História Long Imagine: Min Yoongi - Keep Hope - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Imagine, Namjin, Suga
Exibições 71
Palavras 1.476
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Hentai, Josei, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Annyeonghaseyo!
Voltei, num disse? U.u (Num é dia 01 mas fds)

Então... Tem parte dois, sim :v
MAS... eu não irei revelar <3
Em compensação, eu posso dar um spoiler de um dos próximos capítulos. Por que só um? Pq foi o que eu mais gostei *--*

Só isso mesmo. Boa leitura!

Capítulo 18 - My Daddy I


Fanfic / Fanfiction Long Imagine: Min Yoongi - Keep Hope - Capítulo 18 - My Daddy I

— Não há nada melhor para se fazer aqui... — digo, cedendo.

— Mas é claro que tem — ele diz, e, em seguida, joga-me em sua cama.

O mesmo me beijou de maneira feroz — aparentando estar necessitado daquilo. Enquanto me beijava, sua mão passeava pelo meu corpo. Logo, o mesmo parou por um momento, tirou minha blusa e foi em direção ao meu pescoço, deixando marcas que, mais tarde, ficariam aparentes.

— Y-Yoongi — chamei-o.

— Sim? — ele sussurra, ao meu ouvido. — Há algo de errado?

— Eu... eu acho melhor não... — disse, tentando pegar minha blusa, porém, ele me interrompe pegando em minhas duas mãos.

Nos sentamos lado a lado com nossas mãos entrelaçadas, o mesmo me olhou nos olhos e me perguntou: — Do que você tem medo? — Optei por manter meu silêncio, mas ele não aceitou isso muito bem. — Não precisa ter medo, _________, eu não vou te machucar. — Ele passava as mãos em meu rosto e me encarava com seu olhar pidão na tentativa que eu pudesse me acalmar, porém em vão.

— Yoongi, e se seus pais–

— Esqueça-os! — ele me interrompe. — Eles não estão aqui e nem estarão por um longo tempo.

— Mas e se–

— Na gaveta. Tem camisinha e anticoncepcional na gaveta. Qual será a próxima desculpa?

No mesmo instante, abro sua gaveta e vejo que ele estava realmente dizendo a verdade.

—... Por que você têm essas coisas guardadas? — perguntei, fechando a gaveta.

— Meus pais sempre me dão antes de saírem. Eles têm medo que eu faça algo de errado e leve o prejuízo pra eles depois, entende? — ele diz, meio sem graça.

— Sim... E você não joga fora? Sei lá, fica estranho alguém ver isso.

— E desperdiçar? Não, obrigado.

— Dê para alguém então.

— Mais estranho que ter isso na gaveta, é chegar por aí dizendo: “QUEM AQUI QUER CAMISINHA? VENHAM QUE TÁ LIMPINHA!”.

— Também não era pra tanto.

— Que tal: “VAMOS PREVENIR OS FILHOTINHOS, PORQUE A CRISE TÁ ALTA DEMAIS PRA AGUENTAR GENTE CHATA QUE NEM MINHA AMIGA __________.” — ele diz, me fazendo rir e me acompanhando logo após. — Chega de desculpas, agora? — ele me perguntou, e eu assenti.

O mesmo apagou as luzes do quarto, permitindo somente que a luz da lua e do poste elétrico atravessassem a janela, mantendo assim, o quarto pouco iluminado.

Ele subiu novamente na cama, colocou suas penas entre mim, uma de cada lado, e sentou — em falso — em meu colo.

Sem delongas, o mesmo removeu o resto do uniforme escolar de meu corpo, deixando-me somente com roupa íntima; fazendo-me corar no mesmo instante. Em seguida, ele me puxou para outro beijo intenso e eu aproveitei para remover sua blusa. Ele percebeu minha dificuldade para tirá-la e me ajudou imediatamente, voltando assim, toda sua atenção aos meus lábios.

