História Looking For a Home - Capítulo 42


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá meus amores! <3

Esse capítulo é todinho de CS! ÊEEE
Eu espero que vocês gostem viu!?

Bejoucas e boa leitura! :D

Capítulo 42 - The Date


Bem, Killian acabou ouvindo algo vindo da cabine da capitã.

 “Sério mesmo!?” Era a voz de Amy, animada como sempre.

 Silêncio, mas Killian sentiu que Emma aquiesceu com a cabeça.

 “Ah, minha amiga, isso é tão romântico!” Amy continuou. A risada abafada de Emma ecoou e a sensação de Killian ao ouvir foi como uma bomba explodindo em câmera lenta, esquentando o seu peito. Ele sorriu como um idiota. “Vocês deviam se casar logo.”

 Emma riu outra vez. “Estou bonita?” Ela perguntou. Killian nem a viu, mas sabia o quanto essa pergunta era desnecessária. Ele quase pôde ouvir a expressão de Amy.

 “Como uma deusa.” Ele pôde jurar que elas estavam sorrindo. “Agora espere aqui, eu já volto, vou... Já volto.” Killian ouviu os passos de Amy pelo quarto e tratou de correr para chegar à cabine onde dormia.

 Rapidamente, já havia tomado banho e estava vestido com a melhor roupa que tinha; uma camisa azulada, uma calça que não fosse rasgada e surrada, a jaqueta de um comprimento um pouco maior e de melhor qualidade.

 Sua cunhada adentrou o lugar na maior tranquilidade, deixando algo embrulhado sobre uma cama mais ou menos arrumada e o examinando. – Hm... Roupas novas Killy? Está lindo! – Ela sorriu, arrumando a gola da camisa dele. – E cheiroso como sempre!

 Killian sorriu. – Acho que eu uso aquela ducha mais que qualquer um. – Amy sorriu, ainda alisando a sua camisa.

 – Quem fez aquilo lá era um gênio! Embora a água usada seja do mar, parece que você não se importa. – Ele apenas sorriu. Amy suspirou. – Eu te disse que um dia sua vez chegaria, lembra? – Ela perguntou. Killian olhou para o alto, lembranças de quando conheceu Amy invadiram sua mente.

 – Eu lembro. – Ele sorriu olhando para o nada por um tempo.

 A mulher o observava como se ele fosse um cachorrinho fofo latindo para ela. – Oh... Tão apaixonadinho! – Quando ela usava o diminutivo, tudo ficava um pouquinho pior, faltava apenas Amy apertar as bochechas dele e balançar para chacoalhar a sua cabeça. – Tá quase tudo pronto, vai ser muito lindo! – Ela exclamou, e por sorte, se afastou de Killian sem o espremer, pegou o embrulho sobre a cama e sorriu uma última vez antes de sumir pelo corredor.  

 -------- Um tempo depois --------

 Depois que Amy parou de pular e soltar gritinhos e arrumou a camisa dele pela vigésima quinta vez, Killian seguiu em direção a porta da cabine da capitã.

 Sim, o jantar seria lá. Em que outro lugar poderia ser? E Amy tinha esperanças de que acontecesse algo mais.

 "Não se esqueça: Elogie, beije, e arqueie a sobrancelha!" Amy disse na décima oitava vez que arrumava a gola da camisa dele. "Ela adora quando você faz isso."

 Ele abriu a porta. Ela estava deitada na cama, o vestido agora era preto, já que o vermelho se fora, seu cabelo estava solto e cacheado, não usava sapatos e as únicas joias eram a aliança de sua mãe e o colar de seu pai adotivo.

– Ohw! – Ele soltou, parando na porta e encostando-se nela.

 Emma sorriu e se sentou na cama, olhando para baixo e mexendo no cabelo, nervosa. – Então... – Ela balançou a cabeça, pensando em algo parar dizer. – Está com fome?

 Killian sorriu e se aproximou, olhando a prataria sobre a mesa. Emma parecia prestes a vomitar.

 Ele sorriu para ela. – Eu também nunca estive num encontro antes, love. – Andou até lá, estendendo a mão.

