História Longe demais - ADAPTAÇÃO- - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa
Tags Clexa
Exibições 130
Palavras 2.860
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Surpresaaaaa! rs
Cheguei mais cedo e corri pra postar cap novo.
Acho que vale a pena alertar que a fic ta terminando, mais uns 4 capitulos e acabou. Vão se preparando... rs
E por falar nisso já estou planejando uma adaptação pra quando essa terminar, ainda não tenho certeza qual vou fazer, estou em duvida entre 2 livros. Alguma sugestão?
Mais tarde volto com mais um cap como tinha prometido antes de viajar.

Capítulo 13 - 13


Estacionamos na delegacia/tribunal/prefeitura e ela desligou o motor, mas não saiu do carro. Nem eu.

— Já é quinta feira às 6h01 da manhã? — eu estava com meu relógio, mas estava mais interessada na hora que ela tinha.

Lexa olhou seu relógio.

— São 6h05.

— Perdemos?

Ela riu.

— Então onde nós... — olhei em volta, depois olhei para ela. — Você não quer fazer isso, quer?

Ela me olhou com seus olhos verdes. Não era um olhar de amor. Também não era o olhar duro e raivoso. Droga, eu não conseguia interpretar aquele olhar.

Eu sabia que era melhor não me envolver muito, pois era mais fácil ver o que estava acontecendo com um pouco de distanciamento. Eu sabia disso, mas me envolvi demais. Não deveria ter lhe contado o que aconteceu há quatro anos. Ela pensava que eu estava doente. Sabia que eu era má. Agora eu acabaria me machucando.

— Você estava sozinha no turno da noite com uma garota e estava entediada — respirei.

— Por que eu levaria você a sério? — Lexa protestou. — Você me disse que não planeja. Pensei que você estava entediada. Além do mais, você terá problemas se não aparecer para trabalhar no restaurante agora.

Ela tinha razão. Eu não tinha pensado no restaurante. Esse é o problema de não planejar. Você se mete em encrenca sempre.

— Certo — inclinei-me e peguei meu caderno no chão. — Pode abrir o porta-malas? — nem bati a porta. Consegui fechá-la educadamente.

Quando ela não o abriu, bati de leve no carro. O porta-malas abriu. Retirei meu capacete, fechei o porta-malas suavemente e coloquei o caderno dentro da bolsa em minha moto.

Lexa abriu a janela e me chamou.

— Você sabe que não estará livre até entregar sua proposta de projeto ao promotor e dizer-lhe o que aprendeu.

— Já lhe enviei por e-mail ontem — subi em minha moto.

Ela colocou a cabeça para fora da janela.

— Não vai me dar uma dica sobre do que se trata a proposta?

— Sim, Lexa. Isso é o que aprendi ao perder minhas férias de primavera com a polícia: aprendi que você é uma maldita idiota — dei partida no motor para não escutar nada do que ela dissesse, depois coloquei meu capacete.

Por um momento, pensei em tirá-lo, pendurá-lo na moto e cair fora, mas isso faria com que Lexa me seguisse. Eu não queria que ela viesse atrás de mim. Repito: eu não queria que ela viesse atrás de mim. Além do mais, eu não tinha condições de receber outra multa. Ajeitei meu capacete e depois fui embora, sem olhar para trás. Como se eu tivesse rido por último. Mas a última risada foi definitivamente dela. Lexa conseguiu o que queria: ensinou uma lição à garota morta.

Pareceu o turno mais longo de minha carreira naquele restaurante de quinta categoria. Alguns dias eu quase gostava de trabalhar no Cafextra! Cafextra! Cozinhar, inventar novas receitas. Observar os clientes mais pitorescos: os caçadores e pescadores se gabando, ou os amantes que usavam o restaurante como ponto de partida para seus encontros; se pudessem escolher, eles sempre ficavam na mesa da Princesa Diana, como se ela desse uma boa fama à traição. Hoje eu não estava gostando do trabalho. Estraguei alguns pedidos e queimei meu dedo na chapa. Não conseguia me concentrar no trabalho com os últimos cinco dias passando por minha cabeça sem parar, como o dia em que gritei com Lexa fora do carro na ponte; ou quando o toquei em seu apartamento; ou quando a beijei em seu carro; ou quando a observei caminhar calmamente em direção à sua morte iminente na loja de conveniência, enquanto eu ficava esperando, como sua mulher preocupada, preparando um bolo de frutas para ela em minha mente. Senti com Lexa uma conexão maior do que jamais havia sentido com qualquer pessoa em minha vida. Será possível que eu imaginei essa vibração? Talvez. Decidi, enquanto limpava uma mesa cuidadosamente e virava os bustos de Elvis em direção à parede.

