História Lost and Found - Capítulo 7


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Categorias Naruto
Personagens Chouji Akimichi, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Kankuro, Karin, Kiba Inuzuka, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Maito Gai, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Rock Lee, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shino Aburame, Temari, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju
Tags Drama, Hinata, Naruto, Romance, Sakura, Sasuhina, Sasuke
Visualizações 83
Palavras 998
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Capítulo 7


Ela estava na cela com outras mulheres, algumas prostitutas e outras que mais pareciam ser santas. Sua sede estava aumentando gradativamente e chamou mais uma vez o policial de guarda.

--O que foi agora?

--Eu quero água. Por favor.

--Tem uma pia ali, beba de lá.

--Ah! Qual é?! Só um pouco de água não é pedir de mais.

--Por mim você não bebe nada. – Uma porta foi aberta e o mesmo homem que prendeu Hinata estava ali.

--Solte essa moça, ela vai para o interrogatório comigo.

Hinata fez todo o procedimento quietinha, quando chegou à sala cinza e sentou na cadeira de metal, o homem jogou uma pasta na mesa.

--Antes de falar qualquer coisa eu quero água.

Poucos minutos e ela tinha uma jarra de água.

--Então senhorita Hyuga, você não é americana certo?

--Não senhor, e é senhora, sou casada.

--Com o tal de Sai?

--Sim senhor.

--Seu marido é um traficante. E você é muito bonita para estar nessa vida.

--E por acaso a morte tem cara de bonita?

--De onde você veio Hinata?

--Japão, eu vim a trabalho.

--Hum, e você mantem contato com sua família?

--Não, eu perdi meu celular.

--Quando perdeu o celular?

Ela não sabia, podia ter sido ontem, há dois meses ou um ano atrás. Desde que se envolveu com Sai ela não tinha mais noção de tempo.

--Você tem noção que estava com posse de drogas?

--Eram minhas, eu não ia vender. – Kakashi Hatake era um homem experiente, observou bem a morena a sua frente, ela estava totalmente perdida. Ele não podia provar que ela traficava junto com Sai, a quantidade na posse dela era muito pouco e também não podia obriga-la a uma reabilitação.

Ela ficou na cela novamente, algumas outras iam e não voltavam, estava ficando impaciente, sua perna tremia, sentia algo dentro de si, às vezes tinha a sensação de estar sendo observada. Ela tinha vomitado diversas vezes, dormia e acordava e tudo parecia ter parado no tempo. Depois de algum tempo Hatake voltou à cela e a levou para uma conversa.

--Sabe Hinata, não sei se é sorte ou bondade. Sai resolveu fazer um acordo com a condição de lhe tirar desse furacão que é a vida dele. Mas eu não posso deixar que você simplesmente volte para as ruas.

--Por quê? Ele disse que eu não fiz nada certo?

--Sim, mas você não tem casa, não temos nenhuma informação que leve até sua família. Até que a embaixada consiga passar por todas as burocracias nós já teremos te perdido, por isso eu quero lhe oferecer ajuda.

--Que ajuda?

--Assinando esses papeis daqui você vai para uma clinica. Vai melhorar e depois vai voltar para casa.

--Eu não quero voltar pra casa.

--Então você aceita ir para a clínica? Até acharmos sua família no Japão vai levar no máximo um ano ou dois anos. É tempo suficiente para você recuperar sua vida.

Ela balançou a cabeça em afirmativo, assinou os papeis e foi com o detetive Hatake até seu novo lar. Não tinha certeza se ficaria ali, não tinha confiança nas palavras do senhor Hatake, ela não sabia de mais nada. Os primeiros dias foram difíceis, ela sentia como se seu corpo estivesse sendo perfurado por milhares de agulhas, às vezes tinha certeza que tinha agulhas na sua cabeça e as noites eram difíceis de suportar. Em uma tentativa desesperada de fugir, caiu do terceiro andar e por sorte quebrou apenas a perna esquerda.

Aos poucos algumas dores iam sumindo, ela conseguia dormir a noite e às vezes uma ânsia lhe atingia. Existia um tipo de atividade recreativa e ela escolheu fazer a de artes, lá conheceu sua mais nova amiga, Cindy. Elas passaram muito tempos juntas e no verão de 2013, Hinata e Cindy saíram da clinica.

Cindy era de uma família rica, tinha uma irmã mais velha chamada Chloe. Elas duas se apegaram a Hyuga e o trio não se desgrudava. Mesmo contra as recomendações dos médicos da clinica e dos seus pais, Chloe insistiu em levar sua irmã e Hinata por um tour na Europa.

--Desculpe Chloe, mas eu não posso ir. Minha papelada do divorcio ainda não saiu e tenho que ter permissão judicial para isso. – Disse Hinata triste.

--Não se preocupe maninha, meu pai resolve isso.

E resolveu mesmo, não era a toa que os pais delas era um juiz muito bem requisitado do estado de New Jersey. Ele também resolveu tirar férias e junto com sua esposa acompanharia as garotas nesse tour. Antes de partir Hinata foi até a delegacia com um cesto de frutas, Hatake ficou muito feliz em ver a moça mais corada, mais forte e sentiu-se realizado, não era todos os dias que conseguia salvar uma vida.

 

Agosto de 2013

Elas estavam mais do que animadas na bela cidade de Verona. Hinata desejava muito estar naquela cidade, mas essas eram outras circunstâncias. Naquela manhã, Joss não pode mais evitar a pergunta que lhe rondava desde que conheceu Hinata.

--Então Hinata, quando pretende entrar em contato com sua família?

--Pai! – Protestou Cindy. – Não precisa responder Hinata.

--Não se sinta pressionada Hina, sabe que só estamos preocupados com você. É como se fosse nossa filha também. – Mérope era uma mãe muito carinhosa.

--Tudo bem, eu estava pensando nisso já faz um tempo. Eu só não sei o que dizer, sumi por um bom tempo e foi um tempo bem sombrio. Não sei como contar isso a eles.

--Tudo bem. Eu tenho o telefone deles comigo, nós vamos fazer essa viagem e depois voltar para casa, e quando se sentir pronta venha até mim. – Joss parecia ser muito rígido e rude, mas no fundo tinha um coração de ouro.

Hinata sorriu agradecida. Elas saíram no carro para o centro comercial comprar algumas especiarias, já que estariam sozinhas e queriam fazer um verdadeiro prato italiano. No caminho Chloe se sentiu mal e perdeu a direção do carro, tudo foi muito rápido e as três aos poucos perdiam a consciência.


Notas Finais


^^


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