História Lost in Harry Potter - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Miss_Fray

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Abraxas Malfoy, Alvo Dumbledore, Avery (Riddle-era), Godric Gryffindor, Horácio Slughorn, Lord Voldemort, Merlin, Merope Gaunt, Murta Que Geme, Personagens Originais, Salazar Slytherin, Tom Riddle Jr.
Exibições 71
Palavras 2.724
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


— Oi gente! Como vocês estão? Antes de perguntar para mim o motivo pela qual eu editei este capitulo e resolvi postar um novo. A resposta é: naquele capítulo para este, eu resolvi contar um acontecimento de cada vez, e aqui está.
— Quero agradecer as lindas leitoras que favoritaram, estão acompanhando aqui no Social Spirit e no Nyah!Fanfiction.
— Quero deixar bem claro que não faço apologia a nenhuma violência que ocorrerá aqui, esta é uma história fictícia, feita de fã para fã.
— Gente eu sei que vocês devem estar curiosos por que eu estou postando o mesmo capitulo, o motivo é que temos uma nova autora também: Miss_Fray. Ela sugeriu que façamos capítulos com mais de dois mil palavras, então estamos aqui.

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Capítulo 2 - Welcome to Hogwarts


Fanfic / Fanfiction Lost in Harry Potter - Capítulo 2 - Welcome to Hogwarts

“Mistreated, misplaced, misunderstood

Miss know it, it's all good

It didn't slow me down

Mistaken, always second guessing

Underestimated, look I'm still around”

                                            F**kin' Perfect – Pink

 

(...) Cinco anos atrás (...)

        Em um dia ensolarado do Rio de Janeiro, havia uma garota de onze anos  que estava esperando ansiosamente por uma carta. Mas, não era uma qualquer, a menina acreditava que o universo de Harry Potter existia e, assim, quando as crianças bruxas completavam seu décimo primeiro aniversário recebiam uma carta na qual tinha um contive para estudar em uma das escolas de bruxarias.

 A pequena se chamava Maya Rodrigues. A mesma não conseguia aguentar seu nervosismo e tentava ao máximo se distrair, o qual era impossível, pois a cada minuto ela espiava pela janela á procura de uma coruja sobrevoando pelas casas.

 Ao final da noite, a Rodrigues constatou que não receberia, pois estava perto da meia noite. Triste e desolada, Maya desceu as escadas de sua casa com cuidado para não acordar seus pais, era sempre assim quando ela estava extremamente magoada com alguma coisa e, em todas às vezes, ela ia para o mesmo lugar. A mansão da senhora Mistério, apelido carinhoso dado pela mais nova porque, quando voltava de lá e perguntava aos vizinhos, recebia a mesma resposta em relação a isto: ” Aquela casa está aí há anos e nenhum sinal do dono”.

Depois que meses se passaram, a caçula dos Rodrigues queria ter a opção de não pertencer a sua família, pois a cada dia que presenciava era resumido em ser humilhada pelos próprios pais. Sua mãe falava mal dela na frente da mesma e não importava com que ela estava ali para ouvir cada palavra dita, e o seu pai simplesmente ignorava a presença da filha e, quando a mesma se aproximava, ele pedia, ou melhor, mandava ir brincar com alguma criança de sua idade e não incomodar ou intrometer nas conversas dos outros.

       Era isto o que diziam sobre Maya Rodrigues: Isolada, a fantasma do Rodrigues e sozinha, algumas pessoas que olhavam para a garota sentiam pena por ter convivido dentro desta família.

(...) Dias atuais (...)      

    Maya acordou sobressaltada depois que teve um pesadelo, gotículas de suor saiam e sentiu um aperto no coração ao olhar em volta e perceber que não era a casa de sua velha amiga, se é assim que consideravam. O lugar era como os filmes antigos em que os principais geralmente estavam. Na enfermaria. No começo, ficou completamente apavorada e se esqueceu do que realmente tinha acontecido na noite passada, quando ela colocou os pés no chão uma voz a interrompeu:

  — Bom dia, vejo que acordou. Estávamos preocupados com você, alias nunca tinha visto você por aqui, qual é o seu nome? — perguntou uma mulher por volta dos trinta e cinco anos. Tinha cabelos loiros presos em um coque, olhos castanhos bondosos em que, naquele momento, mostrava carinho e... preocupação? A jovem não conseguia pensar em nada devido à situação em que estava, logo percebeu que tinha passado alguns segundos quando ouviu a senhora perguntar novamente.

    — Oh, me desculpe. Chamo-me Maya Rodrigues e você poderia me falar onde estamos? — perguntou com calma, mas por dentro estava muito nervosa, pois não sabia na encrenca em que tinha se metido e também percebeu que ela falava inglês.