O promotor havia aceitado minha proposta idiota para desencorajar outros adolescentes perdidos a seguir meus passos. Na verdade, a prefeitura instituiria minha proposta hoje. De repente me transformei em uma cidadã exemplar. Imagine só. Lexa adoraria meu projeto. Ou o odiaria. E a mim. Não que agora eu me importasse.

Desliguei o computador e voltei para o restaurante para trabalhar alguns minutos mais limpando os pés das mesas ou outra coisa que os funcionários pagos não se preocupavam em fazer e  claro  pensar um pouco mais em Lexa. Você acredita que um cliente teve a audácia de entrar naquele momento? Não pude ver seu rosto por causa do feixe de luz do sol ofuscante atrás dele, mas pude perceber, pela forma como caminhava, que era um adolescente. Peguei um cardápio e levei até ele. Queria poder dizer a esse garoto para ir ao McDonald's, porque adolescentes não davam gorjeta, mas ele poderia causar um tumulto que chegaria aos ouvidos dos meus pais. Eu sabia disso por experiência própria. Quando fiquei de frente para a pessoa, onde sua cabeça e ombros bloqueavam o sol, congelei. Era Lexa. O sol atrás dela fez as pontas de seus cabelos brilharem como uma auréola. Nunca a vi tão linda. Quero dizer, a policial Woods era rigida. Lexa Woods, a corredora, era gostosa. Mas essa garota vestia calças jeans justas e uma camiseta desbotada apertada. Era uma camiseta da marca Incubus, aquela com um coração dentro de uma granada. Seu cabelo estava cheio de pequenas tranças e a fazia parecer tão jovem. Exatamente como uma garota deve ser, Olhei em volta, procurando Corey. Ele poderia servir Lexa em vez de mim, mas deve ter ido ao banheiro. Olhei para o estacionamento através das janelas da frente, caso Octavia estivesse chegando. Normalmente ela chegava 15 minutos antes para seu turno, o que era um milagre, considerando o salário que meus pais pagavam aos funcionários. Mas hoje não tive essa sorte. Lexa passou por mim e sentou-se em nossa mesa, a mesa de Elvis. Caminhei até ela e parei em frente à mesa, segurando o cardápio de forma estranha. Eu estava completamente muda. Para variar.

 — Não preciso de um cardápio — ela disse.

Eu deveria ficar surpresa por vê-la. E definitivamente não deveria ficar eufórica. Deveria estar com raiva dela por me dar um fora hoje de manhã. Tentei fingir que estava com raiva.

— O que você quer?

— O Especial Clarke. — Ela me paralisou com os olhos verdes e sonolentos, me olhando de cima até em baixo. Isso realmente me deixou com raiva.

— Não temos mais essa opção.

— Então por que ainda estão anunciando?

Para esse tipo de joguinho são necessárias duas pessoas. Deslizei o cardápio na frente dela e coloquei as duas mãos na mesa. Inclinando-me para frente, para que ela pudesse ver meu decote, eu disse baixinho:

— Cometi um crime. Já paguei por isso. Você não tem nada contra mim, policial.

Estava me erguendo quando ela cobriu minha mão com suas mãos e fez um gesto com os olhos para o assento ao seu lado

— Sente-se.

O que ela me havia dito no Martini's passou por minha cabeça: O melhor é estar mais alto do que os suspeitos, para poder falar com eles olhando de cima. Nesse momento, eu estava mais alta do que ela. Se eu me sentasse, ela ficaria mais alta. Lexa levantou as sobrancelhas e sorriu, mostrando as duas covinhas. Sentei-me. Apertou minha mão e se aproximou. Senti o calor de seu corpo e a essência de seu perfume.

— Quero te mostrar uma coisa — ela disse

— Obrigada, mas você já me mostrou coisas demais — tentei me afastar.

Ela me conteve colocando a mão sobre a minha.

— Não é nada disso. É uma coisa diferente. Uma coisa boa.

Então Lexa finalmente queria me mostrar uma coisa boa? Passei meus olhos de seu pescoço até a camiseta que cobria seus seios pequenos. Eu podia pensar em vários lugares que serviriam.

— Tipo o quê?

— A praia.

Lutando contra a vontade repentina de chorar, retirei minha mão debaixo da sua e me recostei no assento. Apontei para ela, assim como havia apontado para mim com sua caneta na viatura uma noite.

— Não me provoque.

— Mas Miami é muito longe. Tenho que trabalhar amanhã à noite. Espero que você se contente com Redneck Riviera.

Claro que eu me contentaria com o cabo da Flórida. Com Lexa. E claro que ela não poderia estar falando sério. E de qualquer forma, eu não poderia ir.

