História Long Road To Ruin - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Dean Winchester, Mary Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester
Exibições 99
Palavras 2.895
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey! Não consegui postar domingo, mas adiantei, não é? hehe Espero que gostem, mais tretas vem ai!

Capítulo 26 - Não arranhe o muro


Fanfic / Fanfiction Long Road To Ruin - Capítulo 26 - Não arranhe o muro

Já anoitecia no ferro velho Singer. O tempo ensolarado havia ido embora e algumas nuvens de chuva surgiam no céu. Era uma noite sem estrelas, apenas com um pedaço de lua iluminando. Bobby já havia analisado minuciosamente cada objeto da caixa, já havia entrado no banco de dados da polícia e anotado o endereço de todos os Gabriéis que encontrara. Eles já haviam procurado respostas por semanas. Ao passo em que suas pesquisas aumentavam, Cherry ia lembrando-se de algumas partes de sua infância e do período que Castiel bloqueou em sua memória. A cada flash sentia uma pontada diferente em sua cabeça, tendo que disfarçar para que Bobby não percebesse. Algumas vezes via os tais Winchesters junto com ela e a amiga, outras seu cérebro reproduzia o ronco da moto de seu pai, como se ele acabasse de estacionar no ferro velho.

- Encontrou o que procurava? – Bobby quebrou o silêncio, surgindo de trás da pilha de livros.

- Não, mas encontrei uma dor de cabeça daquelas! – pôs as mãos sobre as têmporas e apertou com força. – Que horas são? Onde está Castiel?

- São quase dez. Castiel deve estar pulando de nuvem em nuvem no céu. Quer café?

- Seria ótimo. – baixou a tela do notebook e o colocou sobre a mesa de centro. Seu gato de pelos negros apareceu saltitante pela sala e pulou em seu colo. – Pelo menos alguém aqui está feliz. – afagou o gato, fazendo alguns pelos voarem livres pelo ar. Logo Bobby voltou com uma xícara de café fumegante e lhe alcançou. – Obrigada.

- De nada menina. – voltou para sua mesa e suas pesquisas com uma xícara igual a de Cher. – Chega de trabalho por enquanto, estamos a dias nisso. – deu um gole em seu café antes de continuar. – Como está?

- Bem, eu acho. Castiel virou a minha vida de cabeça para baixo, mas ele também me salvou e sem vocês dois tudo seria pior. – tomou um gole de sua bebida quente, que desceu queimando por sua garganta e aqueceu seu corpo. – Ele pode tentar me impedir, mas eu vou lembrar. De tudo. Sei que tenho uma ligação muito forte com os Winchesters. – fez uma pausa e suspirou. – Você os conhece, Bobby?

- Mais do que eles mesmos.

- Onde eles estão?

- Sam não está em um lugar muito bom. Pulou na jaula de Lúcifer e desde então não temos notícias dele. E o Dean... Acho que voltou para o Kansas.

- Madison também voltou. – ela informou, distraidamente. – Abandonou a faculdade e foi cuidar dos negócios do pai que faleceu. – a loira deu um longo suspiro. – Sinto falta dela...

- Eu também, menina. – ele respondeu, e aquilo pareceu tão estranho para Cherry. Era estranho Bobby gostar tanto delas e ela não lembrar dele. Forçou a mente tentando juntar os pedaços de memória que ainda tinha. – Melhor para com isso, ou Castiel vem te pegar.

Ela riu.

- Eu decidi Bobby, vou lembrar de tudo. Talvez isso me ajude a entender o que está acontecendo. – mal teve tempo de terminar a frase quando ouviu um clic em sua cabeça, como se um botão tivesse sido ligado. Então a dor de cabeça que já sentia aumentou, como um golpe. Cherry gemeu, se encolhendo no sofá e deixou a xícara de café escorregar por seus dedos.

Em frente aos olhos de Bobby o objeto pareceu cair em câmera lenta, como se o tempo estivesse freando. Ele sabia exatamente o que estava acontecendo: o muro havia desmoronado. As imagens voltaram a acelerar quando a xícara tocou o chão, desfazendo-se em pequenos fragmentos de porcelana e espalhando café pelo carpete. Com um movimento rápido ele pulou de onde estava na direção da garota, segurou seus ombros e tentou fazê-la encara-lo.

- Ei, Cherry, olha pra mim! Volte menina... – ele deu dois leves tapas em sua bochecha e segurou seu rosto com as mãos. – Castiel, seu desgraçado, precisamos de você.

