História Lolita - Capítulo 15


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Debrah, Dimitry, Iris, Kentin, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Iris, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Rosalya
Exibições 66
Palavras 1.256
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Capitulo XIV


Fanfic / Fanfiction Lolita - Capítulo 15 - Capitulo XIV

Afasto-me do corpo do Nathaniel, eu o olho nos olhos, meu coração acelerado, minhas lagrimas brotando.

— Esse deus está fazendo isso comigo por que eu fui uma idiota minha vida toda? – ele parece se assustar com minha pergunta.

— Acho que não... Eu não tenho contato direto com Deus, eu sou apenas um mero demônio que quer redenção. — Ele sorri fraco.

— Eu posso morrer Nathaniel. Minha vida está em jogo e eu nem conheço esse Deus, nunca o vi, ele nunca entrou em contato comigo. – enxugo uma lagrima que insiste em cair. — Você acha que eu me sinto segura? Ou protegida? – minha voz fica chorosa, sinto minha garganta fechar. Ínsito em segurar o choro. Não é hora para isso.

— Eu já te disse que eu estou aqui, tem mais uma galera lá na sala. E o mais importante, nós temos você. Eu, Nathaniel, não vou deixar que nada de ruim aconteça com você, Lolita. Você confia em mim?

Balanço a cabeça positivamente e me afundo em seu abraço. Seus dedos habilidosos se enroscando em meus cabelos, fazendo neles movimentos circulares.

As batidas do meu coração se acalmaram e minha respiração voltou ao normal, me solto novamente de Nathaniel.

— Obrigada, se não fosse você talvez eu tivesse entrado em pânico.

— Mas não entrou... Isso é o que importa. – ele sorri de lado. Ele coloca o braço em forma de gancho para que eu passasse o meu pelo mesmo. Eu o faço.

Chegamos à sala de braços dados, todos conversavam sobre assuntos aleatórios e riam a tensão ali havia abaixado também.

Sento-me ao lado de Lysandre, ele conversava concentrado com Iris. Talvez eu estivesse com um pouco de ciúmes por ele não estar me dando atenção.

Ele parecia não perceber a minha presença, e se estivesse percebendo a estava a ignorando completamente. Penso se ele também está sentindo ciúmes de mim.

 

Todos vão embora. Sou obrigada a ficar ali, junto da Violette e do Lysandre, que ainda estava me evitando. Qual é o problema dele?

— O que você está fazendo aí? – o Lysandre aparece na varanda. Eu estava sentada em um banco que a Violette tinha, eu estava terminando um cigarro. – Onde você conseguiu? – ele aponta para o cigarro entre meus dedos.

— A Violette tinha alguns, ela disse que não tinha problema pegar um... Eu não posso?

Ele nega com a cabeça se sentando ao meu lado. Apago o cigarro no cinzeiro, e o deixo por lá.

— Te ajuda a relaxar?

— Sim... – sorrio frouxo. – O vicio mais idiota e bobo do mundo.

— Quando você começou a fumar?

— Logo depois que meu pai morreu, ele tinha uma grande cartela em casa com vários maços. O acesso era fácil.

— Você tem mais algum vicio?

— Bebidas... Às vezes elas são necessárias. – rio sem graça. – Por que você estava me evitando, me ignorando? Me machucando.

— Eu não pude evitar. – ele brincava com os dedos da mão. – Eu estava pecando. – ele solta uma risada. – Você vai me levar para a minha destruição, e eu não estou fazendo nada para te impedir. Eu estou em maus lençóis. – ele olha para mim. Sinto minhas bochechas ruborizarem, meu corpo fica eriçado, leves arrepios passam por ele.

— Você tem total controle sobre mim, Lysandre. Você não percebeu isso? – digo olhando para ele. Estendo meu braço na altura dos seus olhos. – Você nem me tocou e eu estou assim... – mordo meu lábio inferior. – eu não sei como controlar, você também está me levando para a minha destruição pessoal. Seria errado um beijo?

— Você sabe que sim. – ele sorri travesso. – Nós não pararíamos por aí...

— Que pena. – me levanto. – eu vou entrar... O dia já foi agitado o suficiente.

— Amanhã você vai à escola... Eu tenho um plano.

— Ok... – digo sem me virar.

