História Lolita - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Elle Fanning, Lolita, Michael Fassbender
Personagens Elle Fanning, Michael Fassbender, Personagens Originais
Tags Drama
Exibições 144
Palavras 2.905
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Obrigado aos comentários, aos favoritos e às visualizações! Vocês são incríveis.
Muita novidade vem vindo por ai e gostaria de adiantar que terminei hoje mesmo o capítulo IX.
O capítulo está bem grandinho, mas está bonitinho aushaushs
Boa leitura à todosss!

Capítulo 6 - V - She's my Lolita


Fanfic / Fanfiction Lolita - Capítulo 6 - V - She's my Lolita

Rochester, Nova York

Quinta-feira, 7 de abril

Olivia acordou mais tranquila. O motivo: voltaria para escola naquele dia. Para deixar tudo mais feliz ainda teve um sonho digno de adaptação para o cinema. Foi perigoso, foi romântico e rejuvenescedor. Não queria admitir para si mesma, mas adorou ter sonhado com ele.

Jogou uma água no corpo, escovou os dentes, penteou e prendeu os cabelos e vestiu aquele uniforme de colegial que tanto odiava. Camisa de botão e saia que ia até um pouco acima do joelho. Era bonitinho, mas ela se incomodava com a saia. Nunca foi uma menina de saias porque nunca soube como se comportar com elas. Vestiu as meias, seu tênis mais novo e mais limpo e pegou a mochila.

Antes de sair do quarto, borrifou uma vez de cada lado do pescoço o perfume que Michael lhe dera.

-Estou pronta... E atrasada! – disse Olivia encarando o relógio na estante da sala.

Michael virou-se assim que ouviu a voz da menina. Gostou do que via.

-Nunca tinha visto esse uniforme – apontou para a garota com uma espátula de plástico. Estava preparando os ovos.

-Ahrrg – Olivia encarou a si própria – Eu o odeio tanto!

-Não vai tomar café?

A garota fez bico.

-Não vai dar tempo – disse manhosa. Encarou o relógio novamente e apertou os lábios – Ah, quer saber? Eu estou de luto – se sentou a mesa –  posso chegar atrasada.

Michael riu e serviu a menina com torradas, ovos mexidos e café preto.

-Eles não vão me punir, vão?

-Tenho certeza que não.

-Está gostoso. – disse de boca cheia.

-Sabia que não ia resistir ao meu café.

-Eu amo comer Michael, não resisto a nada.

 

-OLIE! – gritou Emma assim que avistou Olivia descer do carro preto. As duas haviam combinado de se encontrar em frente ao portão do colégio naquela manhã. Desde que Catherine falecera Olivia não havia voltado para escola ainda, passou os dias em casa na companhia de Michael, esfriando a cabeça e se recompondo. Enquanto isso, Emma passou os dias sem sua melhor amiga da escola.

Olivia girou a cabeça em sua procura e abriu um sorriso assim que seus olhos encontraram Emma, a garota baixinha dos cabelos castanhos. Eram amigas desde que entraram no colegial. As duas, logo que se conheceram, já tinham certeza que se entenderiam muito bem. Olivia era a garota calma e sorridente e Emma a nanica louca de pavio curto. Era a dupla perfeita. Uma era o equilíbrio da outra.

Mas apesar de muito amigas e de se entenderem muito bem, Emma mal frequentava a casa de Olivia. Os pais eram muito fechados e muito restritos em relação às amizades que Emma arranjava, ainda mais levando em conta a personalidade forte da filha. Olivia foi uma incrível exceção. Frequentava a casa da garota baixinha quase sempre, mas Emma quase não dava as caras na mansão de janelas amarelas. Os pais de Emma não gostavam de ter a filha da casa dos outros, mas adorava receber a garota sorridente na casa deles.

-Emma! – disse Olivia abraçando a menina. – Que alívio voltar pra escola.

-Você está melhor? – disse a menina colocando a mão em seu ombro.

-Estou... melhorando.

-E como está sendo na casa nova?

-É um apartamento, mas até que é grande... A vista é incrível você precisa conhecer!

-Aaah – Emma fez cara de descaso – Meus pais nunca vão me deixar conhecer sua casa nova, você sabe como eles são... Uns caretas.

Olivia riu. Ela sabia muito bem como os pais de Emma eram com ela. Sentia até uma pontinha de pena da menina.

-Então – continuou e garota baixinha enquanto caminhavam para dentro da escola – Como está sendo na casa do... Ele é o que seu?

-Amigo da minha mãe, o nome dele é Michael e está dando tudo certo, ele é tranquilo e, por enquanto, faz de tudo pra não me ver triste – disse sorrindo.

