História Look For Me - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Suga, V
Tags Bts, Fluffy, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Kookpianista, Lemon, Meiodrama, Taehyung, Yaoi, Yoonseok
Visualizações 26
Palavras 2.862
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então... Meu Deus!! Essa é a minha primeira fanfic, então por favor, não sejam muito duros comigo, certo?
Primeiramente eu queria agradecer você, Beth, que deve estar lendo isso agorinha mesmo (@0Min_SeokLiz), você me apoiou bastante, e mesmo nas minhas crises de ''posto ou não'', você me botou no lugar e disse que ia dar tudo certo.
Também quero agradecer a Guta (@pinkmilk), gente, eu admiro muito ela. Obrigada, mana. Sem falar nessa linda capa que o @BusanCity fez, linda de bonita!

Sobre a fanfic, eu realmente espero que gostem, e me desculpem qualquer erro.

Boa leitura. (Eu sempre quis digitar isso!!! hahaha)

Capítulo 1 - Mozart.


Fanfic / Fanfiction Look For Me - Capítulo 1 - Mozart.

Sua atenção era voltada para as teclas e seu pé pisava um dos pedais, para que assim as notas se prolongassem. Estranhamente, seus olhos não acompanhavam seus dedos, ele apenas olhava fixamente para o piano em sua frente, enquanto isso, suas mãos faziam movimentos leves e a ponta de seus dedos tocavam delicadamente as teclas, provocando assim sons melodiosos. Ele fazia movimentos rápidos com as mãos e era difícil acompanhar as duas, então eu apenas me concentrava em sua face, em suas expressões para ser mais especifico. Era difícil não se derreter olhando para seu rosto, ele, de alguma forma, expressava o seu amor pela música daquele jeito, tocando como se sua vida dependesse daquilo, eu podia sentir sua dor nas notas baixas, podia sentir a alegria e emoção nas notas altas, ele me fazia sentir isso. Ele provavelmente tocava essa melodia há um bom tempo, já que não havia nenhuma partitura em sua frente, e mesmo assim, não se equivocava em nenhuma nota, pelo menos era isso que eu acreditava, nunca fiz aulas de piano, mas pelo pouco que escutava, ele estava indo bem, muito bem. 

          Acho que nunca vi, ou até ouvi, alguém tão lindo tocando piano. Lá estava ele, tocando Mozart, e ficava tão bem daquele jeito. Com aquela farda escolar, o suor escorrendo pela sua testa, em sinal que estava sentado tocando há um tempo. Provavelmente seus dedos doeriam depois de terminar sua apresentação, com todo aquele esforço, com certeza suas mãos ficariam doloridas. Ou quem sabe ele já estivesse acostumado com dores como aquela. Eu me encontrava como um idiota, olhando para ele do lado de fora da escola de música, babando praticamente. Então ele finaliza, seus olhos se fecham e sua cabeça é jogada para trás, seus dedos ainda se encontram em cima das teclas e seu pé ainda está pisando o pedal, depois de deixar suas mãos escorregarem do piano, assim indo ao encontro de seus joelhos, o som de palmas pôde ser ouvido, provavelmente os outros alunos que observavam, tão ou até mais admirados quanto eu.

          Foi então que notei. Ele terminou de tocar. Eu nunca fiquei para o ver terminar de tocar. Olhei para meu relógio e percebi. Cinco minutos atrasado para o trabalho.

          — Merda. Saco... — Corri, empurrei e joguei todos que estavam em minha frente. Perfeito, chegaria mais uma vez atrasado, tudo por culpa dele, e um pouquinho minha também, mas mesmo assim, era mais culpa dele do que minha. O pior é que eu não posso olhar para meu chefe e falar "eu me atrasei por estar olhando para um cara gato tocando piano", isso com certeza iria custar meu emprego.


