História Lost In The World - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias A Origem dos Guardiões, Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens A Fada dos Dentes, Bicho-papão (Pitch Black), Breu, Coelhão, Jack Frost, Jamie Bennett, Jeff, Norte, Personagens Originais, Sandman "Sandy", Sophie Bennett
Tags Assassinato, Creepypastas, Jack Frost, Jeff The Killer, Lobisomem, Morte, Não Sei Mais O Que Botar, Slender Man, Suícidio
Visualizações 26
Palavras 1.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


YEEY TOU AQUI ;-;

Bem, de boas, normal, sem inspiração •ㅅ•

(╮°-°)╮┳━┳

(╯°□°)╯︵ ┻━┻

Kyaa! Velho! Nem acredito que tou mesmo correndo contra o tempo para escrever esse capítulo. Sério, tô sem tempo ;-;

E eu também nem acredito que tem pessouinhas além de mim que shippam o Jack e a Kurayami. Eu queria muito fazer um shipp para eles, mas eu sou horrível nissuh ;-; Façam aí nos comentários, ōkē? >.<

Capítulo 15 - Can you go on friendship?


Enquanto minha trouxa interior resolvia aparecer aos poucos, eu contava a Jack, com voz embargada pelo choro preso de muitos anos, a história de como aquela menina de apenas 9 ou 10 anos e eu nos conhecemos, e tudo que passamos juntas, o favor dela de me deixar morar em seu grande quarto, quando eu joguei fogo na mochila do menino que emplicava com ela, quando os pais dela a levaram em um psicólogo, de quando eles a chamaram de louca, alguns traficantes envolvidos com os pais dela e como eles apontaram uma arma para ela quando o pai da menina decidiu que ele não daria mais dinheiro a eles, de quando a minha proteção era realmente necessária...


E de quando ela foi levada a força para um hospício.


Até este ponto, eu abraçava os meus joelhos enquanto sentia as lágrimas quentes descerem por minhas bochechas e deixarem lá as marcas dos caminhos que elas fazem. Jack não leva muito jeito para confortar as pessoas, assim como eu, então o albino ficou meio que sem idéias do que fazer, sua única reação foi me abraçar. Como a trouxa aqui fica muito, muito trouxa quando chora, eu aproveitei o abraço dele e retribuí. Ele já havia vestido um moletom dele, o clássico azul, que já estava molhado por conta das minhas lágrimas. Ficamos abraçados por mais uns 2 minutos, até que ele se afasta de mim e vê que eu estava secando as - aparentemente - intermináveis lágrimas que insistiam em cair. Quando elas finalmente param, eu me sinto melhor e sorrio abertamente para ele, que logo retribui o meu sorriso.


— Está melhor? — Indaga, parecendo curioso em relação a minha resposta.

— Estou, sim. — Afirmo, e pisco os olhos repetidas vezes. — Acho que não estou acostumada a chorar, sinto que tem um cisco no meu olho. — Reclamo coçando o olho esquerdo com as costas da mão do mesmo lado. — Assopra, please? :3 — Faço uma carinha mesga kawaii e vejo suas bochechas ganharem um rubor bem leve. Jack é muito fofo >.<


O albino afirma com a cabeça e se aproxima e suas bochechas ganham mais rubor do que antes. Ele assopra perto do meu olho e sinto um incômodo. Cubro meu olho com a mão e viro o rosto para o lado. Pisco várias vezes por de baixo da mão e finalmente sinto que está normal. Volto minha atenção para ele e sorrimos no mesmo instante.


— Agora sim, tá normal. — Digo e sinto a brisa fria que permanecia lá fora invadir o cômodo pela sexta vez em três minutos. Olho para a janela incomodada, eu não me incomodo com o frio, mas esse ar está bem gélido.

— Quer que eu feche a janela? — Pergunta, educado como sempre. Eu não tenho essa paciência não, eu responderia algo como: "os incomodados que se retirem, e nem ouse triscar nesta janela, ela vai quebrar"


Pois é, eu sou uma pessoa adorável, amigável, paciente, fofa e educada :v


— Não, tá tudo bem. Não me incomoda muito... — Apoio o rosto nas mãos, que por sua vez se apoiavam nos cotovelos, que estavam em meus joelhos.

— Parando para analisar, você ficou muito fofa com esse pijama de vaquinha. — Ele fala e bate aquele orgulho no coraçaum.

— Eu fico fofa de qualquer jeito. — Eu disse, toda cheia de orgulho. Um bocejo escapa dos meus lábios logo em seguida e as minhas pálpebras me imploram para se juntarem. Eu jogo o resto do meu corpo no colchão e abro boa parte do zíper do pijama.


A trouxa não estava usando a porcaria da blusa, então o meu sutiã preto acabou ficando exposto. Vergonha? Eu ainda procuro ela até hoje.


— Ei, vá dormir no seu quarto. — Jack diz e percebo que suas bochechas adquirem um tom de rubor meio forte, porém ainda fraco.

— Está incomodado com a minha presença? — Pergunto a ele, sorrindo de forma provocativa. Me levanto num pulo e o abraço de lado. - Eu gosto de provocar sim, se tu quer me xingar, saiba que isso não vai mudar nada em mim. Obrigada, de nada.


Eu não era nenhuma vadia, mas também não era nenhuma santa. Cai entre nós, eu tenho um jeito provocativo natural e minhas roupas já demonstram isso por mim, tem mulher pessoa que eu?


— Q-que? E-eu não. — Jack nega. Eu apenas sorri de canto e me soltei dele, ficando na sua frente e o abraçando. A proximidade fez com que ele corasse, e pra piorar eu ainda respirei calmamente em seu pescoço, sentindo seu perfume natural, creio eu. É, eu faço um ótimo trabalho.


Gente, desculpa, mas eu necessito ver ele corado, é fofo >.<


— Seu cheiro é doce... — Eu disse sonolenta. — Vou dormir... — Sussurrei e, antes mesmo que ele protestasse, eu senti o sono tomar conta de mim e dormi ali mesmo, abraçando ele.


(P.O.V.S Jack)


(Ai meu gosh agora tem P.O.V.S de outro personagem °-°)


Senti que Kurayami deixou seu peso relaxar sobre mim, o que indica que ela dormiu mesmo. Uma anotação mental se forma em minha mente: "não, nunca, jamais duvide das ações de Kurayami, ela fará do mesmo jeito"


Com pouca dificuldade - já que ela não é pesada -, peguei Kurayami no colo e aindei com ela até a porta que permanecia encostada. Saí do meu quarto e entrei no quarto ao lado, que pertencia a garota.


A deitei na cama, da forma mais delicada possível - pois sei que se ela acordar ela me arranca a cabeça - e a cobri com o cobertor meio amassado que estava na cama. Ela dormia como um anjo, e também tinha a aparência calma como se fosse um anjo próprio. É uma pena que ela tenha sofrido tanto.


Observo ela reapirar calmamente o ar e dou um breve selar em sua testa, logo saindo do quarto e indo até o meu.


Eu não sei o que ela faz comigo, mas ela simplesmente faz. Kurayami consegue causar um estranho efeito em mim que eu mesmo desconheço.


Acho que isso pode passar de ser amizade.


Notas Finais


Óiah, esse capítulo foi só pra fortificar o shipp ahsushusus veyn, acho muito fofo o Jack corar com a aproximação da Kurayami *-*

Por favor, não me xinguem por não ser o que vocês esperavam ;-;


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