Olivia queria falar mais e mais sobre o homem alto, mas não podia. Achava que era muito cedo para tocar nesse assunto com Emma. Com certeza ela acharia estranho e reprovaria as atitudes que Olivia planejava tomar pelos próximos dias. Apesar de louca, Emma ainda tinha senso do que era certo e errado, mesmo que falhasse às vezes.

-Que bom que está tudo se encaixando de novo.

-Apesar dos apesares, eu estou feliz... Não fui parar em um orfanato pelo menos – disse Olivia rindo. Emma pareceu surpresa.

-Então, se não fosse por ele você iria para um orfanato? – a menina cobriu a boca com as duas mãos, ainda desacreditando o outro destino que a vida de Olivia a guiaria se não fosse pelo cara de barba ruiva.

-Pois é, parece inacreditável né? Eu morando em um orfanato... Ele meio que “salvou” minha vida – gesticulou os dedos. As duas andavam pelo corredor tranquilamente até as salas de aula.

-Nossa, você se livrou de uma coisa horrível. Você sabe, depender de adoção é muito complicado.

-Ele foi incrível – sussurrou.

Emma falava coisas e mais coisas sobre orfanato, adoção e crianças sem família, mas Olivia não conseguia prestar atenção em nada. Escolheu a pior hora para refletir o que Michael fizera por ela. Ele a livrou de um orfanato, a livrou do sofrimento e rejeição. Ela poderia muito bem dizer que Michael, sim, salvou a vida dela.

As aulas passaram rapidamente naquele dia e Olivia fez questão de prestar atenção em todas. Era o último mês antes das férias de verão e as últimas provas estariam por vir. Ela era uma garota inteligente, não era um esforço para ela prestar atenção nas aulas, porém, precisava se dedicar muito para conseguir notas altas e garantir pelo menos uma bolsa parcial na universidade assim que se formasse.

 Despois do almoço, Olivia teve aula de música, culinária e por último tênis.  Tomou um banho rápido no vestiário e esperou que Michael viesse busca-la na porta da escola. A menina garantiu que poderia voltar de ônibus, mas ele insistiu que poderia busca-la todos os dias. A conversa sobre paternidade já havia sido resolvida, mas Michael ainda gostava de exercer essas funções. Funções que qualquer pai gostaria de fazer, como buscar os filhos na escola.

Emma se despediu e foi embora caminhando. Mesmo morando um pouco distante da escola, ela preferia ir andando para casa. Era um dos únicos momentos em que poderia ficar sozinha, sem ter seus pais enchendo o seu saco.

Olivia não ficou muito tempo esperando, logo avistou o carro de Michael se aproximar.

-E ai? – disse o homem enquanto observava a menina entrar no veículo – Como foi o dia de hoje?

Olivia sorriu.

-Não foi meu primeiro dia de aula – colocou o cinto e virou-se para ele – Tudo normal, como deve ser.

-E Emma está bem?

-Emma sempre está bem – disse rindo.

Michael deu partida no carro e continuou conversando com a garota. Olivia jogou a bolsa da escola no banco de trás e se ajeitou. A menina odiava ter que usar aquela saia todos os dias e odiava mais ainda o fato de que qualquer movimento que fizesse faria aquele pedaço de pano subir.

-Eu odeio esse uniforme! – disse a menina bufando – Pra que isso? Pra que essa saia e essa camisa?  Você usava roupas ridículas na sua escola?

-Na Irlanda quase não existem escolas que exige uniforme... Isso – apontou para a roupa da menina – é coisa de inglês.

-Então avisa para o diretor dessa maldita escola que isso é coisa de inglês.

Michael ria dos protestos da menina. Era engraçado vê-la brava ou nervosa. Aquela não era a Olivia que ele conhecia. A menina doce e carinhosa do sorriso encantador simplesmente sumia quando a raiva subia e dominava seu corpo.

-A camisa tudo bem, eu relevo a camisa, mas a saia? Tinha que ser saia?

-Regra de escolas particulares da América.

-Deus abençoe a América – disse em tom de deboche – e suas malditas saias – completou.

-Parou?

-Parei – respirou fundo e sorriu – Só estou relaxando.

-Reclamar do uniforme te relaxa?

-Muito!

Michael riu enquanto parava num semáforo.

-Então, hoje vamos ao mercado... Preciso comprar algumas coisas.

-Podemos ir no mercado do shopping... Quero andar no shopping.

-Claro, porque não?

E a menina doce que enchia os olhos do homem de barba ruiva voltara a ser o que era. Saber que passearia no shopping deixava Olivia animada. A garota aproveitou que Michael olhava para ela e lançou um sorriso para ele. Ele adorava vê-la sorrindo.

 

 

 

Não demoramos muito para ficar prontos. Olivia tomou um banho rápido e colocou a primeira roupa que viu pela frente: um moletom cinza, legging preta e um all star tão velho que eu desconfiava que fosse de sua mãe. Os cabelos loiros estavam soltos e meio ondulados. Estava bonita. O estilo de Olivia era o meu favorito: simplicidade e conforto em primeiro lugar. Decidi ir combinando: moletom, jeans e tênis. Afinal, quem se arruma para fazer compras?