          Todos os dias, depois de voltar da faculdade e ir para casa, e assim me trocar para o trabalho, eu passava por lá, aquela escola, que eu tanto almejava poder ser um aluno, e apreciava os seus últimos cinco minutos de apresentação, não até o final, claro, eu tinha que sair correndo antes dele acabar, para assim chegar na hora. Mas hoje, infelizmente, não percebi o quanto estava focado no tal garoto e acabei por perder o sentido de tempo. Chegando ao restaurante pude ver meu chefe na porta de entrada para a cozinha, provavelmente me esperando. Fodeu.

          — Olha, senhor Kim, eu não fiz de propósito e peço desculpas... — Tentava de alguma forma salvar meu emprego, eu não podia ser mandando embora, não de novo. — Eu juro que é a última vez, dessa vez eu juro de verdade, não que das outras vezes tenha sido de mentira... É só que dessa vez.

          — Calado! Banheiro, agora! — Conseguia ver as veias de sua testa se ressaltarem de raiva, então eu apenas abaixei a cabeça e escutei tudo calado — Vai limpar o banheiro masculino, depois vai lavar o louça e ainda vai ficar até tarde ajudando a limpar tudo!

          — Mas eu... — Fiquei por alguns segundos em silêncio ao o ver abrir mais os olhos, esperando uma resposta plausível por eu ter o desafiado. — Eu tenho que buscar minha irmã depois do trabalho e... — Sua cabeça tombou para o lado, de um jeito totalmente assustador, fazendo assim com que eu engula em seco e me cale.

          — Vai ficar e ponto, vai ser por todas as vezes que chegou atrasado. — Se virou e foi em direção à recepção. — Pode começar, senhor Park.

­∞

          — Desculpe, mãe, eu não posso sair e fazer isso. Por favor, vá buscar ela, hm? — Que eu  queria obedecer mamãe e mandar o senhor Kim se fuder, era mais que obvio, mas não posso.

          Seria fácil convencer uma mãe a ir buscar sua filha na escola, mas esse papo não funciona com mamãe já que, praticamente estou à meia hora implorando para que ela fosse buscar Min Ho. Tão dramática.  

          — Jimin, eu não posso fazer isso, hoje é o último episódio do meu dorama, o HanEul vai descobrir que a Jiyeon está traindo ele e vai ficar com a JangMi, sabe o quanto eu esperei isso?

          — Ele finalmente vai deixar aquela vaca? Meu Deus, ele merecia coisa melhor mesmo, ela não tinha nada, era sem sal. — Dizer isso em um banheiro masculino não era o mais inteligente a se fazer, não quando tem um homem ao seu lado fazendo suas necessidades. — É um dorama, minha mãe está me contando sobre um dorama. Não pense que, quer saber? Nada, volta a fazer seu xixizinho aí — Voltei minha atenção ao vaso sanitário que estava em minha frente. Seria um dia longo, com toda certeza.

          — Jimin? Bom, eu não vou mesmo.

          — Vai ir buscar MinHo na escolinha sim, eu tenho certeza que esse dorama já deve estar na internet, quando der eu procuro, hm? Vou terminar de limpar esse banheiro que mais parece de porcos que de homens

         — Fala como se não fosse um, e hoje será uma exceção. Não chegue tarde, mamãe te ama. — Ela fez aquela voz fininha, provavelmente tentava fazer aegyo, coisa que não ia com ela.

          — Não faça isso, parece que está fazendo força pra bosta sair. — Ri com minha fala e antes que ela reclamasse desliguei.



          — Terminamos, obrigada pela ajuda, Jimin-ssi. — Ela sorria de uma forma fofa, sempre gentil. Claro que eu não disse que fiquei apenas por ser um castigo, ninguém precisava saber disso, certo? — Sem você, com certeza eu ficaria até tarde limpando.

          — Tudo bem, eu ajudei em algo, isso é bom. Agora eu preciso mesmo ir, até amanhã, Shin noona. — Me curvei e fui ao banheiro dos funcionários para me trocar.