Dentro da cabeça de Cherry passava a reprise de um filme conhecido. Sentia seu corpo queimar ao passo que as memórias iam voltando. Assistiu a si mesma e a melhor amiga invadirem um casa antiga e sombria, onde uma tragédia havia acontecido. O calor e medo que sentiu naquela noite haviam voltado, encolheu-se mais ainda no sofá e cobriu os olhos com a mão. Ela gritava, porém não conseguia ouvir a própria voz, nem ver Bobby em sua frente, tentando acalma-la.

- Vamos, garota, aguente firme! – Bobby passou a mão na testa dela, afastando os cabelos e o suor que já escorria. Ela respirava ofegante, havia parado de gritar, mas ainda não tinha tirado as mãos da frente do rosto, onde as pressionava com força.

As lembranças a inundavam como um oceano de imagens e rostos distorcidos. Sentia tudo girar, como se estivesse em um looping de tempo, caindo rápido. Sua mente focou em uma cena, e ali ficou parada pelo que pareceram horas, mas na verdade foram só alguns minutos: ela, Madison, Sam e Dean estavam sentados à mesa, jantando. Riam, conversavam e bebiam como se fossem íntimos. A cena estava no mudo, Cherry não ouvia mais som nenhum, apenas a voz de Bobby abafada, como se ele estivesse longe. As imaginas voavam aleatórias pela mente da loira, o que dificultou para ela ligar os pontos. Sentia um amor fraterno muito grande pelos dois homens que via, e isso ela não podia negar. De repente a cena mudou: seu pai, com ela pequena nos braços, a embalando, sorria maravilhado com a criaturinha em seus braços. “Você, vai ser uma grande caçadora, igual o papai, e usará seu dom para o bem, como sua mãe. E esses seus olhos verdes serão a estrada para a ruína de todo o mal.”, sua avó a pegou dos braços dele e a imagem acelerou, parando somente na festa em que conhecera os irmãos Winchesters.

- Eu disse para ela não arranhar! – Castiel aparecera atrás de Bobby, empurrando o velho para o lado e tocando a testa de Cher com dois dedos. – Ela está perdida. – concluiu.

- Se você tivesse demorado menos talvez ela ainda estivesse aqui.

 - Eu tenho coisas para fazer, não posso ficar de babá o tempo todo. – O anjo urrou.

Cher não gritava, seu corpo todo havia relaxado e ela estava perdida em alguma memória. Não via mais a casa ao seu redor, não sentiu quando Castiel a pegou no colo e levou para o quarto, onde depositou seu corpo delicadamente sobre a cama. A música dentro de sua cabeça tocava alto enquanto ela bebia whisky com Maddie na festa de Halloween da faculdade. Tinha a vaga impressão de que estava sendo observada, mas ignorou.

Lá embaixo Bobby e Castiel caminhavam de um lado pro outro, jogando a culpa um sobre o outro e não faziam ideia de como trazer a loira de volta. Não faziam ideia do que se passava em sua mente.

- Você deveria ter prestado atenção nela!

- E o que você acha que eu fiz, idiota?! Mas eu não sou você, não leio pensamentos! Você deveria ter ficado. À propósito por onde você andou?

Um rosnava ferozmente para o outro, já fazia duas horas que Cher não acordava. Castiel hesitou em responder a pergunta de Bobby.

- Resolvendo assuntos no céu.

- E porque você não aproveita e não descobre o que seus amiguinhos estão tramando contra ela?

- Acha que eu não tentei? Eu estou a mais de cinco anos no rastro dela, mas não há nada! É como se a ordem fosse apenas matá-la.

Ambos ficaram em silêncio, sem se encarar. Bobby estava com as mãos apoiadas nas costas do sofá e Castiel próximo à janela, de guarda. O silêncio perdurou alguns minutos, até Castiel sumir.

- Idiota! – Bobby esbravejou baixinho, coçando sua barba.

Castiel surgiu próximo à cama de Cher, sabia que ela estava bem, estava dormindo. Mas também sabia que esse era um dos efeitos colaterais caso o muro desmoronasse: ela poderia ficar perdida dentro das próprias lembranças, revivendo tudo várias vezes. Sentia-se impotente vendo a loira dormir profundamente, sem reagir a qualquer coisa fora de sua mente. Era como se Castiel nem estivesse ali. O anjo suspirou fundo, passando a mão pela testa da jovem e afastando seu cabelo loiro e revolto. Ficou com a mão sobre a jovem por alguns minutos, fechou os olhos e se concentrou. Precisaria entrar em sua mente e trazê-la de volta.

- Vamos lá Cher, me deixa entrar. – ele pediu aos sussurros.

- Talvez devêssemos ligar para o Dean. – a voz de Bobby o trouxe de volta. Estava escorado no batente da porta. – Sabe, se ela lembrar de tudo, ela e o Dean... bem, você sabe que a ligação deles é forte.