— Tenho que estar de volta antes de você, porque meu turno começa às 6 horas amanhã. E não me diga que esqueceu o restaurante. Você foi legal o suficiente para me lembrar dele esta manhã.

— Não, não esqueci. Acredito que levaremos cinco horas para dirigir até lá...

— Três, se você me deixar dirigir.

Lexa limpou a garganta e me olhou, carrancuda.

— Eu vou levar cinco horas para ir até lá e cinco horas para voltar. Com isso você terá seis horas de férias de primavera.

Comecei a acreditar que ela estava falando sério.

— E quando vou dormir? Preciso dormir antes de trabalhar amanhã.

— Pode dormir em minha caminhonete na viagem de ida e na viagem de volta.

— E quando você vai dormir?

— Dormi durante as últimas sete horas e vou dormir novamente quando você estiver trabalhando amanhã de manhã — ela se inclinou no banco e bateu os dedos sobre o cardápio. — Próximo ponto.

Eu não dormia desde ontem, logo depois de minha corrida e minha conversa com Raven sobre a possibilidade de ela se tornar uma vadia. E logo antes de eu mesma quase dar uma de vadia com Finn novamente. Parece que isso foi há quase um ano, mas nada no restaurante havia mudado. A mesma luz do sol da tarde passava pelas janelas da frente. As mesmas mesas de segunda mão, os mesmos saleiros cafonas. A única coisa notável era Lexa, ainda linda de morrer, porém com roupas de adolescente. Policial Woods, transformada em namorada.

— Por que a repentina mudança de opinião? — perguntei.

Ela segurou minha mão novamente e sussurrou:

— Não mudei de opinião.

— Você quer dizer que esta manhã já pretendia me convidar para ir à praia?

Ela balançou a cabeça.

Puxei minha mão e bati em seu braço.

— Então por que agiu como se me odiasse?

Ela sorriu.

— Você disse que não gosta de planejar. Eu não queria que me deixasse plantada esperando.

— Quer dizer que estava me manipulando?

Lexa tocou meus lábios com o dedo.

— Só diga que sim.

Me perdi em seus olhos verdes.

— Sim.

Octavia chegou naquele momento. Pedi-lhe que servisse a Lexa bife e ovos com verduras cozidas ao vapor enquanto eu corria para casa e tomava o banho mais rápido de minha carreira no restaurante de quinta categoria.

Peguei um par de calças jeans limpas e a camiseta mais curta que eu tinha, o que significava muito, pois eu tinha alguns admiráveis exemplares. De meu ponto de vista, a ocasião pedia decote e até umbigo à mostra. Parei por um segundo em frente ao espelho e desejei pela milésima vez esta semana que meu cabelo não fosse rosa, mas eu já estava saindo.

 

 

— Sei o que você está pensando, e quero que planeje pelo menos uma vez na vida — Lexa disse, por sobre o ruído das ondas. — Vai ser uma longa viagem de volta em uma roupa de banho molhada.

Estranho ela saber que eu pretendia mergulhar meu corpo inteiro na água, com roupa e tudo. A fria noite em casa se transformou no dia mais quente do ano até agora. A Flórida estava ainda mais quente e, apesar de o oceano ainda estar frio, eu queria aproveitá-lo o máximo possível, pelo curto tempo em que ele seria meu. Mas a danada da Lexa estava certa, para variar.

— Não fique pensando em minha roupa de banho — eu disse.

Na verdade, eu estava adorando que ela pensasse. Minha expressão deve ter me entregado, porque ela segurou minha mão. Caminhamos juntas pelas ondas, com as calças enroladas até os joelhos.

Logo que chegamos aqui, há meia hora, o sol ainda estava brilhando sobre o oceano azul-escuro. Eu já tinha ouvido dizer que a Costa do Golfo tinha as praias mais brancas do mundo, mas não esperava que fossem tão brancas. Não eram brancas como papel, mas da cor das mãos de Lexa. Agora a praia estava pintada de rosa, as nuvens e o oceano brilhavam um rosa neon e um enorme sol laranja submergia no céu violeta. Toda vez que eu olhava para Lexa, esperava olhar de novo para o pôr do sol e descobrir que tinha sido uma invenção de minha imaginação. Obviamente, toda vez que eu olhava para o pôr do sol, esperava olhar para Lexa e perceber que ela tinha desaparecido.

Ela balançava minha mão enquanto caminhávamos pelas águas do mar.

— E tão lindo que eu nem sei como começaria a desenhá-lo.

— Você desenhou a montanha Matterhorn, Lexa. Tenho certeza de que conseguiria desenhar o pôr do sol da Flórida.

