História Long Road To Ruin - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Dean Winchester, Mary Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester
Exibições 78
Palavras 2.510
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Podem me matar, eu deixo!
GEEEEENTE! Desculpem a demora, sério, nem é por falta de inspiração nem nada, passei duas semanas com uma gripe pior que o inferno, DUAS SEMANAS! Minha imunidade é zero, até o fim da fic pego mais umas dez gripes, acostumem.
Então, depois de me matarem pela demora, sei que vão me matar por causa do cap. Mas eu adoro quando vcs ameaçam os personagens *-* hueheuheu Postei sem capa mesmo porque estava com pressa! Vão ler logo, até as notas finais! :*

Capítulo 25 - Rendição


Fanfic / Fanfiction Long Road To Ruin - Capítulo 25 - Rendição

As semanas se arrastavam para Dean Winchester. Madison vinha tratando-o friamente desde sua briga no bar, e isso já fazia duas semanas. Eles trocavam poucas palavras, apenas o necessário. E apesar de estar ignorando-o, a morena passou a provoca-lo silenciosamente de várias e pequenas formas diferentes.

- Bom dia. – ela cumprimentou, sem empolgação, adentrando a cozinha. Vestia um roupão felpudo cor de uva, atado desleixadamente na cintura, o que fazia com que ficasse aberto na parte do peito deixando a mostra boa parte de seu sutiã preto rendado. Estava descalça, genuinamente descabelada, aquele cabelo de quem acabou de transar. Sua boca estava vermelha por conta de sua incessante mania de ficar mordendo os lábios. Coçou a cabeça com preguiça e sentou-se à bancada em frente ao loiro.

- Bom dia. – Dean finalmente respondeu, depois de soltar a respiração que segurava involuntariamente. Se ficar sem falar com Maddie estava deixando Dean estressado, vê-la dessa for e não poder tocá-la estava fritando seus neurônios. – Vai abrir o bar hoje?

- Ainda não sei, mas acredito que sim. Alguns amigos de Amy vão até lá provar as batatas fritas com bacon dela. – respondeu, servindo-se uma xícara de café quente. Apoiou os cotovelos na mesa e passou as duas mãos ao redor de sua bebida, sentindo os dedos esquentarem. De onde Dean estava, tinha uma visão privilegiada de seu decote, ele fez uma força imensa para desviar o olhar quando ela se inclinou para frente, para pegar o açúcar. – Por que a pergunta, Winchester?

- Nada, eu vou trabalhar até tarde. Aliás estou atrasado. – e com um movimento rápido passou a mão em sua chave, levantou-se e saiu pisando firme sem esperar Madison responder. A morena bufou, frustrada. Queria que Dean magicamente lesse seus pensamentos, queria que ele tomasse uma atitude e mudasse toda essa situação que os envolvia. Cada dia que passava sabiam mais um sobre o outro, a rotina era maravilhosa e mesmo com as birras Madison não sabia mais viver ser tê-lo por perto. O que ela não sabia é que teria que admitir isso mais cedo ou mais tarde.

 * * *

As noites eram cada vez mais longas e quentes em Lawrence, o estoque de cerveja que Madison tinha em casa havia acabando, restavam apenas algumas garrafas de whisky. Havia decidido não ir ao bar hoje, depois de passar uma tarde em casa fazendo suposições de como sua vida seria se tivesse feito escolhas diferentes só conseguia pensar em beber no conforto de sua casa. Já eram quase dez da noite, Dean ainda não havia chegado e ela não havia começado o jantar. Não estava com fome. Andava sem fome ultimamente. Tamborilou os dedos sobre a bancada do bar em sua sala enquanto escolhia uma garrafa de whisky. Serviu-se uma dose sem gelo e entornou.

Dean dirigia devagar pelo trajeto da oficina até sua casa, não queria chegar e encontrar Madison enrolada na toalha saindo do banho, trocando de roupa com a porta do quarto aberta, com alguma microblusa que mal cobria sua barriga e seios ou passeando com o roupão preto de seda combinando com a lingerie aberto como aconteceu durante a semana. Sabia que era um joguinho, e Dean não queria jogar. Não assim. Quando se deu por conta a caminhonete já estava estacionada na garagem de casa sem que ele percebesse. Arrastou-se para fora do carro, em seguida até a porta de entrada.

