História LoKastel: Butterflies thirsting for blood - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Borboletas, Bruxas, Lokastel, Luta, Magia, Mistério, Retex, Sangue, Suspense, Terror
Exibições 8
Palavras 2.299
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shounen, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Tenham uma ótima leitura!

Nipah~

Capítulo 9 - Viollete, amiga ou inimiga?


Fanfic / Fanfiction LoKastel: Butterflies thirsting for blood - Capítulo 9 - Viollete, amiga ou inimiga?

Escola Guru Stayt, segunda - 27/08/2008 - às 09:54 da manhã.

A professora da turma de Akiha está em pé ao lado da nova aluna.

— Bem turma, já que Vio se apresentou, peço que ninguém a faça mal, ok? – Diz a professora. — Além do mais, ela é uma novata aqui, então não dêem a ela um "mal olhar" da turma.

— Professora, – Diz Viollete com a voz mais kawaii do mundo. — Posso sentar-me ao lado de Akiha? É que nós somos conhecidas, e queria que ela me apresentasse a escola.

— Tudo bem.

Viollete se senta em uma cadeira ao lado de Akiha, que parecia estar com um pouco de medo da garota.

— Olá Akiha, como vai? – Akiha começa a ficar mais assustada. Viollete estende sua mão a Akiha. — Vamos ser amigas?

— Vio... – Akiha está tremendo. Mas, espontaneamente, Yoko que estava em sua frente aparece em seu lado, apertando a mão de Viollete. — Ah! – Akiha leva um susto.

— Que foi Kiki? – Diz Yoko apertando a mão de Viollete. — Você demorou a fazer isso, então eu fiz. – Rostinho de anjo.

— Quem é você? – Pergunta Viollete inclinando sua cabeça.

— Eu sou Yoko Yotora, tenho dezessete anos e estou neste ano de escolaridade, no caso, o primeiro ano do ensino médio. – Responde Yoko.

— Yoko, temos que conversar! – Akiha levanta a mão para que a professora a visse. — Professora, posso ir a diretoria junto a Yoko? É que esqueci de pegar um comprovante escolar para meu novo trabalho, e Yoko servirá para que eu não esqueça de algo importante.

— Ow, claro que pode ir. Sem problemas! – A professora pega um livro e um giz branco. — Viollete, pode por favor tomar conta da mochila delas?

— Sim, Nipah! – Viollete levanta as mãos e fica como se fosse um gato. Todos da turma ficam fascinados com a fofura da garotinha.

Akiha pega Yoko pelo braço e a puxa para fora da sala de aula. Este ato deixa a maior parte da turma confusa, inclusive a professora.

— Eh... Ok. Começaremos a aula agora, ok? – A professora começa a escrever no quadro.

*****

Akiha leva Yoko para fora da escola, mais precisamente ao pátio. Ela parecia estar preocupada, enquanto sua amiga está "boiando".

— Yoko, temos que conversar sobre aquela garota. – Diz Akiha tentando se acalmar e abaixando o tom de sua voz.

— Para quê? Ela parece ser tão inofensiva, kawaii e fofinha. – Diz Yoko com vontade de apertar o rosto de Viollete. — Não viu aquela voz fofa? Aquela cauda de gato e rostinho de anjo? Ela é tão... – Akiha interrompe a fala de Yoko.

— Onde já se viu uma aluna de quatorze anos no primeiro ano do ensino médio? Certo que ela pode ser uma menina prodígio, mas por que entrou logo no final do ano? – Ela está preocupada, tentando convencer Yoko de que ela não é normal.

— Kiki, você se preocupa demais. Já é seu cabelo que está com as pontas avermelhadas, já é o desmaio que ocorreu semana passada, agora isso?

— Meu cabelo já tem uma explicação. Agora o desmaio e esta garota estão conectados! Meus cabelos ficaram com esta coloração devido ao desmaio de antes, e isso ocorreu quando eu olhei para esta tal de Viollete. É sério, essa garota é nossa inimiga! Não trate-a como se fosse uma...