— Este é especial. Seria difícil transmitir o quão chocante e provocante ele é... — ela me olhou. — E, ainda assim, tão bonito.

Sorri para ela, escolhendo ignorar a parte do chocante e escutando a parte do bonito.

— Além do mais, onde você colocaria os elefantes com chapéu?

— Acho que desenho essas coisas porque não estou tão confiante em minha arte. As outras pessoas pensarão duas vezes em me julgar se eu já tiver feito elefantes com chapéu para julgar o próprio desenho.

— Sabe o que pode resolver esse problema?

A luz diminui ao ponto em que eu não conseguia decifrar seus olhos. Eu estava feliz.

— Faculdade de arte? — Ela perguntou, sem rodeios.

— Não. Desenhar apenas a ponte, repetidamente. Não existem criaturas críticas em seu desenho da ponte da ferrovia.

Continuamos caminhando em silêncio sob o rugido do oceano. Esperei que ela se vingasse.

E veio:

— Tem uma coisa que está me incomodando desde que descobri que você teve leucemia. Seus pais te apoiaram durante todo o processo. Você não sente como se devesse algo a eles?

— Eles são meus pais. O que mais poderiam fazer? Deixar-me morrer na rua?

Estranhamente, ainda estávamos de mãos dadas enquanto lançávamos farpas uma a outra, mas e Lexa tinha parado de balançar minha mão alegremente.

— Claro que eu devo muito a eles — eu disse. — O seguro não cobriu tudo, por isso eles me fazem trabalhar no restaurante de graça. Meu pai diz que eu ainda estou pagando pelo metotrexato e daunomicina.

Eu podia sentir Lexa balançando a cabeça sobre mim, como se eu não estivesse entendendo.

— Você precisou deles, e eles te ajudaram. Agora eles precisam de você. Não quer ficar e ajudá-los? Não se sente grata?

— Me sinto grata. Grata o suficiente para enviar-lhes um cartão. Grata o suficiente para ter uma carreira e deixá-los orgulhosos de mim. Grata o suficiente para ter filhos algum dia e trazê-los para visitá-los no Natal. Mas não grata o suficiente para passar o resto de minha vida com eles, administrando seu restaurantezinho de quinta categoria no meio do nada.

Queria que ela não tivesse começado esse assunto. Ou que eu não tivesse começado. Tínhamos de mudar de assunto e não falar mais disso pelo resto da noite, ou nunca transaríamos, Ela deve ter tido a mesma ideia, pois soltou minha não, me deu um beliscão na bunda e saiu correndo pela água que já estava na altura dos joelhos. Corri atrás dela. Brincamos de dar beliscões sob a luz que se esvaía, o que se transformou em uma corrida de 90 metros para cima e para baixo na praia cinzenta. Lexa ganhou todas as vezes, portanto, transformei a brincadeira em um jogo de futebol americano com uma toalha enrolada. O que jogávamos não importava, contanto que suas mãos agarrassem minha cintura a cada minuto, reavivando o fogo. Me senti como se nunca tivesse tido uma doença terminal.

Em algum momento ficamos com fome e caminhamos pela estrada até uma barraca que vendia frutos do mar fritos. Este lugar fazia o Cafextra! Cafextra! Parecer um restaurante fino, mas, quando levamos as caixas de volta para a praia iluminada pela luz da lua e armamos nosso piquenique sobre nossas toalhas, fiz uma descoberta surpreendente: os camarões eram frescos. Alguém os havia pescado na costa naquela mesma tarde. Os camarões que servíamos no Cafextra! Cafextra! estavam congelados há sabe se lá quantas décadas. Na verdade, eu provavelmente nunca tinha comido camarões frescos na vida, mas os reconheci quando os provei. Comecei a suspeitar de que esta noite estava boa demais para ser verdade. Eu sabia que estava boa demais para ser verdade quando ficou ainda melhor. Lexa pegou seu telefone e ligou para Will.

— Vou ficar aqui por apenas algumas horas e quero que a minha menina se divirta enquanto estivermos aqui — ela gritou, por sobre o barulho das ondas. — Onde é a festa?

Ela conseguiu me prender. Eu adorava festas.

Riu ao telefone.

— Não, a minha menina por acaso não tem cabelo rosa. Seus cabelos são fucsia.

— Violeta — murmurei.

Lexa colocou a mão em minha cabeça e passou os dedos pelas mechas lilás na parte de trás. Acariciou-me sem pensar enquanto terminava de falar ao telefone, como se deixar meu sangue fervendo fosse a coisa mais natural do Mundo.

 


Notas Finais


Awn essa fofura... rs <3<3<3<3<3<3
E ai??? Gostaram?


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