Suas mãos passeavam cada vez mais pelo meu corpo. Logo, o mesmo as passou pelas minhas costas, indo diretamente de encontro com o fecho do meu sutiã, abrindo o mesmo. Enquanto ele o removia, a sensação de desconforto e medo me dominava cada vez mais. Ao remover completamente aquela peça íntima do meu corpo, tentei cobrir meus seios com minhas mãos, mas fui impedida por ele.

— Princesa... — ele diz, com manha enquanto tirava minhas mãos. — Não precisa ter vergonha. Você já é perfeita do jeitinho que é. — Yoongi me deu um selinho e começou a formar uma trilha invisível de beijos até um de meus seios, no qual abocanhou o mesmo enquanto massageava o outro, fazendo-me arfar.

Sinto meu corpo quente. Estava necessitada daquilo, mas... era certo fazer aquilo? Afinal, ele não me ama! Suponho que o Yoongi esteja fazendo isso apenas para esquecer a Ji Yoon. Por um lado, isto era bom, era ótimo! Mas para mim, não para ele. Sem contar que, logo depois, ficaria com a consciência pesada ou algo do tipo.

Sentir-me-ia imunda por fazer algo do tipo e, mesmo assim, aceitei o fato de que eu o queria. Mesmo que eu me sinta uma mera meretriz futuramente, estou satisfeita com minha escolha; até o momento.

— Suga... — gemi.

— Sim, princesa — ele parou e me respondeu. Aproveitei sua distração para inverter as posições, ficando assim, acima do mesmo. — Então é isso que você quer? — ele pergunta, com um sorriso malicioso dominando seus lábios e eu afirmo com a cabeça.

POV YOONGI'S: ON

Enquanto ela descia suas mãos pelo meu abdômen, sentir-me arrepiar. A mesma desabotoou minha calça e começou a tirá-la — com um pouco de dificuldade, mas a ajudei —, dando-a a visão de meu membro duro. A expressão maliciosa contida em seu rosto era visível para mim mesmo no escuro.

Apressadamente, ela removeu minha cueca Boxer e abocanhou meu membro, fazendo-me delirar ainda mais com seus olhos direcionados para mim.

Era certo fazer aquilo?, perguntei-me mentalmente. Não era correto, muito menos errado, acredito. Eu a amo, esta é a prova de meu amor por ela! Quero que ela entenda e saiba que, mesmo nesta última semana que passei com a Ji Yoon, meu coração sempre foi dela... desde o dia que nos conhecemos!

Tudo bem, no começo, duvidei de meus sentimentos, mas agora que sei que são verídicos, não irei hesitar em mostrá-los para minha amada. Mesmo que seja da pior maneira possível! Afinal, não estou a machucando nem nada do tipo;  nos amamos e estou confirmando meu amor por ela.

Ainda com seus olhos fixos aos meus — enquanto me fazia um oral — a segurei pelos seus cabelos e gemi. Ela gostava de me provocar: chupava apenas as partes próximas a glande de meu pênis enquanto masturbava o resto. Sua língua percorria todo meu membro, mas ela chupava somente a glande.

— Para de me provocar e acaba logo com isso! — exclamei, já farto de provocações. — Eu só quero te foder logo!

A mesma deixou a timidez e a provocação de lado, sorriu, e me chupou de maneira intensa. Ainda com minhas mãos em seus cabelos, comecei a foder sua boca cada vez mais rápido. Ela saboreava meu membro com precisão. Gemia seu nome, baixo. Cheguei perto de gozar. Inesperadamente, ela não me permitiu liberar tudo e colocou seu polegar na entrada do meu pênis.
Maliciosamente, ela se aproximou: — Não agora... — ela disse, e me deu um selinho.

Sem tardar, __________ sentou-se em cima de meu pênis, com suas pernas uma de cada lado. Após a mesma colocar minhas mãos em seu quadril, ela começou a rebolar enquanto pressionava meu membro. Eu estava sem minha Boxer, ela estava com sua calcinha, porém excitava-me de qualquer maneira.