— Calma, tenha um pouco de paciência. – Yoko interrompe Akiha abraçando-a. — Tenho certeza que te ajudarei a investigar essa garota. Só necessito de tempo.

Akiha se conforta nos braços de Yoko e se acalma.

— Muito obrigada, eu realmente precisava disso. – Akiha fecha os olhos.

Elas ficam quietas por alguns segundos.

— Akiha, você prometeu que não iria a igreja católica, sim? – Yoko pergunta.

— Sim. Quer que eu prometa novamente? – Yoko solta Akiha.

— Ok, na turma de seu crush... – Akiha impede a fala de Yoko gritando.

— Não é crush!

— Tá, namorado, ficante, tanto faz.

— AFF! Sua idiota. – Akiha, corada, cruza os braços e enche sua bochechas de ar.

— Continuando, na turma do seu...  – Ela faz barulho de censura. — tem uma garota chamada Karen Sakets. Eu acho que ela está pegando seu crush, sabia?

— Ow... Legal... ? – Ela não está nem aí para isso.

— Qual é, seu crush está em perigo!

— Chega, irei para sala de aula novamente. – Akiha dá as costas a Yoko e começa a andar em direção a entrada da escola.

— Bem, só espero que preste atenção nessa garota. Além de roubar seu crush, ela tentará chamar você para entrar na igreja católica. Então... Cuidado, Akiha.

Akiha não dá um mínimo de atenção a Yoko e entra na escola.

Minutos depois, Yoko se toca que é da mesma turma que Akiha.

— Espera! Eu sou da mesma turma que ela... – Ela começa correr desesperadamente e a gritar exageradamente. — Akiha, eu sou da mesma turma que você!

*****

Base secreta, às 10:12 da manhã.

Ries anda rapidamente pelo corredor. Ela parece estar preocupada com algo, já que ao redor dela havia vários soldados correndo de um lado para outro.

Ries POV on

Será mesmo que ele deixou-o fugir? Se isso realmente aconteceu, Lorenzo, você não será perdoado como antes!

Chego na porta do quarto onde a cobaia do comandante estava. Passo rapidamente meu cartão na máquina ao lado e a porta se abre.

O que vejo em minha frente é algo que era impossível de se acontecer. Tudo naquele local estava destruído, inclusive as luminárias e computadores. Estavam com sinais de corte, como se lâminas tivessem cortado tudo por ali. O mais inacreditável era que o material usado para construir este quarto, juntamente com os equipamentos, são quase indestrutíveis! Simples lâminas não seriam capazes de cortar tudo isso.

Entro lentamente dentro do quarto e observo o local. Fico boquiaberta ao ver tamanho estrago.

Alguns cientistas estão tentando consertar alguns computadores, já outros verificando e obtendo vestígios da cobaia.

Laila está junto a um grupo de cientistas que estão a procura de vestígios da cobaia.

— Senhorita Laila! – Me curvo a ela. — Com licença, mas queria saber o que está ocorrendo aqui. 

Laila põe sua mão em minha cabeça e me faz um belo cafuné.

— Já disse para não se curvar a mim. Eu sou somente mestre do seu comandante, nada demais. – Diz Laila com uma voz calma.

Isso me deixa mais calma e um pouco mais confortada.

— Eu sei, mas você é superior a... – Ela para de acariciar minha cabeça.

— Sério, me chame apenas de Laila como havia dito antes. E em relação ao garoto, ele fugiu. – Laila olha para a cápsula destruída.

— Como ele fugiu assim do nada? – Digo me pondo de pé. — Não há como sair da cápsula, pois dentro do mesmo é usado um tipo de "atordoante", no qual o faz ficar em coma até a cápsula ser aberta novamente.

