História Loop - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Palavras 3.082
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Não me matem, e desculpem pelo atraso :3 eu tava viajando e fiquei sem internet.
EU QUERO MUITO VER OS COMENTÁRIOS DESSE CAPITULO.
sério maushuahsuasuhas
vai ser engraçado

Capítulo 7 - Um Loop quebrado.


Após demorar algum tempo me vestindo, desci as escadas e logo senti o cheiro de ovos e manteiga. Sorri ao ver minha mãe cozinhando com um sorriso e meu pai comendo ao lado de Lucas.

Caminhei até meu pai e lhe dei um beijo na bochecha.

- Bom dia! - Falei para todos, antes de me mover para minha mãe e lhe dar um abraço.

- Bom dia bela adormecida! - Minha mãe falou, com um tôm um pouco cômico. - Está bem carinhosa hoje, o que fez de errado?

- A confiança de você me comove – Falo com ironia, antes de mover até meu irmão e lhe dar um tapa muito bem dado na nuca, o que o fez se engasgar de rir. - Nada, só estou me preparando mentalmente para a volta ás aulas - enquanto arrumo um motivo para não ir. Completei mentalmente.

- Se está tão preocupada é bom começar logo a comer. - Meu pai disse, pegando um jornal que estava no canto da mesa e começando a ler. - E cuidado com a rua, tivemos dois acidentes aqui perto, estes adolescente bêbados não conhecem limites.

- Okay. - Eu e meu irmão falamos juntos.

- Por sinal, que diabos de tapa foi esse Lara? - Lucas perguntou, me olhando de forma irritada, mas já prevendo minha resposta, pude ver que ele também tinha um sorriso se formando no canto dos lábios.

- Cala a boca, você sabe muito bem o motivo seu imundo. - Falei, enquanto enfiava uma colherada de ovos mechidos na minha boca.

- Eu nunca te bati por sujar a privada de sangue. - Ele mais debocha do que reclama.

- Isso só aconteceu uma vez! E foi na minha primeira menstruação! Você caga todo dia! - Falei mais alto.

- Ei! Tem gente tentando comer aqui! - Meu pai reclamou e nos calamos.

Então eu sorri, olhando para eles.

Minha mãe se sentou a mesa enquanto franzia a testa, meu pai voltou a olhar para seu jornal, e eu engoli minha comida. Lucas se levantou antes de mim e correu para pegar sua mochila, e quando eu finalmente terminei lavei os nossos pratos e corri para fazer o mesmo.

Quando estávamos ambos do lado de fora, montando nossas bicicletas, eu não pude deixar de prender o cabelo em um coque, tava quente demais hoje e eu precisava de ar no meu pescoço urgentemente.

Senti algo andando sobre meu pescoço e minha mão se moveu automaticamente, matando a mosca maldita que se atrevia a aventurar-se demais. Inspirei fundo e sorri antes de subir na minha bicicleta e pedalar rapidamente atrás de meu irmão.

- Lucas! Isto não é uma corrida! - Eu gritei, enquanto o mesmo me chamava de lerda.

Fui pedalando até chegar na ponte, faltava pouco para chegarmos na escola, porém algo chamou minha atenção.

Um corpo, boiando no rio. Usando roupas iguais as que eu tinha em meu guarda roupa, com um rosto exatamente igual ao meu. Meu coração disparou, meus olhos arregalaram, mas antes que eu pudesse gritar a imagem desapareceu, tão rápido quanto o piscar dos meus olhos.

Olhei ao redor, tentando encontrar o corpo, porém não o encontrei.

Senti um arrepio subir em minha espinha e respirei várias vezes tentando me acalmar.

Lembre-se. Uma voz masculina ecoou em minha mente. A memória é uma força muito poderosa em nossas vidas. Era uma voz jovem, perturbada ou angustiada, com um eco, como se fosse uma memória muito distante, mas que me dava uma sensação... Boa? Eu certamente não sei se tinha interpretado bem, já que a voz se foi tão rápido quanto a imagem.

