História Loser - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jisoo, Suga
Visualizações 11
Palavras 2.929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


DESCULPA A DEMORA AAAA Juro que foi por um bom motivo, espero que gostem ❤

Capítulo 4 - Call me


Fanfic / Fanfiction Loser - Capítulo 4 - Call me

      [°•Min Yoongi•°]           

Eu não deveria estar tão alegre com a sua resposta positiva, mas preferi deixar o meu sorriso estampado no rosto, para que ele não me achasse um cara chato ou careta. Voltei a fitar o seu belo rosto após ter bebido outro copo de soju, e em seguida aproximando mais nossos bancos.

– Então nós vamos ter um bom papo, ou nem tanto – Sorri fraco vendo ela fazer o mesmo, enquanto apoiava o seu rosto na mão. – Hoje foi quase como um dos piores dias da minha vida, eu fui demitido, meu carro foi multado e minha namorada, que agora é ex, estava me traindo, e eu aguentei aquela praga desgraçada no meu pé, na minha casa e no meu trabalho um ano e alguma coisa – A garota sorriu, dando um gole na sua bebida. – Eu fali a empresa em que trabalhava, por isso que fui demitido. E sobre o meu carro...Fiquei muito tempo estacionado na minha vaga – Dei ênfase na minha última frase. – E quando estava saindo à pé um cara quase atropelou uma garota, e ninguém multou ele, porra – Fiz uma careta e bebi outro copo de soju. – Mas...Eu realmente gostava do meu emprego, do meu carro, do meu apartamento... – Falei com a voz embargada de tristeza, sentindo as lágrimas banharem meu rosto, elas eram quentes, e de fato, deprimentes.

– Não chore – A garota disse, enquanto pegava alguns lenços de papel, passando delicadamente em meu rosto, me fazendo corar. – Se não eu vou c-chorar também – Agora nesse momento, bem nesse momento, eu não sei se dou risada ou se choro junto, e claro que eu vou optar pela segunda opção.

Me pus a chorar com a garota, sentindo ela agarrar uma de minhas mãos, e eu fiz o mesmo com a sua, enquanto me debulhava em lágrimas ao seu lado. Queria poder chorar até soluçar, mas com certeza aquele não era o local correto.

– E v-você ? O que houve ? – Questionei enquanto chorava, soltando sua mão delicadamente.

– H-hoje foi um dia péssimo, perdi meu emprego por causa de duas pirralhas mimadas que estavam com ciúmes dos "seus Oppas" – Fez aspas com os dedos falando em ironia. – Quase fui atropelada por um carro, meu namorado desgraçado terminou comigo porque achou alguma mulher mais rica para sustentar ele, e deixou isso escrito em um bilhete que estava colado na geladeira – Indagou bebendo outro copo de soju.

– Eu queria me divertir hoje, não aguento mais a minha vida pacata e fodida – Falei com raiva, batendo o copo com pouca força no balcão. – Vou fazer tudo que bem entender e me sentir bem no dia seguinte – Levantei pegando o meu casaco, pagando as bebidas que eu havia tomado, comprando mais seis garrafas de soju.

Peguei a sacola e olhei para a garota com a sobrancelha arqueada, vendo que ela ainda estava parada no mesmo lugar, balançando a bebida em seu copo.

– Você não vem ? – Meu tom havia mudado completamente, estava chateado, talvez ela não tivesse gostado tanto de mim.

– Eu posso ir também ? Pensei que estava falando de si próprio – Sorriu animada. – Eu só vou pagar minha bebida e...

– Eu ja paguei, vamos logo –Sorri a segurando devagar pelo braço, saindo do estabelecimento.

Nossos passos não eram tão retos, devido a embriaguez. A puxei para qualquer canto aos tropeços, sentindo ela fazendo o mesmo atrás de mim. Olhei para trás e vi sua roupa um pouco curta, e a fitei enquanto formava um bico em meus lábios.

– Você vai ficar resfriada, tome isso – Tirei meu casaco e cobri os seus ombros.

– Obrigada – Sorriu fofa, fazendo com que eu derretesse por dentro, mas escondi a vontade de apertar ela até faltar todo o seu ar dentro de mim e da minha cabeça.

Voltamos a caminhar em passos lentos, passávamos por boates, bares e bordéis. Peguei uma das garrafasde soju e entreguei para a de cabelos roxos, pegando outra para mim e abrindo, a virando até a metade, fazendo o famoso "guti-guti". Nossos braços estavam entrelaçados, enquanto eu tropeçava em meus próprios pés, causando o mesmo efeito nela.

– Porra, essa noite 'ta mais chata que a minha vida, queria quebrar algumas coisas, topa ? – Sorri animado, enquanto a fitava, vendo ela assentir com um sorriso.

