História Looking For a Home - Capítulo 49


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OOOOOOOI LOVES!

me desculpem a demora, é que eu tava numa festa de semana inteira, chato não?
me empanturrei :v

mas voltei, trazendo o capítulo que no domingo a noite pensei, vish, era pra ta postando, meus leitores me matam......
Felizmente as pessoas que leem mais próximas de mim tem preguiça demais de levantar da cama :v

Bom, BEIJOS, leiam logo mamores! (mistura de meus com amores, pra quem boiou ;))
BOA LEITUUUURA! <3

Capítulo 49 - Just the Beginning


– Não se mexa se pretende permanecer respirando. – Uma voz masculina disse no ouvido de Emma, a respiração daquela pessoa lhe causava calafrios, ela não podia abrir os olhos.

 – Quem é você? – Conseguiu dizer entre arquejos. Pôde sentir o homem sorrir.

 – O cara que pretendia roubar. – Ele apertou mais o braço abaixo dos seios dela. – Mais conhecido como Gabriel Garavini.

 Sam surgiu do meio das árvores, deu um passo atrás com o susto e depois desembainhou a espada. – Solte-a. – Ele disse.

 Gabriel riu. – Não seja ingênuo, parceiro, não pode salva-la dessa vez.

 Sam rodou a espada na mão. – Se surpreenderia com quantas vezes me disseram isso antes. – Ele avançou, mas no mesmo momento congelou quando o homem jogou sobre ele um pó amarelado, uma gosma começou a subir por seu pé e já alcançava a metade da panturrilha.

 – Não, Sam! – Emma gritou, e o centenário apertou mais a lâmina contra seu pescoço.

 Ao ouvir a voz dela, Amy e James estacaram no lugar, observando com o maior cuidado, calculando como ajudar os amigos ainda por trás das árvores.

 – Quieta! – Gabriel gritou. – Saiam daí, vocês dois, eu sei que estão ai! – Ele apertou mais o braço no peito de Emma. – Apareçam ou sua amiga aqui vai pagar por todos.

 – Ah! – Emma arfou, sentindo sua capacidade de respirar cada vez mais debilitada. Conforme ele apertava mais a lâmina em seu pescoço, sentia o sangue escorrer por seu peito, o aperto abaixo dos seios não deixava brechas para ar.

 Logo sua visão escureceu e desmaiou de bruços sobre a terra.

 – Emma... – Sam arfou, tentando movimentar o braço desarmado na direção dela.

 James não pôde ficar esperando o melhor momento, saiu do meio das folhas e correu com a espada em punho na direção de Gabriel.

 Sua irmã, já chorando, partiu na direção de Sam, examinando um jeito de tirar aquela gosma dele.

 O homem apenas sorria.

 

 Quando Killian passou a correr ele não sabia, mas sentiu algo puxa-lo como um ímã, uma proximidade de seu lar que jamais sentira antes.

 Porém a sensação se fora rápido, e ele não poderia ter ficado mais apavorado. Continuou a correr, desviando galhos, tropeçando, sacou a espada ciente do perigo próximo.

 Viu James correndo para deter seu avô, espada contra elementos químicos. Viu Amy começar a congelar pelas pontas dos dedostentando salvar Sam da gosma verde.

 E então ouviu Emma arfar e o baque dum corpo caindo por terra. Afastou os últimos galhos que o separavam dela e a viu caída no chão, com o rosto sobre o braço e os cabelos cobrindo-o, nenhum sinal de vida.

 Seu coração quebrou e ele cambaleou para trás, não podia pensar em nada no momento, apenas olhou o corpo dela inerte no chão e imaginou tudo que perderam.

 – O que você fez? – Ele rosnou, olhando para o avô. – Emma...

 – Ela está melhor assim, querido, não ia gostar de saber os planos de outras pessoas para sua amada. – Gabriel sorriu.

 Killian sentiu um vapor quente ao expirar, gritou e correu na direção dele, com as duas mãos estendidas, uma com a espada e a outra brilhando azul.

 O sorriso de Gabriel sumiu quando uma força invisível o jogou longe, ele bateu as costas fortemente numa árvore e quando Killian ameaçou alcança-lo, ouviu o grito de Amy:

 – Killy! – Ele se virou e viu a gosma atingir lentamente o rosto de Sam, cobrindo suas sobrancelhas, em Amy ela alcançava o queixo.

 Ele correu até lá, mas não deixou de antes olhar na direção de Emma. James chacoalhava o corpo dela e chorava como um louco chamando por seu nome. Killian focou em quem podia salvar no momento, parou bruscamente em frente aos dois e tocou o ombro congelado de Sam, jogou a espada no chão e pôs a outra mão na cabeça de Amy.