Em menos de quinze minutos já estávamos dentro do mercado.

Posso dizer que fazer compras com Olivia é uma verdadeira saga. Às vezes parecia que estava lidando com uma criança. Ela enlouqueceu no corredor dos doces e chocolates e pirou mais ainda nos salgadinhos e biscoitos. Sem contar na sessão de congelados... Quem fica alucinado na sessão de congelados?

-MICHAEL! Você já comeu isso? – perguntava a mim e eu balançava a cabeça de um lado para o outro – Não acredito! Você precisa experimentar, é muito bom, vamos levar!

Eu tentava brecá-la, mas sem eu perceber ela dava um jeito de jogar as coisas no carrinho. Não resisti e acabei levando tudo o que ela queria. Foi só depois que todas as compras haviam passado pelo caixa que eu percebi a verdadeira merda que tinha feito em deixa-la pegar tudo. Nunca antes na minha vida comprei tantos biscoitos, cheetos, chocolates e doces diferentes de uma vez só. Tinha desde kit kat até burritos congelados... Era um circo de variedades.

Pelo menos Olivia estava contente e vê-la sorrindo era bom demais. Ela me fazia rir da mesma forma que sua mãe fazia. Era por isso que eu e Catherine fomos grandes amigos. Só que com Olivia a história é um pouquinho diferente.

Assim que saímos do mercado, fomos deixar as compras no carro e logo voltamos para dar uma volta no shopping. Tinha prometido a Olivia que poderíamos dar uma voltinha rápida e que não seria problema algum.

Eu sabia que a garota gostava de livros e decidi leva-la até uma grande livraria que ficava no segundo andar. Ela já conhecia, mas fazia muito tempo que não ia ao shopping então acabou esquecendo-se de sua existência.

Era engraçado vê-la tão maravilhada observando os títulos nas prateleiras. Desde romances clichês até o pior do terror produzido para leitura. Olivia não tinha preferencia de gênero, apreciava tudo que estivesse impresso em folhas amarelas.

-AH MEU DEUS! – gritou no meio da loja e atraiu alguns olhares. Rapidamente me aproximei dela.

-O que foi?

-Faz muito tempo que quero esse livro, você não tem ideia!

-“A lenda de Édipo”? – perguntei confuso.

-É! Édipo é um personagem da mitologia grega. – disse encarando a capa do livro. Ele tinha a capa dura vermelha e as letras eram meio douradas, meio prateadas. Ela não parava de balançar o livro então não conseguia ver direito.

-Posso ver? – imediatamente ela entregou o livro em minhas mãos.  Era tão bonito que até eu tinha ficado com vontade de lê-lo.

-Faz tanto tempo que quero esse livro... – fez bico. Eu sabia o que aquilo significava.

-O que tem de tão interessante nele?

-Além da capa maravilhosa... – fez uma breve pausa – Sério, olha essa capa, não é linda?

-Além da capa Olivia, o que mais?

-A história, oras!

-E sobre o que é a história?

-Michael, você tentou ler o título? – perguntou arqueando as sobrancelhas.

Não resisti a rir.

-“A lenda de Édipo”... Você sabe alguma coisa sobre Édipo?

-CLARO QUE NÃO, por isso preciso do livro!

-Ai meu Deus Olivia – sorri para ela e coloquei o livro debaixo do braço. Ela me encarou cerrando os olhos.

-Você vai levar? – perguntou baixinho, quase um sussurro.

-Vou né...

-OBRIGADO! – ela abriu os bracinhos e envolveu meu corpo neles, mas logo se soltou e voltou a rodear a loja. Como dizer não a uma figura dessas?

Olivia ficou passeando pela área dos filmes, CDs de músicas, séries, jogos... Tocava em tudo que chamava sua atenção. Parei de focar apenas em que Olivia via ou fazia e passei a observar os filmes postos nas prateleiras. Muitos títulos que chamavam a atenção, muitas capas incrivelmente bem feitas. Algumas até fiz questão de tirar foto porque pode ser de grande ajuda na hora de fazer alguns projetos da agência.

Passei o olho pelos lançamentos do mês e logo me deparei com “Filmes Memoráveis” e em baixo logo vinha a frase “Leve a nostalgia para casa”. Desde uma edição especial do primeiro filme de ficção científica já lançado, Le Voyage dans la lune, até Titanic. Muitos títulos, muitas capas... Mas apenas um chamou-me a atenção.

Uma garota. A semelhança com Olivia era inacreditável. Peguei o exemplar e examinei mais de perto. Passava batom vermelho nos lábios, vestia uma espécie de top estampado e os cabelos estavam postos com uma “coroa” de trança. Parecia ter a mesma idade que Olivia.