          Acho que estar com três agasalhos, uma touca, um cachecol e usando luvas fazia com que me veja... Hm,qual seria a palavra?

           — Gordo, você parece uma bola, daquelas redondas.

          — Até porque bolas são quadradas, certo? — Dei um tapa em sua a nuca e recebi outro no peito. — Não seja bruto, Yoongi! Eu não bati tão forte.

         — Cadê a educação, Jimin? Eu sou seu hyung, tem que me chamar de hyung. — Ele gesticulava com as mãos. Nunca entendi ele querer se gabar por ser mais velho que eu, isso era até ruim, afinal, ele era velho e eu era alguns anos mais novo.

          — Tá, cala sua boca. ­— Vi ele olhar em minha direção, então sua mão se levantou, com certeza era pra me bater. — Hyung, pode calar sua boca? Por favor?

          — Só porque quero, não é porque você está mandando. Por que ficou até tarde, eu fiquei te esperando aqui fora há horas, estou quase congelando. — Esfregou suas mãos, uma contra outra, tentando esquenta-las.

          — Você não disse que ia calar a boca? — Falei em um tom baixo, não queria perder minha carona, muito menos voltar para casa com um olho roxo.

          — Uh? O que disse? — Me lançou um olhar confuso.

          — Quer dizer, eu acabei chegando atrasado e como essa já é a terceira vez, aquele maldito do senhor Kim me pediu para ficar até mais tarde limpando, ele me fez até limpar aquele banheiro masculino! Você acredita, hyung? Nesse frio, meus dedos quase caíram de tão gelada que a água estava, nem se fale daquele cheiro.  — Coloquei a mão direita em meu peito, acho que drama é coisa de família.

          — Coitado do meu bebê, vem cá. — Ele abriu os braços, fazendo com que eu estranhe sua ação, Min Yoongi não é assim de carinhoso.

          — Tá, isso tá estranho. Bebeu? Não pode ficar pegando vinho do restaurante assim, é errado, hyung.

          — Eu só queria ajudar, seu idiota. Vamos pra casa.

          — E o Hoseok hyung? Vamos pra casa dele, esqueceu?

          — Não vamos mais. Ele e eu brigamos e foi feio. Você não pode falar mais com ele. Não até voltarmos.

          Agora tudo estava claro, sempre que meu casal shipp oficial brigava, Yoongi buscava carinho de alguém, normalmente eu. Já Hoseok, bom, ele chorava e eu não duvidaria que ele estivesse chorando litros agora mesmo.

          — Vem cá. – O abracei de lado, ainda com medo, apoiei minha testa em seu ombro e esperei ele reagir. — Sinto muito.

       — Para de ser meloso, credo, depois eu sou o estranho. — Ele reclamou, mas logo seu corpo relaxou e permitiu que o abraço continuasse. — Você é o melhor amigo que alguém pode ter. Obrigado.

          — Que gay, Yoongi. — Eu soltei uma risada baixa.

          — Jimin, você é um idiota, cortou o clima legalzinho! Agora me solta e vamos pra sua casa assistir uns pornôs e depois dormir. — Claro que seu pornô se resumia a conversar sobre doramas com mamãe enquanto comiam bolo e xingavam Jiyeon de vadia por ela ter traído Haneul com outro.

          — Aham. – Entrei em seu carro e liguei o rádio, fui mudando de emissora até encontrar algo que fosse bom.

          — Aí! Deixa nessa! — Pediu animado ou ouvir Body do Mino — Talkin’ about your dari — Começávamos a cantar a música em um tom alto. — Isso! Aumenta o volume, esse povo vai escutar o que é música de verdade.
 
          — Talkin’ about your lips... Talkin’ about your. Meoributeo balkkeutkkaji. — Cantava em um tom desesperado enquanto aumentava o volume até chegar ao máximo — Vai, é agora hyung!

