História London Girl - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Tags Camren, Norminah, Vercy
Visualizações 116
Palavras 1.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hallo! Querem maratona? 8 comentários
O QUE FOI ESSE TIRO DE CRYING IN THE CLUB?

Capítulo 7 - Família Jauregui


Cutting me up like a knife.

And I feel it . Deep in my bones.

Kicking a habit I love even harder.

You oughta know. I just wanna dive in the water with you.

Baby, we can't see the bottom.

It's so easy to fall for each other.

I'm just hoping we catch one another.

Oh na na, just be careful.

Na na, love ain't simple.

Promise me no promises.

Oh na na, just be careful, na na.

Love ain't simple, na na.

Promise me no promises.

A garota estava concentrada em cantar e me deixou livre pra observá-la. A camisa folgada deixava a mostra suas tatuagens, um conjunto de números romanos em um braço e no outro uma âncora. Além de tudo havia uma rosa nas costas de sua mão esquerda junto com a tatuagem dos dedos, ela tinha uma aparência de rebelde mesmo sendo incrivelmente gentil.

— Gostou?

— Uh sim.

— Fico feliz com isso. —Sorri dando de ombros. — Eu fiz como uma batida eletrônica, ando trabalhando nisso.

— Oh. Curte eletrônica?

— Uhum. —Murmurou se levantando e colocando o celular no lugar. — Está com fome?

Minha barriga rugiu no momento em que ela perguntou.

— Isso me pareceu um sim. —Riu. — Vem, vou te levar pra comer.

Ela pegou umas chaves em cima da mesa, pegou uma jaqueta jeans, calçou seus tênis e me puxou escadas abaixo. Estávamos passando pela porta quando uma voz nos interrompeu.

— Lo? Quem é sua amiga?

Uma senhora que devia ter uns 40 anos e eu presumi ser a mãe de Lauren perguntou.

— Olá querida, sou Clara, Mãe dessa aqui. —Disse. — Você é...?

— Camila Cabello. —Sorri. — É um prazer, Sra. Jauregui.

— Oh, nada de formalidades, fazem eu me sentir velha. Apenas Clara.

— Certo, Clara. —Concordei.

— Estamos indo comer alguma coisa. —Lauren apontou pra porta.

— Nada disso! O jantar já está pronto, seu pai e seus irmãos estão a mesa. Vamos. —Nos puxou até a cozinha que era deslumbrante. Com móveis todos em preto. — Pessoal, essa é Camila.

— Oi! —Uma adolescente que devia ser irmã de Lauren disse. Seu irmão parecia me avaliar e sorriu malicioso, ele parecia ser um pouco mais velha que a Jauregui. Já o pai dela era um gordinho meio careca que sorriu simpático pra mim.

— É um prazer conhecê-la. Sente-se, vamos comer.

Me sentei ao lado de Lauren à mesa enquanto Clara servia macarronada a todos. A garota ao meu lado parecia frustrada por estar ali, o que fez eu sorrir mais largamente. Implicâncias a parte ela ainda tinha se aproveitado de mim.

— Você faz a oração, Lo?

Lauren fez que sim e estendeu a mão para mim e seu irmão. Era a primeira vez que eu estive em uma família tão religiosa a ponto de rezar antes do jantar. Minha família era católica e íamos à igreja em épocas festivas mas não era aquelas coisas... Não a ponto de rezar à mesa.

— Pai, abençoai a comida de cada dia, agradecemos por sua benção e pedimos em teu santo nome uma refeição abençoada. Amém.

— Amém. —Dissemos em uníssono.

Todos começaram a comer, porém isso não parou os Jauregui.

— Então, Camila, você não tem sotaque daqui. É de fora? —Mike indagou.

— Uh, sim. Sou do Brasil. —Respondi. — Estou fazendo intercâmbio a pouco mais de dois meses, tem sido uma experiência ótima.

— Presumo que sim. —Mike sorri. 