 Swan segurou sua mão. Um peso enorme parecia ter saído de suas costas. – Vamos ver o que a Amy fez para nós. – Ela se levantou da cama, seguiu até mesa, inclinou-se sobre ela e destampou a primeira travessa.

 Era um peito de cervo assado. Toda aquela carne podia alimentar no mínimo cinco pessoas. Havia batatas em volta dele e um purê com cenouras noutra travessa menor.

– Quem mais vai comer aqui com a gente? – Killian perguntou, sorrindo ao pensar que Amy é exagerada demais.

 Emma franziu o cenho, desistindo de tudo que tinha fantasiado.

– Não, ninguém mais vai jantar conosco... – Killian logo se corrigiu.

 Ela pareceu bem aliviada, e se arrependeu profundamente por ter deixado transparecer. Suas bochechas esquentaram avermelhadas. Killian sorria, o que a deixava ainda mais desconcertada.

– Ér... Vamos comer. – Emma sorriu, tentando fingir que sua cara não estava completamente vermelha. Para o seu espanto, Killian se aproximou e puxou a cadeira para que ela se sentasse, como um verdadeiro cavalheiro. – Sabia que algo do príncipe ainda permaneceria em você. – Ela sorriu, se sentindo mais confortável.

– Eu sempre ajo como cavalheiro. – Ele se sentou de frente a ela, arqueando a sobrancelha.

 Eles comeram em silêncio. Embora todas as vezes que Killian a encarasse ela sentisse como se seu rosto fosse derreter, Emma sorria de volta do jeito mais provocante que pudesse.

 A comida estava deliciosa, e ainda mais que a sopa, Amy tinha razão sobre fazer algo especial. Killian acabou devorando o assado como se não houvesse amanhã.

 A capitã riu, largando os talheres sobre a mesa enquanto o observava comer. – Que foi? Eu não como algo tão bom desde que morava no... – Ele parou, largando o garfo no prato outra vez e olhando para o nada, de um jeito pensativo.

 Emma engoliu em seco, fitando o prato quase vazio. – Você sente falta de morar lá? – Ela perguntou, e só se deu conta do que disse tempos depois. Teve vontade de se estrangular.

 Killian suspirou pesadamente. – Meu irmão faz falta. – Ele continuou olhando o chão. – A comida. – Ele sorriu fraco, o que fez Emma se aliviar um pouco. – A sala de jogos, onde eu treinava e podia quebrar quantos bonecos de palha eu quisesse, jogando espadas, alfanjes, punhais, candelabros ou até pernas de cadeira neles.

 Ela sorriu, limpando a boca com o guardanapo e dizendo: – Você tem do que sentir falta. – Ponderou por um tempo. – Era o seu lar. – Emma concluiu, olhando para o nada.

 Jones negou com a cabeça, batendo a mão na mesa e se mexendo desconfortável. – Amy costuma dizer que o lar é aquilo que sentimos falta quando estamos longe. – Ele a fitou com intensidade. Emma sustentou o seu olhar.

 – Você sente falta? – Ela perguntou outra vez. Killian sorriu.

 – Mesmo assim, aquele não era o meu lar. – Ele respondeu, se levantando e chegando próximo a ela. – Um dia irei encontrá-lo. –Jones sorriu e Emma se viu presa, não só em seus olhos ou seu sorriso, mas agora também em suas palavras. – Estarei sempre à procura dele. –Killian estendeu a mão.

 A capitã cerrou os olhos, pendeu a cabeça para o lado, olhou sua mão e depois para o seu rosto. – O que pretende com essa mão estendida? – Ela perguntou, apontando sua mão com a cabeça.

 O homem sorriu, acariciando seu rosto com o dedo e depois voltando a estender a mão como antes. Ela se arrepiou toda, mas torceu para não ter sido perceptível. – Que você me acompanhe. – Ele sorriu, sugestivamente.

 Emma o encarou por algum tempo antes de colocar sua mão sobre a dele.