   — Ora! Estamos na enfermaria, agora não sabe o nome do lugar em que está estudando? Isto terá que descobrir... — cantarolou em um modo zombeteiro.

   —  Me desculpe, mas eu não me lembro de nada do que aconteceu, só lembro-me de eu estar em um corredor e tinha um grupo de garotos e... — ela parou de repente quando o rosto de um deles. Era ele. O ator do vilão quando o mesmo estava estudando em Hogwarts. Mas a jovem resolveu juntar os pontos e percebeu que o lugar em que estava parecia aqueles filmes da época de sua avó, pelo menos ver aqueles filmes antigos serviu para alguma coisa.

    — P-poderia me dizer qual é o nome do aluno que me trouxe até aqui? — perguntou gaguejando, nervosa.  Seria mesmo possível estar de um dia para outro em sua história preferida? Justo no ano em que ele estava lá?

  — Oh, claro! Tom Riddle, o aluno é muito inteligente, atencioso, sonserino, sendo o único que se mistura entre as outras casas e deixa as diferenças de lado. Todas as garotas são as seus pés, e ele trata cada uma com educação, um bom partido para qualquer uma.

  Neste momento, o coração da moça estava a mil, suas mãos suavam frio e sua visão ficava mais e mais embaçada por conta do nervosismo. Milhares pensamentos estavam rodando em sua cabeça, e, entre eles, todas as perguntas estavam relacionadas em como apareceu ali, o motivo e, principalmente, como voltaria para casa.

  — Daqui a pouco o diretor Dippet irá vir aqui junto com o professor Dumbledore para falar com você sobre o que aconteceu. Enquanto isto, eu te recomendo descansar um pouco, deixe os pensamentos um pouco de lado. — e saiu andando, depois dito. Claro, que não seria fácil afastar seus pensamentos com a situação em que estava, e cada segundo, minuto, que passava, ela ficava cada vez mais apavorada.

   Até que teve de parar para observar dois homens com posturas sérias, um parecia mais calmo enquanto o outro ajeitava cada vez sua postura ao se aproximar e, quando chegaram, Maya pode ver melhor os dois, mas um deles chamou sua atenção. O homem era exatamente ao ator em que fez a cena do flashback da vida do Lorde Voldemort, quando o mesmo estava no orfanato.

  — Boa tarde senhorita Rodrigues, eu e professor Dumbledore estamos cientes da sua situação. Conversamos com madame Pond e soubemos que não conhece este lugar, pelo menos acredito que sabe da existência de nossa escola. Poderia explicar o que realmente aconteceu?

    A garota respirou profundamente antes de contar, escondeu e mentiu dizendo que era uma bruxa em que sua aldeia estava sendo atacada pelos soldados de Grindelwald há muito tempo e, para refugiar, escondeu-se no porão de sua casa e sem querer encontrou um livro onde recitou uma frase em vermelho e em um passe de mágica estava ali.

 — Hum...interessante... Acho melhor a se fazer no momento é se a senhorita aceitar, veremos em qual casa você irá se estudar aqui, o que me diz?

— Claro, eu aceito sim! — disse, sem pensar duas vezes. A Rodrigues não iria ficar parada, enquanto ficaria na sua história preferida, e, como todo sonho de todos os potterheads, ela realizaria pela primeira vez.

Então, o professor Dumbledore pediu licença para ir buscar o chapéu seletor. Maya não aguentava o nervosismo e pensava em qual casa seria seu novo lar, seria Lufa-Lufa? Grifinória? Corvinal? Ou Sonserina, a casa do inimigo?

Depois de algum tempo, o professor apareceu e, junto a ele, estava Tom Riddle Jr. Ele era muito gato, simplesmente perfeito, cada detalhe era no lugar certo, e os seus olhos, o que mais encantou a fã, era de uns intensos olhos verdes, mas naqueles olhos a brasileira também conseguiu identificar a maldade e arrogância em seu olhar. Na qual o gesto desanimou Maya, pois ela pensou que existia pelo menos alguma bondade nele, pelo visto seu pensamento estava errado.

  Então, de repente escuto uma voz em sua cabeça: “Ora, ora. O que temos aqui, uma viajante no tempo! Vamos ver em qual casa você dará bem. Você é razoável na escola, algumas vezes estudava ou outra se divertia ao invés de estudar, você é uma boa amiga com quem merece, mas ainda assim é fria e irônica com as pessoas. O que me surpreendo que  hoje não tratou ninguém com má educação. Meus parabéns! Você não é muito corajosa, mas ainda assim enfrenta seus obstáculos e vejo que tem muita  maldade em seu coração pelas suas atitudes. Enfim, sua casa irá ser...SONSERINA!” 