— Dizem que as brasileiras têm grandes bundas. —Chris disse. — Confirmado com sucesso.

— Christopher! —Clara exclamou. — Os modos. 

— Desculpe. —Disse.

A família britânica parecia contente.

— Lauren não costuma trazer amigas aqui em casa. —Clara disse. — Apenas Lucy e Vero, boas meninas. Diga-me Lauren, elas já estão juntas?

Lauren riu.

— Ainda não.

— Oh, aquela Verônica é tão devagar. —Dona Clara suspirou. — Já a conheceu, Camila?

— Ambas. —Digo. — Lucy ficou amiga da minha colega de quarto bem rápido. Ela costuma andar conosco.

— E nos abandonar. —Lauren completou.

— Querida, ela te aguenta desde o maternal. Dê um desconto. —Mike disse.

O jantar seguiu normalmente com alguns diálogos simples. Os Jauregui eram uma família muito unida e comunicativa e isso alegrava muito o clima dali. Só reparei no horário quando era cerca de nove e meia. Todos estavam na sala vendo um jogo de Softball de Lauren no fundamental. Eu não entendia um décimo do que ali era passado, mas pelo que entendi, ela era ótima.

— Eu estou atrasada! —Exclamei me levantando. — Perdi totalmente a noção do tempo. Tenho que estar no dormitório antes das dez!

Todos fizeram resmungos de insatisfação.

— Volte sempre hein? —Clara disse.

Lauren me levava até a porta.

— Vou sim. —Sorri.

Abri a porta me virando e encarando a londrina.

— Bem, tchau.

— Nope. Vou te levar pra casa, você vai atrasar se for esperar um táxi. —Me puxou até a garagem de onde ela tirou uma moto da BMW.

— Você acha que eu vou subir nisso? Ha.Ha! Boa tentativa.

— Ande, Camz, não vá se atrasar.

Ela subiu na moto colocando o capacete e pegando o outro em mãos. Eu realmente não tinha escolha.

Me aproximei da garota que colocou o capacete delicadamente sobre minha cabeça, me dando a mão para que eu subisse atrás de si na motocicleta.

— Se segure.

Arrancou com a moto me fazendo quase cair e me segurar apertado contra sua cintura. Ela riu alto antes de acelerar contra as ruas de Londres. A sensação do vendo no meu corpo e a adrenalina me rondavam enquanto eu corria com Lauren pela cidade. Talvez ela não fosse tão ruim assim, talvez fosse até legal.

Mas não que eu fosse admitir.

Foi cerca de 10 minutos até o dormitório onde eu desci e Lauren tirou seu capacete sorrindo pra mim.

— Gostou?

— De quase ter morrido? Oh, claro!

— Exagerada!

— Idiota.

— Chata.

— Retardada.

— Nerd!

— Burra!

— Mimada!

— Feia!

— Gostosa. —Disse antes de puxar meu corpo contra o seu me fazendo chocar-se com ela. — Cansou?

Ela colocou uma mecha de cabelo que caia no meu rosto atrás da minha orelha e aproximou nossos rostos, nossas respirações se misturaram quando ela selou nossos lábios e eu tive a reação de corresponde-lá. Isso até que eu cai na real e a empurrei e dei um tapa na sua cara.

— Nunca mais faça isso! —Gritei. — Idiota!

Ela passou a mão no rosto e negou com a cabeça rindo.

— Você é mais louca do que eu imaginei, Camz. Mas eu estou okay com isso, posso superar sua loucura.

— Cale-se! —Resmunguei. — Não ouse chegar a mais de cinco palmos de mim!

— Okay, Sra. Fique longe de mim. —Ergueu as mãos pro céu. — Boa noite.

— Má noite. —Disse alto e sai vendo-a gargalhar e ligar a moto saindo dali.

Entrei no quarto vendo Dinah adormecida abraçada a Normani e sorri balançando a cabeça. Sabia que elas estavam grudadas demais.

Aiai, casal à vista!


Notas Finais


Comentemmmmm
Beijos


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