- Querida, cheguei. – falou, em voz baixa e sem empolgação. Um leve tom de ironia na voz, quase imperceptível. Andou até a sala onde a morena estava com os pés sobre a mesinha de centro, meia garrafa de whisky em sua frente e, pela primeira vez em vários dias, vestida normalmente. Calça jeans e uma regata branca. E infelizmente Dean a achava ainda mais linda assim. Chacoalhou a cabeça afastando os pensamentos. – Hey, cheguei. Não foi pro bar hoje?

Madison encarou a tela brilhante de seus celular onde números grandes informaram as horas: onze e cinquenta.

-Não. – respondeu, seca. – Não estou no clima.

- Você... está jogada no sofá bebendo, se isso não é clima de bar então eu não sei o que é.

A morena riu pelo nariz, sorvendo o restante de sua bebida.

- Isso é clima de quem está cansada! – ela quase gritou, a voz um tanto quanto lenta.

Dean deu a volta na sala, ficando entre ela e a televisão.

- Cansada do que? – por um breve instante Dean achou que talvez essa pudesse ser uma abertura para entra no assunto que evitavam a semanas.

- Só cansada, tenho que ter um motivo para estar cansada? Me erra Winchester!

O loiro riu amargamente, jogando o casaco que segurava nos braços sobre o sofá ao lado dela.

- Eu pensei... Sou um idiota mesmo. Acho que isso não tá mais dando certo, amanhã eu vou embora, não se preocupe. – ao terminar a frase, deu as costas a morena, que estava sem reação diante do golpe que acabara de levar. Algo como um simbólico soco no estômago. Assistiu Dean se afastar em silencio.

Madison permaneceu sentada pelo que pareceram horas, somente saiu de seu transe quando ouviu Dean ligar o chuveiro no andar de cima. Suas pernas então tomaram vida própria. O álcool em sua corrente sanguínea fazia coisas assim as vezes. Subiu as escadas sem querer e só parou quando estava diante da porta do quarto de Dean. Mordeu os lábios com força enquanto ouvia o barulho da água tocando o chão. Não queria, mas mesmo assim abriu a porta do quarto do loiro e atravessou-o até chegar no banheiro, que estava com a porta entreaberta.

- Dean? – ela chamou. Teve a impressão de ter ouvido Dean trancar a respiração dentro do banheiro. Ela não o esperou responder. – Dean, não precisa ir. Eu... não sei como resolver as coisas, não sei como mudar isso. Droga! – ela esbravejou em voz baixa mas Dean escutou. – Se quiser mesmo ir tudo bem – Madison segurou um soluço que subia por sua garganta. – Posso te ajudar a fazer as malas. Desculpe entrar assim sem bater, vou fazer sanduíches se estiver com fome. – hesitou alguns segundos atrás da porta antes de descer as escadas em direção a cozinha.

  Enquanto a água caia e escorria pelo corpo nu de Dean, o ar voltava aos poucos a seus pulmões. As palavras de Maddie ecoavam em sua cabeça e apesar de não ter sido nada significante talvez fosse o sinal que ele esperava. Talvez ela quisesse trégua. Talvez ela quisesse Dean em sua cama. “Devagar, Dean! Ela só vai fazer sanduíches, como todo dia.”, o loiro repreendeu-se mentalmente. Desligou o chuveiro, enxugou-se e vestiu uma cueca boxer branca e uma calça de moletom cinza. Estava quente como o inferno e ele podia usar isso como desculpa para não colocar a camisa.

Depois de permanecer pelo que pareceram horas parado em frente a escada, finalmente encorajou-se e pôs-se a descer os degraus apressadamente.

- Madison! – ele chamou, descendo as escadas de dois em dois degraus. Atravessou rapidamente a sala de jantar, desviando dos móveis em sua frente. – Madison!

