eu para mata-los? – Yoko se agacha põe sua mão no seio esquerdo de Minah para ver se seu coração estava batendo, e para sua felicidade, sim. — Bem, parece que esta pirralha ainda está viva. Quem mandou correr descontroladamente por toda a minha casa?

— Yoko, ela se assustou com seu bichinho. – Akiha responde.

— OW! Parece que seus cabelos não voltaram ao normal ainda. – Yoko segura Minah e se levanta. Ela então começa a carrega-la até o sofá.

— Sim, eu vim aqui para falar com você sobre isso e também sobre essa garota. – Diz Akiha indo até a porta e fechando-a.

Yoko põe Minah deitada em cima do sofá e se senta em uma cadeira de madeira próximo a ela.

— Sabia que seu cabelo fica mais estiloso deste jeito? – Diz Yoko de um jeito alegre.

— Parece que você ainda não viu. – Akiha vai até a cozinha, pega uma faca e volta para a sala.

— Que diabos você está fazendo? – Yoko fica desesperada, mas não sai do lugar. Ao seu olhar, ela via uma criança brincando com uma faca.

— Olhe para esta faça de cozinha.

Akiha segura a faca com a mão direita. Ela começa a pressionar a faca, e depois de alguns segundos, a mesma começa a derreter de pouco a pouco, o que deixou Yoko boba.

— O que você está fazendo? – Diz Yoko sem acreditar no que estava vendo.

— Isso é pouco, mas por enquanto eu não posso ultrapassar mais que isso. Já que se eu o fizer, provavelmente queimarei toda a casa. – Akiha solta o único pedaço de ferro que ficou em sua mão, e o mesmo cai no chão, junto a todo o ferro derretido.

— Eu... Eu... – Yoko fica sem palavras. Até que ela grita. — Eu achei isso realmente incrível!

Yati sobe em uma mesa e se põe de pé. Ao ela ficar de pé, percebe-se que ela não é uma barata normal e sim um humano em miniatura, com o cabelo idêntico a parte de trás de uma barata. Esta usa um vestido curto preto e com a parte inferior em vermelho. Seus olhos são amarelos, e seus seios são médios. Sua altura é quase idêntica a de uma pilha média.

— Nyah!– Ela grita e dá um pulo.— Eu adorei isso!

Akiha se surpreende ao ver Yati.

— Yati é...– Akiha grita.— Uma humana?


Notas Finais


Chegamos a mais um final de LoKastel.
Espero que tenham gostado,e...
"O que acharam de Yati?"

Tenham uma ótima semana e boa sorte!
Nipah~


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