 Killian a guiou pelo corredor, subindo as escadas e quando já no convés superior, abriu a porta deixando a luz forte da lua cheia tomar o lugar, ainda segurava o pequeno lampião.

 – Se lembra de quando nos deitamos ali, Swan? – Ele perguntou inocentemente, apontando o meio do convés e sorrindo. Jones se virou para o lado, a fim de encará-la, e notou o rubor em suas bochechas ficar ainda mais intenso. – Érr... Não nesse sentido. – Emma sorriu e balançou a cabeça.

 Ela suspirou: – Lembro. – Pendeu a cabeça para o lado e seus cabelos deslizaram do ombro como água.

 Killian olhava atentamente e com admiração para todos os detalhes em tudo o que ela fazia.

 Apertou mais sua mão e seguiu até a amurada, se debruçando nela. Ele olhava o horizonte escuro, clareado apenas pelas tochas de junco nos casebres do porto. Fixou seu olhar num casarão afastado da vila, a beira mar.

 Killian empurrou a rampa do navio. – Vamos, love. – Ele sorriu. Emma agarrou a sua mão. – Conheço um belo lugar por aqui...

 Eles desceram a rampa. No meio do caminho do trapiche até a areia, Emma parou. – Espere, estamos a mais de mil milhas do seu reino. – Killian apenas sorriu.

 – Digamos que minha aventura em seu navio não foi a primeira que tive. – Ele sorria e deixava tudo cada vez mais confuso.

 Logo os dois se viam em frente aos portões de ferro trançado, fechados e acorrentados. Killian apenas sorriu e deu a volta, encontrando uma rachadura na muralha, grande o bastante para um adulto passar.

 Eles entraram. Aquele era o jardim mais bonito que Emma já vira: As flores eram separadas em canteiros de todas as formas diferentes, havia de todo o tipo; tulipas, crisântemos, margaridas, gardênias. O que mais havia ali eram rosas: Rosas de todos os tamanhos e cores diferentes. Curiosamente, ali tinha um coreto muito parecido com o do palácio onde Killian costumava morar também, com a diferença de que as tulipas eram vermelhas, não roxas.

 – Espera. – Emma parou, parando-o também, afinal, continuavam de mãos dadas. – Esse coreto...

 Killian sorriu, olhando para o mesmo e depois voltando sua atenção para ela. – Minha mãe morava aqui perto. Bem, antes de se mudar para o nosso reino natal. – Seu sorriso aumentava, olhando o horizonte além da muralha, que era baixa vista de dentro. – Anne me contou que ela era amiga da princesa...

 – Anne? – Emma fechou a cara. Sim, ela sentiu uma pontada de ciúmes, mesmo não fazendo ideia de quem poderia ser a tal Anne. Jones sorriu, claramente notando o seu desconforto, o que a fez ficar corada além de tudo.

 Ele fixou seus olhos nos dela. – A minha babá. – Emma sentiu uma súbita vontade de enfiar a cabeça na terra. – Bom, Annabeth me disse que minha mãe era amiga da princesa que morava aqui... – Ele fez uma pausa, olhando para o nada de modo pensativo e melancólico. Swan apertou a sua mão e lhe lançou um olhar encorajador. – Ela quis que o jardim do castelo fosse o mais parecido possível.

 – E realmente ficou. Se não fosse a paisagem além da muralha, eu poderia estar lá. – Emma sorriu, olhando a praia sumir no horizonte. Killian seguiu o seu olhar. – Qual era o nome da princesa? – Ela se via com uma curiosidade surpreendente e preocupante, como se precisasse muito saber.

 Por um momento, Killian ficou confuso, notando que nunca havia pensado nisso antes. – Eu... Eu não sei. Acho que é a única coisa que não perguntei. – Ele balançava a cabeça. – A descrição que recebi dela era: Uma linda morena, de olhos azuis que passava os seus dias na biblioteca do castelo, antes de ser levada por uma fera durante o fim da Guerra do Ogros.

 Emma já ouvira essa história antes em algum lugar, mas não conseguia se lembrar. – O que aconteceu com ela depois que a fera a sequestrou?