 Ele pressionou os olhos e se imaginou ouvindo as piadas do amigo, comendo a comida deliciosa de Amy enquanto ela tagarelava, viu o sorriso que Sam fazia toda vez que o interrompia com Emma.

 O calor confortável que partiu de seu coração alcançou suas mãos e os dois amigos arfaram por ar ao mesmo tempo quando a gosma derreteu aos seus pés. Killian sorriu e recebeu outros dois sorrisos lindos de volta, mas ouviram a voz de James e seus rostos se encheram de preocupação.

 Eles correram até onde o loiro chorava e pelo caminho Killian já não enxergava nada por causa do choro. Ele se jogou de joelhos ao lado de James, e este logo se afastou, sendo amparado por Sam e Amy.

 Colocando a mão no peito dela, Killian constatou que o coração não batia e suas lágrimas se intensificaram, caindo em torrentes por seu rosto.

 – Emma... F-Fale comigo. – Ele gaguejou, fungando e arrumando o cabelo dela atrás de sua orelha. – E-Emma. – Aproximou seu rosto da orelha dela, abraçando-a. Fitou-a outra vez. – Você não vai fazer isso comigo, não vai. Olhe pra mim!

 Não recebeu resposta. James passou a chorar em silêncio, olhando o nada, Amy afundava a cabeça no peito de Sam, chorando junto com ele. Killian apoiou a cabeça de Emma em seus braços e desfez o espaço entre seus rostos, acariciando as bochechas pálidas dela, aproximando cada vez mais seus lábios até parar quando já não havia mais espaço.

 – Beije-me, love. – Killian pensou estar delirando, mas quando abriu os olhos, viu um sorriso nos lábios dela e Emma repetiu: – Beije-me, seu cabeção de bagre leproso, orelhas de um elfo aleija...

 A interrompeu com um beijo brusco, explorando toda sua boca que não estava nada carente de vitalidade. Levantou-a até estar sentada e continuou, parando apenas quando Emma afastou-o. – Calma, ainda não estou com tanto fôlego assim, tigrão.

 O sorriso no rosto dele chegava a fazer doer os músculos. Killian sentia seu coração dar cambalhotas e explodir em fogos de artifício. O sorriso de Emma o acalmava dum jeito impossível, ele notou que não havia mais nenhum corte em sua garganta.

 James, Sam e Amy se levantaram e se amontoaram ao seu lado, todos sorrindo enquanto a olhavam com uma cara de quem queria esmagá-la num grande abraço de urso.

 Emma sorriu e abriu os braços recebendo James primeiro, Sam se juntou a eles e logo Amy também estava embrenhada no emaranhado de braços e carinho mútuo.

 – A próxima vez que fizer isso eu que vou te mandar esfregar todo o convés! – James disse, mas não conseguiu manter sua expressão séria por muito tempo.

 – Eu é que vou dar uma lição nela. – Killian sorriu malicioso, já em pé e de braços cruzados.

 Emma sentiu seu rosto queimar por completo. Amy a salvou: – Emma não tem culpa de seu amor ser tão disputado entre os caras maus... E estranhos.

 – Quem era aquele louco? – James perguntou, olhando para Killian primeiro.

 O moreno pressionou os lábios. – Meu avô, o cara que roubou a rosa, meu sequestrador e dono desse pedaço de terra maldito. – Abriu os braços olhando ao redor. – Que eu faço questão de estar bem longe e logo.

 – Mas e a rosa? – Amy perguntou, com aquela cara que ninguém podia ficar indiferente.

 – Ela não está aqui.

 O espanto dos quatro foi automático.

 – Esperem, eu explico. – Killian disse antes que o fuzilassem de perguntas. – Gabriel nunca disse que a rosa estava aqui, ele desviou do assunto todas às vezes.

 – Então por que nos atacou? – Sam perguntou.

 – Disse que era porque invadimos seu território, mas não, ele está sendo controlado pelo Senhor das Trevas.

 A tensão se multiplicou enquanto eles se olhavam. Amy olhou a volta. – Gente, cadê ele?

 No lugar onde o homem estava desmaiado antes não havia mais nada.

 – Não importa, vamos logo embora daqui. – Killian disse, colocando a mão nas costas de James e seguindo na frente pela trilha.

 – Amy, quanto tempo para chegarmos? – Sam perguntou, empurrou um galho e soltou depois que passou, fazendo-o bater no rosto de James.

 Ela abriu o livro e o mapa surgiu, a seta apontava exatamente para onde Emma estava. Amy franziu a testa e virou o livro noutra direção, a seta continuou na direção dela e ficou louca, tremendo quando Killian segurou sua mão e sorriu para Emma. – Ahn... – Amy murmurou, olhando a seta tremer sem entender nada. – Puxa, estamos do outro lado do reino, longe, longe, longe do litoral. – Ela tocou a folha no canto esquerdo. – Talvez cinco dias para atravessar.