Corremos até um estacionamento de carros do que parecia um restaurante, e aquilo me deixou ainda mais animado. A quantidade de carros era enorme, e minha vontade súbita de destruição havia vindo de um jeito estranho demais. Olhei para um dos carros ali e pude reconhecer a placa. Ah, aquela placa.

– Esse aqui é o carro que a minha ex entrou com outro cara – Sorri sapeca, vendo ela repetir o ato, enquanto passeava seus olhos pelo local, o parando em uma moto, muito bonita aliás.

– Essa é a moto do meu ex – Sorrimos cúmplices. – Procure alguma coisa para cobrir o rosto – Riu alto.

Sai quase correndo pelo estacionamento, até achar um pedaço de madeira no chão. Peguei ele e em seguida achei dois tecidos, pareciam limpos, então os peguei. Voltei para perto da garota e ela analisava a moto e o carro com um sorriso maldoso nos lábios.

– Aqui – Estendi o tecido em sua direção, e ela o agarrou devagar, e eu me arrepiei ao sentir seus dedos gélidos em contato com os meus. – Quem começa ? – Questionei envergonhado.

– Pode ir – Sorriu.

Segurei o pedaço de madeira firmemente em minha mão, depois da garota cobrir meu rosto com o lenço, e eu ainda me sentia um pouco atordoado pelos seus atos. Levantei o cepo bem alto, em seguida o largando com força no carro, que por incrível que pareça, não tinha alarme.

– Desgraçada, filha da mãe, vadia... – Eu xingava com raiva em forma de sussurros, dando várias batidas no carro.

Repeti o meu ato mais algumas vezes, até ver os quatro vidros do carro quebrados. Olhei para a mais baixa ao meu lado e sorri ofegante, devido a raiva que tinha descontado ali.

– Tem um batom aí ? – Perguntei e ela sorriu.

Tirou um batom vermelho de sua bolsa, caminhando até o capô do carro, tentando subir ali de algum modo. Sorri e a ajudei com um impulso pela cintura, deixando-a na altura correta. Abriu o batom e iniciou uma escrita no para brisa do carro. Um grande e belo "Vadia" em letras grandes e maiúsculas. Soltei o seu corpo devagar, vendo ela se vira e sorrir para mim. Me senti hipnotizado no mar profundo que são os seus olhos, ficando embriagado pelo seu cheiro doce e suave. Ela sorriu e pegou a sacola de garrfas que havíamos deixado no chão, bebendo o restante da minha garrafa inteira, me deixando surpreso, enquanto pegava o restante da sua e bebia também. E como sempre, eu sendo eu, pensando que isso pode ser considerado um beijo indireto. Haha Min Yoongi, haha !!

Minha mente gargalhava em ironia da minha burrice, enquanto eu via a garota caminhar em direção da moto com a tora de madeira em mãos, deixando ali várias "cacetadas" na moto, que também não tinha alarme, até que um dos retrovisores caísse. Ela sorriu e pegou as sacolas do chão, correndo até mim e segurando minha mão com firmeza, correndo para fora do local. Sentia o vento bater em meu rosto com força, enquanto um sorriso estampava os meus lábios. Não um sorriso qualquer, um sincero, este que eu não dava a anos.

Corremos até uma praça qualquer, e nos sentamos em um banco qualquer. Nós comemos, bebemos e conversamos por horas, estas que pareciam minutos, o tempo ao seu lado parecia passar voando. Nós tínhamos muitas coisas em comum, e pela primeira vez eu não me sentia esquisito por comer biscoito de chocolate com manteiga de amendoim. Nós apenas compartilhamos o calor de nossos corpos emanavam, enquanto ficávamos próximos, em uma tentativa "bêbada" de não sentir frio. O rosto da menor estava apoiado em meu ombro, enquanto ela ditava como era o seu curso de moda, dando vários detalhes em falas enroladas de como suas professoras eram irritantes e pegavam no seu pé.

– Quando eu era mais novo e entrei na faculdade de administração jurei que faria um bom trabalho e não iria desistir por nada, mas ai com o excesso de trabalho, estou aqui agora – Falei e ela sorriu fraco, acariciando meus fios ralos da nuca, fazendo-me arrepiar por inteiro, enquanto minha mão esquerda fazia um carinho em sua perna coberta pelo meu casaco.

– O que podemos fazer agora ? – Me olhou e eu peguei a garrafa de soju, bebendo o restante que havia sobrado e em seguida a olhei.

– Não tenho mais ideias, não estou com tanta raiva mais – Dei de ombros.

– Aish – Resmungou me fazendo rir.

Seus olhos brilhantes de cor avelã passearam pelo local, e o sorriso malicioso que ela dirigiu a mim, deixou-me confuso. Então acompanhei o seu rosto, e quando meus olhos caíram naquele local só me faltou engasgar com minha própria saliva. Um motel ? Sério produção ?