A morena estava curvada sobre a bancada em ilha na cozinha com uma xícara de chá nas mãos e seu óculos repousando sobre o mármore do balcão ao lado de dois sanduíches que estavam à espera do loiro. Ouviu Dean gritar seu nome e assustou-se, antes que pudesse sequer respirar, o rapaz entrou correndo na cozinha. Aí então ela perdeu o ar. A barriga de Dean era sua perdição. Se Dean tivesse aparecido sem camisa na frente dela qualquer dia durante as últimas semanas ela teria desistido de resistir.

- Oi, eu fiz seu jantar. Sei que prefere cheeseburger mas a essa hora não deve ter nenhuma lanchonete aberta. Acabou a cerveja, mas tem coca ou...

- Madison, cala a boca! – o loiro quase gritou para que a morena prestasse atenção nele e parasse de falar nervosamente. – Eu não quero ir embora. Eu nunca vou ir embora. Meu lugar é onde você estiver. – começou a andar devagar enquanto falava, aproximando-se de Madison. – Não quero viver no passado e quero deixar bem claro que eu não sinto mais nada pela Cherry. – deu a volta na bancada em ilha e parou a poucos centímetros da garota, que o encarava com os olhos marejados. – É ao seu lado que eu quero acordar todos os dias daqui pra frente. – Dean encarava os olhos azuis molhados da garota, estava tão perto que podia sentir sua respiração. Alternava os olhares entre os olhos e a boca da moça. Pegou delicadamente uma mecha dos cabelos negros dela e afastou do rosto. – A casa é sua, vou entender se ainda quiser que eu vá... mas eu tô te pedindo pra me deixar ficar.

Ela apertou os olhos com força, deixando uma lagrima discreta e fujona escapar por seus olhos. Sentia-se ridícula por estar emocionada, e pediu a Deus mentalmente para que Dean não percebesse. Mordeu os lábios, pensando em tudo o que o rapaz havia dito.

- Se você saísse por aquela porta e me deixasse de novo, eu não suportaria. Somos só nós, Dean. Até o fim. – ela sorriu, encontrando o verde brilhante dos olhos de Dean sobre si.

Dean soltou o ar que parecia estar segurando a alguns segundos, segurou o rosto de Madison delicadamente com as duas mãos, fazendo carinho em sua bochecha com os polegares. Nessa hora teve certeza de que queria fazer isso a vida inteira. Aproximou seus lábios dos dela devagar e a beijou delicadamente, segurou seus lábios juntos por alguns instantes antes de aprofundar o beijo.

Madison passou as mãos ao redor do pescoço levemente molhado do loiro e ele segurou firme sua cintura e puxou-a para si, colando seus corpos. Enquanto uma mão subiu até os cabelos dela e enrolou alguns fios entre os dedos, a outra permaneceu sobre a cintura da morena. Dean queria pegar leve, queria ir devagar, mas o desejo que sentia era incontrolável. Sem que se dessem por conta o beijo já estava urgente, suplicante. Dean desceu as mãos até o bumbum de Madison e a levantou, a moça envolveu seu corpo com as pernas mas ele logo a colocou sentada sobre a bancada. Desgrudou seus lábios dos dela e a encarou, Madison estava ofegante, Dean podia ver seu peito subir e descer enquanto ela respirava, seus cabelos estavam bagunçados, o que a deixava com ar ainda mais sexy. Dean sabia que se ela não o fizesse parar, eles transariam ali mesmo.

Madison se debruçou para trás, escorando as mãos na bancada. Analisou o loiro em sua frente, com os olhos verdes cheios de desejo a encarando de volta. Antes que ele fizesse qualquer movimento, ela começou a levantar a regata branca até perto de suas costelas, enquanto sorria maliciosa. Dean sorriu de volta, pondo as mãos nas laterais de seu corpo e terminando de tirar sua blusa. Puxou-a pelos quadris colando seus corpos na altura da cintura. Ele afastou o cabelo dela do pescoço e começou a beijar e dar leves mordidas, ela gemia baixinho. Subiu os beijos até sua orelha.

- Se você continuar me olhando assim eu não vou conseguir parar... – ele sussurrou em seu ouvido. A voz rouca de Dean fez o corpo de Madison se arrepiar.