Ela estava possessiva e, notavelmente, imersa. Sua excitação era tanta que, mesmo com um mísero tecido entre nossas intimidades, meu membro umedeceu-se mais; pela excitação, e pelo tecido molhado que ela usava.

Estava muito excitado, não aguentaria mais provocações. Porra! Eu sou o homem da relação, pensei, quem deveria estar comandando era eu! Não ela! Afinal, quem teve a iniciativa fui eu!

Sem delongas, peguei-a pela cintura e a pressionei com força em cima do meu membro. Ela gemeu. Dei de ombros e forcei meu membro em sua entrada, mesmo tendo um tecido me atrapalhando.

— SUGA... vá devagar — ela arfava. — Não faça... — pausou a fala — tanta força, caralho!

— Quer que eu faça com carinho? — perguntei, ela assentiu. Aproximei seu rosto do meu e conclui: — Então me obedeça! Obedeça seu Daddy, BabyGirl.

Yes, Daddy!

POV YOONGI'S: OFF

Yoongi inverteu as posições, ficando por cima de mim. O mesmo, com sua mão direita, segurou meus dois braços — acima da cabeça —, pelos pulsos. E, com a mão esquerda, ele passava a mão em minha intimidade.

— Eu quero tirar essa calcinha de você — ele diz, passando a mão pela mesma —, mas não quero te soltar. — Sem que eu esperasse, o mesmo puxou a lingerie de meu corpo, rompendo-a de modo mais agressivo possível.

— Vou querer outra... — Ele apenas ri.
Passando seus dedos pela minha intimidade, já pude me sentir excitada. Contudo, depois de poucos segundos, sua língua se passou pelo meu clitóris. Arfei.

Sua língua, tão ágil, tão úmida... Aquilo era um delírio. Yoongi quer me enlouquecer, imagino.

— Suga... — o chamei, marcadamente, para lhe dizer algo, mas fui impedida.

— Suga? — ele diz, colocando seu dedo (médio) em minha entrada, empurrando-o. — Desconheço — ele mente, voltando com sua língua para minha intimidade.

Oh Daddy! — gemi, ao sentir meu ponto fraco sendo percebido por ele. — Sofrerei com suas torturas?

— Não físicas — ele responde. — Psicológicas, talvez. — Ele logo volta novamente para minha intimidade, desta vez, saboreando cada parte.


Notas Finais


Tem gente que não irá querer spoiler, blz, vou me despedir aqui.
BEIJOS E ATÉ O PRÓXIMO CAPÍTULO
ANNYEONG! ❤

[SPOILER DO CAPÍTULO 20]:

"— Mas eu... — ele fez outra longa pausa, desta vez, se virando de frente para mim, e me abraçando — EU TE AMO, __________! — ele diz, chorando agora como um bebê que ama sua mãe. Sua cabeça estava apoiada em meu ombro, seus joelhos pouco dobrados por causa da diferença de altura, seus braços me abraçavam seguramente, seus olhos lacrimejavam ainda mais a cada segundo; ele desabou em seu porto seguro, eu.
Sinto uma chama ardente em meu peito, algo que demora para se apagar. Arde intensamente e profundamente. Não há dor, somente paixão. Passei minhas mãos sobre seus cabelos de maneira carinhosa. Suas palavras aparentavam apresentar a verdade, a mais pura emoção em cada frase. Sinto-me culpada por fazê-lo acreditar que não demonstro confiança em sua declaração.
Por quê? Por que amar dói tanto? Poderia ser algo simples, mas não. É melhor nos fazermos de trouxas e deitarmos sobre brasa fervente para que aquele que amamos possa passar, sem dor alguma. Nos ferimos por conta de nossos próprios sentimentos, mas não percebemos que as pessoas também sentem a mesma dor... As pessoas podem nos usar como ponte para o outro lado, mas sentem a dor ao nos verem humilhados, ou, para aqueles que não nos amam verdadeiramente, ao ouvirem nossos gritos altos de dor e sofrimento."

*Aguardem* 🌝


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