– Um motel !? – Perguntei e ela assentiu, ficando de pé.

– Sim, nós podemos transar, estamos solteiros e não tem mais nada de interessante 'pra fazer – Falou me puxando pelo braço, deixando as sacolas no banco da praça.

Os nossos passos em direção ao local não eram tão certos, hora tropeçamos e hora nos enrolamos nos passos. Chegamos no local e eu respirei fundo, era a primeira vez que ficava tão nervoso indo em um lugar assim. Passamos pela porta e fomos direto para a recepção, vendo a recepcionista nos olhar com um sorriso.

– Quantas horas ? – Perguntou sorrindo.

– Uma, duas ou mais ? – Sussurrei no ouvido da mais baixa.

– Uma, você tem que me levar em casa depois – Sorriu de canto, me fazendo retribuir.

– Então eu vou te levar em casa ? Pensei que teria que pedir – Sorri para a garota e em seguida olhei para a atendente. – Apenas uma hora em uma suíte legal – Sorri e ela assentiu, pegando uma chave depois de dez segundos tentando escolher.

Peguei o objeto de sua mão co. delicadeza, caminhando até o quarto em que ficaríamos devagar. Abri a porta e entrei no cômodo depois da garota, vendo os lençóis brancos, rosas e velas no local. Sorri brevemente e fechei a porta, trancando em seguida, olhando para um canto e vendo um espumante em um balde gelo junto de duas taças. Ignorei aqueles fatores ao sentir as mãos delicadas da menor cercarem meus ombros, colando nossos corpos, me fazendo sorrir enquanto posicionava minhas mãos em sua cintura fina.

– Antes de tudo – Falei com um sorriso no rosto, abaixando o meu rosto, deixando ele na curvatura de seu pescoço, inalando o seu cheiro suave, que poderia se tornar viciante. Passei minhas mãos por suas curvas, deixando-as pousadas em sua nuca, afundando meus dedos em seus cabelos lisos e macios, que tinham um cheirinho ótimo de sentir. Meu nariz e lábios roçavam na pele quente de seu pescoço, lhe causando arrepios. – Min Yoongi, meu nome é Min Yoongi – Sorri, sentindo suas mãos irem até o meu abdômen, passando as unhas ali de leve por cima da camiseta, me fazendo estremecer diante de seu toque singelo.

– Kim Jisoo, meu nome é Kim Jisoo – Repetiu minha fala e senti o seu sorriso.

– Belo nome, Kim Jisoo – Mordi meu lábio inferior. – Mas acho que ficará melhor quando eu estiver gemendo ele – A garota estremeceu.

Em um movimento rápido, selei os lábios de Jisoo, sentindo meu corpo relaxar diante daquele ato. Nossos lábios de moviam com volúpia, realizando um beijo calmo e carinhoso, e a língua só se fez presente quando Jisoo decidiu pedir a passagem, enroscando nossas línguas com calma. Seus lábios eram como um veludo com um gosto suave de coquetéis de morango, que acariciavam os meus com calmaria. Em minutos, o beijo se tornou necessitado, quente e selvagem. Nós ja caminhávamos em passos cegos em direção da cama, enquanto peças de roupa iam ao chão, minha camiseta e vestido de Jisoo. Caímos sobre a cama, e separamos nossos lábios apenas para sorrir um para o outro, sem quebrar o contato visal em momento algum.

Desci meus lábios para o seu pescoço pálido, sentindo sua pele fervorosa abaixo dos meus lábios. Deixei selares e mordidas ali, que provavelmente ficariam marcados depois, e este era exatamente o meu objetivo, ver aquelas marcas depois. Ouvia as suas arfadas com um sorriso fraco nos lábios, sentindo meu membro fisgar dentro da box. Retirei a camiseta que ela vestia por baixo do vestido, e fitei a suaa roupas íntimas, que deixavam o seu corpo ainda mais delicado ao meu ver. Deslizei minha mão por seu braço até cintura com delicadeza, e em um movimento rápido, as posições foram invertidas. Sentir o corpo de Jisoo sobre o meu era uma sensação ótima, e eu queria senti-la sempre. Os lábios macios da garota selaram meu pescoço, mordendo de leve o lóbulo da minha orelha, me fazendo ofegar. Deuses, era o meu ponto fraco, aquilo estava ótimo !