Logo atrás dela havia um rapaz. Roupa social, olhar penetrante e aparentava estar na meia idade... Diria que até que ele poderia ter a mesma idade que eu.

Lolita, dizia o título. O nome estampado em vermelho-sangue chamava a atenção de qualquer um que passasse o olho por ali.

-Vou levar – disse a mim mesmo. Levantei o olhar em busca de Olivia e a avistei de longe conversando com um garotinho. Fui me aproximando e ela percebeu minha presença virando-se para mim – Vamos? – perguntei.

-Ok... Espero que você ganhe a próxima partida, Ryan, até mais!

-Tchau Olivia!

-Vocês se conhecem? – perguntei caminhando até o caixa.

-Acabei de conhecê-lo... Vai me dizer que quando você vê um gordinho fofo desses dançando Just Dance no meio de uma loja você não fica com vontade de conhecer.

Ri em resposta.

-Acho que eu dançaria junto.

-E eu dancei! – disse animada – O que é isso? – apontou para o DVD.

-Ah, decidi levar alguma coisa para mim.

-“Lolita”... Parece antigo, de que ano é?

-1997.

-Só vejo filme antigo se o título for “Titanic”!

-Ai Olivia – sorri para ela – Vamos pagar e ir para casa, você tem aula amanhã e já está ficando tarde.

Ela concordou com a cabeça e logo mais já estávamos indo para casa.

 

Olivia foi para cama assim que jantou seus burritos congelados preparados no forno microondas. Ela não parava de repetir o quanto era gostoso, mas que preferia os do Taco Bell. Só não entendo porque me fez comprar quatro caixas de burrito congelado se eu poderia ir ao Taco Bell comprar vários feitos na hora!

Estava na sala vendo TV e completamente sem sono. As luzes todas apagadas e a porta da varanda aberta, permitindo uma leve brisa entrar e balançar a cortina. Milhares de canais tinham sido liberados para mim graças ao meu upgrade na assinatura. Prometi isso a Olivia e resolvi o problema. Mas nada que passava àquela hora da noite atraía a minha atenção. Talk shows, pornografia, filmes horríveis, mais pornografia, leilões, reprises...

Até que me lembrei do filme que havia comprado. Como pude me esquecer dele? Peguei o DVD que ainda estava dentro da sacola e analisei a capa novamente.

-Como essa garota se parece com Olivia... – sussurrei encarando a jovem de batom vermelho. Rapidamente coloquei o filme para rodar. Eu precisava vê-lo.

O filme conta a história de um professor que se hospeda na casa de uma viúva. Lá ele conhece Dolores, a menina da qual ele apelida de Lolita. Inocente, mas nada boba, Lolita desperta desejos em Humbert, que acaba se casando com a mãe da menina apenas para ficar próximo da jovem. A convivência diária dos dois os transforma em amantes.

Aquilo fez meu corpo se arrepiar. Quantos anos a garota tinha? Mais ou menos a idade de Olivia? E Humbert? Mais ou menos a minha idade? Não sabia ao certo, mas muito provavelmente sim.

Era como eu e Olivia, mas sem o título de amantes.

As coisas ficaram ainda mais assustadoras depois que a mãe da menina, Charlotte, morre inesperadamente em um acidente e isso permite que o professor tenha mais liberdade com a enteada, que não renega ao proibido.

Pausei o filme pela metade.

Catherine teve uma morte horrível, da mesma forma que Charlotte. Olivia ficou sozinha, não havia ninguém próximo a ela além de mim, assim como Lolita que só possuía Humbert para cuidar dela. Eles se gostavam e viraram amantes. Mas eu e Olivia ainda não tínhamos uma relação assim. Ainda talvez...

Eu gostava de Olivia. A energia jovial e a ingenuidade me atraiam como um imã. Seu sorriso, sua alegria, sua beleza...  Absolutamente tudo nela era perfeito. O jeito como reagia a cada pequena coisa que acontecia. Poderia sobreviver apenas de sua presença e nada mais. Era maravilhoso estar perto de uma energia tão boa e tão sincera. Acho que por isso gostava tanto dela.

E entendo porque Humbert gostava tanto de Lolita. Era uma garota sorridente e atrevida, que estava sempre feliz com tudo, sempre espalhando alegria por onde passava. Tinha sua dose de melancolia de vez em quando, assim como Olivia também tinha suas recaídas.

A semelhança era absurda.

Olivia era minha Lolita e eu era seu Humbert.


Notas Finais


TRAILER DA FANFIC --- > https://www.youtube.com/watch?v=0cpQPA6r5AY (o vídeo não roda no celular, infelizmente).
Vejo vocês nos comentários, grande beijo <3


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