História Loser - Capítulo 4


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Categorias Originais
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Palavras 1.031
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Capitulo 4- Estufa. Favor


Fanfic / Fanfiction Loser - Capítulo 4 - Capitulo 4- Estufa. Favor

Acordei com o som irritante do despertador, e fiquei pensando no sonho estranho que eu tive essa noite. Eu havia sonhado com comidas dançantes, e que depois elas devoravam umas as outras. Isso foi muito estranho. Me levantei e fui ao banheiro. Fiz minha higiene, me vesti, e como estava com fome decidi comer algo. Fiz umas torradas, passei geleia, comi e fui para a escola.

Chegando la, sigo o caminho de todos os dias. Mas, ao invés de passar direto pela estufa como eu sempre faço, dessa vez decidi parar em frente a ela. Fiquei parado em frente a estufa, a observando, lembro que Alexia disse que cuidava da estufa. E, pensando bem, eu acho que eu tenho que falar com ela. Sei la, vai ver ela pode me ajudar a ‘’simpatizar’’ com o Marsholl, assim eu me safo de ficar em recuperação em duas matérias, e de quebra ainda vejo a cara de bocó do professor. É um bom plano.

Caminho ate a estufa, decidido do que vou fazer adentro ela e observo o lugar. Era enorme, serio, sem brincadeira, aquilo tinha dois andares! Tinha diversas plantas e arvores, varia flores coloridas. Eram tantas cores, que me deixavam tonto e desnorteado. Mas devo admitir que era um lugar realmente lindo.

Andei um pouco, ate chegar em um lugar com arvores frutíferas. Tinha de vários tipos: macieiras, amoreiras, laranjeiras, limoeiros, goiabeiras, entre outras varias arvores cheias de frutas. Andei mais um pouco e avistei um lugar com plantas... CARNIVORAS?! Porque caralhos tem plantas carnívoras na estufa de uma escola?! Serio, qual é a doença da pessoa que criou essa estufa? Eu quero realmente saber. Balancei a cabeça negativamente, e tornei a andar. Avistei varias roseiras, girassóis, margaridas, violetas... samambaias... tulipas, lírios, e varias outras flores que eu não sei o nome, acho que aqui tinha ate plantas medicinais. Bem, se tem plantas carnívoras não duvido nada que aqui tenha ate maconha. Ou um portal pra Madagascar.

Ando mais um pouco, e avisto uma escada no meio de varias plantas e flores, a escada era feita de troncos, era linda. Subi a escada, e quando cheguei no segundo andar da estufa, minha boca se abriu em um ‘’O’’ perfeito.  Aquele lugar era simplesmente lindo. O teto circular da estufa era coberto de flores rosas de cima a baixo, e no fundo havia um banco de balanço branco cheio de plantas em volta, e o piso era de pedras. Era magnifico.(N/A: capa do cap)

-Você gostou?- perguntou uma voz feminina me tirando de meus pensamentos, me fazendo virar para encontrar a voz. Era a Alexia, parada no pé da escada.

-Você, você fez isso?- perguntei, apontando para o lugar atrás de mim. Ela riu e concordou.

-Sim, mas não fiz sozinha. É lindo não é?- perguntou , e eu balancei a cabeça em concordância.

-Sim, quase tão lindo quanto a estufa, a única diferença é que aqui é normal. Quem te ajudou?- perguntei, Alexia começou a andar e eu a segui.

-Os meus amigos. Como assim aqui é normal?- perguntou e chegamos ao banco. Nos sentamos.

-É que aqui não tem plantas carnívoras. Porque diabos tem plantas carnívoras aqui?- perguntei e ela riu

-Porque elas comem os insetos.  No ano passado. O que veio fazer aqui?

-Te procurar.

-Porque, por acaso se apaixonou?- perguntou debochada. Ri pelo nariz e respondi.

-Não, idiota. Eu quero pedir um favor.- falei e ela me encarou com uma cara de deboche.

- E desde quando, o cara popular pede favores para a nerd? Você por acaso bateu a cabeça quando nasceu Dylan? Porque nós só começamos a socializar ontem, e, ate onde eu sei, isso não nos faz melhores amigos.- disparou tudo em uma folegada só, e eu revirei os olhos fazendo uma cara de cu.

-Voltando ao favor...- falei ignorando tudo o que ela falou, e foi a vez dela revirar os olhos.- eu preciso da sua ajuda pra uma coisa.- falei e ouvi um eu vou me arrepender disso que eu sei, dela mas ignorei, ela suspirou e disse;

-E pra que você precisa da minha ajuda?- perguntou, me fazendo sorrir vitorioso.

-Preciso de ajuda para chegar no Marsholl- falei e ela arregalou os olhos.

-Você quer pegar o Parcy?!- perguntou/exclamou, quando entendi o sentido da pergunta, bati com a mão na minha testa.

-O que? Não sua idiota!- dei um tapa de leve na cabeça dela- Eu preciso de ajuda para conversar com ele sua anta.

-É só usar a boca, não tem segredo, não precisa da minha ajuda para isso- falou e eu tive que me segurar pra não esganar ela.

-Você é tão inteligente, porque se faz de burra? Isso eu sei né, mas o que eu quero saber é: como eu vou falar com ele? Com que cara eu vou chegar la? Eu não posso simplesmente dizer: “Oi Marsholl, eu sei que você me odeia, mas preciso que coopere comigo, para que eu de uma lição no nosso professor de literatura, e ai topa?- Não né! Isso seria ridículo!- falei ela suspirou.

-Você já leu o livro que o professor deu?- perguntou

-Não...

-Então. Isso já é um bom começo, Parcy esta com o livro, peça o livro a ele. E discuta sobre o assunto com ele. Afinal, vocês vão ter que fazer um teatro, não vão? Viu, já tem um assunto para falar com ele.- falou e o sinal tocou indicando que as aulas iriam começar. Ela se levantou e foi embora me deixando la sozinho.

Eu fiquei um tempo a mais la, pensando e ponderando na ideia dela. Era uma boa ideia ate. Seria um bom jeito de chegar nele.

Bem, pelo menos um problema eu já havia resolvido, agora só faltava pensar em como eu iria falar com os meus amigos sobre isso, de como simpatizar com o Marsholl para o trabalho sair bem feito, e o lugar onde faríamos o trabalho.

Na minha casa de jeito nenhum, na casa dele... não sei se ele me deixaria pisar os pés lá, poderíamos fazer no próprio teatro da escola.

E, sobre simpatizar com ele... eu poderia tentar, mas não acho que ele iria acreditar, então seria bem difícil.

 

 


Notas Finais




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