 – Mas temos apenas seis agora que o sol está se pondo. – James comentou, olhando o sol sumir no horizonte entre as árvores. – Ou Victor nos deixa pra trás.

 – Então fiquem quietos e andem, por favor. – Amy fechou o livro e abanou as mãos para os dois.

 Killian abraçou Emma pela cintura, olhando a volta para disfarçar, estremeceu quando ela pôs sua mão sobre a dele, aprovando. – Senti muito a sua falta, love.

Elasorriu, olhando para baixo e colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha. – É. – Emma disse apenas, olhando para o alto depois. – Eu sou inesquecível.

 Eles riram. – Inesquecível e insuportavelmente linda, simpática, gostosa... – Ele cutucou sua cintura com o dedo.

 – Hey. – Ela ficou toda rosa e empurrou sua mão, rindo nervosa enquanto ele gargalhava.

 – Eu pensei que tinha te perdido, Swan. – Killian declarou. Emma desfez o sorriso ao ver o semblante sério dele. – Cada vez que nos afastamos eu noto que a falta que eu sinto é maior. – Ele sorriu fraco. – Fico pensando no que ainda poderia ter vindo.

 – Não pense nos "e se"s da vida, Killian. – Emma apertou a mão dele. – Vamos aproveitar ao máximo o que temos agora e o destino dirá o futuro. – Ela olhou para frente. – Sabe, eu adoro essas viagens loucas.

 – Por quê? O navio de enjoa? – Ele brincou, curvando o busto sobre ela.

 – Se enjoasse eu estaria perdida, não? Também, mas é porque ficamos mais próximos a cada vez. – Agarrou a camisa dele. – Mas nunca próximos o suficiente.

 Killian a hipnotizou com seus olhos brilhantes a olhando como se fosse a última vez. – Eu já disse que seus olhos ficam ainda mais lindos quando refletem o verde da floresta?

 Num sorriso, ela passeou os dedos pela barba dele e trouxe seu rosto mais próximo, colou seus lábios e logo os afastou. – Isso, é isso que tem de fazer, Killian.

 – Te elogiar?

 Emma riu pelo nariz e lhe deu um empurrão. – Não, bobo, focar no agora.

 Amy arregalou os olhos para a setinha outra vez mais, a flecha vermelha tremia tanto que parecia querer se quebrar em duas e pular da folha de papel na direção do casal à frente. Ela começou a ficar preocupada, sabia que no fim os dois que iriam conseguir a flor, mas não queria colocar a responsabilidade sobre eles.

 – Queridos! – Amy chamou sua atenção, fechando o livro. Os dois a olharam por cima dos ombros. – Vamos comer. – Ofereceu pão para eles.

 – Claro, Amy. – Emma sorriu, se afastando de Killian para perto dela. – Eu te ajudo. – Entregou um pedaço de pão para James e outro para Sam.

 – Tô com sono. – Sam disse bocejando.

 – Então você e James, façam seu trabalho. – A morena deu um peteleco no braço de Sam e ele saiu resmungando, arrumando as camas com lonas da mochila.

 – Mas que mulher mandona, supera até a Emma!

 – E o que a gente faz? – Killian perguntou, se referindo a ele e Emma, apenas comendo.

 – Vocês durmam bem. Porque vão precisar de muita energia, então não a gastem durante a noite, tudo bem? – Amy mordeu o lábio.

 – Pode ficar tranquila, se acontecer, eu interrompo. – Sam ergueu o braço, sorrindo.

 – Eu ainda vou te fazer esquecer seu nome, Sammuel. – Killian apontou o dedo para ele, mas o mulato apenas sorriu mais.

 – Durmam. – Amy empurrou Emma até uma lona um pouco maior, depois fez o mesmo com Killian. – JAMES! Apague a luz.

 O loiro soprou a vela que os iluminava e Emma só viu o breu da noite sem lua, sentiu um medo gigantesco, abraçando os próprios braços quando ouvia o som duma coruja próxima.

 Mas logo todo o seu temor se foi, sentiu dois braços aconchegantes a rodearem, recebeu um beijo na nuca e sentiu uma respiração quente em seu pescoço. Depois de tanto tempo separados e angustiados, eles apenas queriam estar na presença um do outro.

 – Boa noite, love. – Emma ouviu a voz rouca e abafada dele bem próxima do seu ouvido. Foi uma boa noite.

 


Notas Finais


OOOOOI, e então?

Alguém tem teorias pra onde o Gabriel foi (novamente)?
E como o Killian conseguiu, bom, "ressuscitar" alguém assim?
Não é bem ressuscitar, pq isso é impossível, mas vcs vão ver beeeeem mais pra frente :v

Bejhoucas e comentem! <3


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