Meu corpo estremecia inteiro abaixo de seus toques, e eu me sentia um adolescente novamente. Inverti nossas posições novamente, após Jisoo ter arrancado minhas calças e ter fitado meu corpo quase nu sem pudor, assim como eu fiz com ela. Capturei seus lábios sem muita enrolação, sentindo suas pernas rodearem minha cintura, me fazendo gemer baixo contra os seus lábios, pelo atrito gostoso que havia acontecido entre nossas intimidades, e ela também o fez, enquanto arranhava minhas costas vem devagar, fitando as marcas rosafas que ficavam ali após seu ato. Retirei suas peças íntimas e ela fez o mesmo comigo, fitávamos ambas as intimidades, e senti outra fisgada em meu membro ao ver a intimidade encharcada de Jisoo. Voltei a beijar os seus lábios enquanto fazia um movimento ondulado com minha pélvis sobre o seu corpo, roçando nossas intimidades nuas, sem pano algum por cima.

Em alguns minutos, eu ja me encontrava dentro de Jisoo, sentindo o seu interior me apertar com força, deixando que sons lascivos ecoassem pelo cômodo, enquanto eu dava estocadas lentas e fundas, sentindo meu membro se afundar todo na mais nova. Suas mãos puxavam de leve os meus cabelos, enquanto nós olhávamos fixamente, com um sorriso nos lábios. Ouvindo os gemidos suaves de Jisoo em meu ouvido, enquanto os meus ecoavam no seu.

– Ah Jisoo - Gemi baixinho ao sentir sua intimidade apertar meu membro, ao te-lo tocando o seu ponto sensível, enquanto minha mão massageava seu seio devagar, apertando com pouca força hora outra.

– V-você tinha razão, ouvi-lo assim é muito melhor do que~ Ah Yoongi – Ela foi interrompida por um gemido, e eu senti que poderia gozar apenas por ouvir meu nome sair de forma tão erótica pelos seus lábios.

Mais algumas estocadas, e eu senti meu corpo pesar, então apoiei meu rosto na curvatura de seu pescoço, sentindo ela passar seus dedos pelo meu ombro devagar, enquanto inalava o meu cheiro devagar, deixando selares, mordidas e chupões em meu pescoço, me fazendo gemer baixinho, rente ao seu ouvido. Meu corpo se movimentava contra o seu com calma, e parecia que nossos corações batiam em sincronia.

Aumentei a velocidade quando senti necessidade, e em menos de quinze minutos, senti o ápice nos atingir, ao mesmo tempo, por incrível que pareça. Me retirei da garota e deixei meu ápice vir com força, sentindo meu líquido jorrar em sua barriga, enquanto o seu escorria pelo colchão. Apenas para prolongar o seu orgasmo, levei meu dedo ao seu clitóris inchadinho, fazendo movimentos circulares ali, sentindo ela contorcer sob meu toque. Deixei que meu corpo caísse ao lado do seu, ouvindo apenas a nossa respiração ofegante no cômodo.

– I-isso foi ótimo – Falei com um sorriso no rosto, ouvindo o riso baixinho de Jisoo, enquanto sentia sua mão fazer um carinho em meu peito após eu ter puxado o seu corpo para perto do meu.

– Eu c-concordo – Falou baixo, com a voz um pouco embargada.

– Ja esta tarde, você quer que eu te deixe em casa como o prometido ? – Perguntei sorrindo, deixando um selar em sua testa, vendo a assentir enquanto devolvia o meu sorriso.

Vestimos nossas roupas e tentamos parecer ao menos pessoaa normais, mas estava difícil. Nossos pescoços estavam marcados, rostos suados e rosados. Peguei pelo tempo que ficamos e fui caminhando om Jisoo até o seu apartamento, não era como o meu, mas parecia aconchegante. A olhei sorrindo na entrada do prédio e ela devolveu novamente.

– Então / Então – Falamos ao mesmo tempo, e eu não pude evitar rir baixo. – Eu queria lhe passar o meu número, talvez 'pra você me ligar amanhã, sabe – Cocei a nuca envergonhado, e ela riu, pegando o celular de sua bolsa e me entregando.

Salvei meu número de uma forma diferente, talvez "SugaGi" não fosse um nome comum, mas eu queria que ela lembrasse de quem eu era apenas por ouvir minha voz e ler o meu nome nos contatos do celular. Caminhei até a garota e segurei seu rosto entre minhas mãos, selando os seus lábios com ternura.

– Tenho que ir, me ligue amanhã, por favor – Sorri, deixando outro selinho em seus lábios.

– Claro que vou ligar, pode deixar – Vi a sinceridade em suas palavras, então assenti sorrindo, vendo ela entrar no prédio e sumir de minha vista.

Dei as costas e fiz o caminho para a casa da minha mãe, porque ela era minha única opção no momento, e ao chegar em sua casa, em passos silenciosos fui até o meu antigo quarto, caindo na cama com um largo sorriso no rosto, e em um misto de ansiedade e nervosismo, pensava se Jisoo me ligaria realmente amanhã, então agora me encrontro apreensivo. Afundei meu rosto no meu travesseiro depois de alguns minutos, e deixei que o sono me consumisse.

[...]    

     


Notas Finais


Desculpem qualquer erro sz


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