História Lolita - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Incesto, Lolita, Ninfeta, Teen
Exibições 122
Palavras 1.140
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Harem, Hentai, Lemon, Orange, Romance e Novela, Saga, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 15 - Asian Culture


Fanfic / Fanfiction Lolita - Capítulo 15 - Asian Culture

                A L I C E

                Era grande... era tão grande que provavelmente a cabeça entraria com certa dificuldade na minha boca pequena. Eu não sei quanto tempo ficamos “nos” olhando, já que na verdade eu não conseguia parar de olhar para o seu pênis ereto. Meu corpo morria por tocá-lo.

                - Como um empresário é tão rico se o que ele faz é ficar em casa se masturbando...? – Minha voz mal saia da boca, estava tão ofegante e minhas mãos suadas.

                Ele estava em uma situação tão estática que demorou para processar o ocorrido e finalmente guardar ---aquilo---. Ele balançou a cabeça em negação e limpou a garganta.

                - Você não ia passar o dia trancada no seu quarto? – Ele pegou o jornal como se nada tivesse acontecido.

                - Senti sede, não imaginei essa cena – disse olhando para os meus dedos, pela primeira vez envergonhada.

                - Que cena? – eu olhei pra ele como se ele fosse um alien e ele devolveu um olhar dissimulado. Entendo que ele queria encerrar o assunto, eu disse:

                - Erm... nenhuma, vou pegar água – sai sem dizer mais nada, secretamente me abanando.

                Ao pegar a água e voltar para o meu quarto – evitando a todo custo olhar para Christopher, vi a mensagem de Richard, que me chamava fofamente para ir ao parque tomar sorvete. Automaticamente sorri e mandei uma mensagem dizendo que iria e que estaria esperando na portaria do prédio.

                Arrumei-me as pressas colocando um vestido preto simples e rodado e prendi meu cabelo em um rabo de cavalo, já que ele já esteve em estados melhores. Passei por Christopher, mais uma vez sem olhar pra ele e com apenas um “irei ali tomar um soverte” baixo e rápido.

                Richard já me esperava no saguão, sorrindo com seus lindos sorrisos de comercial de pasta de dente, suéter lilás e o charme habitual. Eu estava irritada com ele ainda por conta da última vez que nos vimos, mas depois dessa tarde, ficar em casa não estava me fazendo muito bem em todos os sentidos possíveis.

                - Oi, linda – disse sorrindo ainda mais, formando uma covinha fofa no lado esquerdo da sua boca. Ok, eu posso ter babado um pouco.

                - Oi, Senhor Perfeição!

                - Ao seu dispor, milady... – falou fazendo reverência real.

                Coloquei meu braço dele e assim fomos por todo o caminho até a sorveteria mais próxima.

                -  Não sei se é impressão minha, mas você me parece um pouco pálida...

                - Minha pressão baixou um pouco quando estava tentando estudar matemática, não é nada, relaxa – disse mexendo nos seus dedos enquanto ele me olhava decidindo se iria insistir em perguntar o que houve. – Como está você e a aquela moça afinal de contas?

                - Não existe mais eu e “aquela moça” – falou amargamente.

                - Entendo, quer falar sobre isso?

                - Não, só quero tomar sorvete e conversar com você – ele olhou pra mim timidamente e sorriu. – Conversar com você me faz muito bem.

                Talvez eu tenha ficado igual a um pimentão e baixado a cabeça pra olhar pro meu pé, porque eu simplesmente não sabia o que responder pra ele.

                - Estou muito sem jeito agora – ri olhando pra ponta dos meus sapatos.

                - Desculpa, não queria te pressionar ou algo do tipo, só é muito bom estar com você – ele falou rindo.

                - Não é de se sentir pressionada, só estou sem jeito mesmo. Agora vamos logo pra sorveteria antes que eu morra de vontade! – Mudei de assunto para não corar mais do que já estava.

                Quando chegamos, ele disse que fazia questão de me servir perguntando os sabores que eu gostava e qual calda eu queria. Chegou uma menina de origem asiática muito bonita, como essas cantoras de kpop, Richard tentou não olhar pra menina, provavelmente tentando ser respeitoso comigo e eu ria.

                - Olhar não tira pedaço – falei baixinho enquanto ele colocava o sorvete na taça olhando pra frente.

                - Desculpa, não é sempre que a gente vê asiáticas, elas são muito lindas.

                - Concordo, há algo de muito delicado nelas – falei olhando discretamente pra menina que cumprimentava alguém enquanto sentava ao lado da pessoa.

                Richard pagou os sorvetes e fomos sentar em uma das mesas

                Passamos boa parte falando sobre muitas coisas, o vento que passava era assunto da nossa conversa, as vezes Richard parava para observar as asiáticas sentadas atrás de mim, ela falavam em outra  língua.

                - Qual deve ser a descendência? A cultura asiática é tão rica, acho que a minha favorita é chinesa. Já estudei bastante, inclusive fui ano passado para os interiores da China... bem, o pouco do interior que resta, já que tudo está tomado por enormes cidades, mas até mesmo as cidades são muito bonitas. – Era muito bonito ver a forma como Richard falava, com brilho nos olhos e pura admiração. Ele falava baixo pra não parecer intrometido para as meninas atrás de mim.

                - Mas eu sei que a exploração de mão de obra ainda é muito presente, muito triste – realmente, já havia estudado no colégio e até mesmo visto fotos de pessoas sendo exploradas nas indústrias.

                - Há todo o contexto histórico por trás, mas você ficaria com preguiça de ouvir – falou envergonhado. – As pessoas sempre começam a ficar no tédio quando falo de história.

                - Eu acho muito lindo, mas você é lindo falando qualquer coisa o que me torna totalmente suspeita pra falar.

                - Você me deixa tímido as vezes – disse ele olhando pras próprias mãos. – Acho que é pelo que sinto por você e pela idade que temos.

                - Mas você é apenas três anos mais velho do que eu! Não me venha com isso de idade... – pensei em Christopher e na nos diferença discrepante de idade.

                - Isso pesa muito considerando a idade que você tem.

                - Acho que que você está fazendo uma tempestade em copo d’água e eu nem quero namorar com você, eu só quero algo legal e sem rótulos, eu sou muito nova pra estar pensando em relacionamentos sérios – dei de ombros.

                - Você é muito nova pra pensar esse tipo de coisa também – falou rindo. – Me deixa triste saber que não quer nada mais do que “algo legal” – ele fez aspas no ar enquanto me imitava. – Me faz lembra **ela** e você ainda é de fato tão nova pra pensar assim, sei lá, talvez eu seja um pouco antiquado.

                - Está mais pra chato mesmo – disse rindo e empurrando os ombros caídos dele, eu não me incomodava mais com as pessoas me dizendo que eu era nova demais, talvez eu tenha tomado consciência de que é a verdade, mas a realidade é que eu não me importo muito com isso.

                - Então... ainda quer saber mais o por que da exploração dos chineses? – Em uma mudando repentina de humor ele sorriu.

                - Claro! – Falei acompanhando seu sorriso e me aproximando dele.



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