— De acordo com Lorenzo, seu poder ocular fez com que o efeito do atordoante fosse anulado por completo. – Ela me dá uma prancheta com dados da cobaia. — De acordo com esses dados, seu poder ocular tem a capacidade de cortar tudo o que há vida. Inclusive doenças, feridas, sem exceção. E em relação ao tempo, sugiro que ele teria acordado a meia hora atrás.

— Mas, como ele fugiu daqui se do lado de fora tinha mais de cem guardas?

— Não sei se você olhou, mas... – Laila aponta para o fundo do quarto. Lá havia um buraco gigantesco na parede, onde parecia ter sido feita a cortes ao invés de explosões. — Logo ali tem uma passagem criada por ele para sair daqui. Antes de sair, ele matou alguns cientistas para pegar suas roupas e seu óculos.

— Óculos? Mas por quê?

— Ainda não temos certeza do que eles fazem, mas sim de que são importantes.

— Maldito Lorenzo! – Jogo a prancheta no chão com força. — Como ele... – Laila me interrompe.

— Não foi Lorenzo que o deixou sair. Além do mais, pense em como um mero cientista lutaria contra uma pessoa que pode matar tudo o que ver. Realmente não dá. – Ela anda até o buraco na parede. — Só espero que nada de ruim aconteça, pois...

— "Pois" o que?

— Himeko chegou e está em um quarto de hóspedes.

Fico em choque, mas ao mesmo tempo nervosa.

— Hi... meko?

Ries POV off

*****

Escola Guru Stayt, às 12:30 da tarde.

Todos os alunos estavam saindo de suas salas para irem ao intervalo. Akiha é Yoko estão juntas e indo até o refeitório. Viollete as acompanham, mas sem dizer uma palavra. Ela está apenas olhando para os lados.

— Então, iremos no refeitório ver o Sora? – Yoko pergunta a Akiha.

— Bem, eu preciso mesmo falar com ele, mas não posso desgrudar de Viollete. Ordens da professora. – Diz Akiha preocupada e olhando para Viollete.

— Ué? Eu sei como resolver esse problema! – Yoko começa a imaginar em um plano meio perverso. Neste, ela pegava Viollete e a levava ao último andar da escola. Depois de pouca conversa, ela jogava Viollete de lá e fingia que nada tivesse acontecido. — Esse plano é perfeito!

— Hã? – Akiha desconfia do que Yoko pensou. — O que pensou e que plano seria esse?

— Não, nada não. – Carinha de anjo.

— AFF, você é uma idiota mesmo. – Viollete começa a puxar a camisa de Akiha. Ela está tentando chamar a atenção dela. — O que foi, Viollete?

— Eu queria conhecer seu crush. – Diz Viollete com uma voz kawaii, deixando Yoko "apaixonada" pela voz dela.

— Meu... crush... – Akiha fica nervosa e grita com Yoko. — Yoko, até para Viollete você disse isso?

— Lógico. Mas não se preocupe pois somente ela sabe. Ela é o resto da turma. Na verdade, a turma do Sora também. – Diz Yoko contando nos dedos.

— Você realmente não presta. – Akiha volta a olhar para Viollete. — Não pense que ele é meu crush, e sim um amigo, ok?

— Sim, Nipah! – Viollete faz uma pose de gato.

*****

Akiha, Viollete é Yoko chegam ao refeitório, onde pegam seus almoços. O prato de hoje: Macarrão, carne moída, batata cozida e couve-flor cozido.

Yoko olha para o refeitório, procurando uma mesa boa para o almoço.

— Hmm... onde comeremos? – Diz ela procurando uma mesa.

— Ali, ao lado de Sola! Nipah! – Diz Viollete.

— Bem,  não é Sola, e sim Sora. Mas... Boa Vio! – Yoko pega o braço de Akiha, que é pega de surpresa, e começa a puxá-la até a mesa de Sora.