 Jones balançou a cabeça. – Eu não era nascido quando minha mãe foi informada sobre sua morte. – Ele pressionou os lábios, fitando a silhueta do navio na paisagem. – Mas chega dessa história, temos uma bela vista daqui.

 Killian soltou a mão dela, deixando Emma momentaneamente desapontada, mas para a sua surpresa, ele rodeou sua cintura com o braço, levando-a em direção ao coreto.

 Ela sentia como se metal quente estivesse corroendo a sua pele por onde ele tocava, já havia tido essa péssima experiência antes, mas dessa vez era bom, era uma quentura boa e intrigante que causava-lhe arrepios e trazia pensamentos não muito puros.

 Quando se sentaram no pequeno e apertado sofá protegido pelo teto abobado do coreto e encostado num pedaço de parede fechado onde não havia apenas as colunas, Killian apoiou o braço no encosto do móvel, abraçando-a novamente de um jeito desconcertante. Emma olhou em seus olhos e viu um brilho diferente que nunca notara antes.

 Ele suspirou, olhando para a praia. – Por que Pérola? – Murmurou. Emma nem se mexeu, ainda observando-o enquanto enrolava uma mecha de seu cabelo no dedo e suspirava.

 – Ãh, o que? – Ela conseguiu dizer. Jones se virou para o lado e respondeu o seu olhar de forma ainda mais intensa.

 – O seu navio, capitã. Por que Pérola? – Seu meio sorriso, sarcasticamente maravilhoso, brotou e Emma não pôde evitar desviar o olhar para não corar.

 Ela disfarçou focando a silhueta do navio. – É uma história bem estranha. – Emma sorriu, olhando para o nada e se lembrando de algo do passado. – Meu pai... – Ela parou, olhou no fundo dos olhos dele. – Ér... Que era pra ser o seu. – Disse do jeito mais delicado que conseguiu, porém se condenou imediatamente por ter aberto sua grande boca. Killian travou a mandíbula.

 – Ele quem nomeou. – Jones deduziu conseguindo sorrir. Emma sentiu um alívio tão grande que teve vontade de abraça-lo até deixa-lo sem ar.

 – Sim. Bem, quando ele virou pirata, embarcou com o pior título que pudesse ter: Era criado de bordo. Okay, ele meio que pôde lidar com isso, até o dia em que encontrou dezenas de milhares de pérolas espalhadas pela cabine do capitão. – Killian franziu o cenho. – Ele descobriu que o cara tinha estourado uns colares de propósito para dar trabalho mesmo. A solução que conseguiu foi usar água e mandar todas as pedrinhas falsas para o mar, porém, o colar verdadeiro acabou indo junto.

 Jones riu pelo nariz. Ela parou sua história, encarando-o em ameaça. – Continue, love. – Ele sorriu.

 – Hm... – Ela murmurou antes de continuar. – Ele recebeu algumas muitas chicotadas por isso, e foi reduzido de faxineiro das cabines para faxineiro da cozinha. Mas ela não era como hoje, organizada e limpa, lá havia todo tipo de comida podre, animais mortos, gente ferida e morrendo, tinha membros amputados apodrecendo!

 Jones fez uma careta. Ela sorriu da cara dele. – Papai não gostou nada disso. Como ajudava o cozinheiro a preparar também a comida do capitão: Que pra começar não era podre, o que já poderia ser considerado um absurdo se comparado ao que os tripulantes comiam, ele colocou umas pérolas no meio da sopa.

 – Opa, opa, espera ai. Então a vingança dele foi fazer o capitão ter um problema digestório?

 – Depois de tantas pedrinhas, sim, entupiu ele por dentro, eu não sei ao certo, só sei que o cara morreu. – Ela pressionou os lábios, balançando a cabeça.

 – E só por isso ele virou capitão? – Killian zombava.

 – Ah, não sei. Talvez os marujos tenham ficado com receio, uma coisa é certa: Não era seguro comer nada naquele lugar se fosse inimigo dele. – Emma rebateu.

 – Isso soa como uma péssima história de pescador.