          — Geuriwo neoui mom. — Quem visse de fora, no caso escutasse, diria que estávamos bêbados, era um gritando mais que o outro —  Ganjireoun sumsori. — Ele me olhou por alguns segundos, já que não podia tirar a atenção do caminho, e sorriu. — Saenggakna eoryeompusi... I can’t feel you.

          — Hyung! ­— gritei para chamar sua atenção. — Os melhores amigos do mundo? — Lembrei-me de nossa promessa quando pequenos.

          — Depois sou eu o gay. — Soltou uma risada gostosa e me olhou de volta. — Os melhores amigos do mundo!

          O caminho para casa foi assim. Ouvimos algumas senhoras gritarem pelo som alto, ou até alguns estudantes cantando junto. Mas o pior foi quando chegamos em casa. Lá estava ela, com aquela saia longa, cabelos soltos e na face uma expressão de felicidade, que infelizmente não por ver seu filho amado, mas sim por ver o meu amigo. Não levem a mal, ela não o via como homem, não assim. Apenas... Gostava de conversar com ele, mas como bom filho – E nada ciumento.  Aham. ­– que sou, eu não gostava muito dessa proximidade, poxa, ela era minha mãe. Tinha que me dar atenção. Okay, vamos apenas cortar esse ataque de carência que tive.

          — Noona! Você viu o dorama hoje? Ele deixou aquela vaca. — Ele tentava contar o último capítulo do maldito dorama.

         — Não, não pude ver, o chato do Jimin não me deixou, ele ficou até tarde namorando lá no serviço e me mandou buscar a irmã dele, acredita?

          — Bom, aquela vaca foi pega dando uns pegas no irmão do HanEul.  

          — Finalmente ele deixou aquela vad... — Se calou ao ver que MinHo a observava, esperando para saber qual seria a nova palavra que aprenderia.

          —Omma! Min está aqui! — Me sentei ao lado da menor, que tentava fazer sua casinha com alguns lençóis. — Esse é seu bebê? — Peguei a boneca que estava em suas mãos e a segurei. — Ela chora muito, credo. Faça ela se calar, MinHo! — Cobri a boneca com um monte de camas. — Agora ela ficou quieta, viu?

          — Não seja assim, hyung! Ela é bebê, ainda não entende. — Pegou a boneca e colocou a mamadeira de brinquedo em sua boca. — Era assim que mamãe fazia com que eu fique quieta?

          — Primeiro, já não ficamos que é oppa? Hyung é de meninos. Segundo, era exatamente assim que ela fazia com você. — Ri ao lembrar das tentativas falhas que mamãe usava para fazer Min calar a boca quando bebê.

          — Mas eu gosto de hyung, é melhor que oppa. Eu quero ser menino, eles parecem ser mais legais que meninas. — Ela se levantou, animada. — E eles não tem que usar essas saias feias, nem vestidos, muito menos ficar se penteando...

          — Lembre, meninos fazem xixi em pé! — Yoongi, do outro lado da sala, gritou para a menor que pareceu se animar mais ainda.

          — Isso! Eles não precisam fazer xixi sentados. — De repente ela parou e fez uma cara de confusão. — Por que meninos podem fazer em pé e meninas não?

          — Uh... Eles só podem. — Lancei um olhar mortal para o idiota que se encontrava jogado no sofá. — Eu acho melhor você calar sua boca.

          — Bom, eu sou menino, Minnie. Além do mais, mamãe gosta mais de meninos do que meninas. O outro dia ela disse que os homens são incríveis e fazem ela feliz.

          — Não acredite em tudo que ela diz, ela fala mais besteiras que verdades. — Disse em um tom baixo. Claro que não queria arriscar ficar sem comer. — As mulheres são incríveis também, muito.

          — Tudo bem, oppa. — Ela sorriu e me deu um beijo no nariz. Sempre fofa. — Agora vá pegar biscoitos, hm? — Fez um bico. — Por favor, hyu... Oppa,vá pegar para mim.