Sora está comendo o almoço sozinho, sem ninguém ao seu lado. Ele está usando fones de ouvidos e mexendo no celular enquanto almoça.

Sora POV on

Estou lendo as notícias de hoje, e percebo que a coisa realmente não está boa.

"Dia 27/08, às 11:00 da manhã. Ocorreu um genocídio no Hospital Flies, localizado na região Leste de Bones. Um suspeito é flagrado pelas câmeras de segurança, mas seu rosto não pode ser identificado devido a escuridão do local. Parece que antes do indivíduo matar todos, antes ele destruiu o gerador de energia do hospital, assim, apagando todas as luzes de lá. Sorte da polícia que as câmeras são a bateria, assim não apagando junto a luz do local."

Hmm... Logo no hospital mais famoso de Bones. Se não me engano, um parente de Karen estava naquele lugar, em coma. De acordo com o sétimo líder da igreja, ele era um herege amaldiçoado pelas bruxas. Mas... eu acho que isso não tem nada haver com o genocídio. Ou espero que não tenha.

Continuo a ver as notícias, mas sou interrompido por Yoko, que põe Akiha sentada ao meu lado. 

— Ei! – Akiha reclama com Yoko. — Eu não falei nada em relação de ficar sentada aqui!

— Tá tá, – Yoko se senta no outro lado da mesa. — só coma logo seu almoço e pare de reclamar.

— Muito prazer. – Diz a garotinha que as acompanhavam. — Meu nome é Frederica Viollete e sou nova por aqui.

— Ow, Meu nome é Furude Sora. Eu sou de uma sala diferente, mas as duas não deixam de ser minhas amigas. – Desligo meu celular e tiro meus fones de ouvido.

— Sora, eu queria mesmo conversar com você. – Diz Akiha séria. — Mas somente com você, já que tanto Viollete quanto Yoko não podem saber disso.

Viollete olha de um jeito mais sério para Akiha, ela parece não ter gostado disso.

— Por que não fica mais um pouco? – Diz Viollete com um sorriso falso no rosto.

— Foi mal, mas tenho que conversar a sós com Sora. – Ela pega meu braço e começa a me puxar. Logo ela me tira do meu lugar e me puxa para fora do refeitório.

— Viollete, melhor deixarmos os dois a vontade. – Diz Yoko despreocupada. — Além do mais, não é sempre que Akiha leva um homem para conversar a sós.

Viollete fica pensativa.

*****

Akiha me leva para minha sala de aula, onde não tem ninguém além de nós. Ela me manda sentar em qualquer lugar e fecha a porta. Logo me sento próximo a mesa da professora, onde é meu lugar normal durante a aula.

— Bem, vamos direto ao ponto. – Ela se senta a uma cadeira ao meu lado. — Eu ouvi boatos de que você tem uma irmã morta, e sempre quando pode, você visita seu túmulo.

Como ela sabe disso? Eu nunca disse nada a ninguém da minha turma, somente a minha igreja e principalmente, Karen. Será que alguém da igreja disse isso a ela?

— Não sei como você soube, mas sim. Aposto que sabe também onde está seu túmulo, não?

— Sei da maior parte, mas o que quero saber é o nome da garota e se seus restos mortais ainda estão lá.

— Bem... Seu nome é Minah Furude. Ela morreu em nossa antiga cidade, que foi destruída por algo ou alguém desconhecido.

Akiha fica pasma ao ouvir o nome da minha irmã. Mas, por quê?

— Você disse... Minah? – A coleira presa ao pescoço de Akiha começa apitar, e após isso, o mesmo dá um enorme choque em seu pescoço. Ela começa a gritar e a tentar tirar aquilo de seu pescoço, mas não obtém sucesso.

O que está... Acontecendo?

Sora POV off

 


Notas Finais


Bem, chegamos a mais um final de LoKastel.
Espero que tenham gostado!

"Viollete é uma inimiga?"

Tenham uma ótima semana e...

Nipah~


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