- Bobby não dá! O Dean está finalmente vivendo a vida que sempre sonhou, eu não vou atrapalhar.

- O que quer dizer?

- Ele voltou para o Kansas atrás de Madison, e eles estão juntos agora. E aliás ligar para ele e envolve-lo nisso poderia ser perigoso para a Madison.

- Eu pensei que o garoto preferisse as loiras. – Bobby supôs, com um tom irônico.

Castiel deitou levemente a cabeça para o lado esquerdo como se tentasse entender o que o velho quis dizer com isso.

- Vamos dar um tempo a ela Cass, ela vai voltar. – O homem deu alguns passos ficando próximo da garota, abaixou-se para sussurrar em seu ouvido. – Você tem que voltar para dar comida àquele gato rabugento. – terminou a frase com um sorriso fraco, sem acreditar nas próprias palavras.  

 

Três dias depois.

 

Bobby andava de um lado para o outro na biblioteca de sua casa. Passava a mão pelo rosto nervosamente, encarava os livros abertos sobre sua mesa e os telefones que nunca tocavam. Impulsivamente passou a mão em um dos telefones e discou alguns números. Espiou pela janela enquanto esperava pela resposta do outro lado da linha. Ao ouvir o bip, deixou um recado: 

- Alô, Dean? Sei que você está fora, que está vivendo seu sonho americano, mas nós precisamos de ajuda. Sam sumiu, Castiel tá pirando e você é minha única opção. – Bobby suspirou fundo. – É com a garota, Cher. Bem, quando ouvir esse recado me retorne, ou venha o mais rápido possível para o ferro velho. Acredite, eu não ligaria se não estivesse desesperado. – ficou alguns minutos em silêncio, então desligou. Não sabia se Dean ainda usava esse número, mas era o único que tinha dado ligação.

Durante os três dias que Cher não acordou, Castiel também não apareceu, não importava o quanto Bobby chamasse, ele havia sumido. O velho já estava considerando a possibilidade de levá-la ao hospital, afinal ela já estava a 72 horas sem comida nem água, apenas dormindo. Passou a mão nervosamente pelo rosto.

- Não vou mais esperar esse anjo e muito menos Dean! – socou a mesa com força, passou a mão nas chaves do carro e se dirigiu para o andar de cima. Encontrou a garota deitada tranquilamente, exatamente como estivera nos últimos três dias, não havia mexido um fio de cabelo sequer. – Eu vou salvar você, menina. Eu prometo. – e pegando-a no colo desajeitadamente, Bobby atravessou a casa com a loira nos braços, e só parou quando chegou ao seu velho dodge charger.

* * *

- Dean? – Madison havia acordado a alguns minutos e não encontrara o loiro na cama. Conferiu o relógio sobre o criado mudo e ainda eram quatro da manhã. Passou a mão em um roupão e vestiu-o, já que estava somente de calcinha. Levantou-se e começou a andar pela casa.

Desceu os degraus devagar, ainda estava sonolenta e com a visão embaçada. Ouviu um barulho vindo da cozinha, então o seguiu.

- Dean? – o loiro estava abaixado procurando algo dentro da geladeira, a cafeteira estava ligada com café cheiroso pronto. Percebeu que Dean assustou-se com a sua chegada. – Está tudo bem amor?

Dean engoliu em seco.

- Eu estava procurando o açúcar. – deu um sorriso amarelo.

- Dentro da geladeira? – Madison bocejou, jogando-se preguiçosamente sobre uma cadeira. – Porque está vestido assim? Vai sair? – só então a morena percebeu o que estava acontecendo. Haviam duas malas no chão próximo a porta dos fundos e as chaves do Impala, que desde que chegou ali Dean não havia pegado, estavam sobre a mesa. Um arrepio percorreu seu corpo.

- Madison, eu...

- O que é tudo isso Dean? Está indo embora? Ia ir embora durante a madrugada? Diz pra mim que eu entendi errado, por favor!

Ele desviou o olhar, suspirou pesadamente antes de encará-la de novo.

- Madison eu ia ligar. – ele andou na direção dela, sentou ao seu lado e tentou pegar sua mão, mas ela puxou bruscamente a mão. – Eu preciso ir.

- Como assim “precisa ir”? Ficou louco? O que está acontecendo? – ela cruzou os braços em frente ao peito.

- Eu... Não pergunte, Maddie. Só me deixei ir, você está mais segura aqui.

- Ir pra onde? Para com isso, Dean! Eu passei cinco anos sem você pra me defender, acha a mesmo que essa desculpa vai funcionar?

Ele baixou a cabeça, rendendo-se. Arrastou sua cadeira para perto dela, deixando as pernas dela entre as suas, segurou suas pernas com as mãos.