 — Oh, que legal para você, Tom, irá ter uma bela e encantadora jovem em sua casa, poderia fazer o favor de acompanha-la até o salão comunal? — disse o diretor, e, nesta hora, a adolescente rezava para que o mesmo dissesse não, doce ilusão.

    — Claro, senhor Dippet, será um prazer em acompanha-la — disse a frase, com malícia.

Após isso, a nova sonserina ficou um pouco tonta depois de ouvir o que o vilão disse e ficou em silêncio durante os corredores que levavam ao salão comunal da Sonserina, seu novo lar. Em uma distração sua, nem percebeu quando Riddle a empurrou contra uma parede e ficou cara a cara contra ela.

   — Você pode enganar aos outros Rodrigues, mas a mim você não engana com esta farsa, dizendo que nunca conheceu ou viu alguém de Hogwarts, pois você me reconheceu e depois ficou falando várias vezes o meu nome. Então, exijo que me explique.

  Seu tom era ameaçador e, em um momento, a garota percebeu que seus olhos estavam ficando levemente vermelhos. Nesta hora, ela gostaria de fugir, correr para ficar longe dele, infelizmente, viu que não tinha como sair desta enrascada.

(...) Há dois anos atrás (...)

Era um novo dia na casa dos Rodrigues, onde todos os parentes em que Maya compartilhava o mesmo sangue estavam lá para preparar a grande festa em que inaugurava uma nova filial da empresa da família. Neste ano, eles estavam em Porto Alegre e iriam, logo após de arrumar e verificar tudo para ir, a um clube que se chamava Sogipa, Maya não estava nem ligando para esta comemoração, mas ficava feliz em que lá era um clube ao ar livre.

A garota logo saiu para não atrapalhar o pessoal do buffet, mesmo que esse seja seu hobby, mas hoje ela estava com uma sensação estranha desde aquela noite no navio. Todas as noites, o que aconteceu naquela viagem a atormentava, comprometendo sua saúde, que atualmente não estava muito boa, por isto teve que ficar internada no hospital Moinhos de Vento da sua atual cidade.

A caçula dos Rodrigues estava perdida em seus pensamentos até ouvir sua mãe lhe chamando rudemente para entrar para o carro. Ao longo do caminho, estava pensando em como as coisas mudaram desde que tinha onze anos, com aparições de pesadelos em que vozes falavam sobre ela ser poderosa que, a partir daquela mera noite, mudaram sua vida drasticamente.

Quando o carro parou, ela logo desceu para ver o que esperava, pois ainda continuava com aquela sensação de incômodo. Sua família e as pessoas que foram contratadas logo foram em direção ao salão, enquanto a Rodrigues admirava o lugar ao seu redor com uma sensação reconfortante.

Andava pelo clube fascinada, avistou um grupo de alunos provavelmente entre doze e quatorze anos com o uniforme de seu colégio estampado em suas camisas, eles pareciam felizes e pareciam que não se importar com os olhares apreensivos dos outros sócios por estarem gargalhando alto e falando sobre assuntos bem...adultos, por assim dizer.

Andou mais um pouco e observou a área das piscinas que estavam sendo arrumada para o verão, que estava chegando, mas, infelizmente, logo deu meia volta, ao perceber que sua mãe a mataria se chegasse mais tarde do que já estava.

Cumprimentou todos os primos insuportáveis, e uma delas lhe intrigou: havia uma mulher entre eles, com lindos olhos azuis e vestia uma roupa estranha, no seu rosto havia um largo sorriso amistoso e, nesta hora, teve um arrepio, por ter flashes de um bebê e uma voz na sua cabeça: “Tudo vai mudar, mais do que já está e lembre se eu sempre irei te proteger, até mesmo de mim mesma. ” Depois disto, Maya não aguentou e desmaiou.

(...) Atualmente (...)

Por sorte, uma pessoa estava andando em passos curtos, mas audíveis por conta do piso recente molhado pelos elfos domésticos. Ao avistar melhor, era um homem, Maya logo reconheceu sendo o professor Horácio em que estava nas memórias dele, na cena do filme “O Enigma do príncipe”.

— O que está acontecendo aqui Tom? Largue a senhorita imediatamente. — disse ele, em um tom nervoso e agitado, provavelmente deveria ser um assunto que iria ser tratado.

— Me desculpe senhor, mas o que lhe tanto o incomoda? — disse, referindo-se ao estado de seu professor e diretor da sua casa, Sonserina.

— Meu caro Tom, assuntos do corpo docente que iremos discutir sobre um sigiloso, mas como confio em você, irei lhe dizer uma coisa: os tempos estão mudando, muitas criaturas das trevas que o ministério capturou estão agitadas, os prisioneiros de Azkaban estão inquietos e, de uma forma, comunicando-se de formas enigmáticas. Só peço uma coisa: tenham muito cuidado em quem confia.