- Quem disse que eu quero que você pare? – ela respondeu. E essa era a deixa para Dean avançar o sinal. Subiu as mãos pelo corpo da jovem até encontrar o fecho do sutiã, Madison deixou que o mesmo escorregasse por seus ombros e braços até tocar o chão. Analisou o corpo de Madison por alguns instantes, boquiaberto.

- Você é muito gostosa! – ele falou, quase num gemido, e atacou a boca da morena novamente. As mãos de Dean passeavam livremente pelo corpo de Madison, explorando todos os lugares. Seus corpos estavam colados na altura do quadril, Madison apertava Dean contra seu corpo com as pernas ao redor da cintura dele. Sentia seu membro rígido roçando entre suas pernas. Suas mãos seguravam o cabelo de Dean na altura da nuca, enquanto às dele não se afastavam dos seios dela por mais que dois segundos.

Os beijos estavam ficando cada vez mais quentes e urgentes, as mãos de ambos arranhavam, apertavam, puxavam um contra o outro cada vez mais, como se quisessem fundir-se em um só. Com um movimento rápido Dean livrou-se da calça e da calcinha de Madison, o balcão era da altura certa para que os dois se encaixassem. Esperou alguns instantes enquanto a mão de Maddie passeava dentro de sua cueca, visivelmente dando espaço para Madison impedi-lo caso não quisesse ir até o fim. A morena inclinou-se para frente, beijando o pescoço de Dean e descendo pelo peitoral até onde pode. Suas mãos seguiam seus movimentos, deslizando a calça e a cueca de Dean para baixou. O loiro livrou-se das peças e as chutou para o lado, voltando a beijar Madison.

Dean a penetrou devagar, desgrudando seus lábios para poder ver seu rosto. Madison mordeu os lábios para tentar conter um gemido alto, mas foi em vão. Suas mãos apertavam os músculos dos braços do loiro com vontade, enquanto ele aumentava o ritmo da penetração. Enquanto movimentava-se para dentro e para fora da morena, Dean beijava seu pescoço, sugando-o e mordendo. Sua mão direita apoiava-se no balcão e a esquerda passeava pelos seios de Madison.

- Oh, Dean! – ela gemeu alto. Estava ficando impossível controlar-se. Dean era grande e a leve dor que sentia por tê-lo dentro de si era deliciosa.

Dean encarou-a. Estava amando ver as expressões de tesão em Madison. Começou a penetra-la com mais força e rapidez, uma de suas mãos subiu até a nuca de Madison e segurou-a pelos cabelos enquanto seus lábios desceram novamente pelo pescoço da morena. Puxou a para trás fazendo com que deitasse sobre a bancada gelada. Pode ver sua barriga e seios se arrepiarem enquanto ela gemia. Inclinou-se sobre Madison e beijou seu corpo todo. Mordeu-a, chupou seus seios, deixando uma pequena marquinha do lado esquerdo.

- Se eu conseguisse eu ficaria o resto da noite só te olhando... – ele disse, com a respiração entrecortada, levantando-se e diminuindo o ritmo dos movimentos.

- Prefiro que continue o que está fazendo! – ela falou, rindo, mexendo no próprio cabelo com as duas mãos.

O loiro sorriu em resposta, se retirou de dentro dela e se afastou. A morena bufou frustrada e levantou-se. No chão em meio as roupas, Dean pegou uma camisinha e vestiu seu membro, encarando Madison com os olhos verdes pegando fogo de tesão, e então penetrou-a com força novamente. Segurou seu rosto com as duas e a beijou, movimentando-se para dentro e para fora repetida e sincronizadamente. Em poucos instantes Dean preencheu a morena com seu sêmen, ao mesmo tempo em que ela atingiu o orgasmo. Agora ele segurava o corpo dela com os dois braços, fazendo com que seus peitos ficassem grudados. Ambos estavam com a respiração ofegante.

- Maddie, eu... – antes que ele concluísse a frase, Madison o beijou gentilmente, terminando com um selinho.

- Eu sei, Dean. – ela respondeu, com um sorriso


Notas Finais


HEEEEY! Gostaram? Achei um hot meio bosta, mas é com o Dean então ta tudo certo kkk Não esqueçam de comentar amores, como sou muito querida o próximo cap. posto até domingo, eu juro!

XOXO


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