- Ei! - Ouvi meu irmão me chamar e levantei meu rosto para ele. - Você está bem? Está pálida...

Sacudi a cabeça e então dei um sorriso amarelo para meu irmão.

- Estou bem. - Falei. - Eu só... Sinto como se estivesse dormindo ainda. Deve ser o sono.

Ele se moveu e tocou na minha testa, satisfeito por não sentir que eu tinha febre se virou e começou a pedalar.

- Vamos então! - Gritou e eu comecei a acompanha-lo... Com certa dificuldade.

Olhei para trás algumas vezes, a imagem ainda em minha mente, como se fosse algo familiar, algo que estivesse me alertando. Tentei ignorar esta sensação, porém não foi possível.

Ao chegar na escola, vi minha melhor amiga sentada na escada. Lucas foi conversar com Renan, e eu tinha que colocar as nossas notícias em dia. Quase me esqueci daquele momento, quase.

- Alô! Terra para Lara! Você está me ouvindo? - Alê perguntou enquanto eu mastigava um salgado e olhava para o nada.

- Hmm? Sim, claro que sim. - Falei.

- Então em qual parte eu parei? - Ela tentou me testar.

Apertei um pouco os olhos e tentei lembrar das palavras chaves da ultima frase que ela disse. Eram estas "vaticano", "papa", "segundos", "palmas", "todo mundo" e "chorando".

- Que você estava no vaticano, o papa apareceu por alguns segundos, todo mundo bateu palmas e tinha muita gente chorando. - Falei enquanto olhava para ela.

- Você esqueceu um detalhe. - Ela disse com um sorriso que não conseguia controlar.

- E você comprou presentes. - Falei e sorri.

Os olhos dela brilharam e ela acenou com a cabeça, meu sorriso foi morrendo aos poucos. A sensação que eu sentia era de que aquela era a conversa mais longa e repetitiva que eu já tinha tido, e mesmo forçando a minha mente eu não conseguia nada além de fracas sensações de deja vu.

- Então eu estava pensando em visitar o Paulo hoje! - Alê disse, em tom animado.

Abri a boca para responder, mas então ouvi risadas altas da mesa ao lado. Os alunos que se aproveitavam do intervalo para fazerem bagunça estavam mais agitados do que o normal hoje. Ou eu que estava mais atenta.

Senti minhas mãos tremendo levemente e as abaixei, para que Alexandra não percebesse.

Estavamos sentadas em uma mesa, perto da cantina, ela tinha pegue um salgado para comer e eu estava apenas tomando um nescau. Alguns alunos estavam na mesma mesa, mas concentrados em seus grupinhos.

A mesa era redonda, de mármore com base de concreto assim como os bancos. Os corredores eram brancos com tijolos vermelhos que davam um tom mais quente ao lugar, o piso era escuro. Eu odiava aquele lugar, porém adorava meus amigos. A companhia era legal, quando não estavam fazendo alguma babaquice de adolescentes comuns.

O ambiente escolar estava bastante energético hoje, os alunos reclamavam da volta as aulas, mas estavam revendo amigos com ansiedade, como se a muito não tivessem se visto. Eu parei de olhar ao redor por um momento, quando uma imagem fixou minha mente.

No meio do corredor havia uma placa de "pare", daquelas que ficam sinalizando a rua. A placa estava suja com algum líquido vermelho.

Eu andei até ela, devagar, sem entender.

- Alexandra isto já estava aqui? - Perguntei, porém todos ao meu redor haviam congelado.

Ninguém se movia, ninguém piscava ou respirava, olhei ao redor e senti o pânico tomando conta de mim. Até que senti como se algo estivesse me empurrando.

Caí de lado no chão, sentindo meu corpo pesado e molhado, a respiração presa. Pude ver o carro mais a minha frente, que havia derrapado até um terreno abandonado.