- Bobby me ligou ontem. Ele precisa de ajuda.

Madison encarou os verdes olhos de Dean. Não podia acreditar no que estava acontecendo, não depois de tudo o que passaram.

- E você não ia me contar porque mesmo?

- É... a Cherry. Não sei o que aconteceu, mas ela está com Bobby, e está com problemas.

- Cherry? A minha melhor amiga está com problemas e você não ia me contar? Não ia me levar junto? Porque, em sã consciência, você cogitou a possibilidade de mentir pra mim sobre isso, Dean Winchester? – havia raiva pingando da voz da garota. Se pudesse socaria a cara de Dean agora mesmo. – Você é um canalha. – levantou bruscamente, ficando de costas. Lágrimas brotavam em seus olhos.

- Madison, não! Eu não ia mentir!

- Você não ia, você mentiu! – ela virou para ele, raivosa. – Se eu não tivesse acordado você teria me deixado. De novo. Tem noção da gravidade disso? Depois de tudo que nós passamos nos últimos meses...

Ele levantou e tentou puxa-la para si, mas ela o impediu, se afastando novamente.

- Por favor Madison, me deixe explicar.

- Não. Eu vou fazer as minhas malas e vou com você. E quando isso acabar você vai pegar seu carro e vai sumir novamente. Já que é isso que você quer. Já que o que nós passamos aparentemente foi pouco pra você. – ela deu as costas para ele, sumindo na escuridão do resto da casa.

Dean assistiu ela afastar em silêncio, odiava-se agora mais do que nunca. Ele ainda tentava assimilar as palavras que acabara de ouvir, tentando distinguir se ela estava realmente terminando com ele ou se havia sido um pesadelo horrível. Suspirou, cansado, pegou uma xícara de café e serviu-se, sentando à mesa novamente. Não sabia o que estava acontecendo com Cherry, havia estragado tudo com Madison, e por pouco, muito pouco, não tinha ouvido o recado de Bobby. Pensou muitas vezes antes de pegar o celular na gaveta, assim que ele parou de tocar. Se ele tivesse ignorado, talvez não teria brigado com Madison, mas talvez fosse o fim para Cherry. Porque tinha que se sacrificar tanto pelos outros? Jamais se perdoaria por chegar tarde e acontecer algo com Cher. Mas e agora, como consertar as coisas com Madison? Dean ficou ali, parado, com o olhar perdido, pensando em tudo, bebendo seu café. Logo ouviu Madison descer as escadas, trancar a porta da frente e se dirigir para a cozinha.

- E então, vamos? – seu olhar era frio e indiferente sobre Dean. Tentou encobrir o vermelho de seu rosto com pó e disfarçar os olhos inchados com rímel e base. Pôs ainda o óculos. Usava uma calça jeans preta, um coturno de cadarços também preto, uma blusa branca de alcinhas e uma jaqueta de couro por cima. Havia chorado todo o tempo enquanto se arrumava e fazia as malas, mas não ia chorar na frente de Dean.

O loiro se levantou, pegou suas malas e ambos saíram pela porta dos fundos. Na garagem o velho Impala estava coberto com uma capa branca. Arrumaram as coisas, entraram no carro e Dean acelerou para fora da garagem, e então para a autoestrada. No caminho Madison ligou para Amy e pediu para que tomasse conta do bar pelos próximos dias. E então silenciou, olhava pela janela as árvores passando rápido, o dia já estava quase nascendo. Dean não desviava o olhar da estrada, queria falar alguma coisa, mas não sabia por onde começar. Ligou o rádio e aumentou um pouco o volume, tocava I cant fight this feeling, levou a mão ao rádio para trocar, mas Madison segurou sua mão.

- Deixa, eu gosto de REO. – sentir a mão de Dean na sua fazia seu corpo seu arrepiar por inteiro. – Dean, eu... – deixou a frase morrer em seus lábios.

- Fala. – Dean desviou o olhar da estada por alguns instantes para encara-la. Dois olhos azuis molhados o encararam de volta.

- Eu não quero que fale para Cher sobre eu e você. Okay?

Dean cerrou os dentes e apertou o volante com força, sem que a morena ao seu lado percebesse.

- Okay. – ele respondeu seco, sem desviar o olhar da estrada. 


Notas Finais


E AIIII? Sou uma heartbreaker né? Dean como sempre ferrando com tudo. Mas enfim o proximo capítulo é o que vocês tanto pediam! O encontro dos 4 (sem o Sam, por enquanto), então não percam!
A porra ficou seríssima, como podem ver Cherry tomando no olho de seu orifício anal novamente! Eita menina que se fode heim! E o Cass anda meio estranho... Enfim, aguardem os proximos caps! hahah Quero comentários!

XOXO <3


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