          — Não, não vai ficar. — Tentava empurrar aquele ser, que com certeza parecia ser mais magro que eu, para fora de casa, mas ficava difícil já que ele só parecia ser mais magro. — Ficou conversando com MINHA mãe a noite toda sobre como a vadia daquela mulher traiu o namorado e agora quer ficar pra dormir?

          — Não seja um dongsaeng malvado, está tarde, como pode me deixar ir sozinho pela rua? Podem me roubar ou quem sabe até abusarem desse lindo corpinho. — Acho que ele anda falando muito com mamãe.

          — Você está de carro, é só trancar as portas, agora vai. — Faltava mais um pouco, só mais um pouco e aquela coisa, que se chamava meu amigo, estaria fora de casa. — Ainda tem aquela história da Min ficar me perguntando o que era uma dadeira, tinha que falar isso na frente dela?

          — Me desculpa, eu achei que ela estava brincando com o bebê de mentirinha dela, ela até me perguntou se eu queria ser o papai dele. — Ele se segurava na porta. Maldito. Só queria dificultar sua saída. — E eu disse que não podia ser eu porque o bebê dela é moreninho e eu sou branco, como ela pode me pedir pra assumir um bebê que, com toda a certeza, não é meu? — Não sabia se ficava indignado com minha irmã por pedir para um idiota como Yoongi ser o pai da filha dela, ou se ficava mais indignado com ele, por achar que aquele assunto de assumir um bebê, era de verdade.

          Lembrar da cara confusa da pequena era humilhante, totalmente vergonhoso.

          — Tá, eu vou. — Se soltou e foi em direção a seu carro. — Mas se algo acontecer comigo a culpa é sua, espero que consiga dormir com essa responsabilidade.

          — Eu acho que posso viver com isso. — Fechei a porta e me larguei no chão. — Por que ainda não entrou no carro? — Se ele acreditava, minimamente, na ideia de eu mudar de opinião quanto ele ficar e dormir comigo, estava enganado. — Vá embora, hyung.

          — Espero que consiga dormir com a imagem do seu melhor amigo morto. — Ele gritou de volta e ligou o carro.

          Finalmente, livre. Mas é como dizem, nada dura. Foi quando mamãe chegou e se deitou no chão, junto comigo.

          — Viu ele hoje? — Se virou para mim e colocou sua mão direita em minha bochecha. Ela, melhor que ninguém, sabia o quanto eu amava aquele tipo de carinho.

          Minha mãe sabia bem do meu segredo, no começo era vergonhoso falar dele, mas agora virou uma rotina. Toda noite eu me sentava com ela e conversava sobre ele, contava como estava e como ficava cada dia mais belo.
 
          — Eu sempre vou, não é? — Sorri ao lembrar-me do estudante. — Ele tocou Mozart hoje, foi lindo! Eu queria...

         — Eu sei, eu também queria. — Beijou minha testa e sorriu docemente. — Me desculpe por não poder pagar suas aulas lá, mas as coisas estão melhorando, logo vai poder ter aulas lá e tocar tão bem quanto...

          — Jungkook, ouvi algumas meninas o chamando assim. É um nome lindo, não é? — A mais velha apenas concordou com a cabeça.

          — Agora vá dormir, amanhã tem que acordar cedo. — Eu até reclamaria, mas estava cansado demais para isso. Apenas me levantei e fui para meu quarto.

          Me joguei na cama e olhei para o teto. Levantei minha mão e fiz alguns movimentos com os dedos. Meus dedos brincavam no ar, meu pensamento estava no piano e meus pés balançam ao som de Mozart. Meus dias eram assim, longos e cansativos, mas mesmo assim minha maior curiosidade e motivação para sair da cama era descobrir qual clássico Jungkook iria tocar.

 

 


Notas Finais


Não sei se está bom o bastante para vocês, mas mesmo assim, obrigada.


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