- Lara! - Ouvi Alê gritar do carro, sua voz estava desesperada.

Eu não conseguia me mover, não conseguia respirar.

Minha visão foi embaçando cada vez mais.

Vi uma mancha, do tamanho de uma pessoa, caminhar até o carro dela.

Minha visão começou a escurecer.

- Não! Não! Sai daqui! Lara! - Ouvi Alexandra gritar, mas eu não conseguia me mover, sentia meus pulmões queimarem. - Socorro! Socorro!

Vi a mancha puxar algo de dentro do carro e sair arrastando pelo chão, pude ver que era outra pessoa, ah não, era ela.

- Não! Não! - Os gritos foram ficando cada vez mais longes, mais desesperados. - Lara! - Ela chorava e se debatia, eu ainda conseguia ver isso.

Meus olhos ficaram pesados, não sentia mais minha respiração, não me lembro de ter fechado os olhos, mas logo tudo ficou completamente escuro, e os gritos de minha melhor amiga ficaram gravados na minha mente.

Lara!

 

Eu abri meus olhos devagar e encarei o teto confusa, imagens passavam rápido ao meu redor, pessoas correndo, alguém segurava a minha mão e esta pessoa estava chorando, eu conseguia ouvir os soluços, mas não entendi o que me diziam. As imagens passavam muito rápido, logo eu estava em pé, eu estava no meio de um parque, alguém segurou minha mão. O céu ficou vermelho.

O céu ficou vermelho.

O céu ficou vermelho e eu tinha medo.

A visão mudou, vi pessoas que nunca vi antes caminharem ao meu redor. Usavam jalecos, talvez médicos? Mas ao olhar em volta, percebi que aquilo não era um hospital. Era frio e mais escuro, e algumas pessoas vestiam roupas que cobriam o corpo inteiro, me deixando incapaz de ver seus rostos.

Tentei caminhar, porém eu estava congelada no mesmo ponto.

"Lamentar uma dor passada no presente é criar outra dor e sofrer novamente, novamente, nossas dúvidas são traidoras e vivemos em um mundo de dementes." Ouvi a voz de minha mãe, porém também ouvi a voz de um homem, como se o mesmo estivesse a acompanhando.

- Lara? Ta tudo bem? - Senti a mão de alguém balançar meu braço.

Olhei para o lado assustada e em questão de segundos eu estava na escola, minhas mãos suando, assim como a minha testa.

- N-Não me sinto bem. - Falei, senti a bíli subindo pela minha garganta.

- É aquele garoto de novo? - Ela perguntou e eu franzi a testa.

- Que garoto? - Perguntei confusa.

Ela riu.

- Ei ei, do que estão falando? - Ouvi a voz de Paulo atrás de mim, ele andou até Alexandra e lhe deu um selinho.

Peguei meu celular e respirei fundo, me acalmando, a tela de bloqueio acendendo e mostrando a data e a senha. 16 de Agosto.

Errado! Minha mente gritou, mas comecei a reagir no automático.

- Desde quando vocês estão saindo? - Eu perguntei com um sorriso maroto nos lábios.

- AAAh nem se faça de sonsa! - Alê disse antes de cobrir o rosto com vergonha e Paulo dar um risinho.

- Você que deveria nos dar mais respostas Lara! - Ela reclamou. - Já faz um tempão que você sai com esse namorado misterioso e não nos da um único nome!

- Faz menos de uma semana Alê, e eu só vou dizer quando ele estiver pronto para se revelar. - Falei sorrindo.

Eu gostava daquilo, daquele segredo.

Segredo? Com quem? Quem era mesmo?

Olhei para o lado e vi Daniel no corredor atendendo um idiota que tinha começado uma briga e agora sangrava pela boca. Eu tinha visto a briga, foi bastante assustador e o cara era um total babaca, mas o doutor tinha que fazer o trabalho.