O Lysandre não fazia ideia do poder que tinha sobre mim, sobre meu corpo. Mesmo sem me tocar eu podia sentir seus dedos em mim, me tocando, me conhecendo. Eu queria ter mais do Lysandre, ter mais que beijos e afeto. Eu sei que se eu não fizer o que for necessário eu, com certeza, não terei o perdão dele. Eu o perderia.

— Karen? – a Violette entra dando duas batidas na porta, eu estou deitada na cama de casal que eu dividiria com ela. – Como foi a sua conversa com o Lysandre? – eu havia contado a ela que o Lysandre estava me evitando, ela havia dado alguns conselhos, conversou e opinou, mas no final apenas me entregou um cigarro e isqueiro, ela sabia onde eu deveria estar para que nós conversássemos. Mas eu não iria contar para ela a nossa atração. Não agora.

— Era impressão minha como você disse. Ele estava ocupado conversando e opinando para saber quem era o filho do satã. Não passou de um engano... – suspiro.

— Tem que me contar alguma coisa a mais?

— Não… - ela me olha como se dissesse “eu conheço você”, o olhar que minha mãe costumava lançar quando eu fazia alguma coisa de errado e tentava esconder. Eu sou previsível.

— Tá na cara! Você gosta do Lysandre, mas não pode se declarar por ele ter todo aquele contato com deus e essas coisas! – ela levou as mãos até a bochecha, abrindo a boca em sinal de “o”. – Eu sinto muito por você.

— Eu também. – sussurro me virando para o lado da parede.

Fecho meus olhos.

Talvez amanhã seja meu ultimo dia de vida, eu não sei absolutamente nada do que está acontecendo, eu sei que é ruim.

 

— Vamos! – eu sentia uma mão forte me balançando. Abro os olhos. – Não me faça ser violento! Eu não tenho nenhuma paciência! – Castiel. Penso antes mesmo de abrir meus olhos completamente.

Sento-me na cama, Castiel está ao meu lado de joelhos. Ele se deita.

— Finalmente! – ele comemora. — Como é difícil te acordar! – ele diz com a voz mais calma.

— Engraçadinho. – ma arrasto para fora da cama. – Por que eu tenho que ir para a escola, vocês disseram que era perigoso. – Falo com a voz manhosa. – o que você está fazendo aqui afinal?

— Ah, eu vim te buscar de moto. De nada. – ele se levanta e sai do quarto.

Começo a me arrumar. Penso em fazer um coque ou um rabo de cavalo, mas o capacete estragaria meu penteado.

Deixo-o solto. Coloco algumas roupas que estavam em uma sacola com meu nome escrito. Imagino que sejam para mim.

Saio do quarto, Castiel estava na porta da sala fumando, chego perto e peço um trago. Puxo e prendo por alguns segundos.

 

— Vamos? – ele pergunta entregando-me o capacete.

— Eu estou com medo, Castiel.

— Pode ficar tranquila. Moto é tão segura quanto o carro. – ele sorri.

Não era disso que eu falava, mas não quero explicar meus medos, não agora.

Seguimos caminho até a escola, o caminho longo devido o lugar ser longe da cidade.

Quando tiro o capacete e desço da moto a primeira pessoa que vejo e Kentin. Ele sorri e se aproxima, como se não soubesse de nada. Minhas pernas tremem devido ao nervosismo que se instala no lugar, eu escutava o Castiel rosnar algo, os punhos cerrados.

— Nós podemos conversar Lolita? – Ken sorri travesso, posso escutar o Castiel bufar atrás de mim.

— Nos vemos lá dentro Castiel? – pergunto a ele.

— Você vai ficar bem? – ele pergunta pousando as mãos sobre meus ombros, balanço a cabeça positivamente. – então nós nos vemos na sala de aula. O Lysandre vai me matar. – ele sussurra e eu solto uma risada tímida.

— Desculpa. – sussurro em resposta. Ele entra na escola. Eu e o Ken continuamos ali, um silêncio profundo, um fitando o outro.

— Você realmente confia neles, Lolita? 


Notas Finais


eai? o que acharam?
o que vcs acham qe o Kentin quis dizer?

quero agradecer aos 29 favoritos, muito obrigada pelo 1.043 visualizações também...
indica a fic para aquela sua amiga que adora amor doce!!
até o próximo capitulo.


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