 – Não querido, melhor, história de pirata. – Ela lhe mandou uma piscadela, depois começou a rir. Jones acompanhou a sua risada.

 Logo gargalhavam sem motivo aparente, olhando para a cara um do outro e rindo mais ainda. Emma deitou a cabeça para trás, apoiando-a no braço dele e tentando controlar a sua respiração.

 O moreno travou, olhando seus olhos e sorrindo como um bobo apaixonado. – Você não é linda só por fora, Swan. – Ele disse olhando no fundo de seus olhos.

 Ela sentiu suas bochechas rosarem e torceu para que ele não pudesse ver. – Podíamos continuar aqui o que Sam interrompeu daquela vez. – Ela mordeu o lábio inferior e não tinha a menor ideia de onde tirara coragem para dizer isso.

 Killian franziu o cenho. – O que Sam interrompeu? – Ele perguntou confuso. Emma balançou a cabeça, pensando em como Jones tinha memória fraca.

 – Posso te mostrar. – Ela agarrou as lapelas de sua jaqueta e o beijou ferozmente.

 Killian abraçou sua cintura trazendo de volta o metal derretido. Ela agarrou os seus cabelos dando leves puxões conforme alcançava espaços mais longes em sua boca com língua. O ar lhes faltou no momento em que Jones caiu de costas sobre o sofá, com Emma em seus braços, debruçada em seu peito com um enorme sorriso, o rosto próximo e os cabelos caindo sobre os olhos.

 Ela balançou a cabeça, afastando o cabelo e levantando um pouco o corpo, sorriu de um jeitinho que não devia ser permitido sorrir, e debruçou-se outra vez, beijando-o dum jeito ainda mais selvagem.

 Quando pararam por ar, Killian sorriu cheio de dentes, balançando a cabeça e apertando a cintura dela embaixo de seus dedos. – Não é possível, tenho certeza que daqui a pouco ele vai aparecer por ai gritando. – Emma riu, olhando em volta, cerrando os olhos como se procurasse o amigo na escuridão.

 Ela se voltou para Killian outra vez. – Eu espero, realmente, que não. – Ele levantou o corpo, numa hora completamente inesperada, e se sentou com ela em seu colo.

 Killian invadiu sua boca com urgência, massageando seu cabelo de forma meiga ao mesmo tempo. Emma não via como aquilo era possível, ela, por outro lado, bagunçava tudo o que tocasse: O cabelo dele, sua camisa; então notou a bagunça que eles fizeram com a manta sobre o pequeno sofá, que já estava no chão.

 Eles teriam chegado a muito, muito mais longe, se ela não tivesse interrompido o beijo. Jones a encarou com preocupação, confusão, desapontamento. Emma só conseguia corar e olhar para baixo.

 – Love? – Ele chamou, afagando seus cabelos outra vez, a desconcentrando novamente. – O que houve?

 – Ér... Nada! Eu... – Ela se enrolou nas palavras, tentando não gaguejar e parecer confiante.

 Killian sorriu e lhe deu um selinho. – Quer voltar?

 – Não! Quer dizer... Aqui tá bom, ficar aqui com você. – Ela pendeu a cabeça, arrumando a gola de sua camisa completamente amarrotada e alisando as lapelas da jaqueta preta.

 Ele arrumou os cabelos dela e tirou a própria jaqueta, usando-a para cobrir os seus ombros. – Então vamos dormir.

 Emma se deitou sobre o seu peitoral, sentindo o cheiro de mar que ele emanava e salvando na sua memória o quanto era bom dormir ao seu lado - ou em cima dele. Logo ela fechou os olhos ouvindo sua própria respiração, sentindo um carinho em seus cabelos e o cantarolar de uma bela música que ele entoava para ela dormir.

 – "E as estrelas brilharem, pedacinhos de luar.

Assim como no meu coração, você vai sempre estar."


Notas Finais


Eae, fofo? Mais ou menos? Quero saber a opinião de vocês queridenhos. Comentem!

Tradução do nome do capítulo: O Encontro.

Kisses e muita nutella! <3
Até os comentários :D


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