Suspirei e olhei para meus amigos.

- Não me sinto bem... - Falei. - Preciso ir ao banheiro.

- Quer que eu vá com você? - Alê me perguntou preocupada.

- Não, ta tudo bem, qualquer coisa vou para a infermaria. - Falei e tentei sorrir para confortá-la.

NÃO VÁ SUA IDIOTA, NÃO VÁ.

Minha mente gritava, mas meu corpo se movia no automático, ao meu redor tudo parecia meio turvo, como se eu estivesse presa em um sonho.

E logo a cena mudou.

Eu estava na deitada em algo macio e confortável, com meu corpo totalmente exposto. Minha virgindade havia sido tomada, eu sabia disso pela dor que sentia no meio das pernas, uma dor confortável no entanto, e mesmo assim aguda. Meus pais e meu irmão não estavam em casa, tinham ido assistir a um dos campeonatos de natação do meu irmão, então eu estava bastante traquila, especialmente depois de experimentar o sexo pela primeira vez.

Olhei ao meu lado e sorri com o homem que agora beijava meu seio esquerdo.

Seus cabelos negros assanhados.

Daniel levantou o rosto e olhou para mim com um sorriso caloroso.

Movi minha mão e alisei seus cabelos.

Ele se moveu e acariciou meu rosto.

- Tão bela... - Disse.

Corei um pouco, mas sorri, eu estava muito feliz.

- Acho que estrapolamos um pouco... - Sussurrei.

- Eu sei que você veio até a minha casa para acabar com tudo Lara, afinal eu sou... Um pouco mais velho do que você.

- Seis anos mais velho do que eu. - Falei. - Mas isso não importa... Eu... Eu realmente quero isso Daniel, só vamos ter que nos esforçar em esconder isso melhor.

Ele riu um pouco.

- Tão linda e tão óbvia... - Disse.

- Ai. - Fingi que aquilo me ofendeu o que o fez sorrir mais.

Ele deslizou os dedos do meu queixo, pelo meu corpo e indo até minha vulva.

- Ainda dói? - Perguntou.

- Um pouco. - Falei.

- Hm... - Ele beijou minha testa. - Não se preocupe amor, logo vai passar. - Disse. - Agora que eu tenho você, seu corpo... Posso dizer que você é minha? Ao menos para mim? - Perguntou.

Olhei em seus olhos, olhos que expressavam desejo e amor sincero, e sorri.

- Claro... Sou sua. - Falei em tom brincalhão e amoroso.

Ele se sentou, olhou para meu corpo e então para mim. Então se moveu para pegar algo de baixo da cama.

- Ótimo. - Disse.

Ele se moveu rápido, muito rápido, e senti uma pontada em meu coração. Os lençóis ficaram vermelhos e eu olhei para ele assustada até encarar a sua mão, que cravava uma faca em meu peito. A dor me atingiu logo em seguida.

- E assim como tu és minha eu me dedicarei apenas para ti, minha bela. - Ele sussurou em meu ouvido. - Durma bem.

Senti o líquido vermelho sair pela minha garganta, meu corpo paralizou e então minha visão ficou escura. Eu não conseguia respirar, eu não conseguia falar. Eu não conseguia me manter viva.

Assim como no acidente de carro.

Que acidente de carro?

Assim como no acidente do rio.

Tem certeza de que foi um acidente?

Assim como no acidente da escola.

O que aconteceu na escola?

Eu vi algo que não deveria ter visto.

O que foi?

Eu... Eu não me lembro.

Eu quero lembrar? Algo me dizia que isso iria doer, que memórias eram dolorosas demais e que seria mais fácil eu esquecê-las. Não... Algo me ordenava isso, algo me impedia. Seria isto o próprio tempo?

Abri meus olhos.

Não conseguia sentir meu corpo, não conseguia me mover.

O teto era branco, pelo menos isso eu sabia.