Logo após isso, Slughorn insistiu em levá-los para a sua nova casa, Sonserina, a casa das cobras e do vilão da história. Durante isto, ele não parava de elogiar Maya, na qual estava corada e envergonhada com quantos elogios que recebeu, já que nunca foi acostumada com este gesto.

O tempo foi passando, e a nova garota de Hogwarts já tinha feito novas amizades, entre elas todas sangue puro, mas, ao contrário do que pensava, elas eram gentis, divertidas e amigas. A última palavra a Rodrigues nunca tinha conhecido desde aquele dia.

— O que você está achando de Hogwarts, achou alguém bonitinho? — disse Sabrina, com um sorriso malicioso.

— Oh não, claro que não — respondeu Maya rápido, levemente ruborizando, e, claro, ela estava pensando em Tom.

— E por que está corada, ein Rodrigues? — Sabrina implicou com ela, desde que a novata contou sobre ele, e isto foi o motivo de muito algazarra.

— Aí param com isto, o melhor a se fazer agora é dormir. Boa noite — terminou a conversa por ali mesmo. Mas a fã não conseguiu dormir depois de tudo que aconteceu hoje, foi surreal para ela e para qualquer outra pessoa que adorasse a série Harry Potter e que estivesse ali também.

Incomodada com a falta de sono, resolveu calçar suas novas pantufas com o brasão de sua nova casa e ir explorar Hogwarts, com cuidado, para não acordar ninguém. Ao sair, a garota de olhos azuis estava fascinada e encantada com tudo aquilo, só que uma movimentação chamou sua atenção. Era o mesmo corredor de quando chegou e, também, infelizmente as mesmas pessoas.

        — ...fazendo aqui nesta hora, Tom? — perguntou um rapaz loiro, quase platinado, com seu corpo parecendo esculpido por deus.

    — Quero informar vocês que teremos uma nova garota em nossa casa, o nome dela é Maya Rodrigues. — neste momento, o corpo dela parecia estar em choque, tinha parado de se aproximar, e suas mãos suavam excessivamente. O que ela mais desejava neste momento era nunca ter saído de sua cama.

— Um par de pernas novas, hm.…este ano vai ser mais interessante. Como deve ser entre elas? — falou um garoto cheio de malícia que, na visão de Maya estava de costas, e a mesma prometeu a si que, se conhecer este garoto, irá se manter o mais longe dele possível.

    — Mudando de assunto, o velho Slughorn comentou que os professores estão agitados, pois no mesmo dia em que a Rodrigues chegou, as criaturas das trevas ficaram agitadas, e mandei Avery recentemente para saber mais sobre isto, já que o pai dele é do ministério. Ele me informou, por uma carta, que a mansão dos Le Fay estava com mais uma pessoa na lista, mas o seu nome estava embaçado. Me pergunto como é este último herdeiro...ou herdeira.

           Como se fosse um flash, uma memória veio a sua mente, na qual ela via aquela mulher que estava na comemoração da sua família, só que, desta vez, ela segurava um bebê que chorava aos prantos, provavelmente sabia do que iria acontecer.

(...) Flash (...)

    Era uma noite escura e chuvosa, raios ricocheteavam perto de uma mulher que aparentemente não estava sendo atingida, e ela segurava firme um bebê enrolado em um cobertor cor-de-rosa. Lágrimas caiam feito cachoeira, mas nada a abava em seguir em frente, olhava os lados desesperada para não ter ninguém por perto.

    Quando avistou uma casa perto de uma praia, foi em sua direção e a deixou em frente à porta da casa decorada com flores, Antes de tocar a campainha, sussurrou no ouvido do bebê:


             — Eu sempre vou lhe vigiar, minha filha, não importa o que acontecer, eu vou estar sempre com você, mesmo que não me reconheça, e um dia iremos ficar juntas. O mundo bruxo vai conhecer umas das mais poderosas bruxas que, no futuro, você vai se tornar. Ich liebe dich, Maya.


Notas Finais


— Gente eu sei que vocês devem estar curiosos por que eu estou postando o mesmo capitulo, o motivo é que temos uma nova autora também: Miss_Fray. Ela sugeriu que façamos capítulos com mais de dois mil palavras, então estamos aqui.
— Personagens:
— Maya será interpretada pela Emily Rudd.
— Tom Riddle Jr. será interpretado pelo Christian Coulson.
— Também posto esta fanfic no Nyah!Fanfiction.
— Trailer da fanfiction (Beautiful Design): https://www.youtube.com/watch?v=Bs4vqm2r72E
— Canal da Miss_Fray:https://www.youtube.com/channel/UCzZ-4OuI_PeUKcKkb4KetYA


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