- Você acordou? - Uma voz familiar falou ao meu lado, mas parecia triste, muito triste. - Ótimo... Que pena que você não deve se lembrar de mim...

Reconheci a voz, a imagem do rapaz passou em minha mente, o irmão da garota surda, o irmão que conheci em outra vida, seria outra vida ou em outro tempo? Minha cabeça doeu, eu não consegui me mover, apenas piscar os olhos.

- Você deve estar confusa... Deve estar se perguntando aonde está, deve estar se perguntando o que aconteceu... - Ele pareceu mais próximo. - Você se envolveu em um... Acidente, um acidente de carro... - Sua voz falhou. - Não temos muito tempo... Eu sinto muito Lara, eu fui fraco, não consegui manter a nossa promessa.

Encarei o teto branco, lágrimas saltando de meus olhos, fazendo a minha visão ficar borrada.

- Q-Quando eu soube que eles foram atrás de você... - Ele parecia no ponto de começar a chorar, eu queria pedir para que eles parassem. - Eu tentei te seguir, mas cheguei tarde, você ja estava jogada no meio da rua. E o m-mês de agosto passou com você tão silenciosa que eu quase morri em agonia... - Senti o tom de raiva aumentar lentamente em sua voz. - Eles vão pagar por isso. Não se preocupe, o mês de agosto passou, mas outro vai começar e eu vou acabar com isso, eu vou fazer eles pagarem, esta é a última vez.

Pisquei, tentando limpar as lágrimas, sem entender.

Um mês?

Alexandra? O que aconteceu com ela? Confusão. Mal estar. Minha visão ficou mais turva.

- A meia noite está chegando. - Ele disse.

Eu vou te proteger...

Proteja-se.

Não confie.

Ouvi sua voz em minha mente me falando outra coisa. Pelo menos eu penso ser sua voz, naquele ponto não conseguia ter mais certeza de qualquer coisa.

Senti tudo ao meu redor parando, minha respiração, os sons das máquinas do hospital, respiração, tudo. Pude ver uma luz vermelha cobrindo o quarto e então...

 

Acordei com o sol da manhã batendo em meu rosto e me esquentando.

Eu estava bem grogue e meus olhos se recusavam a abrir, meu corpo parecia estar saindo de um estado de dormência e meus musculos clamavam por mais descanso.

Fui tateando minha mão no centro de mesa ao lado de minha cama, até encontrar meu celular e ver que horas eram. 1 de agosto, 6:15 da manhã.

Me sentei e me olhei ao espelho.

Eu sabia.

Sorri com a minha imagem a minha frente, meu próprio reflexo, eu sabia.

Memórias bagunçadas começaram a passar sobre minha mente... O que eu tinha feito antes? Assisti seriado e comi um sanduíche, andei satisfeita até minha cama e dormi. O que eu tinha feito antes? Sofri um acidente de carro, tive minha mente tentando reorganizar minhas memórias, falhando miseravelmente em muitas delas, tanto em ordem como em sincronia. O que eu tinha feito antes? Antes de julho?

Meu nome é Lara.

Eu amo minha família, mas sou apenas uma adolescente comum. Tenho um irmão mais novo com o qual eu puxo muitas brigas, mas posso dizer com toda certeza de que ele é meu melhor amigo. Tenho também dois amigos muito queridos da minha escola, que me ajudam quando tenho problemas, problemas de diversos tipos. Minha mãe e meu pai, eles me amam, eu sei disso, e eu os amos.

O que eu tinha feito antes?

Não me lembro, porém...

Eu sabia.

Este mês de Agosto estava se repetindo demais.

Encarei minha figura no pequeno espelho que ficava sobre a minha cômoda, e meus olhos estavam cheios de lágrimas silenciosas, mesmo que eu estivesse sorrindo. Meu estômago denunciou meu estresse.

Eu estou viva.

Eu estou bem.


Notas Finais


E la vamos nós


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